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A vida oscila, como um pêndulo, para a frente e para trás, entre dor e tédio | A. Schopenhauer, O mundo como vontade e representação
Esclarecimento é a saída do homem de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. A menoridade é a incapacidade de fazer uso de seu entendimento sem a direção de outro indivíduo.
— Kant, O que é esclarecimento?

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  • O SENSUALISMO E O EMPIRISMO O IDEALISMO Princípio do idealismo. Problema do mundo exterior. As formas do idealismo. O criticismo. Argumentos do criticismo. O idealismo cartesiano.O desmentido da experiência. Falsa noção da idéia e do conhecimento. Objeções idealistas. O REALISMO, ) O dommio próprio da inteligência humana. O realismo filosófico sentido do realismo

    Textos por mês novembro, 2006

    seg
    27
    nov
    2006

    Metafísica – A EXTENSÃO DO CONHECIMENTO – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo   Segundo A EXTENSÃO DO CONHECIMENTO 179 O problema do alcance do conhecimento é um problema distinto do precedente, porque o fato certo de que somos capazes de chegar ao verdadeiro deixa subsistir a questão de saber que verdades ou que coisas somos efetivamente suscetíveis de conhecer. Podem-se aqui [...]

    seg
    27
    nov
    2006

    Metafísica – Preliminares – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet METAFÍSICA PRELIMINARES 170      1. Noção. — O nome metafísica (depois da física) foi dado pelos discípulos de Aristóteles ao conjunto dos tratados aristotélicos que vinham após aqueles consagrados às coisas da natu­reza. Foi desde então utilizado para designar esta parte da Filo­sofia que é consagrada às realidades que não [...]

    seg
    27
    nov
    2006

    Psicologia- A ALMA HUMANA – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo A ALMA HUMANA 161      Até aqui, limitamo-nos a descrever e analisar os fatos psicológicos, a fim de determinar suas leis empíricas. Trata-se, agora, de deduzir dos fatos observados e das leis estabelecidas a própria natureza desse sujeito metafísico sem o qual os fatos psicológicos e a própria [...]

    seg
    27
    nov
    2006

    Lógica Formal e Material – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet LIVRO    1 LÓGICA LÓGICA FORMAL — LÓGICA MATERIAL LÓGICA PRELIMINARES Art.    I.    DEFINIÇÃO DA LÓGICA O termo "lógica" vem de uma palavra grega que significa razão, A Lógica é, de fato, a ciência das leis ideais do pensamento, e a arte de aplicá-las corretamente à procura e à demonstração [...]

    seg
    27
    nov
    2006

    Psicologia, o sujeito psicológico – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet TERCEIRA   PARTE O SUJEITO PSICOLÓGICO 152 Até agora, temos estudado apenas fenômenos, propriedades, qualidades ou atividades diversas. Devemos agora considerar o su­jeito destes fenômenos psicológicos. Porque é evidente que todos eles supõem um sujeito, de que procedem, e que manifestam empiricamente: a bem dizer, a imaginação ou os instintos, [...]

    seg
    27
    nov
    2006

    A ATIVIDADE VOLUNTÁRIA – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo  Segundo A ATIVIDADE VOLUNTÁRIA 147       1. Todos os estudos precedentes se referem aos modos diversos da atividade psicológica: quer se trate de conhecimento sensível ou intelectual, de instintos ou de inclinações, é sempre com as manifestações do dinamismo que nos temos defrontado. Contudo, a palavra "atividade" pode ser [...]

    seg
    27
    nov
    2006

    A VIDA INTELECTUAL – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet SEGUNDA  PARTE A  VIDA  INTELECTUAL 132      Da vida sensível à vida intelectual não existe simples continuidade. A atividade sensível é limitada ao presente sensível imediato e desprovida desta universalidade que define a inteligência racional do homem e faz com que as atividades sensíveis se completem num clima racional, [...]

    seg
    27
    nov
    2006

    O DINAMISMO SENSÍVEL – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo O DINAMISMO  SENSÍVEL ART. I.    NATUREZA E DIVISÃO 116      1. Natureza dos fenômenos afetivos. — Os fenômenos afetivos são manifestações de nossas tendências e de nossas inclinações. É evidente que, na falta dessas tendências, poderia existir, no ser vivo, em resposta a uma excitação externa, uma reação [...]

    seg
    27
    nov
    2006

    A VIDA SENSÍVEL – Curso de Filosofia de Jolivet – Psicologia

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet PRIMEIRA PARTE A  VIDA  SENSÍVEL 97        Por vida sensível designa-se o conjunto dos fenômenos cognitivos e dinâmicos determinados no sujeito psicológico por excitações vindas dos objetos materiais externos ou que têm por fim os objetos sensíveis externos. Esta dupla série de fenômenos, especificamente distintos, mas em relação mútua constante, [...]

    seg
    27
    nov
    2006

    O HÁBITO – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo O   HÁBITO Art. I.    A NATUREZA DO HÁBITO 91        1.    Definição. — A   palavra   "hábito"   vem   de   uma   palavra latina que significa ter ou possuir. É, no seu sentido mais geral, a propriedade de conservar as modificações recebidas. É necessário, porém, precisar a natureza do hábito. Ela [...]

    seg
    27
    nov
    2006

    PSICOLOGIA, introdução – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet PSICOLOGIA PRELIMINARES Capítulo Primeiro OBJETO,   MÉTODO   E   DIVISÃO   DA   PSICOLOGIA ART. I.    OBJETO 88        Etimologicamente, a Psicologia é o estudo da alma. Pode-se conservar sem inconveniente esta definição, sob a condição de compreender que a alma não pode ser encontrada e conhecida a não ser nas e pelas [...]

    seg
    27
    nov
    2006

    A VIDA – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Terceiro A   VIDA ART. I.    A  VIDA EM GERAL 81         1.    Noção. a)     O movimento imanente. A vida é uma realidade muito simples para que a possamos definir. Pode-se, apenas, descrevê-la em sua manifestação pelo movimento espontâneo e imanente, quer dizer, por um movimento que o ser vivo [...]

    seg
    27
    nov
    2006

    A MATÉRIA E A FORMA OU A ESSÊNCIA DOS CORPOS – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo A  MATÉRIA  E   A   FORMA   OU   A  ESSÊNCIA DOS  CORPOS 76.       A questão da essência dos corpos não é um problema importante para as ciências físico-químicas. Ultrapassa, com efeito, a competência do puro físico, enquanto se trata de descobrir, não precisamente os elementos dos corpos (moléculas, [...]

    seg
    27
    nov
    2006

    FILOSOFIA ESPECULATIVA, filosofia da natureza – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet LIVRO    II FILOSOFIA   ESPECULATIVA FILOSOFIA                Cosmologia DA          NATUREZA                Psicologia METAFÍSICA             Crítica do conhecimento COSMOLOGIA          Ontologia PRELIMINARES        Teodicéia 68        1.    Noção. a) Definição. A Cosmologia (etimologicamente ciência do mundo) constitui a primeira parte da Filosofia natural (ou filosofia da natureza) ; tem por objeto o estudo dos [...]

    seg
    27
    nov
    2006

    Curso de Filosofia de Régis Jolivet – Índice

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet Tradução de Eduardo Prado de Mendonça Livraria Agir Editora Introdução Geral Livro 1 – Lógica Lógica Formal — Lógica Material Lógica – Preliminares Primeira Parte – Lógica Formal Capitulo I- A Apreensão e o Termo Capítulo II – O Juízo e a Proposição Capítulo III – O Raciocínio e [...]

    sáb
    25
    nov
    2006

    Solidão e Morte de Nietzsche – Vida de Frederico Nietzsche, Daniel Halevy / 7

    VIDA DE FREDERICO NIETZSCHE Autor: Daniel Halévy Tradutor: Jerônimo Monteiro Editora Assunção ltda. Coleção Perfis Literários   Cap. 1 – OS ANOS DE INFÂNCIA Cap. 2 – OS ANOS DA JUVENTUDE Cap. 3 – FREDERICO NIETZSCHE E RICHARD WAGNER — TRIEBSCHEN Cap. 4 – FREDERICO NIETZSCHE E RICHARD WAGNER — BAYREUTH Cap. 5 – CRISE [...]

    sáb
    25
    nov
    2006

    O trabalho do Zaratustra / Vida de Frederico Nietzsche, Daniel Halévy / 6

    VIDA DE FREDERICO NIETZSCHE Autor: Daniel Halévy Wer kann dich fliehn, den du ergriffen hast,  Wenn du die ernsten  Blicke auf ihn richtest? Ich   will nicht flüçhten  wenn  du  mich  erfasst Ich glaube nimmer,  dass  du nur  vernichtest! Ich weiss, durch jedes Erden-Dasein muss du ghen, Vnd nichts bleibt unberührt von dir auf Erden: Das [...]

    sáb
    25
    nov
    2006

    Doença de Nietzsche / Vida de Friedrich Nietzsche – Daniel Halevy /5

    VIDA DE FREDERICO
    NIETZSCHE

    Autor: Daniel Halévy

    Tradutor: Jerônimo Monteiro
    Extraído da edição da Editora Assunção ltda.
    Coleção Perfis Literários

     

     O livro foi dividido em 7 páginas

    Cap. 1 – OS ANOS DE
    INFÂNCIA
    Cap. 2 – OS ANOS DA
    JUVENTUDE
    Cap. 3 – FREDERICO NIETZSCHE E
    RICHARD WAGNER — TRIEBSCHEN
    Cap. 4 – FREDERICO NIETZSCHE E
    RICHARD WAGNER — BAYREUTH
    Cap. 5 – CRISE E CONVALESCENÇA Cap. 6 – O TRABALHO DO
    "ZARATUSTRA"
    Cap. 7 – A   ÚLTIMA   SOLIDÃO [download id="45"]

     

     

    V

    CRISE  
    E   CONVALESCENÇA

    Frederico
    Nietzsche regressou a Basiléia. Achando-se fraco e doente dos olhos, teve que
    aceitar o auxílio que seus amigos lhe ofereciam. Um era um jovem estudante
    chama– do Köselitz, a quem, por brinquedo, apelidara Peter Gast — "Pedro,
    o hóspede", sobrenome que ficou — o outro era aquele Paulo Rée, judeu de espírito
    agudo, que conhecera fazia dois anos.
    Graças à abnegação de ambos, pôde Nietzsche reler as notas escritas em
    Klingenbrunn, nas quais esperava encontrar matéria para uma segunda Extemporânea. Paulo Rée publicava, então, as suas Observações Psicológicas, reflexões
    inspiradas pelos mestres ingleses e franceses, por Stuart Mill e La Rochefoucauld. , Frederico Nietzsche ouviu a leitura deste opúsculo e apreciou-o. Admirou a maneira prudente com que nele se conduzia o pensamento; gozou-o como um repouso, depois das enfáticas cerimônias de Bayreuth, e resolveu entrar na escola de Rée e de seus mestres. No entanto, continuava sentindo o enorme vácuo que nele deixava a sua renúncia a Richard Wagner.

    sáb
    25
    nov
    2006

    Nietzsche e Wagner em BAYREUTH / Vida de Friedrich Nietzsche – Daniel Halevy / 4

    VIDA DE FREDERICO
    NIETZSCHE

    Autor: Daniel Halévy

    Tradutor: Jerônimo Monteiro
    Extraído da edição da Editora Assunção ltda.
    Coleção Perfis Literários

     

     O livro foi dividido em 7 páginas

    Cap. 1 – OS ANOS DE
    INFÂNCIA
    Cap. 2 – OS ANOS DA
    JUVENTUDE
    Cap. 3 – FREDERICO NIETZSCHE E
    RICHARD WAGNER — TRIEBSCHEN
    Cap. 4 – FREDERICO NIETZSCHE E
    RICHARD WAGNER — BAYREUTH
    Cap. 5 – CRISE E CONVALESCENÇA Cap. 6 – O TRABALHO DO
    "ZARATUSTRA"
    Cap. 7 – A   ÚLTIMA   SOLIDÃO [download id="45"]

    IV

    FREDERICO 
    NIETZSCHE E  RICHARD  WAGNER

    BAYREUTH

    Estranho é o destino
    de Bayreuth. Esta pequena cidade alemã, por largo tempo ignorada, começa a
    brilhar no século XVIII, até fazer-se célebre em toda a Europa; uma inteligente
    margravina, irmã de Frederico, o Grande, amiga de Voltaire e da elegância
    francesa, ai mora e embeleza a cidade, alegrando seus desertos arredores com
    vivendas em cujas fachadas aplica as singulares curvas do "rococó". A
    margravina morre, e Bayreuth recai no olvido. Assim passa um século, até que,
    de repente, a glória volta à pequena cidade convertendo-a na Jerusalém de uma
    arte e de um culto novos. Destino curioso, mas fictício, cujas antíteses foram
    ordenadas por um poeta. A história de Bayreuth deve se contar entre as obras de
    Wagner.

    sáb
    25
    nov
    2006

    Nietzsche e Wagner / Vida de Friedrich Nietzsche – Daniel Halevy / 3

    VIDA DE FREDERICO NIETZSCHE Autor: Daniel Halévy Tradutor: Jerônimo Monteiro Extraído da edição da Editora Assunção ltda. Coleção Perfis Literários    O livro foi dividido em 7 páginas Cap. 1 – OS ANOS DE INFÂNCIA Cap. 2 – OS ANOS DA JUVENTUDE Cap. 3 – FREDERICO NIETZSCHE E RICHARD WAGNER — TRIEBSCHEN Cap. 4 – [...]

    sáb
    25
    nov
    2006

    Os Anos de Juventude / Vida de Frederico Nietzsche, Daniel Halévy / 2

    VIDA DE FREDERICO NIETZSCHE Autor: Daniel Halévy Tradutor: Jerônimo Monteiro Extraído da edição da Editora Assunção ltda. Coleção Perfis Literários    O livro foi dividido em 7 páginas Cap. 1 – OS ANOS DE INFÂNCIA Cap. 2 – OS ANOS DA JUVENTUDE Cap. 3 – FREDERICO NIETZSCHE E RICHARD WAGNER — TRIEBSCHEN Cap. 4 – [...]

    sáb
    25
    nov
    2006

    Vida de Frederico Nietzsche, Daniel Halévy / 1

    VIDA DE FREDERICO NIETZSCHE Autor: Daniel Halévy Tradutor: Jerônimo Monteiro Extraído da edição da Editora Assunção ltda. Coleção Perfis Literários    O livro foi dividido em 7 páginas Cap. 1 – OS ANOS DE INFÂNCIA Cap. 2 – OS ANOS DA JUVENTUDE Cap. 3 – FREDERICO NIETZSCHE E RICHARD WAGNER — TRIEBSCHEN Cap. 4 – [...]

    qua
    22
    nov
    2006

    Kant, Crítica da Razão Pura – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

    Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares Lição XVIII A CRÍTICA DE KANT CRÍTICA   DA   RAZÃO   PURA:     I  ESTÉTICA TRANSCENDETAL 135. A MATEMÁTICA E SUAS CONDIÇÕES. — 136. O ESPAÇO E SUA EXPOSIÇÃO METAFÍSICA. — 137. SUA EXPOSIÇÃO TRANSCENDENTAL APLICADA A GEOMETRIA. — 138. A ARITMÉTICA E O TEMPO. — 139. SUA EXPOSIÇÃO METAFÍSICA [...]

    qua
    22
    nov
    2006

    Fundamentação da Metafísica dos Costumes – Immanuel Kant

    Fundamentação da Metafísica dos Costumes Immanuel Kant Tradução de Antônio Pinto de Carvalho Companhia Editora Nacional PREFÁCIO A antiga filosofia grega repartia-se em três ciências: a Física, a Ética e a Lógica. Esta divisão está inteiramente de acordo com a natureza das coisas, nem temos que introduzir-lhe qualquer espécie de aperfeiçoamento, a não ser acrescentar [...]

    dom
    19
    nov
    2006

    Nietzsche – Cartas de 1884

    Versão em Ingles Tabela de conteúdo [esconder] 1 Cartas de Nietzsche – 1884 1.1 1 1.2 2 1.3 3 1.4 4 1.5 5 1.6 6 Cartas de Nietzsche – 1884Tradução de Miguel Duclós 1 Nice, Jan/Feve de 1884 – Rascunho de carta a Franz Overbeck Falando nisso, minha irmã parece um cão faminto: por seis [...]

    sáb
    18
    nov
    2006

    Algumas implicações do dois-em-um socrático na perspectiva arendtiana

    Download do texto no formato original em PDF ( downloads )

    ALGUMAS IMPLICAÇÕES DO DOIS-EM-UM SOCRÁTICO, NA PERSPECTIVA
    ARENDTIANA.

    Por: Pedro H. S. Pereira (graduando
    em Filosofia . UFSJ / Direito no IPTAN).

    Orientador: Prof. José Luiz de Oliveira
    (doutorando – UFMG).

    Resumo

    O
    presente artigo aborda o princípio moral do dois-em-um socrático, e as
    implicações trazidas pela sua presença naqueles que se utilizam da faculdade do
    pensar, que
    exercitada de maneira incessante, é capaz de nos deixar perplexos. A abordagem estende-se também
    àqueles que abrem mão dessa faculdade, demonstrando as conseqüências a que
    estão sujeitos. A irreflexão é fruto da massificação, e somente o exercício do
    pensar é capaz de nos livrar das implicações negativas advindas deste fenômeno.

    Palavras-chave: dois-em-um / pensar /
    implicações.

    seg
    13
    nov
    2006

    Introdução Geral – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet INTRODUÇÃO GERAL Art.    I.   NATUREZA   DA  FILOSOFIA – 1.    O desejo de saber, fonte das ciências. Todo homem, diz Aristóteles, está naturalmente desejoso de saber, isto é, o desejo de saber é inato; esse desejo já se manifesta na criança pelos "porquês" e os "como" que ela não cessa [...]

    sáb
    4
    nov
    2006

    Nietzsche’s Letters: 1888

    Fonte do texto: http://www.geocities.com/thenietzschechannel/nlett1888.htm Texto em português 1 Nice, February 12, 1888: Letter to Reinhart von Seydlitz Dear friend, If I have been speaking to almost no one it has not been a “proud silence,” but on the contrary a very humble one, that of a sufferer ashamed to reveal how much he suffers. An [...]

    sáb
    4
    nov
    2006

    Nietzsche – Cartas de 1888

    Tabela de conteúdo [esconder] 1 Cartas de Nietzsche – 1888 1.1 Carta 1 1.2 Carta 2 1.3 Carta 3 1.4 Carta 4 1.5 Carta 5 Tradução de Miguel Duclós Cartas de Nietzsche – 1888 Tradução do inglês Carta 1 Nice, 12 de Fevereiro de 1888: carta a Reinhart von Seydlitz Querido amigo, Se não tenho [...]

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