Consciência - Filosofia e Ciências Humanas

► Resumo de Maquiavel

Comentários

  1. Eu gostaria muito se possivel fosse de receber resumos sobre tudo.

    by Tatiane — 08/02/2006 @ 12:47

  2. Preciso receber um fichamento sobre o livro de Maquiavel, “O Principe”.

    by Pâmela — 11/02/2006 @ 23:34

  3. olá td bem?Tipo gostaria de ver se alguem me ajude encontrar a familia Martini,tipo sei o nome do meu bisavô que é italiano Pedro Paulo Martini,ele casou-se com alemoa Narcisa Reck,se não me falhe a memoria eles vieram para o Brasil,viveram tempos aki em Itaqui,tiveram 4 filhos:Sila,Oscar Paulo,Abilio,Luiz Cândido Reck Martini,sendo esse o meu vô.
    Por favor se alguem puder me ajudar,serei muito grata.Qualque coisa que vcs souberem entre em contato

    by Lisiane B.Martini — 14/02/2006 @ 23:31

  4. gostaria de receber informacoes sobre intrducao a Filosofia e a Sociologia

    by Simone Ferreira — 15/02/2006 @ 12:44

  5. maquiavel

    by suellenss — 23/02/2006 @ 16:54

  6. GOSTARIA SE POSSÍVEL RECEBER UM RESUMO DA OBRA ” O PRINCIPE ” DE MAQUIAVEL.

    by JOAO CASTANHO DA CRUZ — 27/02/2006 @ 16:44

  7. gostaria se possivel receber o resumo da concepçao de estado em maquiavel

    by Nayara — 02/03/2006 @ 20:24

  8. Preciso saber mais sobre a concepçào de estado para maquiavel sera que vcs poderiam me ajudar?

    by Laura — 04/03/2006 @ 12:56

  9. Os fins justifica os meios>o que tem a dizer? o estado e soberano em termos de herearquia ou mesmonos dias atuais maqyuavel prevalece sua fomas de pensar .como? pisar no outro pra manter sua intabilidade(concorrencia),o estado em crise impor a ditadura ( um motivo de força)e assim vale o que nos da a entender que,maquiavel sujere.

    by christianoh f hernandes — 12/03/2006 @ 21:26

  10. Gostaria muito de receber se possível o resumo do livro O PRINCIPE : DE MAQUIAVEL

    by Marli — 14/03/2006 @ 8:55

  11. Por favor, quem tiver, envie-me um fichamento do livro: ‘O príncipe’ de Maquiavel.

    by Nullum — 17/03/2006 @ 16:46

  12. To precisando de um fichamento sobre o livro “Comentários sobre a primeira década de Tito Lívio” Maquiavel

    by Andréia Rodrigues — 18/03/2006 @ 15:19

  13. gostaria de receber uma síntese do livro introdução ao serviço social

    by viviane — 21/03/2006 @ 14:13

  14. gostaria d saber sobre a defesa de maquiavel

    by walna luisa — 24/03/2006 @ 14:56

  15. gostaria d saber sobre a defesa de maquiavel

    by luisa — 24/03/2006 @ 14:58

  16. Preciso receber um fichamento sobre o livro de Maquiavel, “O Principe”.grato

    by olecram — 28/03/2006 @ 23:41

  17. preciso urgente do fichamento “referente” do livro politica de aristoteles para o dia 31/03

    by sergio — 29/03/2006 @ 21:50

  18. se alguem puder me manda o fichamento do livro O Principe de Maquiavel, preciso urgente.

    by Pedro — 31/03/2006 @ 11:54

  19. se for possivel gostaria de receber o resumo do livro o principe de machiavel.muito grata

    by ketileide morais — 03/04/2006 @ 10:06

  20. o principio maquiavel

    by gel — 04/04/2006 @ 13:35

  21. já procurei mas o máximo que acho são conclusões sobre “O Príncipe” de Maquiavel. Gostaria de ler!
    desde já agradeço a atenção.

    by Naiara — 21/04/2006 @ 18:26

  22. Gostaria muito de receber o resumo sobre o livro de: ESCOREL,Lauro titulo
    Intridução ao pensamento de Maquiavel,pois não tenho o livro, onde tem e na UnB.Não tenho acesso. obrigada se posivél para o dia 25/04

    by Maria Lucia — 24/04/2006 @ 9:14

  23. Bom dia!!
    Por favor, eu também preciso muito do resumo do Livro A Política de Aristóteles. É urgente!!!!
    Quem tiver, por favor mande para o e-mail gislayne_vogel@yahoo.com.br.
    Obrigada!!!
    Gislayne.

    by Gislayne — 25/04/2006 @ 8:50

  24. Gostaria de receber “URGENTE” fichamento do livro “o principe” de Maquiavel…
    Grata

    by Ana Maria — 28/04/2006 @ 14:27

  25. Preciso receber um fichamento sobre o livro de Maquiavel, “O Principe”, se for possivel gostaria de receber o resumo do livro o principe

    by Marivaldo — 06/05/2006 @ 22:39

  26. Os fins justifica os meios>o que tem a dizer? o estado e soberano em termos de herearquia ou mesmonos dias atuais maquiavel prevalece sua formas de pensar. como pisar no outro pra manter sua instabilidade(concorrencia),o estado em crise impor a ditadura ( um motivo de força)e assim vale o que nos da a entender que,maquiavel sujere.

    by Marivaldo — 06/05/2006 @ 22:41

  27. Preciso receber um fichamento urgente sobre o livro “O Príncipe”,de Maquiavel, grato.

    by Fábio — 16/05/2006 @ 10:39

  28. eu adorei a pagina de vcs….ela me ajudou a compreender melhor os textos classicos….se eu puder ter aceeso no email de resumos de tudos os autores que vcs disponibilizarem eu ficarei muito grata …

    by ana — 20/05/2006 @ 14:32

  29. PRESCISO URGENTE DE RECEBER UM FICHAMENTO SOBRE O LIVRO ” O PRINCIPE ” DE MAQUIAVEL … POR FAVOR ME MANDEM !

    by Rafael — 22/05/2006 @ 14:47

  30. por favor, preciso com urgência do resumo do livro a primeira década de tito lívio de nicolau maquiavel.

    by MARCELO — 29/05/2006 @ 21:02

  31. Oi!! adorei o texto de vcs, esta com um a leitura bem clara. Gostaraia q me enviassem o resumo de “O Principe”.

    by Tatiane Muniz — 01/06/2006 @ 12:52

  32. vcis são de mais o texto é muito bommmmm

    by thays — 02/06/2006 @ 11:23

  33. Gostaria de parabenizá-los pela exímia qualidade do texto. O site, sem dúvida, é o melhor que encontrei até hoje. Ficaria extremamente grata se recebesse os textos clássicos (locke, hobbes, Machiavel e etc) por e-mail ou se pudesse enviar a página pela net. Desde já agradeço.

    by Vivi Chaves — 02/06/2006 @ 15:23

  34. Garoto, você tá de parabéns. Teu texto tá muito bom… pode ser melhor, mas você tá indo bem.

    by Adilson Costa — 05/06/2006 @ 9:17

  35. Por favor, quem tiver, envie-me um fichamento do livro: ‘Segundo Tratado do Governo’ de Hobbes.

    by Adilson Costa — 05/06/2006 @ 9:19

  36. Achei bastante interresante o texto dos,vc vai bem parabéns.

    by dayane — 27/02/2007 @ 16:51

  37. Parabéns,bastante interessante seu texto.Continuie assim.

    by dayane Lopes — 27/02/2007 @ 16:54

  38. Confesso ter ficado impressionado com o teor e a linguagem meio que direta usada; estou constrindo um artigo cujo o enfoque é o homem em Maquiavel, se puder me ajudar! E de froma desmedida vos parabenizo pela construção.

    by Francisco Moraes — 08/03/2007 @ 20:56

  39. Gostaria de saber mais referente á Etica e Virtude no pensamento de Maquiavel…

    by Afonso José favalessa — 17/03/2007 @ 14:56

  40. adorei o seu resumo sobre maquiavel,

    estou precisando de um resumo ou resenha do livro além do bem e do mal de Friedrich Nietzsche.

    by LUCIA — 18/03/2007 @ 0:00

  41. mande para um amigo…

    by Luciana — 19/03/2007 @ 22:26

  42. queria saber mais

    by ricardo mota — 07/04/2007 @ 15:01

  43. Texto discursado de forma diversificada,criteriosa de muito bom gosto, gostaria de conhecer o texto dos Detidos das Penas e o Contrato Social

    by conceição barbosa silva — 11/04/2007 @ 0:09

  44. gostei muito do contexto da analise ,como estou fazendo um seminario com relaçâo a faculdade gostaria de solicitar se possivel uma analise critica politica sobre O PRINCIPE com base na concepção da administraçâo …….

    by kelly cristina leite dos santos — 05/05/2007 @ 22:10

  45. Gostaria, se possivel, que alguem me solicitasse a resenha critica do livro o principe de maquiavel, pois estou com dificuldade na leitura do livro e preciso para um trabalho na faculdade…
    Urgente!!!!
    Desde ja agradeço!

    by Juliana Glaucia de Moraes — 08/05/2007 @ 13:59

  46. Enviem para o meu e mail por favor…

    by Juliana Glaucia de Moraes — 08/05/2007 @ 14:00

  47. Por favor, enviem para o meu e-mail, o resumo do livro “O Príncipe”.

    Grato

    by Wilson Froes — 28/05/2007 @ 14:09

  48. por favor, enviem para meu e-mail o resumo do livro ( se possível por capítulo).
    Grato

    by Heuder — 01/06/2007 @ 11:22

  49. Por favor , preciso do fichamento do livro ” Tudo Pela Graça ” , de C.H. Spurgeon . E
    Resenha do livro : Período Interbíblico de Eneas Tognini
    Me dê uma resposta

    Agradeço

    by Tereza Cristina Alves dos Santos — 21/06/2007 @ 15:25

  50. Gostaria de saber sobre a justiça de Maquiavel, Hobbes e Santo Agostinho.

    by Marcelina Balbino — 27/06/2007 @ 15:06

  51. gostei muito desta analise,como estou para fazer um seminario
    estou meia confusa,como posso
    fazer uma ligação do principe com o mensalao k há nos dias atuais,qual seria a conclusao k poderia dar?essa política do principe com o mensalao do pt e onde me fundamento no livro!se possivel gostaria que me retornasse!agradecida!

    by rebeca costa — 26/08/2007 @ 0:54

  52. fichamento sobre o livro maquiavel o principe

    by sergio b. almeida — 29/08/2007 @ 16:14

  53. Estou precisando do resumo do livro Política de Aristóteles, se alguém tiver por favor me envie por e-mail…

    by Fabianne — 12/09/2007 @ 22:09

  54. Estou precisando do resumo do livro Política de Aristóteles, se alguém tiver por favor me envie por e-mail…

    by fabiana — 13/09/2007 @ 21:32

  55. Preciso do fichamento do livro “O Príncipe”, por favor

    by Pollyana — 16/09/2007 @ 12:01

  56. Tenho que fazer uma apresentação sobre o cap. XIV de “O Príncipe” Maquiavél. Gostaria de obter mais informações, exemplos na História, que possam me dar argumentos para minha apresentação. Sou estudante de Direito do 1º período e não posso fazer feio. Se puderem me ajudar em agradeço.

    by Giselle — 08/10/2007 @ 18:48

  57. me mande com urgência o resumo do livro:O CONTRATO SAOCIAL.
    ficarei muito grata, mande o + rapido possivel é pra sexta-feira agora dia 26.

    bjs………

    by sandra azevedo oliveira costa — 21/10/2007 @ 16:18

  58. POR FAVOR, GOSTARIA QUE VC MANDASSE PARA MIM O RESUMO DO LIVRO: O CONTRATO SOCIAL.
    MANDE O + RAPIDO POSSIVEL, PELO AMOR DE DEUS É CASO DE URGÊNCIA, POIS PRECISO DELE PARA SEXTA-FEIRA DIA 26.10.07
    FICAREI MUITO GRATA, SE ME MANDAR ANTES DE SEXTA,AH…MANDE-ME POR E-MAIL:DRYKA_GAROTINH@HOTMAIL.COM.

    BEIJOS…QUE DEUS TE ABENÇOE!

    by sandra azevedo oliveira costa — 21/10/2007 @ 16:23

  59. oi,com todo respeito por favor,por tudo pexo k me mande por e-mail “Sintese sobre Maquiavel, as suas ideias chaves,a arte de aceder ao poder e de Manter-se no poder” eu vou lhe ficar muito grata ate amanha dia 06 d novembro.
    email: qui.xina_87@yahoo.com

    by Cristina Alfredo — 05/11/2007 @ 9:35

  60. por favor se possivel m envie este resumo eo fichamento…obrigada boa tarde

    by lonitinha — 13/11/2007 @ 11:42

  61. O PRÍNCIPE

    NICOLAU, Maquiavel. O Príncipe. 31ªed. São Paulo: Martin Claret, 2006.
    O livro “O Príncipe” é uma obra que ensina como adquirir e manter principados, Maquiavel dedica esse livro ao Lorenzo, filho de Piero de Médicis. Nesse livro Maquiavel demonstra seu conhecimento das ações dos grandes homens apreendido por uma longa experiência das coisas modernas e uma contínua lição das antigas.
    No capítulo I Maquiavel afirma que no decorrer da história, todos os Estados que existem e já existiram são e foram sempre repúblicas ou principados. Os principados podem ser de família para família ou podem ser principados novos, no caso de domínios anexados.
    No capítulo II Maquiavel afirma que o Estado herdado (hereditário) possui menores dificuldades para serem mantidos, bastando que o governador evite transgredir os costumes tradicionais, não ofenda seus súditos e adapte-se a circunstâncias imprevistas.
    Em contrapartida no capítulo III Maquiavel diz que os príncipes de Estados novos encontrarão dificuldades, pois se trata de membro ajuntado a Estado hereditário, assim os homens do Estado antes hereditário e agora misto, se acham melhores que seus senhores e levantam as armas contra os mesmos. Logo o conquistador deve evitar injuriar os conquistados, mudar suas leis e seus impostos, deve apoiar os menos poderosos sem aumentar-lhes as forças, deve abater os de maior poder e não permitir que os Estados estrangeiros exerçam sobre suas colônias sua influência. O conquistador deve observar também se os Estados anexados possuem ou não mesma região e língua, pois se não possuírem, será necessário que se extinga o sangue da linhagem do antigo príncipe e assim em breve se terá um Estado novo, tendo o príncipe que fixar residência nesse novo Estado para que esteja sempre a par dos problemas que irão surgir, de forma que sejam resolvidos com maior brevidade possíveis para que não tomem grandes e irremediáveis proporções, e ele perca o principado; outro remédio econômico e eficaz é organizar colônias em lugares estratégicos, tratando bem os homens ou aniquilando-os, pois só se pode injuriar alguém de quem não se teme a vingança, caso não organize colônias e prefira a presença do exército, deve ficar ciente que o povo apesar de vencido está em sua própria casa e a presença do exército injuria o povo. O príncipe deve ter em mente que guerras não podem ser evitadas e quando adiadas, só trazem benefícios para os inimigos, porém não se deve valer apenas do desejo de conquistar, pois esse desejo é natural e comum sendo louvável quem obtém vitória na conquista, mas quem não tem condições de conquistar, mas quer fazê-lo a qualquer custo, comete grave erro digno apenas de recriminação, grande erro também é atribuir poder em demasia a outrem, quem assim faz está autorizando sua própria ruína.
    No capítulo IV Maquiavel trata sobre os tipos de governos nos reinos, governos esses que podem ser por: um príncipe e vários barões, neste a posição se dá pela antiguidade da linhagem, possui laços de afeição natural, assim o Estado fica fácil de ser conquistado, bastando corromper um barão para facilitar a invasão, contudo é uma conquista difícil de ser mantida, pois mesmo eliminando a família do príncipe, sobra os nobres que podem fazer revoluções futuras; outra forma de governo é o príncipe e seus ministros, bastando aniquilar a família do príncipe (não sobrará ninguém com prestígio), dizimar suas forças para que não consigam montar um exército, sendo mais simples manter o principado, por esse motivo o governador tem mais autoridade quando governa com seus ministros, pois ninguém é tido como superior, e isso evita revoluções.
    No capítulo V Maquiavel trata sobre Estados que antes de conquistados tinham suas próprias leis, tais Estados devem ser arruinados, em seguida o governo deve residir ali, e deixar que continuem com suas leis e impor-lhes tributos, criar um governo de poucos, que se conservem amigos, porque nesses Estados em nome da liberdade perdida e antigas tradições sempre ocorrerão rebeliões.
    No capítulo VI Maquiavel trata sobre os novos domínios conquistados com valor e com as próprias armas, sendo que nos novos domínios, onde há um novo soberano, será mais ou menos fácil conservá-lo, vai depender da virtude de quem os adquirir, contudo os menos afortunados se mantiveram melhor, pois examinando os feitos de quem assim se tornou príncipe, observou-se que em nada deveram à sorte e sim à oportunidade, pois sem essa oportunidade seus valores não teriam sido aproveitados; sem estes, a oportunidade seria vã. É muito difícil instituir uma nova ordem de coisas, pois tal iniciativa suscita a inimizade de todos os que são beneficiados pela ordem antiga, isso faz com que os últimos ataquem sempre que tiverem oportunidade, porém os que são beneficiados com a nova ordem irão defender o príncipe tepidamente contra esses ataques, sendo de fundamental importância os inovadores serem independentes, pois se não conseguir persuadir o conquistado, se faz com que acreditem pela força.
    No capítulo VII Maquiavel trata sobre os novos domínios conquistados com as armas alheias e boa sorte, esclarecendo que quem assim recebe poder, ou seja, em troca de graça alheia ou dinheiro, não poderá manter-se no poder por ali estar por motivos volúveis e instáveis, exceto se a pessoa que estiver no poder possuir muita virtude a ponto de saber conservar o poder que recebeu tão de súbito. Há dois caminhos para se tornar um príncipe – pelo valor e pela sorte. O príncipe deve lançar os alicerces do poder antes de alcançá-lo com valor, usar de amizades influentes, usar a força ou a fraude, fazer-se amado e temido, ser grato e severo, magnânimo e liberal, destruir os que podem e querem ofendê-lo, substituir os infiéis militantes por novos e fiéis, ou seja, para garantir novos domínios o príncipe não deve medir esforços, tomando o cuidado de não ser odioso e injuriador por demais.
    No capítulo VIII Maquiavel trata dos que com atos criminosos chegaram ao governo de um Estado, que obtiveram seu principado pela maldade, por vias contrárias a todas as leis humanas e divinas ou pelo favor dos concidadãos. Tais principados não estão diretamente ligados à sorte ou ao merecimento. A crueldade deve ser usada de forma adequada e sem continuidade a cada dia, caso contrário o povo não ficará tranqüilo, se sentirá injuriado e o príncipe terá sempre que andar com arma em punho, sem poder jamais confiar em seus súditos.
    No capítulo IX Maquiavel trata do governo civil. O principado civil não necessita atuar usando suas crueldades ou usar de outra qualquer intolerável violência, mas sim pelo puro e forte favor dos concidadãos. Contudo, para se chegar a tomar posse de cadeira ou cargo, porventura, pode-se dizer que para chegar a tal ponto se faz por necessário, somente pelo favor do povo ou pelo favor dos poderosos. O povo não quer ser oprimido pelos grandes e estes desejam governar e oprimir o povo, o povo dá reputação a um cidadão e o elege príncipe para que esse o proteja com sua autoridade; já os grandes que não podem resistir ao povo (que são muitos), começam a dar reputação a um dos seus elementos e o fazem príncipes, para poderem viver à sua sombra satisfazendo seus apetites, logo, o principado é estabelecido pelo povo ou pelos grandes, segundo a oportunidade que uma dessas partes tiver. Numa dissensão os nobres tendem para salvar-se, ficar do lado de quem eles presumem ser o vencedor, a diferença é que os nobres podem ser dispensados pelo príncipe, porém o povo é constituído por muitos e não dá para serem ignorados, são mais fáceis de serem agradados, bastando não serem oprimidos, portanto é necessário que o príncipe tenha o favor do povo, senão, não encontrará seu apoio na adversidade. O príncipe deve acautelar-se em passagem de governo civil para governo absoluto, pois nesse último pode haver privação do príncipe no poder soberano, uma vez que o povo acostumado a obedecer apenas os magistrados, não estará preparado para obedecerem ao príncipe. Por isso o príncipe prudente deve fazer sempre o povo precisar do seu governo.
    No capítulo X Maquiavel trata de como avaliar a força dos Estados através da análise de príncipes que ou são mantenedores de si mesmos ou são dependentes de auxílio alheio. No primeiro caso, esse príncipe possui um exército organizado, é senhor de uma cidade poderosa, não é odiado pelo povo e sabe como animá-lo nas adversidades, em caso do estado de sítio. No segundo caso, esse príncipe não pode combater seus inimigos, pois não possui exército forte nem consegue manter-se, vive na defensiva se refugiando, enfim encontra-se em estado deplorável e de grande facilidade em ser atacado.
    No capítulo XI Maquiavel trata sobre os Estados eclesiásticos. Estes ou são conquistados pelo mérito ou por sorte, porém, como único exemplo, os principados eclesiásticos conseguem manter-se sem qualquer das duas, pois são sustentados pela religião. Estes podem proceder de qualquer forma, que mesmo assim se manterão no poder, devido à fortificação das suas instituições. Só estes não precisam defender o Estado que possuem, e possuem súditos que não governam. Só estes principados são seguros e felizes.
    No capítulo XII Maquiavel trata dos diferentes tipos de milícia e de tropas mercenárias, ou seja, sistemas de defesa e ataque. Para o príncipe é necessário estabelecer sólidos fundamentos, senão viria à ruína, e ter boas leis e boas armas. As forças que um príncipe utiliza para defender o seu Estado, o são das seguintes formas: próprias, mercenárias, auxiliares ou mistas. Os mercenários são ambiciosos, inúteis, perigosos e infiéis, assim sendo o príncipe não estará seguro e vai à ruína, pois eles só visam o salário e seus próprios interesses, aderindo as tropas inimigas se estas pagarem melhor.
    No capítulo XIII Maquiavel trata das forças auxiliares, mistas e nacionais. Os auxiliares (concedidas por um vizinho), não são mais do que armas prejudiciais. Essas tropas podem por si mesmas ser úteis e boas, mas quase sempre acarretam prejuízos aos que as solicitam, pois se perderem, estará anulada, se vencerem o príncipe que a solicitou estará prisioneiro, isso porque o príncipe vencera não com suas armas, mas sim com armas estrangeiras. Os mercenários são desorganizados e objetivam apenas seus próprios interesses, além em muitas situações se recusarem a lutar, já os auxiliares são unidos, têm um interesse em comum e obedecem a uma única pessoa, eis o perigo, a sua eficiência. Portanto, aquele que, num principado não conhecer os males na sua origem não é verdadeiramente sábio, o que é dado a poucos. O principado só estará seguro se possuir armas próprias, deve estar sempre bem preparado para a guerra, zeloso pela sua tropa, pois sem uma forte e preparada força armada não existe virtude que o defenda na adversidade. Um príncipe que não entenda de milícia, cairá numa situação de submissão, deixando de ser estimado pelos seus soldados e não poder ter confiança neles.
    Maquiavel no capítulo XIV trata dos deveres do príncipe para com suas milícias, uma vez que o mesmo como comandante não deve ter outro objetivo além da guerra e toda sua esfera, e praticar a arte da guerra mais ainda em tempos de paz, isso tanto pela ação quanto pelo pensamento ou estudo, caso contrário sua ruína é certa. É interessante também o exercício da caça, que mantém os homens disciplinados e exercitados além de ajudar a conhecer a natureza das regiões.
    No capítulo XV Maquiavel diz que o modo como vivemos é muito diferente daquele como deveríamos viver, pois nossas condições humanas não permitem que possuamos apenas qualidades, sendo inevitável o uso de vícios, portanto o príncipe quando necessário deve utilizá-los de forma mais escrupulosa possível, exceto quando estes trouxerem o aumento de segurança e bem estar para o Estado. Caso contrário ele pode ter seu reinado abalado pelo escândalo.
    No capítulo XVI Maquiavel mostra que para o principado correr bem e feliz, é necessário que o príncipe não seja pródigo e mantenha uma certa economia entre os bens do Estado, para que não precise tornar-se rapace, não tenha que explorar por demais seus súditos, tornando-se odioso e com o risco de empobrecer. É necessário gastar de forma gentil antes de chegar ao poder, depois que se chega, melhor é controlar os gastos, mesmo adquirindo a fama de miserável, pois não se fará odioso, nem empobrecido e poderá arcar com os custos da guerra.
    No capítulo XVII Maquiavel mostra que o príncipe deve preferir ser considerado piedoso, que cruel , ele deve evitar usurpar bens e mulheres dos seus súditos (senão será considerado odioso), tentando ser equilibrado não sendo brando demais nem exageradamente cruel (exceto se for para manter o Estado unido e fiel), procurando ser temido e amado (o temor e ausência do ódio podem coexistir), não sendo possível, melhor então que seja temido (é mais seguro, pelo medo do castigo), mas assim permanecendo-se autovigilante.
    No capítulo XVIII Maquiavel trata sobre o comportamento do príncipe que, deve aparentar boa fé, humanidade, integridade e religião, frisando que ele deve apenas parecer possuir tais qualidades, pois na prática se ele observar tais preceitos, ele perderá seus domínios ou reputação. O príncipe por trás dessa máscara que ele deve astutamente dissimular precisa estar disposto a agir de má fé e praticar o mau quando for necessário. Deve o príncipe ser obrigado a saber agir como um animal, valer-se das qualidades da raposa e do leão, ou seja, ser raposa para reconhecer as armadilhas e leão para afugentar os lobos, sabendo lutar assim pela lei e pela força. Na conduta dos homens, especialmente os príncipes, contra a qual não há recurso, os fins justificam os meios.
    No capítulo XIX Maquiavel demonstra como o príncipe deve agir para evitar ser odiado e desprezado: evitar conduta rapace, deve respeitar patrimônio e honra dos súditos, deve lutar contra alguns ambiciosos, não deve ser tido como volúvel, frívolo, efeminado, tímido e irresoluto, deve fazer que suas decisões sejam irrevogáveis, acautelar-se contra seus súditos e contra as potências estrangeiras. Uma das formas mais importantes de se evitar conspirações é não ser odiado pela massa popular. Uma das formas mais importantes de acautelar-se contra as potências estrangeiras é ter boas armas e bons amigos, e sempre se terão bons amigos se tiverem boas armas. O conspirador tem contra si o medo, os ciúmes, as suspeitas, o receio do castigo, já o príncipe tem a seu favor, a majestade do poder, as leis, a proteção oferecida pelos amigos e pelo Estado, logo, o soberano tem pouco a temer quando a disposição do povo lhe é propícia, porém quando seus súditos são hostis e o odeiam, precisará temer a todos e a cada um. Sabendo também o quanto a massa popular odeia os grandes senhores, e que se baseia no temor, e desejando assegurar-se contra eles, Maquiavel cita o parlamento como uma boa saída para garantir a liberdade do povo e a segurança do monarca, pois as vezes é necessário controlar os poderosos pondo-lhes freios em sua ambição e insolência, sendo que os príncipes devem delegar a outros as tarefas como as de julgamento através de uma terceira instituição neutra, ou seja, estimar os grandes sem evitar o ódio do povo.
    Maquiavel faz observações e comparações entre o ser príncipe e ser imperador, sendo que esse último, além de passar pelas dificuldades que um príncipe passa, essas são acrescidas por mais uma modalidade, trata-se de suportar a crueldade e avareza dos soldados, pois é raro um imperador conseguir satisfazer tanto ao povo quanto aos soldados, uma vez que esses querem oprimir o povo e receber salário dobrado satisfazendo seu ódio e avareza. A falta de controle entre ambas as partes foi motivo de ruína de muitos imperadores. O príncipe deve evitar o ódio da massa e ira dos partidos mais poderosos, e como os imperadores são novos príncipes, os mesmos muitas vezes devem optar pelos soldados ao invés do povo, para manter seu prestígio junto àqueles que preferira. Portanto o príncipe para manter seus domínios às vezes é forçado a praticar o mal, pois quando o partido cujo apoio lhe seja necessário para manter sua posição é corrupto, seja o do povo, dos soldados ou dos nobres, precisa amoldar-se a ele e satisfazê-lo, e nesse caso as boas obras serão inconvenientes. Isso normalmente no Império Romano. Contudo nos tempos de Maquiavel o exército, com exceção feita ao sultão e do soberano da Turquia, tinha menos importância a ser satisfeito do que o povo, ou seja, passou a ser mais importante satisfazer o povo do que os soldados, porque o primeiro pode mais que estes.
    No capítulo XX Maquiavel trata sobre a utilidade de construir fortalezas, e de outras medidas que os príncipes adotam com freqüência. Quando um príncipe chega ao poder, ele arma seus súditos, pois esses braços armados pertencerão ao monarca, essa atitude ganha a confiança dos suspeitos e mantém a fidelidade dos que já eram fiéis, quando o contrário ocorre, e o príncipe os desarmam, acaba por ofendê-los, deixando a entender que os desarmou por considerá-los covardes ou infiéis; isso faz o soberano ser considerado odioso entre eles. Normalmente o príncipe quando chega ao poder arma seus súditos, porém quando é um novo Estado, torna-se necessário o contrário, devendo sim desarmar e debilitar os súditos novos, com exceção feita aos habitantes que se colocaram do lado do novo soberano. O poder militar do novo domínio deve ficar nas mãos de soldados que viviam no Estado antigo, junto ao príncipe. Maquiavel afirma que no tempo de “nossos antepassados (os que eram considerados prudentes) costumavam dizer que era necessário dominar Pistóia nutrindo facções, e Pisa com fortalezas, e para esse fim fomentaram diferenças em algumas cidades que dominavam, para poder continuar a dominá-las mais facilmente”. Porém Maquiavel cria que em seu tempo isso era eficaz, uma vez que as cidades divididas dessa forma, quando atacadas, se perdiam, pois a facção mais fraca aderia ao inimigo, ficando a outra sem condição de resistir a essa nova. Esses métodos demonstram fraqueza do príncipe. Os príncipes adquirem grandeza quando conseguem superar oposição e dificuldades que enfrentam, portanto um monarca não hereditário, deve reafirmar e elevar sua reputação, enfrentando e superando inimigos, acreditando alguns inclusive que, o monarca deve alimentar astuciosamente alguma inimizade, só para usar essa situação para seu próprio engrandecimento. Se principado foi adquirido com o auxílio do povo, não haverá afeto natural e será difícil conquistar e manter sua amizade devido à impossibilidade de satisfazer o povo como um todo. As fortalezas só devem ser construídas caso o príncipe tema mais aos seus súditos que aos estrangeiros, porém majoritariamente são inúteis, pois vale mais a amizade e estima dos cidadãos do que ter fortalezas. Uma vez que os súditos levantem as armas contra o monarca, nunca faltarão armas estrangeiras para ajudá-los.
    No capítulo XXI Maquiavel trata de como deve agir um príncipe para ser estimado, devendo ele: fazer grandes empreendimentos (mesmo que para isso tenha que usar a religião de acordo com seus interesses), dar exemplo notável de sua grandeza no campo da administração interna, deve agir como verdadeiro amigo ou inimigo declarado (jamais ficar na neutralidade), nunca se aliar a alguém mais poderoso para causar danos a um terceiro (exceto obrigado pela necessidade, o aliado vencendo o príncipe ficará sujeito ao seu poder, algo que deve evitar o máximo possível), os príncipes devem demonstrar também apreço pelas virtudes, dar oportunidade aos mais capazes e honrar os excelentes em cada arte, devem incentivar os cidadãos a praticar pacificamente sua atividade profissional, devem instituir prêmios para quem é ativo e procurar de um modo ou de outro melhorar sua cidade ou Estado, nas épocas convenientes deve entreter o povo com festas e espetáculos, deve reunir-se com seus membros de tempos em tempos, guardando sua dignidade majestosa e sempre procurar em todas as suas ações conquistar fama de grandeza e excelência.
    No capítulo XXII Maquiavel trata sobre a escolha dos ministros dos príncipes, que por não ser coisa de pouca importância, deve ser feita com muita prudência, pois com os homens escolhidos será formada uma imagem ou juízo do príncipe, de sua capacidade e inteligência. O ministro não poderá enganar o príncipe, quando este tiver discernimento em reconhecer o bem ou mal naquilo que se faz ou diz, identificando as boas e más obras do seu ministro, corrigindo algumas e incentivando outras, observando se o ministro busca em todas suas ações o próprio interesse, se assim for, nunca será um bom ministro e nem será digno de confiança, pois deveria sim pensar no monarca. O príncipe para assegurar a fidelidade do ministro, deve honrá-lo, e atribuir-lhe riquezas e encargos, estratégia esta que visa deixar o ministro com medo de perder tais regalias, sendo lhe fiel.
    No capítulo XXIII Maquiavel demonstra como se escapar aos aduladores de que as cortes estão cheias, correndo o risco de ser desprezível, mas se fazendo necessário mostrar que não há ofensa ao falar a verdade, porém quando todos podem falar a verdade então se perde o respeito, logo devem ser escolhidos conselheiros sábios e dar-lhes inteira liberdade para falar a verdade, mas apenas quando interrogados, devendo coibir toda tentativa de conselho sem que lhes sejam perguntado algo. Fora esses a ninguém se pedirá conselho. O príncipe, contudo, deve aconselhar-se com muita freqüência, deliberando depois sozinho, do seu próprio modo. Exceto que por sorte, o príncipe não poderá ser bem aconselhado caso não seja sábio, pois os conselhos sábios nascem da prudência do príncipe, se ele não for sábio não saberá harmonizar os conselhos recebidos, os conselheiros pensarão todos nos seus próprios interesses, e o príncipe será incapaz de corrigi-los, ou de reconhecê-los, pois é típico do homem o falar com falsidade, exceto quando a necessidade os obriga a serem verídicos.
    No capítulo XXIV Maquiavel mostra as razões pelas quais os príncipes da Itália perderam seus domínios sendo algumas delas: não saber ser simpático ao povo e defender-se dos nobres, não saber colocar um exército em campanha, ficar despreocupado nos tempos tranqüilos achando que a situação não pode mudar, permitir ser derrubado crendo que sempre haverá alguém para levantá-lo, pois isso pode não acontecer, e se acontecer o mesmo ficará com fama de covarde. Enfim, só são boas e duráveis aquelas defesas que dependem exclusivamente da decisão do príncipe e do seu próprio valor.
    No capítulo XXV Maquiavel demonstra em como o poder da sorte age sobre o homem e como resistir à mesma. Ele acredita que a sorte seja árbitro da metade dos nossos atos, mas que nos permite aproximadamente, controle sobre a outra metade. O príncipe deve se precaver antes, agindo com empenho em resistir à sorte quando esta vem com toda sua fúria. Portanto o príncipe que confia inteiramente na sorte e no acaso está fadado à ruína. É necessário ter prudência e agir de acordo com as circunstâncias, devendo adequar seu procedimento ao objetivo que deseja alcançar, sendo infeliz quem age opondo-se ao que seu tempo exige, isso porque não temos capacidade de ajustar nossa sorte de forma humana aos tempos e às circunstâncias de forma automática, se assim fosse possível nossa sorte jamais mudaria. Contudo, é melhor ser impetuoso que cauteloso.
    No capítulo XXVI Maquiavel trata sobre exortação à libertação da Itália, dominada pelos bárbaros, porque ela encontra-se abatida e cativa, à espera de alguém que possa libertá-la, à espera de um redentor, que Maquiavel aponta como a família Médici, que pode muito bem fazê-lo desde que observem os preceitos já mencionados e esclarecidos ao longo do livro. Ele esclarece também que as operações de guerras utilizadas em seu tempo já são consideradas inadequadas e não surgiu ninguém que inventasse novos métodos. Sendo os italianos bons em duelos e algumas competições e maus em resultados referentes à exercícios de guerra (algo que deriva diretamente de seus líderes) , há necessidade de um novo tipo de liderança, portanto o príncipe deve organizar forças genuínas e defender o país dos estrangeiros, com a coragem dos italianos, tendo que criar um terceiro tipo de infantaria, assim sendo, o príncipe conseguindo libertar a Itália, seria altamente honroso tal feito, pois nada confere tanta honra à um príncipe do que as novas leis e medidas que introduz, quando bem fundamentadas, causam reverência e admiração. “A guerra é justa para aqueles a quem é necessária; e as armas são sagradas quando nelas reside a última esperança”.

    by Edmilso Ramalho — 20/11/2007 @ 16:31

  62. muito bom

    by MOISÉS — 05/03/2008 @ 16:45

  63. Nossa amei.
    Já li o livro mas depois que li os comentários ficou tudo mais clro concerteza.
    Pra aquela época em que viviam ele preveu coisas que acontecem conosco, acho que todos não só os políticos deviam ler esse livro.
    Só não gosto do fato de ele não gostar de Aritóteles pois li também e amei.

    by Rafaela da Silva Ladislau — 24/03/2008 @ 20:58

  64. gostei muito ,graças a este texto pude compreender melhor o que Maquiavel quiz nos transmitir…Espero que vc faça comentarios sobre outros autores também…Valeuuuuuuuu!!

    by daiane — 27/03/2008 @ 19:28

  65. esse resumo podia ser menor

    by brenda — 04/04/2008 @ 13:46

  66. Achei muito bom,ele é pontual,sugere lembrar a sequencia do pensamento,valeu,sugiro outros,Jonh LOcke,Montesquiel etc os clásicos da política.

    by maracristina — 10/04/2008 @ 11:52

  67. muito bom o site

    by cicero — 07/05/2008 @ 22:44

  68. gostei muito do comentario mas podia reduzir so mais um pouquinho,para nao ccriar duvidas sobre o assunto .Eu sei que o livro é grande e dificil mas cada vez mais o livro reduzido melhor

    by Vivian Lucia — 26/05/2008 @ 17:55

  69. Muito bom, sou estudante de Direito, para a visão panarâmica da época é essencial entender qual a situação e o “ambiente” histórico que existia..
    Excelente material, vou recomendar para outros o site..

    Grata,

    by Cristina — 31/05/2008 @ 9:18

  70. Meu professor gostou muuuuuuuuito desta matéria! Até demais.

    by Adolfo — 08/06/2008 @ 18:33

  71. Esta é uma das obras mais estudadas em torno do contexto político.

    by cosme Alberto — 20/06/2008 @ 15:43

  72. MUITO OBJETIVO E PRECISO, GOSTEI, SERVE PARA UMA COMPREENSÃO GERAL, MAS É MUITO INTERESSANTE, OBRIGADA!

    by FRANCYLENE — 31/07/2008 @ 15:14

  73. Sou estudante de dieito li o livro… procurei outras opiniões sobre…, e sua resenha deixou tudo mais clao a minha mente. Parabéns

    by Carlos — 09/08/2008 @ 20:10

  74. meus deus porque temos que estudar isso

    by jean — 24/08/2008 @ 17:18

  75. Meu Deus!!! Nem quero acreditar no que encontrei. Poxa, tava t~ao dif’icil compreender Maquiavel e agora de repente ficou tudo muito claro, transparente.

    Obrigada ao site e ao autor do resumo. Muito obrigada.

    by Deodata — 03/09/2008 @ 8:19

  76. Oi pessoal, estou com muitas dificuldades para entender Maquiavel estou fazendo facu de Adm e o profº pediu uma questão e vale nota: Reescreva a obra de Maquiaval, para a linguagem empresarial de hoje.
    Alguém me ajuda!!!kkkkkk
    (Agradeço apartir desse resumo eu pudi entender mais sobre Maquiavel!!!)Obrigada ao site muito bom…

    by Tatiana — 05/09/2008 @ 13:58

  77. muito bom!!!!

    eu tava precisando dissu pra fazer uma prova e axo q agora to um poko mais preparado!!

    by Daniel — 02/10/2008 @ 4:58

  78. muito bom.
    È um texto interessante pricipalmente para quem estuda filosofia

    by jessica mesquita — 20/10/2008 @ 20:10

  79. Bom dia. Li e apreciei bastante a forma sintetica e exaustiva com que abordou a filosofia politica de Maquiavel. Depois do seu comentario acredito que ficara mais simples entender a mensagem que “Ö PRINCIPE” traz consigo.

    Muito obrigado

    by krpan — 29/10/2008 @ 6:28

  80. Eu gostei pois esta bem exemplificado e facilitando o entedimento do livro.

    by karen — 08/11/2008 @ 10:49

  81. uhhhhhhhhhhhhu adorei,
    me ajudou muito no meu trabalho
    valeu!!!!!!!!

    by Kamilla — 20/11/2008 @ 16:51

  82. VALEU….. ME TIROU DO SUFOCO…..O RESUMO ESTÁ SIMPLISMENTE MARAAAAAAAAA….

    by FELIPE NOVAES — 26/11/2008 @ 14:08

  83. Em muitas outras fontes se diz que a frase “o fim justifica os meios” nunca foi escrita ou dita por Maquiavel. Vale dar uma pesquisada melhor.

    by fernando — 05/12/2008 @ 20:54

  84. @fernando: No capítulo XVIII de “O Príncipe” está escrito:

    “Nas ações de todos os homens, especialmente os príncipes, contra os quais não há tribunais a que recorrer, os fins é que contam. Faça, pois, o príncipe tudo para alcançar e manter o poder; os meios de que se valer serão sempre julgados honrosos e louvados por todos.”

    “e nelle azioni di tutti gli uomini, e massime de’ principi, dove non è iudizio a chi reclamare, si guarda al fine. Facci dunque uno principe di vincere e mantenere lo stato: e’ mezzi saranno sempre iudicati onorevoli e da ciascuno laudati;”

    No nosso texto não está dito que Maquiavel disse isso, o que se trata é de uma frase usada para explicar o pensamento, a frase é bastante associada à explicação da doutrina de Maquiavel, sendo imortalizada como tal. Para uso de um resumo sintético, como o presente, vale.

    by Miguel (admin) — 05/12/2008 @ 22:42

  85. O pricipe maquiavel menciona a virtú como força natural e excepcionamente do homem, alguém consegue me ajudar a definir melhor isso mais claramente.

    by Orlando — 06/04/2009 @ 9:50

  86. esse resumo mim ajudou bastanta
    era disso mesmo que eu estava buscando
    valellllllllllllllllllllllll
    nota 10

    by mateus carvalho — 16/04/2009 @ 15:09

  87. MUITA BOA ESSA OBRA. JÁ TINHA LIDO NA ÉPOCA DA FACULDADE. REPRESENTA A ATUALIDADE MUNDIAL.

    by DJ KURTS — 27/04/2009 @ 19:20

  88. muito bom, tava precisando de uma nota, e encontrei, valeu.

    by hercules — 19/06/2009 @ 18:26

  89. boa noite, li sobre maquiavel, e gostaria de que me ajudassem a enteder sua visao, comparada com a situacao politica governamental atual.

    grato fernando metzger

    by fernando — 02/10/2009 @ 19:21

  90. pramim maquiavel foi uns dos melhores filosofo.

    by evandro — 09/10/2009 @ 20:49

  91. maquiavel is still one of the most important teachers we ever had in this world.he is a source of inspiration for many politicians around the world

    by Manuel Massingue — 02/12/2009 @ 10:26

  92. que saco tudo isso

    by mariana — 10/03/2010 @ 17:17

  93. concordo nao achei o que precisava

    by adriana — 10/03/2010 @ 17:19

  94. Eu vi que pediram anteriormente o fichamento do livro ‘Clássicos da política’ Gostaria de saber se tem como me mandar por e-mail o fichamento do capitulo 2(Nicolau Maquiavel: o cidadão sem fortuna, o intelectual de virtú).

    Tenho um pouco de pressa nisso, se possível mande o quanto antes. OBRIGADA!

    Obs. os textos são maravilhosos.

    by Fernanda — 15/03/2010 @ 21:20

  95. @Fernanda: Já viu os outros textos na categoria Maquiavel?
    Não atendemos pedidos sob demanda. Tem uma seção pedidos de ajuda no fórum, talvez alguém responda. Abs

    by Miguel (admin) — 15/03/2010 @ 23:14

  96. Por favor me mande se possivel uma sintese da teoria de estado de Maquiavel e Hobbes (ideia,pensamento) baseado na bibliografia Weffort ,francisco c. Os Classicosda politica.Sao paulo:Atica13 ed 2006 preciso de ajuda para um trabalho de faculdade urgente!!!!!!!

    by sandra santos — 17/03/2010 @ 9:17

  97. Gostaria que mandacem o resumo sobre a visão deMaquiavel sobre Teoria do Estado.
    Ciente de sua attenção

    by Silvia Cavalcanti — 18/03/2010 @ 20:18

  98. Por favor, estou precisando urgentemente do fichamento do livro ‘Maquiavel O Poder’.
    Pois não estou entendendo nada do livro e pra um trabalho de Facudade! pro dia 23 !
    Se der enviem para o meu e-mail
    Grata

    by karoline — 21/03/2010 @ 11:34

  99. Peço uma auxílio sobre o resumo do livro que irá me ajudar muitíssimo para uma prova que terei no início de abril.

    by Elizabeth — 23/03/2010 @ 17:20

  100. @Elizabeth: leia o aviso: para conteúdo adicional ao texto, postar no fórum, que talvez alguém responda. Aqui vai ser difícil.

    by Miguel (admin) — 23/03/2010 @ 17:25

  101. @karoline: Poste no fórum, talvez alguém responda. Aqui vai ser difícil.

    by Miguel (admin) — 23/03/2010 @ 17:29

  102. @Fernanda: Não “tem como”. Mas obrigado pelo elogio.

    by Miguel (admin) — 23/03/2010 @ 17:34

  103. Toma vergonha!!!
    Resumo de “O Principe”???
    O livro já é uma obra diria que pequena.
    Uma dica!
    Não se detenha em datas, nomes ou histórias em que o tio Nicolau apresenta mas, apenas nas dicas práticas que ele menciona. Assim você irá entender “O Príncipe” em sua essência.

    Abraços,
    Carlos Eduardo São Thiago.

    by Eduardo — 17/04/2010 @ 18:17

  104. Só mais uma coisa.

    Quando o tio Nicolau fala em virtude, ele não quer dizer que é a virtude dos bons costumes ou de boa práticas, e sim o emprego do poder de força bruta e coação em cima dos outros.
    E quando ele fala em sorte, ele se refere ao dinheiro e ao poder de riqueza que as pessoas mais afortunadas influem. Alguma semelhança com atualidade??? Não é atoa que “O Príncipe” é lido e estudado até os dias de hoje!

    Mais abraços,
    Carlos Eduardo São Thiago.

    by Eduardo — 17/04/2010 @ 18:28

  105. Olá, sou estudante de Ciência Política e Relações Internacionais na Universidade da Beira Interior, Covilhã – Portugal. Relativamente ao resumo acima descrito, gostaria de salientar a questão dos “fins justificarem os meios”. Bem, o que Maquiavel de facto diz não é isso, embora esta seja a interpretação enganosa que a maioria das pessoas fazem. O que ele quer dizer na verdade é que se os fins forem justos ( visem o bem-comum), então qualquer meio é justificável para atingir tais fins.
    Outra questão que creio que acima não foi dita é o facto desta obra ser inovadora não só devido a questão da separação da moral e da religião da política, mas sim, e principalmente, porque pela primeira vez é introduzida a questão da Soberania, que posteriormente será trabalhada de forma intensa por Jean Bodin (Séc. XVI).

    by Rafaella — 02/05/2010 @ 22:18

  106. eu li o livro , realmente o termo maquiavélico está equivocado , concordo com rafaella

    by joão paulo — 13/05/2010 @ 23:09

  107. gostaria de saber opinioes sobre o livro de maquiavel o principe,um resumo de como ele e em geral estou lendo e nao estou conseguindo fazer um resumo,e tenho que entregar o resumo semana que vem,se alguem puder me ajudem,obrigado

    by cristina — 16/05/2010 @ 15:09

  108. gostaria de estudar mais o livro maquiavel,

    porem nos não temos dificuldade e sim falta de conhecimento, para sermos um bom leitor atento de maquiavel.
    semdp que o livro o principe é excelente e maravilhoso nos ensina e sermos melhor obs,
    poderia mdar-me mais dica do livro?

    joseli

    by maria joseli — 18/05/2010 @ 12:58

  109. ser maquiavelico
    não é ser como maquiavel!
    as pessoas confundem muito isso!
    XD
    o livro é bem fodão!

    by R — 25/05/2010 @ 17:52

  110. - Como adquirir o livro ” O PRINCIPE ” de Maquiavel. Aguardo Resposta.

    by Jackson de Andrade Melo — 19/06/2010 @ 17:14

  111. - Como adquirir o livro ” O PRINCIPE ” de Maquiavel. Aguardo Resposta. Muito bom o resumo, porém gostaria de adquirir o livro.

    by Jackson de Andrade Melo — 19/06/2010 @ 17:16

  112. Vai neste link: http://v2.afilio.com.br/tracker.php?banid=8574&campid=2192;109&siteid=273 use a pesquisa e compre. Abs

    by Miguel (admin) — 19/06/2010 @ 17:22

  113. vcs sao uns otarios da filosofia tenho apenas 13 anos e sei tudo q esta nesssa pagina

    by play — 08/08/2010 @ 19:50

  114. logo, o otário é voce, questão de lógica, como tu sabes.

    by Miguel (admin) — 08/08/2010 @ 20:04

  115. muiot bom hé hé hé!!!!!!!!!!!!!! alcylleny

    by alcylleny — 22/10/2010 @ 8:36

  116. que procuramos buscar sempre a essência da nossa vida.

    by manoedson costa de souza — 08/02/2011 @ 21:39

  117. maquiavel é doido

    by jessica ventura — 05/05/2011 @ 20:47

  118. Maqiavel foi e sempre será um filosofo que estudou sua epóca o principado que pode ser muito bem empregado aos dias atuais!

    by bosco — 20/05/2011 @ 23:34

  119. me ajudou muito

    by anderson — 30/05/2011 @ 21:11

  120. Maquiavel, é um filósofo excepcional,vale apena ler sua obra.

    by Edna Alexandre Alves de Lima — 01/06/2011 @ 23:26

  121. Resumo muito bem elaborado, bem sistematizado para uma breve revisao. ja li a obra 3 vezes, meus parabns.

    by francisco pedrosa da silva — 26/06/2011 @ 10:54

  122. Adorei a abordagem dos temas filosóficos de maneira simples e objetiva, mas não menos completa! Parabéns plea escrita e pela escolha do tema para esta página!!!

    by Camilla Goes — 14/07/2011 @ 10:41

  123. muito interessante continuem sempre assim ajudando os estudates a intenderem melhor sobre esse assunto

    by suelem — 23/02/2012 @ 18:04

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