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	<title>Nei Duclós &#187; Poesia</title>
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	<description>Site do Poeta, Jornalista e Escritor</description>
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		<title>BANHO</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 18:53:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nei Duclós</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nei Duclós Lavou-te o mar, beldade urbana cultivada no ácido do trânsito o banho moldou-te o mármore gotas na taça do champagne Umbigo que prova o sal, vândala vinda de fomes e jogo de ânsias teu gesto endurecido cede à onda e o corpo ganha ritmo no balanço Estás pronta, como noiva do Oriente que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nei Duclós</strong></p>
<p>Lavou-te o mar, beldade urbana<br />
cultivada no ácido do trânsito<br />
o banho moldou-te o mármore<br />
gotas na taça do champagne</p>
<p>Umbigo que prova o sal, vândala<br />
vinda de fomes e jogo de ânsias<br />
teu gesto endurecido cede à onda<br />
e o corpo ganha ritmo no balanço</p>
<p>Estás pronta, como noiva do Oriente<br />
que busca no olhar a face lânguida<br />
e ondula os braços como serpentes</p>
<p>Desça da carruagem e descalça alcance<br />
o que te dou de graça, neste recanto<br />
de pedra e fendas que sem dó afundo</p>
]]></content:encoded>
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		<title>AMOR É O QUE VOCÊ SENTE, NÃO O QUE VOCÊ AMA</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 18:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nei Duclós</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nei Duclós Amor é o que você sente, não o que você ama. Muda o alvo da fogueira, a essência mantém a chama Quem te adora vai embora, o coração não reclama porque a seta de Cupido já faz parte da tua trama O amor não abandona, ao contrário do poema prometido em noite alta, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nei Duclós</strong></p>
<p>Amor é o que você sente, não o que você ama.<br />
Muda o alvo da fogueira, a essência mantém a chama<br />
Quem te adora vai embora, o coração não reclama<br />
porque a seta de Cupido já faz parte da tua trama</p>
<p>O amor não abandona, ao contrário do poema<br />
prometido em noite alta, ilusão que se esparrama<br />
só tua pulsão fica firme como saiote em arame<br />
da equilibrista imodesta em seu abismo de manhas</p>
<p>No lugar de quem querias virá o encanto de novo<br />
importa é que tenhas vivo o sopro do teu espanto<br />
aprendeste com as brasas o que aquece sem feridas</p>
<p>A solidão não te pesa pois tens a força por perto<br />
abres caminho onde passas com o dom da tua alegria<br />
que o sentimento cultiva onde um dia foi deserto</p>
]]></content:encoded>
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		<title>ESPARRAMO</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 18:51:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nei Duclós</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nei Duclós Tudo é mistério e delicia, doçura, tudo é prazer na diferença. Barba antiga no batom vermelho, rouquidão na seda. Beijo traiçoeiro. Garra que afunda até ficares trêmula. Colar de desejos. Posta sem sossego cheiro de pêssego. Ombro no cabelo umbigo de extrema consistência Agora sem complexo. Ardor que configura o gesto esparramado pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nei Duclós</strong></p>
<p>Tudo é mistério e delicia, doçura,<br />
tudo é prazer na diferença.<br />
Barba antiga no batom vermelho,<br />
rouquidão na seda. Beijo traiçoeiro.</p>
<p>Garra que afunda até ficares trêmula.<br />
Colar de desejos. Posta sem sossego<br />
cheiro de pêssego. Ombro no cabelo<br />
umbigo de extrema consistência</p>
<p>Agora sem complexo. Ardor que configura<br />
o gesto esparramado pelo ermo. Lá onde<br />
morava a desventura de estar preso</p>
<p>Rompemos o relento com a mão no meio<br />
penugem em curva, floresta de espelhos<br />
sonhas concêntrica, pétala de joelhos</p>
]]></content:encoded>
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		<title>MALHO</title>
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		<comments>http://www.consciencia.org/neiduclos/malho#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 18:48:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nei Duclós</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nei Duclós Melhor assim, separas a palavra nicho a qual pertence meu ofício e mexes na rotina desta mágoa avesso perfil de solitário artífice Manobro o verbo de jeito ríspido aprendido nas dobras do meu vício os mestres decidiram esse destino que cumpro no malho em ferro frio Armas mortais em corações aflitos são meus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nei Duclós</strong></p>
<p>Melhor assim, separas a palavra<br />
nicho a qual pertence meu ofício<br />
e mexes na rotina desta mágoa<br />
avesso perfil de solitário artífice</p>
<p>Manobro o verbo de jeito ríspido<br />
aprendido nas dobras do meu vício<br />
os mestres decidiram esse destino<br />
que cumpro no malho em ferro frio</p>
<p>Armas mortais em corações aflitos<br />
são meus instrumentos de suplício<br />
choram por nada na ponta do marfim</p>
<p>Mas enxergaste o homem e não a forja<br />
o joio longe do trigo. Sou o que sobra<br />
resto de palha grudado em tuas costas</p>
]]></content:encoded>
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		<title>ALVORADA</title>
		<link>http://www.consciencia.org/neiduclos/alvorada</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 18:43:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nei Duclós</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nei Duclós Todo dia o poema é deserto não tem portas nem jardins nem habitantes ou pérgulas Sopra o siroco mau por perto Verso é design de arquiteto paisagista amador de concreto pedreiro de nuvens, solo de insetos Verbo é chuva de remotas terras Soneto é como João de barro construtor de um abrigo sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nei Duclós</strong></p>
<p>Todo dia o poema é deserto<br />
não tem portas nem jardins<br />
nem habitantes ou pérgulas<br />
Sopra o siroco mau por perto</p>
<p>Verso é design de arquiteto<br />
paisagista amador de concreto<br />
pedreiro de nuvens, solo de insetos<br />
Verbo é chuva de remotas terras</p>
<p>Soneto é como João de barro<br />
construtor de um abrigo sem glória<br />
os predadores atacam como loucos</p>
<p>Tudo por um fio até que despertas<br />
e levantas o busto no lençol revolto<br />
Voa então meu coração de poeta</p>
]]></content:encoded>
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		<title>CRIATURA</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 00:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nei Duclós</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nei Duclós O tempo foi generoso comigo. Escrevo para quando eu partir teres o que ler, minha doçura Meu objetivo é ficar vivo em ti Por isso esse tom compulsivo de quem não descansa nunca mas é aí que encontro a paz nessa delícia em letra de forma As palavras que encontrei são folhas caídas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nei Duclós</strong></p>
<p>O tempo foi generoso comigo.<br />
Escrevo para quando eu partir<br />
teres o que ler, minha doçura<br />
Meu objetivo é ficar vivo em ti</p>
<p>Por isso esse tom compulsivo<br />
de quem não descansa nunca<br />
mas é aí que encontro a paz<br />
nessa delícia em letra de forma</p>
<p>As palavras que encontrei são folhas<br />
caídas de um outono maduro<br />
serei a sombra de um plátano de ouro</p>
<p>Serás minha como desde o início<br />
mulher que me tem nos braços de vidro<br />
Teus olhos são meus, eterna criatura</p>
]]></content:encoded>
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		<title>CIDADE TRÊMULA</title>
		<link>http://www.consciencia.org/neiduclos/cidade-tremula</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 00:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nei Duclós</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nei Duclós São Paulo, meu amor. A cidade que me inventou. A que existe à revelia de toda ilusão e por isso nos obriga a sonhá-la. A que conheci dourada na sua espinha dorsal, que vai do Paraíso até os confins do Sertão. Lá vivi mais de uma vida. Quem pagará essa dívida? Nada e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nei Duclós</strong></p>
<p>São Paulo, meu amor.<br />
A cidade que me inventou.<br />
A que existe à revelia de toda ilusão<br />
e por isso nos obriga a sonhá-la.</p>
<p>A que conheci dourada na sua espinha dorsal,<br />
que vai do Paraíso até os confins do Sertão.<br />
Lá vivi mais de uma vida. Quem pagará essa dívida?<br />
Nada e ninguém.</p>
<p>És acima de tudo o que é humano. És criação violenta<br />
num ninho de migrações e cinzas.<br />
Gigante, criança, diária e noturna,<br />
carregas teus rios mortos com teu amor bruto de mãe.</p>
<p>Teu ruído atordoa a nação silenciosa.<br />
És um grito, São Paulo<br />
e sou teu dedicado habitante,<br />
viva onde viver.</p>
<p>Não tens limites. Nada te decifra.<br />
Desistimos de te compreender, visgo sem sentido<br />
e por isso te amamos o amor sem esperança.<br />
Estás em mim como um casulo trêmulo num tufão</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ENIGMA</title>
		<link>http://www.consciencia.org/neiduclos/enigma</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 00:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nei Duclós</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nei Duclós Vou explicar o que pega na beleza que tens de sobra mas não atinas Não é vaidade ou jogo de espelho ou culpado capricho do destino Não fique pesarosa por ser linda e teu corpo matar todas de inveja agüente o tranco no trono de rainha perca o sapatinho de princesa Perfeição é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nei Duclós</strong></p>
<p>Vou explicar o que pega na beleza<br />
que tens de sobra mas não atinas<br />
Não é vaidade ou jogo de espelho<br />
ou culpado capricho do destino</p>
<p>Não fique pesarosa por ser linda<br />
e teu corpo matar todas de inveja<br />
agüente o tranco no trono de rainha<br />
perca o sapatinho de princesa</p>
<p>Perfeição é soma de outras vidas<br />
camada espiritual tornada intensa<br />
que se revela sapateando a mesa</p>
<p>Danças à vista de todos os convivas<br />
girando a saia de flor e borboleta<br />
Expressas um enigma, a natureza</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>QUASE NADA</title>
		<link>http://www.consciencia.org/neiduclos/quase-nada</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 00:31:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nei Duclós</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nei Duclós Continuo sem saber quase nada de ti. Falta muito. Qual teu cheiro? Quando suspira, saem borboletas do cabelo? Gosta que beijem os dedos? Adora sorvete? Aperta os olhinhos quando fica brava? Põe a mão na cintura quando olha assim meio de lado e gosta? Quando dizem eu te amo fica vermelha? Caminha olhando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nei Duclós</strong></p>
<p>Continuo sem saber quase nada de ti.<br />
Falta muito. Qual teu cheiro?<br />
Quando suspira, saem borboletas do cabelo?<br />
Gosta que beijem os dedos? Adora sorvete?</p>
<p>Aperta os olhinhos quando fica brava?<br />
Põe a mão na cintura quando olha assim<br />
meio de lado e gosta?<br />
Quando dizem eu te amo fica vermelha?</p>
<p>Caminha olhando para frente? Sonha planícies desertas?<br />
Monta em cavalo branco?<br />
Aceita flor de tarde, às três e quarenta?<br />
Deixa que lhe toquem de leve?</p>
<p>Falta muito. Sente falta quando não escrevo?<br />
É indiferente se digo besteira?<br />
Me esquece quando medita no bosque?<br />
Vê o mar e se lembra?</p>
<p>Falta tudo. Tua presença.<br />
E o coração ofertado<br />
num bolso de seda.<br />
Pega, é teu, açucena.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>ESCOLHA</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 23:35:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nei Duclós</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nei Duclós Gosto da tua escolha, malha fina que recolhe os piores olhos que enxergam falha na fêmea que é o oposto, glória e brilho É um luxo que concedes ao perfil de mulher acima desse engulho burro que evita o gênio em nome de um ilusório e torpe masculino Exageras no batom e no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nei Duclós</strong></p>
<p>Gosto da tua escolha, malha fina<br />
que recolhe os piores olhos<br />
que enxergam falha na fêmea<br />
que é o oposto, glória e brilho</p>
<p>É um luxo que concedes ao perfil<br />
de mulher acima desse engulho<br />
burro que evita o gênio em nome<br />
de um ilusório e torpe masculino</p>
<p>Exageras no batom e no saiote<br />
só para vê-los bobos nos suportes<br />
servos da exímia em artes femininas</p>
<p>Viraste a potra de ginetes toscos<br />
que cavalgas dando banho de leitura<br />
e a postura de quem mata sem aviso</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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