Consciência - Filosofia e Ciências Humanas
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Desejo eu aos que me interessam, o sofrimento, a solidão, a enfermidade, as perseguições, o opróbrio. Desejo que conheçam o profundo menosprezo de si próprios, o tormento da sua desconfiança, a angústia da derrota. E não os lastimo, pois que lhes desejo a coisa única capaz de demonstrar se valem ou não: a resistência. — Nietzsche

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  • Kant - o artigo trata do projeto pedagógico kantiano, estritamente entrelaçado com sua doutrina moral e ética.

    Textos por mês setembro, 2005

    qua
    28
    set
    2005

    Kant – Da possibilidade da educação: A educação moral

    Da possibilidade da educação: A educação moral:

    Isabel Rosete
    Setembro de 2005

    As notas escritas por Kant acerca da educação não constituem, de modo
    algum, um desvio meramente acidental de uma actividade filosófica perpassada
    por questões metafísicas mas, ao invés, uma parte integrante e fecunda do
    seu pensar, tão essencial como qualquer outra. Aliás, a metafísica kantiana
    intervém no projecto pedagógico perfilhado pelo autor a todo o momento e em
    todos as circunstâncias, não tanto para nos conduzir à elaboração de
    abstracções, mas para nos enviar para o concreto porque, afinal, o
    Pensamento e a Experiência esclarecem-se e guiam-se mutuamente.

    A pedagogia fornece ao autor quadros de pensamento específicos já anunciados
    em outras obras que, em aparência, ultrapassam o domínio estritamente
    educacional. Existe uma disciplina da Razão Pura que é entendida num sentido
    eminentemente pedagógico, tal como nos é anunciado na parte final da Crítica
    da Razão Pura, sendo a Metodologia da Razão Prática, que conclui a Crítica
    da Razão Prática, não mais do que a ideia de uma pedagogia moral.
    Encontramos, também, na Crítica da Faculdade de Julgar, reflexões
    essenciais sobre as noções pedagógicas de disciplina e de cultura.

    Kant apresenta-se como um espírito profundamente interessado pelos problemas
    pedagógicos, aureolado pelas noções de bom senso e de equilíbrio, tão
    adversas aos programas de ensino vigentes na época (e quiçá nos nossos
    dias), onde a escola se manifestava como o meio menos apropriado para a
    promoção da educação da humanidade.

    qua
    28
    set
    2005

    Píndaro – Oitava Ode Pítica

    Fontes Gregas Introdução em Pdf Introdução em rtf Ebook de Píndaro – Oitava Pítica (pdf) Ebook de Píndaro – Oitava (rtf) – necessárias para a correta visualização dos documentos acima. Oitava “Ode Pítica” de Píndaro   Humberto Zanardo Petrelli Mestre em Filosofia pela USP Píndaro (P…ndaroj) foi o mais brilhante poeta do século V a.C.. [...]

    qua
    28
    set
    2005

    Sobre a Serenidade de Martin Heidegger

    Sobre a "Serenidade" de Martin
    Heidegger
    Por Isabel Maia

    A ciência moderna postula sempre
    a monótona

    estupidez do mundo que ela interroga

    PRIGOGINE


        A "Serenidade" é um belo texto de Heidegger onde
    ele reflecte sobre a essência da técnica moderna e onde
    mostra a necessidade de recuperar aquilo que ele chamou de pensamento
    meditativo. Não se trata de negar a técnica,
    obviamente, mas de repensar a nossa relação com ela. O
    apelo heideggeriano ao longo deste belo texto é, pois, o de
    mantermos acordado o pensamento já que o que o homem tem de
    mais próprio é, justamente, ser um ser pensante.

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