Consciência - Filosofia e Ciências Humanas
Consciência.ORG



twitter do site
TWITTER
Assine nosso feed
FEED/RSS
Posts no email:

Necessário se faz, quando tratamos com os homens, recorrer a uma bondosa dissimulação, como se não pudéssemos penetrar os móveis do seu procedimento. — Nietzsche

Parceiros
  1. Blog do Miguel
  2. Conexões Epistemológicas
  3. Diário da fonte
  4. Estudando Letras
  5. Filosofia em Quadrinhos
  6. Filosofonet
  7. Ricardo Rose – Da Natureza & Da Cultura
  8. Umas reflexões
  9. Veritas


  • 2012 (70)
  • 2011 (517)
  • 2010 (414)
  • 2009 (157)
  • 2008 (245)
  • 2007 (92)
  • 2006 (105)
  • 2005 (15)
  • 2004 (17)
  • 2003 (3)
  • 2002 (8)
  • 2001 (10)
  • 2000 (4)
  • 1999 (6)
  • 1998 (9)
  • 1997 (22)

  • janeiro 2012 (70)
  • dezembro 2011 (47)
  • novembro 2011 (17)
  • outubro 2011 (72)
  • setembro 2011 (44)
  • agosto 2011 (77)
  • julho 2011 (121)
  • junho 2011 (31)
  • maio 2011 (33)
  • abril 2011 (31)
  • março 2011 (15)
  • fevereiro 2011 (17)
  • janeiro 2011 (12)
  • dezembro 2010 (12)
  • novembro 2010 (36)
  • outubro 2010 (9)
  • setembro 2010 (120)
  • agosto 2010 (65)
  • julho 2010 (48)
  • junho 2010 (40)
  • maio 2010 (60)
  • abril 2010 (9)
  • março 2010 (2)
  • fevereiro 2010 (3)
  • janeiro 2010 (10)
  • dezembro 2009 (3)
  • novembro 2009 (7)
  • outubro 2009 (15)
  • setembro 2009 (2)
  • agosto 2009 (15)
  • julho 2009 (10)
  • junho 2009 (21)
  • maio 2009 (46)
  • abril 2009 (7)
  • março 2009 (4)
  • fevereiro 2009 (9)
  • janeiro 2009 (18)
  • dezembro 2008 (21)
  • novembro 2008 (5)
  • outubro 2008 (11)
  • setembro 2008 (44)
  • agosto 2008 (41)
  • julho 2008 (4)
  • junho 2008 (6)
  • maio 2008 (10)
  • abril 2008 (29)
  • março 2008 (29)
  • fevereiro 2008 (20)
  • janeiro 2008 (25)
  • novembro 2007 (5)
  • outubro 2007 (12)
  • setembro 2007 (1)
  • agosto 2007 (11)
  • julho 2007 (1)
  • junho 2007 (11)
  • maio 2007 (32)
  • março 2007 (4)
  • fevereiro 2007 (6)
  • janeiro 2007 (9)
  • dezembro 2006 (31)
  • novembro 2006 (59)
  • outubro 2006 (2)
  • julho 2006 (3)
  • maio 2006 (2)
  • abril 2006 (3)
  • fevereiro 2006 (1)
  • janeiro 2006 (4)
  • novembro 2005 (4)
  • setembro 2005 (3)
  • julho 2005 (1)
  • junho 2005 (2)
  • maio 2005 (2)
  • abril 2005 (3)
  • novembro 2004 (1)
  • outubro 2004 (3)
  • setembro 2004 (2)
  • julho 2004 (1)
  • junho 2004 (5)
  • maio 2004 (2)
  • abril 2004 (3)
  • julho 2003 (1)
  • fevereiro 2003 (2)
  • dezembro 2002 (1)
  • agosto 2002 (2)
  • julho 2002 (1)
  • maio 2002 (1)
  • março 2002 (1)
  • fevereiro 2002 (2)
  • dezembro 2001 (2)
  • julho 2001 (3)
  • abril 2001 (1)
  • fevereiro 2001 (1)
  • janeiro 2001 (3)
  • agosto 2000 (1)
  • julho 2000 (1)
  • fevereiro 2000 (2)
  • dezembro 1999 (2)
  • maio 1999 (1)
  • fevereiro 1999 (3)
  • julho 1998 (2)
  • junho 1998 (1)
  • maio 1998 (4)
  • fevereiro 1998 (2)
  • dezembro 1997 (1)
  • setembro 1997 (3)
  • agosto 1997 (10)
  • julho 1997 (8)
  • Plutarco conta a Vida de Lisandro, general espartano, comandante da frota que derrotou os atenienses e tomou Atenas durante a Guerra do Peloponeso em 405 a.C.

    Textos por mês julho, 2009

    ter
    28
    jul
    2009

    Lisandro – Plutarco – Vidas dos Homens Ilustres

    Plutarco conta a Vida de Lisandro, general espartano, comandante da frota que derrotou os atenienses e tomou Atenas durante a Guerra do Peloponeso em 405 a.C.
    I. Estátua de Lisandro no templo de Delfos. II. Família, educação e caráter de Lisandro. III. As riquezas que faz entrar em Esparta. corrompem os costumes da cidade. IV. É nomeado comandante da esquadra dos lacedemônios. V. Faz aumentar, após interceder junto de Ciro, o soldo de seus marinheiros. VIL Lisandro ganha uma batalha naval. VIII. Forma nas cidade! gregas associações visando nelas estabelecer oligarquias. IX. Sim conduta para com Calicrátidas, nomeado para substituí-lo no comando. X. Viagens inúteis de Calicrátidas, que não consegue avistar-se com Ciro. Sua morte. XI. Lisandro é colocado do novo no comando da esquadra. XII. Infame conduta de Lisandro em Mileto. XIII. Facilidade com que Lisandro fazia falsos juramentos. XIV. Dinheiro a êle fornecido por Ciro. XV. Diversas expedições de Lisandro. Toma Lâmpsaco. XVI. A esquadra dos atenienses segue para a embocadura do rio Egos-Pótamos. XVII. Conduta de Lisandro. XVIII. Conselhos de Alcibíades aos capitães atenienses, que não os aceitam. XIX. Astúcia de Lisando. XXL Alcança a vitória. XXII. Prodígios que precederam este acontecimento. XXIV. Prisioneiros de Atenas condena dos a morte. XXV. Conduta de Lisandro em relação às cidades gregas. XXVIII. Tomada de Atenas. XXX. Demolição das muralhas da cidade. Estabelecimento do Conselho dos Trinta. XXXI. Gilipo rouba parte do dinheiro que Lisandro lhe entregara para levar a Esparta. XXXII. Discute-se em Esparta sobre se se deve receber dinheiro enviado por Lisandro. XXXIII. Lisandro manda fazer a sua estátua. XXXIV. Honras que lhe são prestadas. XXXV. Insolência e crueldade de Lisandro. XXXVI. É chamado a Esparta. Descrição da citai. XXXVII. Como Farnabazo o engana. XXXVIII. Pede uma licença para dirigir-se ao templo de Júpiter Amon. XXXIX. Apaziguamento da cidade de Atenas. XL. Diversos ditos de Lisandro. XLI. Auxilia Agesilau a tornar-se rei da Lacedemô-nia. XLII. Concita-o a guerrear os persas. XLIII. Rivalidade entre Agesilau e Lisandro. XLV. Intrigas de Lisandro para chegar ao trono. LI. Concita os lacedemônios a moverem guerra aos tebanos. LII. Toma a cidade de Orcomene. LIV. É morto diante das muralhas de Haliarto. LV. Sua sepultura. Oráculos que anunciaram sua morte. LVII. Descoberta de uma conspiração que havia ordido para tornar-se rei.

    Do ano 278, aproximadamente, até o ano 360, de Roma, 394 A. C.

    sáb
    25
    jul
    2009

    Vida de Pirro – Plutarco – Vidas Paralelas

    I. Origem do reino do Épiro. II. Genealogia de Pirro. III. Eácides, seu pai, é destronado pelos filhos de Neoptólemo. IV. Pirro, ainda criança, é subtraído às suas perseguições por Andróclidas e Ângelo. V. Gláucias,rei da Ilíria, toma-o sob sua proteção. VI. Coloca-o no trono. VII. Nova revolta no Épiro. Pirro dirige-se para junto de Demétrio. VIII. Regressa ao Épiro e partilha o trono com Neoptólemo. IX. Os dois reis tornam-se inimigos. X. Pirro faz malograr a conspiração de Neoptólemo e se desfaz dele. XI. Vai em socorro
    de Alexandre, contra Antípatro, mediante a cessão de uma parte da Macedônia. XII. O adivinho Teodoto dissuade-o de assinar o tratado que negociara com Lisímaco e Demétrio. XIII. Começo das divergências entre Pirro e Demétrio. XIV. Declara-se a guerra. Batalha na qual Pirro
    se distingue. XV. Comparação de Pirro com Alexandre, o Grande. XVI. Elogio de seu talento militar. XVII. Doçura e bondade de seu caráter. XVIII. Suas mulheres e filhos. XIX. Êle se apodera de uma parte da Macedônia, que perde logo depois. Faz as pazes com Demétrio. XX. Novo
    motivo de guerra. XXI. Investe de novo contra Demétrio. XXII. Motim no acampamento de Demétrio. Pirro é proclamado rei da Macedônia. XXIII. Partilha o trono com Lisímaco. XXIV. Vai a Atenas. XXV. Abandona completamente a Macedônia. XXVI. Retira-se para o Êpiro. XXVII. Pensa em auxiliar os tarentinos contra os romanos. XXVIII. Descrição do que então se passou em Tarento. XXIX. Retrato em Tarento. XXIX. Retrato de Cíneas.XXX. Conversação de Pirro com Cíneas sobre esta guerra. XXXI. Pirro parte, não obstante suas advertências. Enfrenta uma tempestade que destrói sua esquadra. XXXII. Aporta na Calábria. XXXIII. Estabelece em Tarento uma disciplina severa.XXXIV. Acampa perto dos romanos, e observa a formação de suas tropas, que provoca a sua admiração. XXXV. Empenha-se na batalha. Sua
    conduta reúne, a prudência de um general e toda a coragem de um infante. XXXVI. Alternativas do combate. XXXVII. Pino, finalmente, põe os romanos em fuga, e apodera-se de seu acampamento. XXXVIII. Envia Cíneas a Roma a fim de negociar a paz. XXXIX. Após Cláudio, o Cego, faz-se conduzir ao Senado, para a isso se opor. XL. Resposta do Senado às propostas de Pirro. X LI. Fabrício é enviado, com vários outros
    embaixadores, ao encontro de Pirro. Tentativas inúteis de Pirro para que ele aceitasse presentes, e para inspirar-lhe medo. XLII. Julgamento de Fabrício sobre Epicuro e sua doutrina. XLIII. Generosa resposta de Fabrício a Pirro. O rei confia-lhe os prisioneiros de guerra, sob palavra. XLIV. Os cônsules romanos advertem Pirro da perfídia de seu médico. XLV. Pirro envia aos romanos todos os prisioneiros de guerra, sem resgate. Empenha-se numa segunda batalha. XLVI. Sai vitorioso. XLVII. Diferença na maneira como Hierônimo narra este combate. XLVIII. Frase de Pirro por ocasião de suas vitórias. XLIX. Embaixadores da Sicília junto a Pirro. Notícias que lhe chegam da Grécia sobre a situação na Macedõnia. Segue para a Sicilia. L. Ocupa a cidade de Erix. LI. Recusa-se a conceder a paz aos cartagineses. Modifica-se a sua atitude em relação aos sicilianos. LII. Toda a Sicília se une contra êle. LIII. Volta à Itália. É atacado durante a viagem, e perde parte de sua esquadra. Aporta na Itália, onde os mamertinos o atacam de novo. LIV. Combate singular de Pirro com um bárbaro; êle o fende ao meio com um golpe de espada. LV. Ataca os romanos. LVI. É derrotado. LVII. Deixa a Itália e segue para a Macedõnia a fim de atacar Antígono, que o derrota. LVIII. Consagra os despojos dos gauleses no templo de Minerva Itonéia, com uma inscrição. LIX. Coloca na cidade de Egas uma guarnição de gauleses, que pilham os túmulos dos antigos reis da Macedõnia. LX. Segue com um forte exército para Esparta, a pedido de Cleônimo. LXI. Entra na Lacônia, e acampa perto de Esparta. LXII. Os espartanos abrem durante a noite uma trincheira diante de sua cidade. As mulheres ajudam os homens. LXIII. Começo do ataque. LXIV. Proeza de Acrotato. LXV. Feito e morte de Filio. LXVI. Pirro recomeça o ataque na manhã do dia seguinte. LXVII. Acidente que obriga Pirro a bater em retirada. LXVIII. Chegam em retirada. LXVIII. Chegam socorros a Esparta. LXIX.Pirro deixa a Lacônia e segue para Argos. Um contingente escolhido de lacedemônios ataca-o no caminho. LXX. Êle os dizima, mas seu filho é morto. LXXI. Continua em sua marcha para Argos. LXXII. Diversos presságios. Pirro entra com suas tropas em Argos. LXXIII. Combate em Argos. LXXIII. Combate noturno. Pirro é tomado de espanto ao ver figuras de cobre representando o combate de um lobo e de um touro. LXXIV. Origem desta representação. LXXV. Obstáculos que Pirro encontra em sua retirada. LXXVI. Uma mulher fere-o com uma telha e um soldado corta-lhe a cabeça. LXXXVII. Honras fúnebres que lhe são prestadas por Antígono. Envia este Heleno, filho de Pirro, ao Épiro.

    qui
    23
    jul
    2009

    O bem e o mal no Banquete de Platão – História da Filosofia Antiga – Johannes Hirschberger

    A Filosofia de Platão começa onde parou Sócrates,
    pela questão da essência do bem. O conceito de valor era tão multiforme
    no seu tempo como o é hoje. Podia exprimir um conteúdo econômico, técnico,
    vital, estético, religioso, ético. Para Platão,
    o problema do valor é um problema ético. A figura e a obra de Sócrates convidavam-no a formula-lo
    desse modo. Em Sócrates mesmo Platão viu o valor moral, prático e
    vivo. Mas como deveria êle ser concebido e determinado teoricamente? O
    ensinamento que Sócrates tinha
    deixado soava: sê sábio e serás bom

    qua
    22
    jul
    2009

    TITO QUÍNCIO FLAMÍNINO – PLUTARCO – VIDAS PARALELAS

    SUMÁRIO DA VIDA DE

    TITO QUÍNCIO FLAMÍNINO

    I. Caráter de Flamínino. II. Suas
    primeiras campanhas. III. É nomeado cônsul, antes dos trinta anos, e é enviado
    contra Filipe, rei da Macedônia. IV. Apressa-se em dar início à campanha.
    Sua chegada ao Êpiro. V. Escaramuças entre os romanos e os macedônios. VI. Pastores
    indicam a Flamínino um caminho entre as montanhas. VII. Derrota
    Filipe. VIII. Vários povos da Grécia, cativados pela moderação de
    Flamínino, unem-se aos romanos na luta contra Filipe. IX. Acaba de
    conquistar a amizade dos gregos ao propor a Filipe que lhes restítua a
    liberdade, pr-oposta esta recusada. X. Convence os tebanos a se
    colocarem ao lado dos romanos. O comando é-lhe prorrogado. XI. Oferece
    batalha a Filipe. XII. O combate inicia-se no dia seguinte. XIII. Flamínino
    alcança a vitória. XIV. Epigrama do poeta Alceu. XV. Resposta de
    Filipe a este epigrama. XVI. Flamínino concede a paz a Filipe. XVII. Sua
    prudência em conceder a paz num momento em que nova guerra ia ser deflagrada
    por Antíoco, instigado por Aníbal. XVIII. Consegue, dos emissários
    enviados pelo Senado, completa liberdade para os gregos. XIX. Esta
    liberdade é proclamada na assembléia dos jogos ístmicos. XX. Aclamações
    dos gregos. XXI. Sua alegria. Reflexões sobre as guerras e a sorte da
    Grécia. XXII. Empenho de Flamínino em tomar uma realidade a liberdade
    da Grécia. XXIII. Preside aos jogos nemeus, fazendo de novo proclamar a
    liberdade da Grécia. XXIV. A conduta de Flamínino proporciona aos romanos estima e
    confiança universais. XXV. Presentes de Tito ao templo de Delfos, e as inscrições
    que neles mandou gravar. XXVI. A proclamação de Flamínino comparada com a
    posteriormente feita por Nero, também nos jogos ístmicos. XXVII.
    Tito ataca Nábis, tirano de Esparta,
    sucedendo-se a paz. Motivos supostos desta conduta. XXVIII. Os aqueus
    fazem-lhe presente de todos os romanos que viviam como escravos na Grécia.
    XXIX. Descrição do triunfo de Tito. XXX. Tito Flamínino é enviado à
    Grécia para se opor às revoltas provocadas por Antíoco. XXXI. Serviços
    por êle prestados aos gregos. XXXII.
    Honras que lhe são tributadas na Grécia. XXXIII. Diversas
    respostas de Flamínino. XXXIV. É nomeado censor. Origem de sua inimizade com Catão. XXXV. Embaixada
    de Flamínino junto de Prúsias, rei da Bitínia, para conseguir que Aníbal lhe
    seja entregue. Aníbal mata-se. Diversos julgamentos sobre a conduta de Flamínino,
    neste episódio.

    Viveu do ano 527 até depois do ano 571 de
    Roma, 182 A. O.

    seg
    20
    jul
    2009

    VIDA DE FILOPÊMENE – PLUTARCO – VIDAS PARALELAS

    Na
    cidade de Mantinéia vivia outrora um cidadão chamado Cassandro , pertencente
    a uma das mais nobres e antigas famílias locais, e cuja reputação e autoridade
    no trato dos negócios públicos eram, em seu tempo, maiores do que os de
    qualquer outra pessoa. Todavia, a fortuna tornou-se-lhe depois adversa, de modo
    que foi expulso de seu país, retirando-se para a cidade de Megalópolis ,
    para onde o levou principalmente a amizade que o ligava a Crausis , pai de
    Filopêmene, homem excelente, liberal e magnânimo afeiçoado à sua terra.
    Enquanto Crausis viveu, Cassandro foi por êle tão bem tratado que nada lhe
    faltou. CAPÍTULO DAS VIDAS PARALELAS, do filósofo Plutarco.

    sex
    17
    jul
    2009

    QUEM TEM OUVIDOS

    RESUMO do livro
    QUEM TEM OUVIDOS de João Batista Mezzomo.
    O presente livro é a exposição de uma idéia. A idéia exposta nos diz, entre outras coisas, que a Europa Ocidental é um ser orgânico, que se assenta e se nutre a partir de uma raiz dupla: por um lado ela é racional, pela raiz grega; por outro, ela é fundamentalista, pela raiz que se afunda em um passado envolto em névoas, mas cujo caminho até nós denominamos “tradição judaico-cristã”.

    qua
    15
    jul
    2009

    Participação e democracia nos antípodas da República Brasileira: aproximações comparativas

    O presente trabalho tenciona empreender um esforço comparativo entre dois momentos da história republicana brasileira – o momento de instauração da República, em 1889, englobando aí os primeiros anos do século XX; e o momento de constituição da república, dita nova, no período pós-constituição de 1988, quando o Brasil retorna à democracia formal. O intuito de tal empreita é o de fazer um balanço dos dois momentos históricos, focando a análise sobre a participação política prevista na ordem legal brasileira.

    sáb
    11
    jul
    2009

    Apresentação da biografia e livros de Platão – História da Filosofia Antiga – Hirschberger

    Platão nasceu em. 427. Descendia da mais antiga nobreza ateniense; e isso já o colocou no centro da vida cultural e política; a tendência a dar forma ao mundo e à vida_constituiu a característica essencial do seu temperamento. Na sétima carta, que encerra muito de autobiográfico, narra Platão seu desejo de participar da vida política assim que se visse senhor de si mesmo. Mas, cerca de 404, presenciou a ditadura dos Trinta e; um ano após, o regime dos democratas e, em particular, a condenação de Sócrates.

    qui
    9
    jul
    2009

    RELAÇÃO ENTRE CLASSE E COR: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ASCENSÃO SOCIAL DO NEGRO NO BRASIL

    O presente trabalho apresenta uma
    análise sobre a relação entre classe e cor no Brasil. A partir de constatações
    cotidianas, dados estatísticos e pesquisa de bibliografia pertinente ao tema
    proposto, busca-se aferir de que maneira a cor da pele influencia na mobilidade
    e aceitabilidade social do elemento negro em nossa sociedade. Deste modo, duas
    linhas de pensamento sobre a questão racial no Brasil são confrontadas. De um
    lado, o pensamento “classicista”, que acredita que no país o preconceito social
    é maior do que o preconceito racial. Por outro lado, para o chamado “pensamento
    revisionista” sobre as relações raciais no Brasil, mesmo quando desfruta de uma
    situação econômica privilegiada, o negro continua vítima de todo tipo de
    preconceito. Destarte, tendo os dois paradigmas em questão como fulcro,
    pretende-se apresentar algumas considerações sobre a situação do negro
    brasileiro.

    qua
    1
    jul
    2009

    Montaigne: La Glose et L’Essai – CONCLUSION – ANDRÉ TOURNON

    Une philosophie sans doctrine. Tout pourrait se résumer en cette formule aberrante, aussi étrangère à la tradition humaniste qu’aux nou­velles formes de savoir qui lui succèdent à la fin du XVIe siècle (1). Ce n’est pas que Montaigne ait renié ses dettes, ou refusé d’accueillir et de divulguer l’héritage des Anciens; il cite trop souvent ceux qu’il appelle «ses regens et ses maistres» (II, 10, p. 410), et avec trop de vénération, pour qu’on puisse lui attribuer une pareille légèreté. 11 ne se borne pas non plus à jouer avec les mots et les idées : à chaque instant, il juge, vérifie ou ré­fute, et exprime de fermes convictions.

    Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
    11

    Início