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	<title>Consciência &#187; Antropologia</title>
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		<title>A ESCULTURA E A PINTURA</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 10:09:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ernest Grosse</dc:creator>
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		<description><![CDATA[HIST&#211;RIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893) A ESCULTURA E A PINTURA CAPÍTULO VII Poucos achados pré-históricos conseguiram despertar maior curiosidade geral que as esculturas da época da rena, encontradas nas grutas da Dordogne. Entre restos animais e humanos, instrumentos de pedra e madeira, havia fragmentos de chifres de renas, cobertos de gravuras, representando, na [...]]]></description>
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		<title>As Regras do Método Sociológico na composição de Algumas Formas Primitivas de Classificação de Durkheim</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 12:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelo Batista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>&#160;</p>
<h2><b>Introdução</b></h2>



<p>Auguste Comte, filósofo e
inaugurador da Sociologia, propõe em seu livro “Curso de Filosofia Positiva”, na
primeira metade do século XIX, que a história da humanidade é constituída por
três estágios. O estágio teológico, o metafísico e o positivo.</p>

<p>O <i>estágio teológico</i> tem
como característica básica a explicação da natureza mediante seres
sobrenaturais. Como no início dos tempos, a humanidade ainda não tinha ainda
tempo suficiente para observar a natureza. Desta falta de observação e
necessitando explicar os fenômenos a sua volta, o homem, entregue ao desespero
e à acomodação, tendeu a se projetar na natureza. Isto é, todas as ocorrências
naturais são fetiches: o Sol, a Lua, as marés, as montanhas ganham vida, estão,
agora, animadas. Ainda no estágio teológico a transmissão do conhecimento é
autoritária: o sacerdote é ponto de sapiência e reverência.</p>

<p>O <i>estado metafísico</i> é o
qual Comte tem menos apreço: este estado permuta a explicação dos seres
sobrenaturais por forças. O conhecimento gerado pelo espírito metafísico deve
ser argumentado e não simplesmente baseado na fé.  Etapa de transição entre o
estado teológico e o positivo, o estado em questão, ao mesmo tempo em que
antecipa características deste, retém outras tantas daquele. </p>

<p>Por fim, o <i>estado positivo</i>
é o estado final do desenvolvimento humano. Aqui não estamos mais preocupados
com as explicações causais dos objetos naturais. O homem com espírito positivo
é aquele que se prende às leis da natureza, ignorando suas causas imanentes. Por
exemplo, a física aristotélica baseava seus conhecimentos no modo teológico e
metafísico; ao passo que Newton, e posteriormente Einstein, explicam a queda
dos corpos de maneira indubitavelmente positiva.</p>
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		<title>FRANZ BOAS &#8211; críticas aos métodos da antropologia evolucionista, reação às teorias racialistas e objetivos da pesquisa antropológica</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 22:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcel Luis de Moraes Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><b>&#160;</b></p>

<h2><b>Resumo</b></h2>

<p><b>&#160;</b></p>

<p>A antropologia evolucionista que
propunha uma única linha de desenvolvimento para a humanidade em geral e o
racialismo, teoria que faz julgamentos de valor dos indivíduos a partir de
características fenotípicas, eram dominantes até a primeira metade do século
XX, quando Franz Boas, através de artigos e conferências analisados no presente
texto, surge com críticas a essas teorias, propondo uma nova antropologia
fundamentada no conceito de cultura como o mais importante para a diversidade
humana, o relativismo metodológico, o método histórico e a necessidade de
estudar cada cultura como uma cultura em si.</p>

<p><b>&#160;</b></p>

<p><b>Palavras-chave:
</b>Franz
Boas, antropologia evolucionista, teorias racialistas</p>]]></description>
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		<title>A FORMAÇÃO DO INDIVÍDUO NA MODERNIDADE:</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 15:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcel Luis de Moraes Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><i>O
escopo desse artigo é desenvolver uma análise sobre a formação do indivíduo na
sociedade moderna tal como esta é concebida pelo sociólogo alemão Norbert
Elias. Este autor fundamenta sua teoria na relação indissociável entre o
indivíduo e a sociedade e nos processos interacionais e históricos resultantes
da civilização que configuram a personalidade e as ações do indivíduo ao mesmo
tempo em que moldam a sociedade.</i></p>

<p><b>&#160;</b></p>

<p><b>Palavras-chave: </b>Norbert
Elias; Indivíduo; Sociedade; Civilização</p>
]]></description>
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		<title>O Idioma Tupi, por JOSÉ VIEIRA COUTO DE MAGALHÃES</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 15:04:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><strong>JOSÉ VIEIRA COUTO DE MAGALHÃES</strong> (Minas, 1837-1898) foi um infatigável estudioso dos nossos sertões e no estudo das línguas indígenas despendeu boa parte da sua atividade.</p>
<p>Envolvido na política do Império e filiado ao partido liberal, presidiu as províncias de Goiás, Pará, Mato Grosso e São Paulo. Na penúltima destas presidências prestou relevantes serviços, desoprimindo da invasão paraguaia uma parte da província; e, como prêmio das vitórias que nisso alcançou, foi galardoado com o posto de brigadeiro honorário, distinção que então rarissimamente se concedia a civis.</p>]]></description>
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		<title>O agir moral à luz da liberdade e da responsabilidade</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edir Martins Moreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<h2 class=MsoNormal style='text-align:justify'><b><span style='font-size:11.5pt'>Introdução</span></b></h2>

<p class=MsoNormal style='text-align:justify'><span style='font-size:11.5pt'>            Paulo
já lançara as bases de uma ética para a vida<a href="#_ftn1" name="_ftnref1"
title=""><span class=MsoFootnoteReference><span class=MsoFootnoteReference><span
style='font-size:11.5pt;font-family:"Times New Roman","serif"'>[1]</span></span></span></a>.
No alvorecer do cristianismo, a originalidade da proposta desenvolvida por
Paulo consistiu em aliar a liberdade à responsabilidade: &#34;tudo me é
permitido, mas nem tudo convém&#34;<a href="#_ftn2" name="_ftnref2" title=""><span
class=MsoFootnoteReference><span class=MsoFootnoteReference><span
style='font-size:11.5pt;font-family:"Times New Roman","serif"'>[2]</span></span></span></a>.
Todos os seres humanos prezam a liberdade, tendo sido criados para ela. Para
não diminuí-la ou até destruí-la, no entanto, requer-se que se viva com
responsabilidade.</span></p>

<p class=MsoNormal style='text-align:justify'><span style='font-size:11.5pt'>            Em
tempos mais recentes, o <i>Vaticano II</i> resgatou essa intuição, sobretudo,
com a <i>Gaudium et Spes</i>, atribuindo grande valor à consciência: &#34;a
consciência é o sacrário das pessoas&#34;<a href="#_ftn3" name="_ftnref3"
title=""><span class=MsoFootnoteReference><span class=MsoFootnoteReference><span
style='font-size:11.5pt;font-family:"Times New Roman","serif"'>[3]</span></span></span></a>.
Vê-se aí a enorme importância dada às decisões individuais. Até então, o que
trazia tranqüilidade moral às pessoas de fé era o seguimento às normas. O
importante era &#34;enquadrar-se&#34; nas leis. O que vigorava era a
heteronomia moral. De agora em diante, as leis passam a funcionar como
importantes subsídios, mas nunca como elementos decisórios às pessoas. A última
palavra é sempre dada pela pessoa, em consonância com seu contexto vital (Sitz
im Leben), seu desenvolvimento psíquico e sua situação particular. O que passa
a vigorar é a defesa da autonomia moral.</span></p>

<p class=MsoNormal style='text-align:justify'><span style='font-size:11.5pt'>            Por
conseguinte, permeando o horizonte da ética, é possível encontrar um grande
desafio lançado a todo ser humano: saber discernir quais são os melhores
caminhos a serem percorridos no dia-a-dia. &#34;O sentido da responsabilidade
é uma atitude do homem total que o impele a colocar-se em situação de radical
disponibilidade quanto aos imperativos morais&#34;<a href="#_ftn4"
name="_ftnref4" title=""><span class=MsoFootnoteReference><span
class=MsoFootnoteReference><span style='font-size:11.5pt;font-family:"Times New Roman","serif"'>[4]</span></span></span></a>.É
assim que a pessoa se realiza e edifica o mundo à sua volta.</span></p>

<p class=MsoNormal style='text-align:justify'><span style='font-size:11.5pt'>            A
liberdade se exerce no relacionamento entre os seres humanos. Dessa forma, toda
pessoa tem o direito natural de ser reconhecida como ser livre e responsável<a
href="#_ftn5" name="_ftnref5" title=""><span class=MsoFootnoteReference><span
class=MsoFootnoteReference><span style='font-size:11.5pt;font-family:"Times New Roman","serif"'>[5]</span></span></span></a>.
&#34;Quanto mais pratica o bem, mais a pessoa se torna livre. Não há
verdadeira liberdade a não ser a serviço do bem e da justiça. A escolha da
desobediência e do mal é um abuso de liberdade e conduz à ‘escravidão’&#34;<a
href="#_ftn6" name="_ftnref6" title=""><span class=MsoFootnoteReference><span
class=MsoFootnoteReference><span style='font-size:11.5pt;font-family:"Times New Roman","serif"'>[6]</span></span></span></a>.</span></p>

<p class=MsoNormal style='text-align:justify'><span style='font-size:11.5pt'>            Em
tempos de pensamento fraco e de relativismo, nesse contexto do século XXI, onde
até o amor é tido como líquido, é mais do que oportuno revisitar as intuições
éticas que nos foram legadas na Tradição.</span></p>]]></description>
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		<title>AS HIPÓTESES FUNDAMENTAIS DA SOCIOLOGIA</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 16:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armand Cuvillier</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p class="titulo">Introdu&#231;&#227;o a Sociologia - PRIMEIRA  PARTE OS PROBLEMAS SOCIOL&#211;GICOS Cap&#237;tulo I</p>
<p>Professor A. Cuvillier (1939).</p>
<p>&#160;</p>
<p>Capítulo VI AS HIPÓTESES FUNDAMENTAIS DA SOCIOLOGIA</p>
<p>A sociologia não é uma filosofia da história: não supõe uma explicação unilateral dos fenômenos sociais, mas, pelo contrário e como já dissemos, o sentido das interferências e das interações múltiplas cuja reunião forma a vida social. Se, contudo, não quisermos cair num círculo vicioso, que consistiria em explicar os fenômenos sociais sucessivamente uns pelos outros, essas ações recíprocas supõem, necessariamente, uma <b><i>ação </i></b>primordial, ou, como dizia Durkheim, um &#34;substrato&#34; fundamental. A sociologia necessita, portanto, como sucede com todas as outras ciências, de uma hipótese diretriz, de uma hipótese de trabalho, incidindo aqui sobre a natureza desse substrato.</p>
<h2>I. —O &#34;substrato&#34; biológico</h2>
<p>Será esse &#34;substrato&#34; de ordem biológica? E será a sociologia, neste sentido, um apêndice das ciências naturais? Esta interpretação pode apresentar-se — fora das vagas analogias do organicismo, de que já tratamos — sob duas formas principais.</p>
<p><i>1. <b>O fator racial: a antropossociologia. </b></i>— A primeira é a teoria da raça ou antropossociologia, a qual, como veremos adiante, é muito antiga. Mas é sabido que, na sua forma atual, ela tem, sobretudo, por origem um livro de Arthur de Gobineau, <b><i>Essai sur l'inégalité des races humaines </i></b>(1853-1855). Desenvolveu-se em França, nos fins do século passado, graças aos trabalhos de Vacher de Lapouge. A própria revista <b><i>L'Année Sociologique, </i></b>nos seus três primeiros volumes, julgou dever, ainda que com prudentes reservas acerca, do fundo da doutrina, consagrar uma rubrica à antropossociologia.</p>]]></description>
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		<title>OS PROBLEMAS SOCIOLÓGICOS &#8211; OS MÉTODOS SOCIOLÓGICOS &#8211; Introdução à Sociologia</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 21:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armand Cuvillier</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<h2><b>I. — O &#34;MÉTODO&#34; MONOGRÁFICO</b></h2>
<p>Nestas condições, se é preciso tomar como ponto de partida os fatos, o concreto, não será o melhor método o que descreve atenta e minuciosamente casos especiais e convenientemente escolhidos, isto é, o &#34;método monográfico&#34;?</p>
<p>Foram, sobretudo, a escola de Le Play e a sua filial, a escola da &#34;Ciência Social&#34;, que preconizaram este método como o sistema fundamental da sociologia. O que fará, diz Paul Bureau, eminente representante desta escola, na sua <b><i>Introduction à la méthode sociologique, </i></b>um mineralogista que pretenda estudar um terreno? Não irá estudar aqui e além certos estratos, não multiplicará as análises parciais e fragmentárias. Colherá uma amostra do jazigo que pretende conhecer e dela fará uma análise completa, levando-a até ao fim.</p>
<p>É sabido que, na realidade, as investigações de Le Play incidiram, principalmente, sobre as <b><i>monografias de famílias operárias. </i></b>Estabeleciam o orçamento de uma família normal, numa profissão, lugar e época determinados, e fixavam suas diversas despesas, consagradas à alimentação, ao vestuário, à habitação, à saúde, à instrução, aos divertimentos e à economia. Para estas monografias Le Play constituiu quadros que foram desenvolvidos por Henri de Tourville numa <b><i>Nomenclature </i></b>detalhada, em que os fenômenos sociais são agrupados em vinte e cinco grandes classes, subdivididas, por sua vez, em 326 elementos. Le Play estabeleceu, igualmente, um quadro para a <b><i>monografia de uma nação, </i></b>que aplicou na sua <b><i>&#34;Constituição da Inglaterra&#34;</i></b>: Emile Cheys-son, um quadro para as <b><i>monografias de oficina, </i></b>etc.</p>
<p>Por outro lado, os geógrafos da escola de Vidal de la Blache preconizaram, por oposição ao método analítico e comparativo dos sociólogos, as <b><i>monografias regionais, </i></b>de que podemos encontrar modelos nos estudos, já antiquados, de Demangeon sobre a Picardia, de Blanchard sobre a Flandres, de Vacher sobre o Berry, de Jules SION sobre os camponeses da Normandia oriental, ou no notável e</p>
<p>ainda recente estudo de Demangeon e Febvre acerca do Reno. Em vez de tomar por base um elemento social, como a habitação (formas da casa, distribuição das aglomerações, etc), o povoamento, a irrigação, a localização das indústrias, etc, e de lhe estudar as variações no tempo e no espaço, escolhem uma região geograficamente delimitada e estudam todos os fenômenos que nela ocorrem e as relações entre esses fenômenos e ela.</p>
<p>Este método permitiria, a acreditar em seus partidários, estudar a sociedade na sua evolução, na sua vida, no seu dinamismo, enquanto que todos os outros conduziriam a uma sociologia estática. É assim que P. Bureau critica Durkheim por estudar com os seus métodos não o &#34;já feito&#34; e o &#34;acabado&#34;, mas &#34;o envelhecido e o velho, o que amanhã será caduco e depois de amanhã desusado&#34;, e desconhecer as &#34;instituições sociais que se elaboram e se experimentam, tímida e, por vezes, dolorosamente, ainda muito modestas e desprezadas pelas &#34;pessoas de qualidade&#34; para terem direito de cidadania e se exprimirem nessas sentenças imperativas que tão bem ficam às pessoas que venceram na vida&#34;.</p>
<p>Lionel Bataillon julga, igualmente, poder afirmar que &#34;a diferença de atitude (entre partidários do método analítico e partidários do método monográfico regional) provém de uma diferença de concepção das reações recíprocas do homem e do meio&#34;. Os primeiros imaginariam &#34;os homens passivos diante das forças naturais&#34;, ao passo que os segundos estariam penetrados da idéia de que &#34;o homem atua sobre a natureza tanto como a natureza atua sobre o homem&#34;.</p>
<p>Em boa verdade, não é esta a questão. É possível que os sociólogos durkheimianos não tenham posto suficientemente em relevo a reação do homem sobre a natureza. Mas disso voltaremos a tratar no último capítulo. Mas nunca a negaram. De resto, o &#34;método monográfico&#34; não evita de modo algum os inconvenientes da sociologia estática. Para o provar basta-nos a seguinte observação de Wilbois: as nossas sociedade modernas, diz êle, estão em evolução permanente; nelas se criam sem cessar novas tendências, que ainda não têm órgãos apropriados. Poderão essas tendências, essas novas necessidades, ser interpretadas por meio das monografias? &#34;Por mais preciosas que sejam essas monografias, só indireta e inexatamente respondem à pergunta que fazemos. O que delas se deduz não é uma tendência, ou, mais precisamente, uma &#34;necessidade&#34;, se chamarmos necessidade a uma tendência aplicada a um objeto; é, como observou Schmoller, um &#34;pedido&#34;: ora, uma necessidade pode ser imperiosa e, por falta de dinheiro, aquele que a sente nem sequer pensar em exprimir o pedido com que a satisfaria: os operários das grandes cidades têm, evidentemente, necessidade de férias ao ar livre, e contudo só recentemente se encontram ligeiros vestígios dessa despesa no seu orçamento&#34;.</p>
<p>Na realidade, a questão é puramente metodológica. O que devemos perguntar é se, efetivamente, a monografia constitui um <b><i>método, </i></b>que possa levar a uma determinação e a uma interpretação satisfatória dos fatos sociais. Seja-nos permitido recordar aqui alguns princípios elementares que, parece-nos, têm andado muito perdidos de vista nesta discussão:</p>
<p>1.&#176; O singular não é objeto de ciência. Em primeiro lugar, a monografia, pelo simples fato de se referir a um único exemplo, nunca pode esgotar o assunto.   Era já essa a objeção formulada por</p>
<p>Durkheim nas <b><i>Régles: </i></b>&#34;Inventariar todos os caracteres de um indivíduo é um problema insolúvel. O indivíduo é, só por si, um infinito, e o infinito não pode esgotar-se&#34;. Além disso, a descrição pura, tal como é aqui possível, coloca-nos apenas em presença de um conjunto confuso, no qual nada se pode distinguir, aproximadamente como se um físico tivesse a fantasia de Rescrever o estado total de um sistema, misturando, ao mesmo tempo, o que diz respeito aos seus estados mecânico, térmico, elétrico, magnético, higrométrico, etc. &#34;Supondo mesmo — escrevia Simiand, na polêmica a que atrás fizemos referência — que as regiões consideradas são, realmente, unidades ao mesmo tempo geográficas e humanas (com preferência, de resto, mais humanas que geográficas), começar por estudar o todo dessa região, querer compreender e explicar, ao mesmo tempo, tudo o que nela existe, é pretender começar pelo mais difícil, por aquilo que, quando muito, se pode considerar como o fim da ciência: porque é, com efeito, pretender explicar um indivíduo em toda a sua individualidade completa e inteira, em vez de começar, como em todas as ciências, pela análise das relações gerais mais simples&#34;.</p>
<p>Por conseqüência, a monografia pode, no máximo, fornecer-nos — e, repetimos, de maneira incompleta — um &#34;dado&#34; que então se apresenta com a complexidade e, também, com a ambigüidade da realidade. &#34;Complexo indivisível&#34;, diz-nos Hauser. Indivisível, portanto incompreensível. Porque, se é verdadeiramente rebelde à análise, não pode ser cientificamente conhecido.</p>
<p>2.&#176; Na realidade, a análise é indispensável. E isto é tão verdadeiro que, apesar de a possuírem, os partidários do método monográfico introduzem, naquilo que pretendem ser uma simples exploração dos fatos sociais, hipóteses, pré-concepções, classificações, quadros lógicos, que implicam já uma interpretação completa. Mas essa interpretação é tanto mais perigosa quanto é inconsciente e, muitas vezes, provém, simplesmente, dessa &#34;metafísica do senso comum&#34; que, em 1903, Simiand assinalava como constituindo &#34;os ídolos da tribo dos historiadores&#34;.</p>
<p>Vejamos, por exemplo, por que razão Le Play se dedicou, de preferência, às monografias de famílias cie operários. Êle próprio explica-o no seu livro <b><i>Ouvriers européens. </i></b>A família burguesa ou rica, diz, tem, em larga escala, a faculdade de se subtrair à influência do meio. &#34;Não sucede assim com a classe operária: a imprevidência que implica um estado habitual de penúria, ou a previdência que a economia aconselha nas despesas, colocam cada família na necessidade de prover às suas necessidades pelas combinações mais diretas e mais simples. Os meios de existência do operário estão, portanto, essencialmente subordinados às influências reunidas do solo e do clima.. . Nestas condições, obtém-se como que um reflexo da constância e da regularidade que os naturalistas constatam entre os indivíduos da mesma espécie&#34;. E mais claramente ainda, na <b><i>Introdução </i></b>da mesma obra, Le Play declarava: &#34;Apliquei à observação das sociedades humanas regras análogas às que o meu espírito utilizava no estudo dos minerais e das plantas. Construí um mecanismo científico&#34;.</p>
<p>Não se pode confessar com maior ingenuidade uma concepção fixista e mecanista da vida social.</p>
<p>Por outro lado, por que razão se há de fazer incidir o estudo especialmente sobre a <b><i>família? </i></b>O seu discípulo Paul Bureau não no-la deixa ignorar:</p>]]></description>
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		<title>OS MISTÉRIOS DO PENSAMENTO</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 13:18:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henry Thomas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<P>A máquina pensante - A magia da memória  - Curiosidades da psicologia - Mesmerismo - Hipnotismo - Telepatia - Sonhos - Modernos pesquisadores do pensamento - Freud - Jung - Pavlov - João B. Watson</P>
<p>O CÉREBRO humano é uma maravilhosa máquina pensante. Toma simples sensações e as transforma em pensamentos complexos. Como se faz isto? O processo é perfeitamente simples quando o analisais. Há dentro de nosso corpo um grupo de nervos, ou fios telefônicos. Estes nervos estão recebendo constantemente toda a casta de mensagens através dos vários sentidos: vista, ouvido, tacto, gosto, e olfato. Eles transportam as mensagens, ou sensações, ao cérebro, que por sua vez escolhe as que são mais fortes, agrupa-as, classifica-as e arranja-as em ordem lógica e... pronto, nasceu um pensamento.</p>
<p>Mas isto é apenas a metade da história. Logo que o pensamento é formado, começa a estimular outro grupo de nervos. Este grupo leva o pensamento do cérebro aos músculos do corpo, e o pensamento é assim traduzido em ação.</p>]]></description>
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		<title>ÁUREA MEDIOCRITAS &#8211; Capítulo I de &#8220;O Homem Medíocre de José Ingenieros&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 16:39:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Ingenieros</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p align="center">I.
ÁUREA MEDIOCRITAS ?
— II.
OS HOMENS
SEM PERSONALIDADE. — III. EM TORNO DO HOMEM MEDÍOCRE. —
IV. CONCEITO SOCIAL DA MEDIOCRIDADE. — V. o ESPÍRITO
CONSERVADOR. — VI. PERIGOS SOCIAIS DA MEDIOCRIDADE. — VII.    a VULGARIDADE.</p>

<h2 align=center>I
— <i>Áurea mediócritas?</i></h2>

<p>Há uma certa hora em que o pastor ingênuo se
  assombra diante da natureza que o circunda. A penumbra se adensa; a côr das
  coisas se uniformiza no cinzento homogêneo das
  silhuetas, as primeiras humidades crepusculares levantam, de
  todas as ervas, um vago perfume; aquieta-se o rebanho para dormir; o sino
  remoto tange o seu aviso vesperal. A impalpável
claridade
lunar vai se esbranqui  çando,
ao
cair sobre as coisas;
algumas estrelas inquietam o firmamento com a sua
titila  ção, e um longínquo rumor de arroio brincando nas brenhas,
  parece
  conservar sobre misteriosos temas. Sentado
  sobre a pedra menor áspera que encontra à beira do
  caminho, o pastor contempla e emudece. convidando
  em vão a meditar pela convergência do sítio e da hora. Sua admiração primitiva
  é simples estupor. A poesia natural que o rodeia, ao
  refletir-se em sua imaginação, não se converte em poema. Êle é,
  apenas , um objeto no quadro, uma pincelada: como a pedra, a árvore a ovelha, o
  caminho; um acidente na penumbra. Para
  êle, todas as coisas foram sempre as assim
continuarão a ser, desde a terra que pisa até o rebento que apascenta.</p>]]></description>
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		<title>A   MORAL DOS IDEALISTAS &#8211; Introdução de &#8220;O Homem Medíocre&#8221; de José Ingenieros</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 12:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Ingenieros</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p class="titulo">O Homem Med&#237;ocre</p>
<p class="titulo">Jos&#233; Ingenieros (1877-1925)</p>
<p class="titulo">INTRODUÇÃO - A
  MORAL DOS IDEALISTAS</p>

<p align=center>i.    a emoção 
do  ideal.  —  ii.    de  um  idealismo  com
fundamento na experiência. — iii.    os temperamentos  idealistas.  — iv.    o  idealismo  romântico.  — v. o idealismo estóico. — vi.     símbolo.</p>

<p align=center>&#160;</p>

<h2 align=center>I
— <i>A emoção do ideal</i></h2>

<p>Quando orientas a proa visionária em
direção a uma estrela, e desdobras as azas para atingir tal excelsitude
inacessível, ansioso de perfeição rebelde à mediocridade, levas em ti o impulso
misterioso de um Ideal. É áscua sagrada, capaz de te preparar para grandes
ações. Cuida-a bem; se a deixares apagar, jamais
êle se reacenderá. E se ela morrer em ti, ficarás inerte: fria bazófia
humana.</p>]]></description>
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		<title>Resumo sobre a etnia branca no início da formação do povo brasileiro</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 23:06:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Borges Hermida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Capítulo de material didático escolar de história de 1963 sobre a origem e formação do povo brasileiro, abordando o elemento branco como uma das partes que ajudaram a fincar nova população em descomunal território.]]></description>
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		<title>Escravidão negra no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 12:51:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Borges Hermida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pequeno resumo escolar sobre a escravidão negra no Brasil. Acompanha questionário.]]></description>
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		<title>Resumo sobre os índios brasileiros</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 16:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel (admin)</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resumo escolar sobre os costumes e hábitos dos índios pré-cabralinos da América e sua importância. Acompanha questionário.]]></description>
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		<title>NARRATIVA   EPISTOLAR DE UMA VIAGEM E MISSÃO JESUITICA &#8211; Fernão Cardim</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 05:38:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ebook contendo a 
NARRATIVA   EPISTOLAR DE UMA VIAGEM E MISSÃO JESUITICA - Fernão Cardim
Pela   Bahia, llheos, Porto Seguro, Pernambuco, Espirito Santo, Rio de Janeiro, S.
  Vicente, (S. Paulo) etc. desde o anno de 1583 ao de 1590, indo   por  visitador
  o  P.   Christovão de  Gouvêa]]></description>
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		<title>DO PRINCIPIO E ORIGEM DOS ÍNDIOS DO BRASIL E DE SEUS COSTUMES, ADORAÇÃO E CEREMONIAS  &#8211; Fernão Cardim</title>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2009 22:58:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernão Cardim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Opúsculo escrito pelo padre jesuíta português Fernão Cardim no século XVI com a descrição dos povos e nações de nativos brasileiros com que os portugueses iam tomando contato, seus costumes e cultura.]]></description>
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		<title>Dos Príncipios e Origens dos Índios no Brasil de Fernão Cardim, Introdução de Capistrano de Abreu</title>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2009 21:22:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dos Príncipios e Origens dos Índios no Brasil de Fernão Cardim e de seus costumes, adoração e ceremonias, Introdução de Capistrano de Abreu de 1881.]]></description>
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		<title>Árvores e Pássaros na água salgada, rios e cobras de água doce, lagartos e lobos  d&#8217;água &#8211; Fernão Cardim</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 01:16:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Capítulos da obra do padre jesuíta português Fernão Cardim sobre a gente e a terra do Brasil no século XVI, obra da coleção brasiliana, documento histórico.]]></description>
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		<title>ERVAS QUE SÃO FRUCTO, ERVAS  PARA MEZINHAS, ERVAS CHEIROSAS, CANAS &#8211; Fernão Cardim</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 21:01:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[capítulos dos tratados de Fernão Cardim sobre as ervas e plantas nativas brasileiras  e o uso e costumes que dela tinham os índios.]]></description>
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		<title>DAS ARVORES DE FRUCTO &#8211; Tratados da Terra e Gente do Brasil &#8211; Fernão Cardim</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 04:21:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[árvores frutíferas do Brasil no século XVI, capítulo do livro de Fernão Cardim]]></description>
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		<title>DAS ARVORES QUE SERVEM PARA MEDICINAS &#8211; Tratados da Terra e Gente do Brasil &#8211; Fernão Cardim</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 01:29:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Capítulo do Tratado de Fernão Cardim . (Tratado da Terra e Gente do Brasil) .]]></description>
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		<title>Norbert Elias e a sociedade dos indivíduos</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 06:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jéferson dos Santos Mendes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Norbert Elias sociólogo alemão nasceu em Breslau em 22 de junho de 1897,
de família judaica, precisou quando Hitler se tornou chanceler da Alemanha
fugir e exilar-se na França em 1933, posteriormente estabeleceu-se na
Inglaterra onde passou grande parte de sua vida. Infelizmente seus trabalhos tiveram
reconhecimento tardiamente]]></description>
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		<title>TRATADO DESCRITIVO DO BRASIL em 1587 &#8211; Gabriel Soares de Sousa &#8211; Primeira Parte</title>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2008 18:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Soares de Sousa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TRATADO DESCRITIVO DO BRASIL em 1587 Gabriel Soares de Sousa PRIMEIRA PARTE: Roteiro geral, com largas informações de toda a costa do Brasil Proêmio Como todas as coisas têm fim, convém que tenham princípio, e como o de minha pretensão é manifestar a grandeza, fertilidade e outras grandes partes que tem a Bahia de Todos [...]]]></description>
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		<title>A FORMAÇÃO ÉTNICA &#8211; História do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2008 17:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ary da Matta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[História do Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[História do Brasil -Manual Didático para a Terceira Série Ginasial por Ary da Matta (1947) História do Brasil de Ary da Matta Cap. 1 &#8211; O descobrimento Cap. 2 &#8211; Os primórdios da colonização Cap.3 &#8211; A formação étnica Cap. 4 &#8211; Expansão geográfica Cap. 5 &#8211; Defesa do território Cap. 6 &#8211; Desenvolvimento econômico [...]]]></description>
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		<title>ORIGENS DOS  INDÍGENAS   DO   BRASIL</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 00:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Setúbal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
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		<description><![CDATA[<p class="titulo"><b>ORIGENS DOS  INDÍGENAS   DO   BRASIL </b><br/>Paulo Setúbal</p>
<P>Dos "Ensaios Históricos"</P>

<p><b>&#160;</b></p>

<p>ONFROY   DE  
THORON</p>

<p>Não há, no pórtico da nossa História, pergunta mais natural do que
esta: de onde vêm esses bugres que os mareantes toparam no Brasil alvorecente?
De que estranhas terras, e como, e de que jeito, e quando, surgiram por aqui
esses gentios emplumados, de batoque no beiço, que atroavam os matos brutos com
o ribombo dos trocanos e o estrépito das inúbias bárbaras? Uma curiosidade
ferretoante, desde a primeira página, chuça o nosso fundo racional. A gente
anseia logo por desvendar a origem daqueles dois selvagens, &#34;pardos,
maneira de avermelhados, de bons olhos e bons narizes&#34; que Cabral recolheu
a bordo, que agasalhou mimosamente, que fez dormir na capitânea sobre coxins da
Pérsia, entre muitas fofezas, num aturdimento. Mas a curiosidade aguça-se
apenas: não há resposta cabal. Teses, muitas. Autores, muitos. Mas tudo cipoal
desnorteante.</p>
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		<title>PAULISTAS DO SÉCULO XVII &#8211; Paulo Setúbal</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 21:51:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Setúbal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Território]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="titulo">PAULISTAS DO SÉCULO XVII<br/> Paulo Setúbal</p>
<p> Dos "Ensaios Históricos"</P>
<p>A
&#34;História Geral das Bandeiras Paulistas&#34;, do preclaro Dr: Afonso-
Taunay, representa um dos esforços maiores, e dos mais ilustres, para a
reconstrução do período épico do bandeirismo, esse fenómeno altíssimo na
formação da nacionalidade. A obra, porém, tão erudita e tão intensa, não é,
infelizmente, obra de popularização. O feitio dela, aquele recheio de nomes e
datas, as transcrições, aqueles muitos alvarás e atas-de-câmara, tudo aquilo,
enfim, que torna o trabalho fortemente fidedigno, é exatamente o que afugenta o
leitor comum, o leitor do século prático, o leitor que lê no bonde, esse homem
rápido, utilitário, que não tem folgas sobejas para correr olhos pacientes
sobre a papelada maçante das coisas velhas. O próprio autor confessa no pórtico
do seu doutíssimo trabalho: &#34;Não é uma obra de síntese a que o leitor tem
sob os olhos. Nem poderia ou deveria sê-lo, pois a história sistemática e
pormenorizada das bandeiras paulistas jamais se fez até hoje&#34;.</p>]]></description>
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		<title>A Cidade Perdida &#8211; Jerônimo Monteiro</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 13:18:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jerônimo Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
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		<category><![CDATA[mistério da civilização atlante]]></category>

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		<description><![CDATA[A Cidade PerdidaJerônimo Monteiro Fonte: Editora Ibrasa, 1948 EXPLICAÇÃO INDISPENSÁVEL TANTO SÁLVIO COMO EU ESTAMOS CERTOS DE QUE ENTRE os ocasionais leitores deste livro há de se encontrar algum atlante. É a esse provável leitor que vão especialmente dedicadas estas linhas. Nada devem recear os atlantes que habitam ainda o coração do Brasil. O que [...]]]></description>
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		<title>Ervas Medicinais – Espaço Urbano de uma Ciência Popular</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 04:37:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ida Duclós</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Ervas Medicinais – Espaço Urbano de uma Ciência Popular Ida Duclós Originalmente apresentado para a FFLCH/USP Minha pesquisa sobre o uso popular de plantas medicinais, na cidade de São Paulo, foi feita em quatro locais: duas casas de comércio que vendem produtos naturais, uma especializada no comércio de chás e numa feira, com um erveiro [...]]]></description>
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		<title>A Medicina popular condenada pela Inquisição</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 04:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ida Duclós</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[História do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[A Medicina popular condenada pela Inquisi&#231;&#227;o Paper sobre o texto &#34;Fray Martin de Porres: santo, ensalmador y sacamuelas&#34; de Fernando Iwasaki Cauti Ida Ducl&#243;s Originalmente apresentado para a FFLCH/USP Entre as vítimas da Inquisição &#8211; séculos XVI e XVII -encontramos várias pessoas que praticam a medicina &#8216;popular, não somente utilizando-se de rezas e benzeduras, como [...]]]></description>
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		<title>Etnocentrismo em Levi-Strauss</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 03:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ida Duclós</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fichamento do texto &#34;RAÇA E CULTURA&#34;, Lévi-Strauss in &#34;Raça e Ciência&#34; &#8211; Ed. Perspectiva Ida Duclós Originalmente apresentado na FFLCH/USP em 25.5.1983 1. Raça e cultura: Lévi-Strauss diz que não se pode falar em contribuições das raças a civilização, quando se pretende lutar contra os preconceitos raciais. E explica que fazer isto seria caracterizar as [...]]]></description>
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