Consciência

Filosofia e Ciências Humanas
Nos Jogos Olímpicos de 161, anunciou que iria queimar a si mesmo até a morte nos Jogos seguintes: Ele dizia que queria fechar com uma chave de ouro uma vida dourada; porque quem viveu como um Hércules, deve morrer como um Hércules, difundido-se no éter. Eu desejo, dizia ele, beneficiar a humanidade, mostrando a todos a maneira como não devemos nos preocupar com a morte, é por isso que todo homem deve ser meu Filoctetes. Ele cumpriu sua promessa... Continue lendo
Definir um termo empregado em diferentes contextos e para os mais variados fins, não é, evidentemente, uma das tarefas mais fáceis. Por outro lado, podemos contextualizar o processo de globalização nos âmbitos espacial e temporal. Grosso modo, podemos entender globalização como a interligação econômica, política e cultural entre os diversos povos do planeta. Na esfera econômica, globalização representa a crescente integração das economias nacionais em um mercado global; no aspecto político, representa o estreitamento das relações diplomáticas entre os Estados Nacionais e, culturalmente, pressupõe a uniformização de hábitos e costumes, com a sobreposição de uma cultura global padronizada em detrimento das peculiaridades regionais. Continue lendo

O FIM DA FILOSOFIA E A ESSÊNCIA DA TÉCNICA NA MODERNIDADE

Márcio J. S. Lima – marciohistoriaefilosofia@gmail.com ¹

O fim da filosofia na era moderna é uma temática tratada por Heidegger em sua conferência intitulada O fim da filosofia e… Continue lendo

A cigarra e a formiga

Tendo a cigarra em cantigas Folgado todo o verão,

Achou-se em penúria-) extrema Na tormentosa estação.

Não lhe restando migalha Que trincasse, a tagarela Foi valer-se da formiga,

Que morava perto dela.

Rogou-lhe que lhe… Continue lendo

Os rafeiros e o gôzo

Morreu um nédio cabrito, Sem que a nova agradecesse,

E o guardador, dono dêle, O convidado rafeiro,

Depois de tirar-lhe a pele, Atrás do gôzo matreiro

Aos cães no campo o deitou. De corrida caminhou.… Continue lendo

 

O passarinho prêso

 

Na gaiola empoleirado,

Um mimoso passarinho Trinava brandos queixumes Com saudades do seu ninho.

“Nasci para ser escravo, (Carpia o cantor plumoso) “Não há ninguém neste mundo “Que seja. tão desditoso.

“Qu’é do tempo que… Continue lendo

Um dia nunra gaiola

Foi um coieiro trancado

E por huirain. capricho Viu-se assim escravizado.

Chorando dizia o triste: “Maldita, maldita sorte! Em lugar da escravidão Antes me desses a morte!”

Um outro coleiro, livre De ramo em ramo saltando,… Continue lendo

SEGUNDA PARTE

NARRAÇÕES — APÓLOGOS PARÁBOLAS — ALEGORIAS

Os meninos de Esparta

Contínuos exercícios e o descanço Sôbre grosseira cama,

A refeição frugal, concisa a frase,

Assim se comportavam Os meninos de Esparta; pois Licurgo,

Legislador prudente,

Viu que a… Continue lendo

Carta de Alexandre Herculano a Antônio Serpa Pimentel

Meu amigo. — Escrevo-lhe do fundo do estreito vale de Lor- vão, defronte do mosteiro onde repousam as filhas de Sancho I; dêste mosteiro melancólico e mal assombrado, como as montanhas abruptas… Continue lendo

CARTAS

Carta de um professor de belas letras, na qual dá conselhos a um seu ex-discípulo

Meu caro discípulo e prezado amigo do coração.

Quando V. Sª. honrava o meu curso com sua presença, posto que entre seus condiscípulos muito… Continue lendo

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Saudação à Bandeira que acompanhou o 179 Batalhão dos Voluntários na retirada da Laguna.

Que vos direi, Senhores, da extraordinária e singular Bandeira, que é neste dia o eentro, para onde convergem, na atração miste­riosa das coisas santas, os nossos… Continue lendo

Vida de Jesus Cristo

Aparece Jesus Cristo no meio dos homens, cheio de graça e verdade. Arrebatam a autoridade e doçura da sua palavra. Che­ga para ser o mais desgraçado dos mortais, e todos os seus prodí­gios são feitos em… Continue lendo

RELIGIÃO — MORAL

Aparecimento de Jesus Cristo

Ao tempo da aparição do Redentor sôbre a terra, as nações estavam na expectativa dalgum famoso personagem. Suetônio *) diz: “Derramara-se no Oriente a velha e permanente opinião de que um homem surgiria… Continue lendo

Duque de Caxias

O mais hábil general brasileiro do século XIX, Luis Alves de Lima, nasceu no Rio de Janeiro em 1803, pertencendo a uma famí­lia oriunda do Algarve, em Portugal. Aderindo com entusiasmo à causa da independência brasileira, mas… Continue lendo

Visconde do Rio Branco

Não deve faltar neste livro de leitura o nome glorioso do grande estadista que deu o primeiro golpe na escravatura do Bra­sil, que tomou a iniciativa emancipadora, de que a lei de 13 de maio de… Continue lendo

E’ um dos filhos mais ilustres do Rio Grande do Sul e uma glória nacional.

Manuel Luiz Osório — tal o seu nome — nasceu a 10 de maio de 1808 na então freguesia de N. Senhora da Conceição do… Continue lendo

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José Joaquim de Andrade Neves, um dos heróis da guerra do Paraguai, nasceu a 22 de janeiro de 1807 no Rio Pardo, na pro­víncia do Rio Grande do Sul.

Em 1826 sentou praça de voluntário, mas nesse mesmo ano… Continue lendo

O Visconde de Jequitinhonha r)

Francisco Ge — Acaiabá de Montezuma — eis o nome que ado­tou Francisco Gomes Brandão de Montezuma (Visconde de Jequi­tinhonha), sugestionado pelo nativismo que reinava naquela época.

Era um homem de estatura alta, pardo escuro,… Continue lendo

1)

Trazia João Francisco Lisboa na fisionomia estampada a ri­gidez de seus princípios e a austeridade de seus costumes. A vasta abóbada cerebral, terminada por uma fronte altiva e cor­tada de sulcos denunciado­res do precoce meditar, era terrestre invólucro dessa in­teligência tão magnífica, quanto bem aquinhoada e iluminada pelas línguas do fogo do gênio; seus olhos brilhantes e penetrantes fais­cavam-lhe as sublimes idéias, antes que os lábios as tra­duzissem em sons ou a pe­na em caracteres. Para com­pletar êste esbôço físico, resumindo, direi apenas que era Lisboa grosso de corpo, cabelos negros e corredios, tez morena, barba espêssa, >rosto cheio e redondo, olhos pardos, sénão grandes vivos; lábios espessos e rasgados, ombros largos, e estatura um pouco abaixo da meã.

Antônio Henrique Leal.

Fonte: Seleta em Prosa e Verso dos melhores autores brasileiros e portugueses por Alfredo… Continue lendo

José Maurício Nunes Garcia

Êste grande maestro brasileiro, a mais brilhante glória musi­cal do Brasil, nasceu no Rio de Janeiro a 22 de setembro de 1767. Era muito novo ainda, quando perdeu seu pai, mas sua mãe e uma tia,… Continue lendo

Inteireza 1) dos Andradas

Acerca da pobreza de José Bonifácio, que não possuía mais do trinta mil réis quando foi prêso e deportado, contarei uma ane­dota, que não será lida sem interêsse.

Os ministros da regência de Dom Pedro reduziram… Continue lendo

José Bonifácio

Quem era José Bonifácio de Andrada?

A máxima prova da constituição orgânica do Brasil no XVIII século é a fecundidade *) intelectual, que progride no princípio de nossa era. Brasileiros eram na máxima parte os sábios literatos portuguêses… Continue lendo

Sublevação do povo no Maranhão e no Pará. Prisão e desacatos que sofreram o P. Vieira e os demais jesuítas

Divulgados enfim no Pará os sucessos do Maranhão (nem o segredo se podia guardar por muito tempo) começou o povo… Continue lendo

Aos dezoito anos já Vieira ensinava retórica no colégio de Olinda; e, quer na sua cadeira de professor quer nos bancos de filosofia e teologia, era sempre o mesmo portentoso mancebo que, antecipando o tempo e o trabalho, mostrava-se com… Continue lendo

Os Jesuítas no Brasil

Os Jesuítas tinham por vice-provincial a Manuel da Nóbrega, um dos padres mais instruídos da Companhia, descendente de fa­mília ilustre, que, desgostoso das honras e pompas da sociedade, passara aos desertos da América e buscava a… Continue lendo