Consciência - Filosofia e Ciências Humanas
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A revolta nasce do espetáculo de insensatez, perante uma condição injusta e incompreensível. Mas o seu impulso de cega reivindica a ordem no meio do caos e a unidade mesmo no âmago daquilo que foge e se desvanece. Ela grita, ela exige, ela quer que o escândalo cesse e se fixe finalmente. — Camus, O homem revoltado

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  • Neste capítulo Habermas tentará mostrar o pensamento de Bataille sob três prismas principais: a formação dos conceitos de heterogêneo - que levará a uma filosofia da heterologia, uma despedida da modernidade em uma filosofia da história e uma abordagem da economia geral, com a qual Bataille esperava responder à questão: como transformar a reificação (num sentido marxista) em heterelogia.

    Textos por mês janeiro, 2009

    seg
    26
    jan
    2009

    ENTRE EROTISMO E ECONOMIA GERAL – Georges Bataille

    Neste capítulo Habermas tentará mostrar o pensamento de Bataille sob três prismas principais: a formação dos conceitos de heterogêneo – que levará a uma filosofia da heterologia, uma despedida da modernidade em uma filosofia da história e uma abordagem da economia geral, com a qual Bataille esperava responder à questão: como transformar a reificação (num sentido marxista) em heterelogia.

    dom
    25
    jan
    2009

    Fichamento do Capítulo XI do Leviatã de Thomas Hobbes

    Fichamento e Resumo do Capítulo XI do Leviatã de Thomas Hobbes

    sex
    16
    jan
    2009

    Análise do sentido e do significado do uso no domínio da linguagem nas “Investigações Filosóficas” de Wittgenstein

    A análise das “Investigações
    Filosóficas” de Wittgenstein, pressupõe à partida, um retrocesso à obra que se
    apresenta anteriormente a esta, “O Tratado Lógico-Filosófico” e que tem no
    sentido das soluções preconizadas pelo autor, a maior importância

    qua
    14
    jan
    2009

    Sociology of knowledge – The Encyclopedia of Philosophy

    Sociology of knowledge – Verbete da “The Encyclopedia of Philosophy” – Paul Edward, Editor in Chief. vol VII. Collier Macmillan Publishers, London. Social origin of ideas. While there is general agreement among .scholars in the field that social relationships pro­vide the key to the understanding of the genesis of ideas, there are also far-reaching disagreements [...]

    ter
    13
    jan
    2009

    SIMPLICIUS – The Encyclopedia of Philosophy

    SIMPLICIUS, sixthcentury Neoplatonist and commen­tator on Aristotle, studied in Alexandria under Ammonius and in Athens under Damascius. The School at Athens was closed in 529, and Simplicius withdrew to Persia. When he returned, his paganism barred him from lecturing.

    ter
    13
    jan
    2009

    SKOVORODA, GREGORY SAVVICH – The Encyclopedia of Philosophy

    Verbete da “The Encyclopedia of Philosophy” – Paul Edward, Editor in Chief. vol VII. Collier Macmillan Publishers, London. SKOVORODA, GREGORY SAVVICH (1722-1794), Ukrainian poet, fabulist, philosopher, and religious thinker. Skovoroda was educated at the Kiev Theological Academy. As a young man he traveled in eastern and western Europe and paid brief visits io St. Petersburg [...]

    ter
    13
    jan
    2009

    SKEPTICISM – The Encyclopedia of Philosophy

    SKEPTICISM, as a critical philosophical attitude, questions the reliability of the knowledge claims raised by philosophers and others. Originally the Creek term skeptikos meant “inquirers.” Philosophical skeptics have been engaged in inquiry into alleged human achievements in different fields lo see if any knowledge has been or could be gained by them

    ter
    13
    jan
    2009

    REALISM – The Encylopedia of Philosophy

    REALISM. K. J. Hirst Verbete da "The Encyclopedia of Philosophy" – Paul Edward, Editor in Chief. vol VII. Collier Macmillan Publishers, London.   In the early history of philosophy, particulary in medieval thought, the term "realism" was used, in opposition to nominalism, for the doctrine that universals have a real, objective existence. In modern philosophy, [...]

    seg
    12
    jan
    2009

    A Historícidade da Razão e a Origem do Conhecimento Metódico

    A historícidade da razão. Gênese e essência da razão. A origem da
    atitude metódica. As fases da evolução do método, até a fase final
    racional, consciente. Características da atitude metódica formal. Passagem do
    modo formal ao dialético de interpretar o surgimento do método, e a questão da
    origem das idéias. A origem da teoria do conhecimento e sua compendiação com
    caráter metódico. Ingenuidade das concepções metafísicas e valor crítico da
    teoria dialética. A função da sociedade na teoria do conhecimento.

    qui
    8
    jan
    2009

    Refletindo a construção da docência baseada numa justiça curricular

    Diante de um complexo processo de ressignifcação de valores, idéias e atitudes no que se referem às relações pessoais e culturais, num mundo em que a idéia de globalização do capital e da produção determinam novas posturas e maneiras de ser, pensar e agir, propomos uma discussão sobre a construção da docência e dos currículos escolares como instâncias que refletem esse processo de quebra de paradigmas. Buscamos confirmar a centralidade da cultura na construção de uma educação emancipatória calcada no respeito e na convivência com a alteridade, de modo que se possa refletir acerca da educação e da escola que queremos, numa sociedade em que os valores de justiça e autonomia de pensamento andam profundamente relativizados.

    dom
    4
    jan
    2009

    GIL BLAS, por Paul de Saint-Victor

    GIL  BLAS Paul de Saint-Victor Gil Blas é um desses livros que relemos quatro ou cinco vezes na vida: a impressão muda com as leituras. O encantamento não enfraquece, mas o julgamento se modifica. Quiseram ver no herói de Le Sage o tipo da espécie humana. Demasiado entusiasmo e pouco amor-próprio. Estudai de perto esta [...]

    dom
    4
    jan
    2009

    O JOGO – Rui Barbosa

    Rui Barbosa O  JOGO De todas as desgraças que penetram no homem pela alma, e arruinam o caráter pela fortuna, a mais grave é, sem dúvida nenhuma, essa: o jogo na sua expressão mãe, o jogo na sua acepção usual, o jogo propriamente dito; em uma palavra, o jogo: os naipes, os dados, a mesa [...]

    dom
    4
    jan
    2009

    CARLOS XII – Paul de Saint-Victor

    CARLOS XII Paul de Saint-Victor Trad. de Mário   Ferreira dos Santos) Há. na história, ressurreições de tipos e caracteres que fariam acreditar nos Avatares da fábula hindu. Há mil e quinhentos anos de distância, Átila reapareceu, no Norte, sob uma nova forma, reduzido em sua ação, restringido num menor círculo, mas animado de igual furor [...]

    dom
    4
    jan
    2009

    Átila o Huno, por Paul de Saint-Victor

    ÁTILA Paul de Saint-Victor (Trad. de Mário Ferreira dos Santos) Não uma história, mas uma epopéia em língua bárbara é que Átila mereceria. Pasmou até o século quinto, tão acostumado aos assombros. Acreditar-se-ia que se precipitara sobre a terra o quarto Cavaleiro do Apocalipse. "E eis o corcel branco; e chamavam Morte àquele que o [...]

    dom
    4
    jan
    2009

    BENVENUTO CELLINI – por Paul de Saint-Victor

    BENVENUTO   CELLINIPaul de Saint-Victor (Trad. de Mário Ferreira dos Santos) Benvenuto Cellini tinha cinco anos, quando, numa tarde de inverno, seu pai, que tocava viola ao canto do fogão, acreditou ver um animal semelhante a um lagarto que dançava vivo na chama. Ordenou à criança que se aproximasse, e deu-lhe uma bofetada que fez brotar [...]

    dom
    4
    jan
    2009

    SOBRE UMA HISTÓRIA DO CEARÁ – Capistrano de Abreu

    Ignora-se o ano exato do estabelecimento de Martim Soares
    Moreno; o de 1 610, que em geral se dá, é aproximadamente certo. Em 1 613 o
    fundador do -Ceará é mandado ao Maranhão a colher informações sobre o estado da
    terra e os estrangeiros que a estão ocupando; em 1 615 Jerônimo de Albuquerque
    e Alexandre de Moura assentam o poder português no Maranhão em bases sólidas,
    expulsando de uma vez os franceses; começa-se Belém do Pará em 1 616.

    dom
    4
    jan
    2009

    OS PRIMEIROS DESCOBRIDORES DE MINAS – Capistrano de Abreu

      OS PRIMEIROS  DESCOBRIDORES DE MINAS*Capistrano de Abreu ADVERTÊNCIA ** A ilustrada Redação da Revista, do Arquivo Mineiro desencavou da saudosa Semana estes artigos, escritos ainda no século passado. Seu fim único era chamar a atenção para fatos geralmente descurados, insistir sobre documentos inéditos uns, outros quase ignorados, mostrar que eram passíveis de interpretação, apresentar [...]

    sáb
    3
    jan
    2009

    OS CAMINHOS ANTIGOS E O POVOAMENTO DO BRASIL – Capistrano de Abreu

      OS   CAMINHOS   ANTIGOS E   O   POVOAMENTO   DO   BRASIL* Capistrano de Abreu Na era de 1 530 o território entre o Maranhão e Santa Catarina foi dividido em 12 capitanias hereditárias, desiguais em superfície, limitadas toda a Este pelo Atlântico, o Oeste pela linha fantástica de Tordesilhas. Até então o Brasil estivera entregue a degredados, [...]

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