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	<title>Comentários sobre: Matizes da  Democracia</title>
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	<description>Filosofia e Ciências Humanas</description>
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		<title>Por: independente</title>
		<link>http://www.consciencia.org/democraciacesar.shtml/comment-page-1#comment-8831</link>
		<dc:creator>independente</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 16:11:41 +0000</pubDate>
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		<description>A democracia como valor universal não existe e nem pode existir, pois temos que chegar em sua essência e ver a quem se beneficia. Para a aristocracia grega da antiguidade existia a mais ampla “democracia”, porém, para os escravos, os oprimidos, os explorados, os indigentes, os destituídos e excluídos  (que eram a absoluta maioria), a democracia era somente uma palavra vazia.  
           A organização política ou governo do povo que se funda na soberania popular e na distribuição equilibrada do poder, não pode perseverar como regime infenso à evolução das instituições sociais e, nem deve tampouco servir como sustentáculo para a salvação de movimento sagaz, hostil a inovações políticas e sociais, que não sejam comprometidas com as mudanças que aspirem aos aprimoramentos, ou à renovações que beneficiem a absoluta maioria do povo.   
           A organização política ou governo do povo não pode servir apenas de base, ou fundamento na escolha por meio de pleitos sub-reptícios de venais e falazes representantes profissionais matreiros que com léria intrujam e que nada dizem respeito de exprimir ou resguardar os interesses da maioria. A doutrina ou regime politico fundamentado nos princípios da soberania popular e na distribuição equilibrada do poder, não pode servir como embuste legitimando pleitos desleais que asseverem o domínio politico de interesses das instituições que defendem a estrutura econômica que privilegia a parte menos numerosa da sociedade, a qual usa do poder econômico para efetivar ou autopromover seus venais “representantes profissionais” matreiros,  apaniguados e populistas.
           A organização política ou governo do povo tem que trabalhar em defesa  dos interesses da maioria objetivando sempre a realização de uma aplicação sensata da atividade racional na produção dos bens materiais e espirituais a fim de que a absoluta maioria possam conquistar os benefícios e oportunidades indispensáveis de que precisam. E, não obstante, os meliantes, desleais ou capciosos “representantes profissionais” matreiros que procedem politicamente estimulando as paixões populares em busca de vantagens políticas pessoais, ou que apegam-se às tradições e rejeitam todo tipo de inovações politicas e sociais, e passam sempre a fingirem enganando a absoluta maioria com falsas devoções ou acordos fraudulentos, conluios e negociatas, ou atitudes politicas que consistem em fazer promessas de realizações maravilhosas para criarem uma situação de expectativa e esperança para iludirem o povo.
          A absoluta maioria constituída de pessoas com parcos recursos e que vivem somente do estipêndio de seu trabalho, assim, como todos os demais subjugados, explorados, oprimidos, indigentes, destituídos e excluídos que, para fortalecerem a Democracia ou conquistarem os poderes políticos conjuntamente com seus reais e verdadeiros representantes altruístas afeiçoados a renovações politicas, morais ou sociais, devem renhir constantemente contra os que pugnam pela conservação do estado atual político ou social. E, para conquistarem os benefícios imprescindíveis de que precisam, o poder popular da absoluta maioria tem que evitar que o regime de exploração do poder econômico que serve aos interesses da burguesia deixe de induzir as massas ao erro quando os poderosos enganam para dominar e oprimir os menos favorecidos. E, mais adiante, a absoluta maioria tem que ser organizada, esclarecida e bem informada para fortalecer a Democracia e alcançar a faculdade e o direito de deliberar e agir para a conquista do poder político. E do mesmo modo, jamais permanecerem acreditando ou deixando tudo em “mãos” de palradores “representantes profissionais” corruptos, demagogos, aproveitadores e vigaristas hostis a inovações políticas e sociais, os quais usam de qualquer expediente apenas para alcançarem  promoções e vantagens pessoais, enganando e controlando a vida da absoluta maioria, sem sequer prestarem serviços destinados a proporcionar  melhorias de condições sociais para mudar  realmente a vida dos menos favorecidos.
          A absoluta maioria deve compreender sempre a importância em participar dos negócios públicos e sociais, lutando constantemente para atingir  metas, objetivos e oportunidades, pelo motivo de que, o valor é na verdade alcançar os meios de uma existência humana digna com qualidade de vida melhor. E por conseguinte, a absoluta maioria não deve ficar conformada em viver padecendo e morrendo para alimentar os donos da situação, ou seja, aceitando a tudo que a máquina destinada a manter o domínio da minoria privilegiada fique determinando no tempo ou no momento em que os poderosos que detém mais privilégios venham a servir-se todas as vezes do exercito, da “justiça”, das prisões e dos órgãos punitivos, para assim, manterem-se no poder a qualquer custo, afastando e subjugando a absoluta maioria ou deixando submissa, alheia e afastada da direção e gestão dos assuntos públicos e sociais.
            Todas as nações devem encontrar sua própria forma de expressão, a conquistar sua própria liberdade e a desbravar seu próprio caminho. O povo é soberano para decidir seu  destino e construir a Democracia de acordo com seus ideais de desenvolvimento e realidades sociais, políticas e econômicas.  E, em tempo algum os povos devem permitir ingerência em seus assuntos internos por parte de nenhum império. O povo de cada país tem todo o direito de lutar pela sua libertação social e nacional, e escolherem o melhor caminho para o  desenvolvimento. 
       Cada povo tenciona tornar-se livre, soberano e independente, projetando construir a democracia de acordo com seus ideais de desenvolvimento ou realidades sociais, politicas e econômicas, na pretensão sempre de assegurarem a soberania e independência nacional. Portanto, a vontade da absoluta maioria de um povo em mudar e defender um ideal que atenda aos interesses e anseios da maior parte da população, também pode constituir-se como um processo de Democracia, no momento em que acontece quando dezenas de milhões de pessoas chegam a conclusão de que não se pode continuar a viver  assim,  e dessa  forma, escolhem o caminho da revolução social de libertação nacional.  
           As democracias são diversificadas refletindo a vida política, social e cultural de cada país. As democracias baseiam-se em princípios fundamentais e não em práticas uniformes, pois,  não existe um  modelo autêntico ou forma perfeita, plena ou exemplar de Democracia no mundo, e nem existe um modelo único que sirva para todas as regiões e todos os países.  
           O sistema pelo qual rege o Insolente e extremista regime nacional-imperialista dos Estados Unidos da América os quais se julgam os campeões de “Democracia” por exemplo, não é senão um poder tirânico da burguesia e do capital monopolista.  Visto que, na organizaçâo do poder politico estadunidense todos os poderes estão reunidos em mãos da  classe dominante a qual não permite nenhuma ameaça ao seu domínio e que não pode ser contrariada, criticada ou ter oposição organizada desfavorável as prerrogativas, ideários ou princípios da burguesia, pois, o capital e os interesses da burguesia em primeiro lugar e tem que ser defendidos a qualquer custo. E, à vista disso, o regime tirânico imperial estadunidense esta sempre comprimido nos limites estreitos da exploração, e por isso, permanece sempre em essência  um regime para a minoria burguesa exploradora,  singularmente para as classes possuidoras, apenas para os ricos.
           Toda ruidosa propaganda de “Democracia” nos Estados Unidos da América não é senão uma capa fina por traz do qual fica cada vez mais difícil de não esconder ou disfarçar a grande ditadura da burguesia e do capital monopolista. Por conseguinte, o nefasto regime imperial dos EUA é o exercício do poder de uma minoria privilegiada e possuidora sobre a maioria explorada, indigente, destituída e excluída. Logo, é a classe burguesa minoria dominante que exerce a ditadura a fim de consolidar, manter  ou fortalecer suas posições.
            O dissimulado regime político nacional-imperialista e ilusório “democrático” dos Estados Unidos da América não passa de um circo, uma grande fraude, um engodo, uma farsa, um faz-de-conta com cartas marcadas, apenas para dizer e iludir de que se trata da vontade da absoluta maioria. Portanto, as funções das instituições políticas da  “democracia” burguesa consiste em assegurar o domínio de classe (a ditadura) da burguesia e seus privilégios. 
            O dissimulado regime político imperial dos EUA, é uma forma de governo nacionalista em que todos os poderes se enfeixam nas mãos de grupos ligados aos partidos que representem os interesses da burguesia estadunidense.  Portanto, nos Estados Unidos apenas dois grandes partidos da burguesia  se alternam no poder a décadas, representam e defendem os interesses do grande capital e da camada social mais privilégiada.  E, isso não significa dizer que a absoluta maioria do povo queira unicamente ou tão-somente a existência apenas desses dois partidos. Os Partidos Democrata e Republicano são partidos em que cada um é sustentado por grupos restritos da burguesia e do capital, os quais visam exclusivamente enriquecer e atender a seus próprios interesses, e um pelo outro é a mesma coisa. Os dois partidos  não acrescentam em nada para absoluta maioria, e ainda disfarçam simulando oposição sensata um ao outro. Porém, a essência é sempre imutável, ou seja, no sentido amplo a burguesia estará sempre no comando, conduzindo tranquila o poder com qualquer forma de administração (com seus dois, ou mais partidos análogos) em sua ditadura da burguesia.  Pois, é como trocar seis por meia dúzia, visto que nos EUA os dois partidos contribuem sobremaneira para reduzir a influência de outros partidos, e portanto, ajudam a manter o povo prisioneiros na Ideologia Burguesa.  
           Nos EUA os Partidos Democrata e Republicano são partidos conluiados que enganam os eleitores a delegar sempre a representantes da burguesia e do Grande Capital Monopolista, o poder de decidir em todo o tempo as leis a favor da classe dominante. E nessas condições, as posições-chave nos órgãos do poder no mundo do capital, são ocupadas sempre por representantes da burguesia e do capital.  E, á vista disso, os dois partidos são representantes da classe dominante e cuja diferença não vai muito além do nome.  Além disso, os dois partidos tem grande espaço nos meios de Comunicação Social e nas Agências de Publicidade, as quais representam um poderoso meio de influencia ideológico e, sendo exatamente essas que se encontram sob o domínio da classe dominante que embora sendo minoria privilegiada, é no entanto toda poderosa.
              Os eleitores são induzidos ao erro de forma eficaz, ao pensarem que decidindo por um ou outro desses dois partidos haverá mudanças,  mas nada altera e  a natureza é sempre imutável.  Diante disso, nada difere o caráter opressor, hostil, obsessivo e agressivo da politica expansionista imperial dos EUA, e  basta que se observe no modo como o nefando Império estadunidense conduz uma negociação em que fazem diplomacia de gângster, no qual blefam, intimidam, ameaçam e mentem  para  a  Comunidade Internacional.  
          É bem verdade que nos EUA existem outros partidos, mas que não tem a mínima chance de concorrer com esses dois, isso porque a Legislação dos EUA dificulta no máximo a participação de outros partidos nas eleições inventando inúmeros subterfúgios e obstáculos jurídicos, entre eles por exemplo, a necessidade de recolherem muito milhares de assinaturas num prazo curto realizada em presença de testemunhas e registradas notoriamente a obtenção de Licenças para os coletores de Assinaturas,etc. E mesmo se os outros partidos conseguirem vencer todas as barreiras, as comissões eleitorais privam-nos frequentemente da possibilidade de participarem nas eleições sob o pretexto de as assinaturas serem ilegíveis ou outro qualquer pretexto inventado.
            A Manipulação da consciência da população aplica-se em larga escala nos EUA, com objetivo de que o povo eleja sempre políticos que representem os interesses da burguesia e do capital, e, em todo tempo decidirem as Leis a favor dos proveitos da classe dominante privilégiada. E, para manipular a consciência das massas populares, a propaganda burguesa utiliza amplamente uma linguagem política especial que deturpa e obscurece o sentido dos acontecimentos reais.    
          A pretexto de fazer reformas, mas principalmente visando sempre  resguardar o poder e ganhos do capital ou a defesa dos interesses da camada social que detém mais privilégios, os mendazes e iníquos políticos representantes da burguesia quando eleitos tiram sempre as conquistas então alcançadas pelo povo, as quais estejam beneficiando a absoluta maioria.  E nesse esquema matreiro de insidias, o vocábulo “democracia”,  é apenas um slogan usado pela burguesia para manter-se no poder ou atingir metas e objetivos, enganando ou iludindo a absoluta  maioria, quando apenas  fazem concessões paliativas às massas, ou  mesmo, manobras politicas face ao perigo da crise revolucionária, ou ainda, sustentam de que o povo vive em uma sociedade cuja “democracia” traduz a vontade e interesses da maioria, da qual todos tem oportunidades de alcançar metas e objetivos sem preconceitos ou discriminações  na qual todos podem  chegar.
         Nos EUA  a “liberdade de expressão e manifestação” e o exercício dos direitos de associação e reunião, incluindo a participação em organizações não-governamentais e sindicatos permanecem até o momento, desde que, não fiquem afetando os interesses da burguesia e do capital monopolista. Mas, em qualquer momento quando as autoridades acharem que os interesses da burguesia e do capital estejam sendo prejudicados pelos atos públicos e coletivos de sentimentos e opiniões levadas a efeito pelos explorados, oprimidos, indigentes, destituídos e excluídos, então, essas manifestações são consideradas “ilegais” e “abusivas” e podem ser impedidas, perseguidas, dispersadas ou reprimidas pela polícia. Portanto, a burguesia quando se sente incomodada utiliza sempre a imperiosa maquina estatal para a repressão dos seus adversários sociais. 
            A insidiosa e impudente burguesia com sua organização política, resguarda-se sempre na defesa de seus interesses  privativos  ao fazerem  uso da estratégia de incitar as pessoas que labutam e vivem de poucas posses ou que passam privações e necessidades a intentarem-se umas contra as outras, objetivando enfraquecer a unidade.  E, assim, forçarem os que labutam a aceitarem conformados a vida que levam, pois a inzoneira burguesia coloca a sociedade contra todos os destituídos que reivindicam e lutam por melhorias em suas vidas, ao dizerem com invectivas que os obreiros ou diligentes com suas reivindicações, prejudicam o trabalho de toda a sociedade. 
            As democracias entendem que uma das suas principais funções é proteger direitos humanos fundamentais como a liberdade de expressão; o direito a proteção legal igual; e a oportunidade de organizar e participar plenamente na vida política, econômica e cultural da sociedade.
            Os Imperialistas dos EUA que se julgam os “guardiões” dos direitos humanos, legalizam a tortura, invadem e destroem países soberanos,  financiam ataques utilizando armas das mais avançadas tecnologias bélicas que imolam a vida de milhares de pessoas. Além disso,  os imperialistas arrasam países inteiros jogando suas populações na miséria ao promoverem sangrenta ocupação e destruição. Do mesmo modo, estabelecerem ditaduras títeres que  assassinam  centenas de milhares de homens, mulheres e crianças inocentes, além da assolação econômica e social,  tudo simplesmente para atender os interesses dos monopólios do capital.
             “A Democracia é para os estadunidenses quando os EUA mandam, ditam as regras, subjugam e submetem os povos a condição e posição de dependência, obediência, sujeição, subserviência e controle.  Mas, quando os povos se erguem e tentam colocarem-se contra  a dominação, tirania, vontade e interesses dos EUA,  então, isso é considerado ditadura para o império estadunidense.”
           Os povos que realmente almejam ser livres, soberanos e independentes, e que para isso venham aderir a um caminho adequado na construção do desenvolvimento democrático conforme suas realidades sociais, politicas e econômicas, e dessa forma, propugnam para não ficarem nas “mãos” de “joelhos” submissos sob controle, obedientes, subservientes ou servindo aos interesses e propósitos do império.  Assim, deixando de rezar na cartilha dos EUA, esses povos são perseguidos e suas eleições livres são consideradas pelo império de irregulares ou fraudadas, pois, os imperialistas estadunidense aceitam apenas eleições de regimes inócuos, inermes, fantoches, subservientes, favoráveis ou sequazes do Império. Ademais, o governo eleito por esses povos que não aceitam se sujeitarem aos “caprichos’ dos Estados Unidos da América, são sempre rotulados ou assacados de totalitário, tirânico, ditadura ou seus inimigos. 
            O Imperioso regime dos EUA que faz sempre medidas restritivas ou medidas destinadas a obstruir o comercio e as comunicações dos países livres, soberanos e independentes, contrários a política de domínio e expansão imperial.  E, com essas medidas, o capcioso, poderoso, brutal e ameaçador império estadunidense visa prejudicar sempre a economia dos territórios livres, para assim, impossibilitar a execução ou o prosseguimento do desenvolvimento com liberdade dos povos que se negam aceitar as posições imperiais de dominação dos EUA. 
            Os estadunidenses que se julgam os donos do poder e da situação, os eruditos altivos superiores e melhores que todo o gênero humano.  E, com seu sistema de governo fundado no poder de dominação, instalam bases militares com efetivos em todo o mundo para preponderar, pois, os imperialistas tentam de todas as formas iludir a natureza humana colocando a verdade pelo avesso ao apresentarem-se como os paladinos da   “Liberdade” e “Democracia”, inclusive, fazendo uso desses princípios com cavilação obstinada de que são os únicos e reais  “representantes” ou “defensores” desses dois ideais. E tudo isso, é pura astúcia na tentativa de justificar e convencer, ou inculcar no pensamento da Comunidade Internacional de que as intervenções que realizam são justas em países livres, soberanos e independentes, os quais não admitem de modo nenhum se sujeitarem ou se submeterem ao domínio imperial.  E, à vista disso, esses países lutam sempre contra opressão imperialista  para não ficarem de “joelhos”, brandos, submissos, quietos, comportados, obedientes e sob controle, ou domínio absoluto do império. 
              Os Imperialistas dos EUA com a sua política de expansão e domínio territorial ou econômico do mundo,  usam com desfaçatez ou  estratégia de dominação as belas e magníficas palavras mágicas que são consideradas chave, ou seja, a “Liberdade” e “Democracia”, que usadas com sutileza são apenas sofismas para encobrir os reais propósitos de possessão do mundo. Contudo, ao contrário do que enunciam sobre “Liberdade” e “Democracia”, os nacional-imperialistas estadunidenses intentam em manter o mundo sob seu domínio, controle e autoridade. E, para isso, tramam de forma ardilosa na pretensão de iludir ou ludibriar os povos, ao fazerem  uso de manobras empregando violência ou malefícios perpetrados, com objetivo de despojar os povos livres, soberanos e independentes, ao utilizarem de aleivosias ou afirmações  hipócritas de que as causas que defendem e lutam são apenas por esses dois ideais,
           O Império dos EUA com propósito de intimidar as massas e assumir as rédeas da política interna dos povos livres, soberanos e independentes, sustentam uma politica de prepotência a fim de atingir seu objetivo de dominar o mundo, e para isso, instalam  bases militares com efetivos em todos os continentes.  E, da mesma forma promovem invasões para depor governos legítimos de países livres, soberanos e independentes contrários a politica de expansão imperial.   Em destarte, o celerado Império alastra-se hostilmente extorquindo por meio do emprego da ameaça das armas e da força bruta as matérias-primas e demais riquezas de que precisam. Para isso, comandam genocídios por todo o mundo, endividam as nações e compram seus políticos e governos fantoches, além de apoiarem estados títeres para realizarem política de desestabilização, discórdia e  desentendimentos, ou atos subversivos violentos e intimidadores a serviço do insidioso sistema Imperial estadunidense.                                   
             O todo poderoso e opulento Império dos EUA  para embair as massas populares e dominar o mundo, usam como estratégia as duas belas, maravilhosas e admiráveis palavras que agradam e que são consideradas elemento decisivo, ou seja, a “Liberdade” e “Democracia”, para assim, tentarem justificar perante a Comunidade Internacional de que seus atos de agressão e dominação que realizam em todo o mundo são sublimes e justas, e assim  afirmarem decisivamente de que são os reais “defensores” desses dois ideais.  Todavia, quando os povos realmente decidem ou agem segundo as próprias determinações, aspirando ser livres, soberanos e independentes, organizando o desenvolvimento democrático consoante suas realidades sociais, politicas e econômicas, e confutando com os interesses dos EUA.  Então, desaparece as tão propaladas e exaustivamente apregoadas palavras “Liberdade” e “Democracia” que usadas bastante pelo império através de intensa lavagem cerebral para que acreditem e aceitem os EUA como os legítimos, verdadeiros, ou reais “representantes” e “defensores” desses dois ideais. Mas, a verdade sempre aparece, ou seja, as reais e verdadeiras intenções do todo poderoso, ameaçador, possessivo, brutal, agressivo, arrogante e terrorista império estadunidense, são expugnar o mundo para impor com violência seus desígnios através da força bruta com total e absoluto desrespeito as resoluções da Comunidade Internacional, quando levam a efeito intervenções invasivas em territórios livres, soberanos e independentes violando assim os direitos humanos, com golpes, truculências, rapinagens, perseguições, repressões, torturas, massacres, pilhagens e guerras.
             Os povos devem ser livres, soberanos e independentes, para construir a Democracia de acordo com os seus ideais de desenvolvimento ou realidades sociais, politicas e econômicas.  E com efeito, para conquistarem a autonomia, os povos intimoratos devem incessantemente combater as ingerências direta ou indireta em seus assuntos internos. Pois, é somente cabível aos povos nativos de um território ou nação, formar opinião, ou juízo crítico sobre o exercício ou desempenho de seu governo, bem como derrocarem dos poderes políticos os representantes indesejáveis que julgarem ser intendentes déspotas ou demagogos, corruptos, vigaristas, oportunistas e aproveitadores que fingem que trabalham pelo interesse do povo. Os povos realmente livres devem sempre estabelecer as bases e metas para lutar constantemente pela construção da democracia conforme seus ideais de desenvolvimento que lhes tragam benefícios.  Pois, os imperialistas usam como estratégia de dominação as duas belas, magnificas, espetaculares, fantásticas e maravilhosas palavras que são elemento decisivo, ou seja, a “Liberdade” e “Democracia”, para assim dominarem o mundo enganando as massas populares na certeza de assegurar o poder irrestrito sobre os povos impondo seu regime de dominação que abusa da ingenuidade, ou da ignorância e do engano da absoluta maioria.  Somente um povo cônscio, sábio, livre, soberano e independente, pode construir a Democracia conforme seus ideais de desenvolvimento ou realidades sociais. Pois, a realidade de um povo com sua organização politica não é símile a outros.   
              Os poderosos que detém os meios de produção, e não querendo perder seus privilégios fazem de tudo para defende-los a qualquer custo, nem que seja mediante o emprego da violência com derramamento de sangue. Por isso, não querem jamais permitir em tempo nenhum que o poder e os benefícios sejam estendidos para absoluta maioria procedentes da opressão, para que dessa forma a absoluta maioria não venham a fugir do controle ou domínio da organização politica burguesa. Porém, quando os poderosos de um território ou nação perdem o controle da organização política e não querendo ficar sem o domínio do poder, então, recorrem a Golpes de Estado, quase sempre com a ajuda do imperialismo estadunidense.  E, para assegurar seu domínio e privilégios, a burguesia usa de arbítrio, autoritarismo e mão de ferro, para manterem-se sempre no poder a qualquer custo.  E para obstruir o processo de formação democrático popular revolucionário, a burguesia sempre defende seus interesses daqueles que congeminam em prover do necessário a defesa ou  fortalecimento ao apoio dos interesses da absoluta maioria. A classe burguesa minoria dominante e privilegiada, recorre sempre a força bruta para ter garantias de impedir a qualquer custo, que a absoluta maioria constituída de pessoas com parcos recursos e que vivem somente do estipêndio de seu trabalho, assim, como todos os demais subjugados, explorados, oprimidos, indigentes, destituídos e excluídos, venham a se organizarem formando o desenvolvimento do processo democrático popular revolucionário, ou regime de democracia para a maioria do povo.</description>
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           A organização política ou governo do povo que se funda na soberania popular e na distribuição equilibrada do poder, não pode perseverar como regime infenso à evolução das instituições sociais e, nem deve tampouco servir como sustentáculo para a salvação de movimento sagaz, hostil a inovações políticas e sociais, que não sejam comprometidas com as mudanças que aspirem aos aprimoramentos, ou à renovações que beneficiem a absoluta maioria do povo.<br />
           A organização política ou governo do povo não pode servir apenas de base, ou fundamento na escolha por meio de pleitos sub-reptícios de venais e falazes representantes profissionais matreiros que com léria intrujam e que nada dizem respeito de exprimir ou resguardar os interesses da maioria. A doutrina ou regime politico fundamentado nos princípios da soberania popular e na distribuição equilibrada do poder, não pode servir como embuste legitimando pleitos desleais que asseverem o domínio politico de interesses das instituições que defendem a estrutura econômica que privilegia a parte menos numerosa da sociedade, a qual usa do poder econômico para efetivar ou autopromover seus venais “representantes profissionais” matreiros,  apaniguados e populistas.<br />
           A organização política ou governo do povo tem que trabalhar em defesa  dos interesses da maioria objetivando sempre a realização de uma aplicação sensata da atividade racional na produção dos bens materiais e espirituais a fim de que a absoluta maioria possam conquistar os benefícios e oportunidades indispensáveis de que precisam. E, não obstante, os meliantes, desleais ou capciosos “representantes profissionais” matreiros que procedem politicamente estimulando as paixões populares em busca de vantagens políticas pessoais, ou que apegam-se às tradições e rejeitam todo tipo de inovações politicas e sociais, e passam sempre a fingirem enganando a absoluta maioria com falsas devoções ou acordos fraudulentos, conluios e negociatas, ou atitudes politicas que consistem em fazer promessas de realizações maravilhosas para criarem uma situação de expectativa e esperança para iludirem o povo.<br />
          A absoluta maioria constituída de pessoas com parcos recursos e que vivem somente do estipêndio de seu trabalho, assim, como todos os demais subjugados, explorados, oprimidos, indigentes, destituídos e excluídos que, para fortalecerem a Democracia ou conquistarem os poderes políticos conjuntamente com seus reais e verdadeiros representantes altruístas afeiçoados a renovações politicas, morais ou sociais, devem renhir constantemente contra os que pugnam pela conservação do estado atual político ou social. E, para conquistarem os benefícios imprescindíveis de que precisam, o poder popular da absoluta maioria tem que evitar que o regime de exploração do poder econômico que serve aos interesses da burguesia deixe de induzir as massas ao erro quando os poderosos enganam para dominar e oprimir os menos favorecidos. E, mais adiante, a absoluta maioria tem que ser organizada, esclarecida e bem informada para fortalecer a Democracia e alcançar a faculdade e o direito de deliberar e agir para a conquista do poder político. E do mesmo modo, jamais permanecerem acreditando ou deixando tudo em “mãos” de palradores “representantes profissionais” corruptos, demagogos, aproveitadores e vigaristas hostis a inovações políticas e sociais, os quais usam de qualquer expediente apenas para alcançarem  promoções e vantagens pessoais, enganando e controlando a vida da absoluta maioria, sem sequer prestarem serviços destinados a proporcionar  melhorias de condições sociais para mudar  realmente a vida dos menos favorecidos.<br />
          A absoluta maioria deve compreender sempre a importância em participar dos negócios públicos e sociais, lutando constantemente para atingir  metas, objetivos e oportunidades, pelo motivo de que, o valor é na verdade alcançar os meios de uma existência humana digna com qualidade de vida melhor. E por conseguinte, a absoluta maioria não deve ficar conformada em viver padecendo e morrendo para alimentar os donos da situação, ou seja, aceitando a tudo que a máquina destinada a manter o domínio da minoria privilegiada fique determinando no tempo ou no momento em que os poderosos que detém mais privilégios venham a servir-se todas as vezes do exercito, da “justiça”, das prisões e dos órgãos punitivos, para assim, manterem-se no poder a qualquer custo, afastando e subjugando a absoluta maioria ou deixando submissa, alheia e afastada da direção e gestão dos assuntos públicos e sociais.<br />
            Todas as nações devem encontrar sua própria forma de expressão, a conquistar sua própria liberdade e a desbravar seu próprio caminho. O povo é soberano para decidir seu  destino e construir a Democracia de acordo com seus ideais de desenvolvimento e realidades sociais, políticas e econômicas.  E, em tempo algum os povos devem permitir ingerência em seus assuntos internos por parte de nenhum império. O povo de cada país tem todo o direito de lutar pela sua libertação social e nacional, e escolherem o melhor caminho para o  desenvolvimento.<br />
       Cada povo tenciona tornar-se livre, soberano e independente, projetando construir a democracia de acordo com seus ideais de desenvolvimento ou realidades sociais, politicas e econômicas, na pretensão sempre de assegurarem a soberania e independência nacional. Portanto, a vontade da absoluta maioria de um povo em mudar e defender um ideal que atenda aos interesses e anseios da maior parte da população, também pode constituir-se como um processo de Democracia, no momento em que acontece quando dezenas de milhões de pessoas chegam a conclusão de que não se pode continuar a viver  assim,  e dessa  forma, escolhem o caminho da revolução social de libertação nacional.<br />
           As democracias são diversificadas refletindo a vida política, social e cultural de cada país. As democracias baseiam-se em princípios fundamentais e não em práticas uniformes, pois,  não existe um  modelo autêntico ou forma perfeita, plena ou exemplar de Democracia no mundo, e nem existe um modelo único que sirva para todas as regiões e todos os países.<br />
           O sistema pelo qual rege o Insolente e extremista regime nacional-imperialista dos Estados Unidos da América os quais se julgam os campeões de “Democracia” por exemplo, não é senão um poder tirânico da burguesia e do capital monopolista.  Visto que, na organizaçâo do poder politico estadunidense todos os poderes estão reunidos em mãos da  classe dominante a qual não permite nenhuma ameaça ao seu domínio e que não pode ser contrariada, criticada ou ter oposição organizada desfavorável as prerrogativas, ideários ou princípios da burguesia, pois, o capital e os interesses da burguesia em primeiro lugar e tem que ser defendidos a qualquer custo. E, à vista disso, o regime tirânico imperial estadunidense esta sempre comprimido nos limites estreitos da exploração, e por isso, permanece sempre em essência  um regime para a minoria burguesa exploradora,  singularmente para as classes possuidoras, apenas para os ricos.<br />
           Toda ruidosa propaganda de “Democracia” nos Estados Unidos da América não é senão uma capa fina por traz do qual fica cada vez mais difícil de não esconder ou disfarçar a grande ditadura da burguesia e do capital monopolista. Por conseguinte, o nefasto regime imperial dos EUA é o exercício do poder de uma minoria privilegiada e possuidora sobre a maioria explorada, indigente, destituída e excluída. Logo, é a classe burguesa minoria dominante que exerce a ditadura a fim de consolidar, manter  ou fortalecer suas posições.<br />
            O dissimulado regime político nacional-imperialista e ilusório “democrático” dos Estados Unidos da América não passa de um circo, uma grande fraude, um engodo, uma farsa, um faz-de-conta com cartas marcadas, apenas para dizer e iludir de que se trata da vontade da absoluta maioria. Portanto, as funções das instituições políticas da  “democracia” burguesa consiste em assegurar o domínio de classe (a ditadura) da burguesia e seus privilégios.<br />
            O dissimulado regime político imperial dos EUA, é uma forma de governo nacionalista em que todos os poderes se enfeixam nas mãos de grupos ligados aos partidos que representem os interesses da burguesia estadunidense.  Portanto, nos Estados Unidos apenas dois grandes partidos da burguesia  se alternam no poder a décadas, representam e defendem os interesses do grande capital e da camada social mais privilégiada.  E, isso não significa dizer que a absoluta maioria do povo queira unicamente ou tão-somente a existência apenas desses dois partidos. Os Partidos Democrata e Republicano são partidos em que cada um é sustentado por grupos restritos da burguesia e do capital, os quais visam exclusivamente enriquecer e atender a seus próprios interesses, e um pelo outro é a mesma coisa. Os dois partidos  não acrescentam em nada para absoluta maioria, e ainda disfarçam simulando oposição sensata um ao outro. Porém, a essência é sempre imutável, ou seja, no sentido amplo a burguesia estará sempre no comando, conduzindo tranquila o poder com qualquer forma de administração (com seus dois, ou mais partidos análogos) em sua ditadura da burguesia.  Pois, é como trocar seis por meia dúzia, visto que nos EUA os dois partidos contribuem sobremaneira para reduzir a influência de outros partidos, e portanto, ajudam a manter o povo prisioneiros na Ideologia Burguesa.<br />
           Nos EUA os Partidos Democrata e Republicano são partidos conluiados que enganam os eleitores a delegar sempre a representantes da burguesia e do Grande Capital Monopolista, o poder de decidir em todo o tempo as leis a favor da classe dominante. E nessas condições, as posições-chave nos órgãos do poder no mundo do capital, são ocupadas sempre por representantes da burguesia e do capital.  E, á vista disso, os dois partidos são representantes da classe dominante e cuja diferença não vai muito além do nome.  Além disso, os dois partidos tem grande espaço nos meios de Comunicação Social e nas Agências de Publicidade, as quais representam um poderoso meio de influencia ideológico e, sendo exatamente essas que se encontram sob o domínio da classe dominante que embora sendo minoria privilegiada, é no entanto toda poderosa.<br />
              Os eleitores são induzidos ao erro de forma eficaz, ao pensarem que decidindo por um ou outro desses dois partidos haverá mudanças,  mas nada altera e  a natureza é sempre imutável.  Diante disso, nada difere o caráter opressor, hostil, obsessivo e agressivo da politica expansionista imperial dos EUA, e  basta que se observe no modo como o nefando Império estadunidense conduz uma negociação em que fazem diplomacia de gângster, no qual blefam, intimidam, ameaçam e mentem  para  a  Comunidade Internacional.<br />
          É bem verdade que nos EUA existem outros partidos, mas que não tem a mínima chance de concorrer com esses dois, isso porque a Legislação dos EUA dificulta no máximo a participação de outros partidos nas eleições inventando inúmeros subterfúgios e obstáculos jurídicos, entre eles por exemplo, a necessidade de recolherem muito milhares de assinaturas num prazo curto realizada em presença de testemunhas e registradas notoriamente a obtenção de Licenças para os coletores de Assinaturas,etc. E mesmo se os outros partidos conseguirem vencer todas as barreiras, as comissões eleitorais privam-nos frequentemente da possibilidade de participarem nas eleições sob o pretexto de as assinaturas serem ilegíveis ou outro qualquer pretexto inventado.<br />
            A Manipulação da consciência da população aplica-se em larga escala nos EUA, com objetivo de que o povo eleja sempre políticos que representem os interesses da burguesia e do capital, e, em todo tempo decidirem as Leis a favor dos proveitos da classe dominante privilégiada. E, para manipular a consciência das massas populares, a propaganda burguesa utiliza amplamente uma linguagem política especial que deturpa e obscurece o sentido dos acontecimentos reais.<br />
          A pretexto de fazer reformas, mas principalmente visando sempre  resguardar o poder e ganhos do capital ou a defesa dos interesses da camada social que detém mais privilégios, os mendazes e iníquos políticos representantes da burguesia quando eleitos tiram sempre as conquistas então alcançadas pelo povo, as quais estejam beneficiando a absoluta maioria.  E nesse esquema matreiro de insidias, o vocábulo “democracia”,  é apenas um slogan usado pela burguesia para manter-se no poder ou atingir metas e objetivos, enganando ou iludindo a absoluta  maioria, quando apenas  fazem concessões paliativas às massas, ou  mesmo, manobras politicas face ao perigo da crise revolucionária, ou ainda, sustentam de que o povo vive em uma sociedade cuja “democracia” traduz a vontade e interesses da maioria, da qual todos tem oportunidades de alcançar metas e objetivos sem preconceitos ou discriminações  na qual todos podem  chegar.<br />
         Nos EUA  a “liberdade de expressão e manifestação” e o exercício dos direitos de associação e reunião, incluindo a participação em organizações não-governamentais e sindicatos permanecem até o momento, desde que, não fiquem afetando os interesses da burguesia e do capital monopolista. Mas, em qualquer momento quando as autoridades acharem que os interesses da burguesia e do capital estejam sendo prejudicados pelos atos públicos e coletivos de sentimentos e opiniões levadas a efeito pelos explorados, oprimidos, indigentes, destituídos e excluídos, então, essas manifestações são consideradas “ilegais” e “abusivas” e podem ser impedidas, perseguidas, dispersadas ou reprimidas pela polícia. Portanto, a burguesia quando se sente incomodada utiliza sempre a imperiosa maquina estatal para a repressão dos seus adversários sociais.<br />
            A insidiosa e impudente burguesia com sua organização política, resguarda-se sempre na defesa de seus interesses  privativos  ao fazerem  uso da estratégia de incitar as pessoas que labutam e vivem de poucas posses ou que passam privações e necessidades a intentarem-se umas contra as outras, objetivando enfraquecer a unidade.  E, assim, forçarem os que labutam a aceitarem conformados a vida que levam, pois a inzoneira burguesia coloca a sociedade contra todos os destituídos que reivindicam e lutam por melhorias em suas vidas, ao dizerem com invectivas que os obreiros ou diligentes com suas reivindicações, prejudicam o trabalho de toda a sociedade.<br />
            As democracias entendem que uma das suas principais funções é proteger direitos humanos fundamentais como a liberdade de expressão; o direito a proteção legal igual; e a oportunidade de organizar e participar plenamente na vida política, econômica e cultural da sociedade.<br />
            Os Imperialistas dos EUA que se julgam os “guardiões” dos direitos humanos, legalizam a tortura, invadem e destroem países soberanos,  financiam ataques utilizando armas das mais avançadas tecnologias bélicas que imolam a vida de milhares de pessoas. Além disso,  os imperialistas arrasam países inteiros jogando suas populações na miséria ao promoverem sangrenta ocupação e destruição. Do mesmo modo, estabelecerem ditaduras títeres que  assassinam  centenas de milhares de homens, mulheres e crianças inocentes, além da assolação econômica e social,  tudo simplesmente para atender os interesses dos monopólios do capital.<br />
             “A Democracia é para os estadunidenses quando os EUA mandam, ditam as regras, subjugam e submetem os povos a condição e posição de dependência, obediência, sujeição, subserviência e controle.  Mas, quando os povos se erguem e tentam colocarem-se contra  a dominação, tirania, vontade e interesses dos EUA,  então, isso é considerado ditadura para o império estadunidense.”<br />
           Os povos que realmente almejam ser livres, soberanos e independentes, e que para isso venham aderir a um caminho adequado na construção do desenvolvimento democrático conforme suas realidades sociais, politicas e econômicas, e dessa forma, propugnam para não ficarem nas “mãos” de “joelhos” submissos sob controle, obedientes, subservientes ou servindo aos interesses e propósitos do império.  Assim, deixando de rezar na cartilha dos EUA, esses povos são perseguidos e suas eleições livres são consideradas pelo império de irregulares ou fraudadas, pois, os imperialistas estadunidense aceitam apenas eleições de regimes inócuos, inermes, fantoches, subservientes, favoráveis ou sequazes do Império. Ademais, o governo eleito por esses povos que não aceitam se sujeitarem aos “caprichos’ dos Estados Unidos da América, são sempre rotulados ou assacados de totalitário, tirânico, ditadura ou seus inimigos.<br />
            O Imperioso regime dos EUA que faz sempre medidas restritivas ou medidas destinadas a obstruir o comercio e as comunicações dos países livres, soberanos e independentes, contrários a política de domínio e expansão imperial.  E, com essas medidas, o capcioso, poderoso, brutal e ameaçador império estadunidense visa prejudicar sempre a economia dos territórios livres, para assim, impossibilitar a execução ou o prosseguimento do desenvolvimento com liberdade dos povos que se negam aceitar as posições imperiais de dominação dos EUA.<br />
            Os estadunidenses que se julgam os donos do poder e da situação, os eruditos altivos superiores e melhores que todo o gênero humano.  E, com seu sistema de governo fundado no poder de dominação, instalam bases militares com efetivos em todo o mundo para preponderar, pois, os imperialistas tentam de todas as formas iludir a natureza humana colocando a verdade pelo avesso ao apresentarem-se como os paladinos da   “Liberdade” e “Democracia”, inclusive, fazendo uso desses princípios com cavilação obstinada de que são os únicos e reais  “representantes” ou “defensores” desses dois ideais. E tudo isso, é pura astúcia na tentativa de justificar e convencer, ou inculcar no pensamento da Comunidade Internacional de que as intervenções que realizam são justas em países livres, soberanos e independentes, os quais não admitem de modo nenhum se sujeitarem ou se submeterem ao domínio imperial.  E, à vista disso, esses países lutam sempre contra opressão imperialista  para não ficarem de “joelhos”, brandos, submissos, quietos, comportados, obedientes e sob controle, ou domínio absoluto do império.<br />
              Os Imperialistas dos EUA com a sua política de expansão e domínio territorial ou econômico do mundo,  usam com desfaçatez ou  estratégia de dominação as belas e magníficas palavras mágicas que são consideradas chave, ou seja, a “Liberdade” e “Democracia”, que usadas com sutileza são apenas sofismas para encobrir os reais propósitos de possessão do mundo. Contudo, ao contrário do que enunciam sobre “Liberdade” e “Democracia”, os nacional-imperialistas estadunidenses intentam em manter o mundo sob seu domínio, controle e autoridade. E, para isso, tramam de forma ardilosa na pretensão de iludir ou ludibriar os povos, ao fazerem  uso de manobras empregando violência ou malefícios perpetrados, com objetivo de despojar os povos livres, soberanos e independentes, ao utilizarem de aleivosias ou afirmações  hipócritas de que as causas que defendem e lutam são apenas por esses dois ideais,<br />
           O Império dos EUA com propósito de intimidar as massas e assumir as rédeas da política interna dos povos livres, soberanos e independentes, sustentam uma politica de prepotência a fim de atingir seu objetivo de dominar o mundo, e para isso, instalam  bases militares com efetivos em todos os continentes.  E, da mesma forma promovem invasões para depor governos legítimos de países livres, soberanos e independentes contrários a politica de expansão imperial.   Em destarte, o celerado Império alastra-se hostilmente extorquindo por meio do emprego da ameaça das armas e da força bruta as matérias-primas e demais riquezas de que precisam. Para isso, comandam genocídios por todo o mundo, endividam as nações e compram seus políticos e governos fantoches, além de apoiarem estados títeres para realizarem política de desestabilização, discórdia e  desentendimentos, ou atos subversivos violentos e intimidadores a serviço do insidioso sistema Imperial estadunidense.<br />
             O todo poderoso e opulento Império dos EUA  para embair as massas populares e dominar o mundo, usam como estratégia as duas belas, maravilhosas e admiráveis palavras que agradam e que são consideradas elemento decisivo, ou seja, a “Liberdade” e “Democracia”, para assim, tentarem justificar perante a Comunidade Internacional de que seus atos de agressão e dominação que realizam em todo o mundo são sublimes e justas, e assim  afirmarem decisivamente de que são os reais “defensores” desses dois ideais.  Todavia, quando os povos realmente decidem ou agem segundo as próprias determinações, aspirando ser livres, soberanos e independentes, organizando o desenvolvimento democrático consoante suas realidades sociais, politicas e econômicas, e confutando com os interesses dos EUA.  Então, desaparece as tão propaladas e exaustivamente apregoadas palavras “Liberdade” e “Democracia” que usadas bastante pelo império através de intensa lavagem cerebral para que acreditem e aceitem os EUA como os legítimos, verdadeiros, ou reais “representantes” e “defensores” desses dois ideais. Mas, a verdade sempre aparece, ou seja, as reais e verdadeiras intenções do todo poderoso, ameaçador, possessivo, brutal, agressivo, arrogante e terrorista império estadunidense, são expugnar o mundo para impor com violência seus desígnios através da força bruta com total e absoluto desrespeito as resoluções da Comunidade Internacional, quando levam a efeito intervenções invasivas em territórios livres, soberanos e independentes violando assim os direitos humanos, com golpes, truculências, rapinagens, perseguições, repressões, torturas, massacres, pilhagens e guerras.<br />
             Os povos devem ser livres, soberanos e independentes, para construir a Democracia de acordo com os seus ideais de desenvolvimento ou realidades sociais, politicas e econômicas.  E com efeito, para conquistarem a autonomia, os povos intimoratos devem incessantemente combater as ingerências direta ou indireta em seus assuntos internos. Pois, é somente cabível aos povos nativos de um território ou nação, formar opinião, ou juízo crítico sobre o exercício ou desempenho de seu governo, bem como derrocarem dos poderes políticos os representantes indesejáveis que julgarem ser intendentes déspotas ou demagogos, corruptos, vigaristas, oportunistas e aproveitadores que fingem que trabalham pelo interesse do povo. Os povos realmente livres devem sempre estabelecer as bases e metas para lutar constantemente pela construção da democracia conforme seus ideais de desenvolvimento que lhes tragam benefícios.  Pois, os imperialistas usam como estratégia de dominação as duas belas, magnificas, espetaculares, fantásticas e maravilhosas palavras que são elemento decisivo, ou seja, a “Liberdade” e “Democracia”, para assim dominarem o mundo enganando as massas populares na certeza de assegurar o poder irrestrito sobre os povos impondo seu regime de dominação que abusa da ingenuidade, ou da ignorância e do engano da absoluta maioria.  Somente um povo cônscio, sábio, livre, soberano e independente, pode construir a Democracia conforme seus ideais de desenvolvimento ou realidades sociais. Pois, a realidade de um povo com sua organização politica não é símile a outros.<br />
              Os poderosos que detém os meios de produção, e não querendo perder seus privilégios fazem de tudo para defende-los a qualquer custo, nem que seja mediante o emprego da violência com derramamento de sangue. Por isso, não querem jamais permitir em tempo nenhum que o poder e os benefícios sejam estendidos para absoluta maioria procedentes da opressão, para que dessa forma a absoluta maioria não venham a fugir do controle ou domínio da organização politica burguesa. Porém, quando os poderosos de um território ou nação perdem o controle da organização política e não querendo ficar sem o domínio do poder, então, recorrem a Golpes de Estado, quase sempre com a ajuda do imperialismo estadunidense.  E, para assegurar seu domínio e privilégios, a burguesia usa de arbítrio, autoritarismo e mão de ferro, para manterem-se sempre no poder a qualquer custo.  E para obstruir o processo de formação democrático popular revolucionário, a burguesia sempre defende seus interesses daqueles que congeminam em prover do necessário a defesa ou  fortalecimento ao apoio dos interesses da absoluta maioria. A classe burguesa minoria dominante e privilegiada, recorre sempre a força bruta para ter garantias de impedir a qualquer custo, que a absoluta maioria constituída de pessoas com parcos recursos e que vivem somente do estipêndio de seu trabalho, assim, como todos os demais subjugados, explorados, oprimidos, indigentes, destituídos e excluídos, venham a se organizarem formando o desenvolvimento do processo democrático popular revolucionário, ou regime de democracia para a maioria do povo.</p>
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