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	<title>Consciência &#187; René Descartes</title>
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		<title>Voltaire escreve sobre Descartes e Newton</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 17:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Voltaire</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<h2 title="Cartas Filosóficas de Voltaire ">Cartas Filosóficas de Voltaire</h2>
<p>&#160;</p>
<p><strong>CARTA XIV</strong></p>
<p>Sobre Descartes e Newton</p>
<p>Um francês que visite Londres encontra as coisas   ali bem transformadas em filosofia, como em tudo o mais. Deixou o mundo   cheio e o encontra vazio. Em Paris, vê-se o universo composto de   turbilhões de matéria subtil; em Londres, as coisas são vistas de   maneira diversa. Entre nós, é a pressão da Lua a causa do fluxo do mar;   entre os Ingleses, é o mar que gravita para a Lua; de modo que, quando   acreditais que a Lua devia dar-nos a maré alta, esses senhores julgam   que deve haver maré baixa; o que, infelizmente, não se pode verificar,   pois seria preciso, para nos esclarecermos, examinar a Lua e as marés no   primeiro instante da criação.</p>]]></description>
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		<title>Malebranche, Spinoza e Leibniz &#8211; Evolução da Filosofia de Descartes</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Jan 2011 11:09:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pe. Leonel Franca S. J.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pe. Leonel Franca &#8211; Noções de Filosofia (1918) ARTIGO III EVOLUÇÃO DA FILOSOFIA DE DESCARTES 115. INFLUÊNCIA DE DESCARTES — Larga e profunda foi a influência exercida por Descartes em toda a filosofia moderna. No século XVIII, século áureo da literatura francesa, quase todas as inteligências de escol viveram do seu pensamento. A superioridade indiscutível [...]]]></description>
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		<title>Filosofia Moderna &#8211; René Descartes</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 15:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pe. Leonel Franca S. J.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>105.&#160;<strong>CARACTERES GERAIS </strong>— <b><i>A. </i></b>O caráter mais saliente da filosofia moderna é a independência excessiva de qualquer autoridade, o menosprezo completo da tradição científica. Inaugurada por Descartes, pouco depois que a reforma protestante proclamara o livre exame e a autonomia absoluta em matéria religiosa, num tempo em que os ataques da Renascença haviam desprestigiado as teorias tradicionais, a filosofia moderna rompeu definitivamente com o passado. Os seus representantes julgaram-se no dever de construir desde os alicerces sistemas inteiramente novos. A <b><i>instauratio magna ab imis jundamentis </i></b>de Bacon tem sido a aspiração de quase todos os filósofos posteriores.</p><h2>DESCARTES (1596-1650)</h2>
<p>109.&#160;<strong>VIDA &#917; OBRAS DE DESCARTES</strong>— Renato Descartes, latinamente Cartésio. nasceu em La Have, na Turena. em 1596. Educado no colégio dos jesuítas de La Flèche, veio aos 19 anos para Paris, continuando por algum tempo os estudos de física e matemática para os quais mostrara notável inclinação. De 1617 a 1629 percorreu quase toda a Europa já em viagens de instrução, já combatendo, como soldado sob a bandeira do duque de Nassau e mais tarde do Duque de Baviera.</p>
<p>Depois desta vida agitada, retirou-se para a Holanda, onde, num recolhimento de 20 anos, se entregou de todo à meditação, ao estudo e à composição de suas obras. Convidado em 1649 pela rainha Cristina da Suécia, partiu para Stockolmo, mas não resistindo às inclemências do frio faleceu poucos meses* depois, em 1650, com apenas 54 anos de idade.</p>]]></description>
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		<title>O Pensamento Cartesiano</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 13:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karla Samara dos Santos Sousa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<h2><b>Resumo</b></h2>

<p><b>&#160;</b></p>

<p>A conotação
teórica e referencial filosófica da disciplina História da Filosofia Moderna
permitiu a construção do presente trabalho. O objetivo deste artigo é delinear
sucintamente as bases, idéias e conseqüências do pensamento cartesiano. E
dentre o que será esmiuçado, enfatizar os elementos apresentados por Descartes
para a eclosão do novo pensamento filosófico. Sobressair-se-ão nesse sentido, a
formulação e caracteres do método, a dúvida metódica, as bases do “cogito ergo
sum”, as provas da existência de Deus, as regras da moral interina, bem como
seus pressupostos fundamentais: o Renascimento e o Humanismo. A fundamentação
do referente será abstraída de todo o pensamento cartesiano, especialmente da
obra Discurso do Método, dos estudos de Geovanni Reale e Dario Antiseri e de
Nicola Abbgnano. O pensamento cartesiano culmina entre os mais expressivos da
modernidade, justamente porque constrói de forma autêntica os argumentos que
provam à existência do homem enquanto ser pensante e consequentemente seu poder
cognoscível, após duvidar radicalmente de tudo que existe. Descartes parte da
construção de um método preciso constituído por regras metódicas para dele
justificar não só a substância pensante mas todos os ramos do saber; Deus, o
mundo, a moral etc. O referencial destas regras pauta-se nos conceito de
clareza, distinção e no conhecimento matemático. Em tese, Descartes
proporcionou através desses elementos uma reviravolta em todo o pensamento
filosófico. Tratou-se de uma mudança que fez ascender à centralidade do mundo
no homem, concretizando seu domínio na natureza e tão logo a revolução de maior
seqüela dos últimos tempos: a revolução científica. </p>

<p>&#160;</p>

<p><b>Palavras –
chaves: </b>Método, Ser Pensante, Dúvida. </p>]]></description>
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		<title>História das Ciências exatas na Idade Moderna</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 06:13:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Césare Cantu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Hist&#243;ria Universal - C&#233;sare Cantu.</p>
<p><span class=font5>CAPÍTULO XXXVI</span> </p>
<p><span class=font5><i>Ciências exatas</i></span></p>
<p><span class=font5>Diferentes italianos se aplicavam então às matemáticas, uns continuando os trabalhos dos antigos, outros aperfeiçoando a álgebra. Entre os primeiros distin-<span class=font13>gue</span>-se Francisco Maurolico (1491-1570), de Messina, <span class=font13>que<b>, </b></span>aperfeiçoando Arquimedes, Apolônio e Diofonte, os levou a novos resultados. A bela cidade em que ele tinha nascido e que cercava de fortificações contornou-lhe generosamente uma pensão de cem escudos de ouro, para que continuasse seus trabalhos e a história do país. Carlos V e Dom João da Áustria o liveram em alta estima, em razão dos cálculos astrológicos por meio de que êle predissera a vitória ganha em Lepanto sobre os turcos. Êle empreendeu, mas não terminou uma enciclopédia das matemáticas simples e aplicadas, traduzindo os gregos e comentando-os. Os quatro últimos dos oito livros de Apolônio sobre as seções cónicas tinham-se perdido; sabia-se somente que êle tratava no quinto das linhas retas, maiores e menores, que terminam nas circunferências das seções. Ora, Maurolico aplicou-se a refazer esse livro com excelentes regras; porém foi excedido por Viviani, que empreendeu a mesma tarefa numa época mais ilustrada. Maurolico fêz uma notável aplicação, notando que as linhas traçadas pelo ponteiro do gnômon são sempre das seções cónicas, variadas segundo a natureza do plano sobre que elas se projetam. Êle escreveu também poesias italianas e sicilianas, assim como tratados sobre a filosofia, gramática, teologia e principalmente sobre a ótica. Determinou o centro de gravidade de vários sólidos; e se não deixou descobertas originais, mostra-se observador muito atento e filólogo de muita finura.</span></p>]]></description>
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		<title>O MÉTODO DE ANÁLISE  EM DESCARTES &#8211; DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS À CONSTITUIÇÃO  DO SISTEMA DO CONHECIMENTO</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 11:56:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>César Augusto Battisti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ebook de livro universitário de filosofia em versão digital enviada pelo autor.
Este livro discute a velha questão do método cartesiano a partir de uma perspectiva pouco explorada: a da tradição dos praticantes do méto-do de análise, solucionadores de pro-blemas matemáticos. 
Após aproximar o modo de produção dos geômetras antigos e algebristas modernos ao de Descartes, o texto percorre a obra car-tesiana para mostrar como o filósofo se filia a essa tradição e de que forma constrói sua concepção metodológica. 
Contrabalançando reflexões sobre o método e ilustrações de sua atu-ação, ganha sentido também a tese sobre a sua abrangência univer-sal.
Não há como negar uma visão diferente sobre a filosofia de Descartes.
 
César Augusto Bat-tisti é Doutor em Filosofia pela Uni-versidade de São Paulo (USP), tendo realizado parte de seus estudos na Université Paris VII, França (Doutorado-Sanduíche). Professor do Curso de Filosofia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Campus de Toledo, possui trabalhos publicados e em fase de publicação sobre Descartes e sobre a história do método de a-nálise. Atualmente, está traduzindo o Monde de Descartes.]]></description>
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		<title>O Discurso do Método &#8211; René Descartes</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 03:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>René Descartes,</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto integral do Discurso do Método de Descartes]]></description>
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		<title>A compreensão do mundo como condição de possibilidade do conhecimento</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 00:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Thiago Freire Dantas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A compreensão do mundo como condição de possibilidade do conhecimento &#160; &#160; Luís Thiago Freire Dantas[1] &#160;             Na tradição da filosofia, a pergunta sobre o conhecimento do mundo é recorrente nas diversas correntes filosóficas. Entretanto, ao formularmos a pergunta: o mundo pode ser conhecido? Tal formulação implica, antecipadamente, o fato de já nos movemos [...]]]></description>
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		<title>Resumo e Explicação das duas primeiras Meditações Metafísicas de Descartes</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 18:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Kahlmeyer-Mertens</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Do corpo em face da dúvida: explicação das duas primeiras Meditações Metafísicas Roberto S. Kahlmeyer-Mertens [1] Resumo: O artigo pretende uma apresentação didática das duas primeiras Meditações Metafísicas de René Descartes. Enfoca nos argumentos do filósofo a questão do corpo, considerando a especificidade de sua temática no interior dessa obra. Utiliza-se do comentário de alguns [...]]]></description>
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		<title>Método e verdade nas Regras para a direção do espírito de Descartes</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jun 2007 18:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Kahlmeyer-Mertens</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O propósito do artigo é apresentar um estudo sobre as Regras para direção do espírito de René Descartes.[2] Esse exercício limita-se a interpretar as nove primeiras regras da obra, opção que se justifica por estas já explicarem o que está em questão em sua primeira parte; permitindo uma tematização adequada à extensão do nosso pequeno trabalho. Procuraremos esclarecer alguns conceitos elementares do texto cartesiano, buscando apresentá-los de maneira suficiente, dando ênfase, sobretudo, à implicação existente entre método e verdade, à luz dos conceitos de matemática universal (e a ordenação que esta torna possível) e ciência moderna.]]></description>
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		<title>cap. 15 &#8211; O Racionalismo &#8211; Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Dec 2006 02:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manuel Garcia Morente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares Li&#231;&#227;o XV O RACIONALISMO 115.&#160; BALAN&#199;O&#160; DO&#160; EMPIRISMO&#160; INGL&#202;S.&#160;&#160; &#8212;&#160; 116.&#160;&#160; CR&#205;TICA&#160; DO&#160;&#160; EMPIRISMO INGL&#202;S: A VIV&#202;NCIA COMO VEICULO DO PENSAMENTO.&#160; &#8212; 117.&#160; LEIBNIZ. &#8212; 118. VERDADES DE PATO E VERDADES DE RAZ&#195;O. &#8212; 119. G&#202;NESE DAS VERDADES. &#8212; 120. RACIONALIDADE DA REALIDADE. 115.&#160;&#160;&#160; Balan&#231;o do empirismo [...]]]></description>
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		<title>Cap. 13. O Sistema de Descartes &#8211; Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Dec 2006 02:06:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manuel Garcia Morente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares LI&#199;&#195;O XIII O SISTEMA DE DESCARTES 88.&#160;&#160; DIFICULDADE&#160;&#160; DO&#160;&#160; IDEALISMO&#160;&#160; FACE&#160;&#160; A&#160;&#160; FACILIDADE&#160;&#160; NO&#160;&#160; REALISMO.&#8212;&#160; 89.&#160; O PENSAMENTO E O EU. &#8212; 90. &#210; EU COMO &#171;COISA EM SI&#187;. &#8212; 91. A REALIDADE COMO PROBLEMA. &#8212; 92. O PENSAMENTO CLABO E DISTINTO.&#8212;&#160; 93. A HIP&#211;TESE DO G&#202;NIO [...]]]></description>
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		<title>ORDO COGNOSCENDI E ORDO ESSENDI &#8211; COMENTÁRIOS ACERCA DAS REFLEXÕES DE PAUL RICOEUR ÀS MEDITAÇÕES DE RENÉ DESCARTES</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2005 18:14:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josiane Magalhães</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ORDO COGNOSCENDI E ORDO ESSENDI: COMENTÁRIOS ACERCA DAS REFLEXÕES DE PAUL RICOEUR ÀS MEDITAÇÕES DE RENEE DESCARTES Josiane Magalhães[1] Ricoeur(1991) em seus comentários sobre as “Meditações” tece uma longa compreensão acerca das três primeiras reflexões de Descartes (1983). Isto porque localiza nessas primeiras linhas uma cisão entre duas fundamentações diferentes para a verdade primeira que [...]]]></description>
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		<title>As meditações cartesianas e o nascimento da subjetividade moderna</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 1999 18:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Duclós</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As medita&#231;&#245;es cartesianas e o nascimento da subjetividade moderna por Miguel Ducl&#243;s Baseado nas anota&#231;&#245;es de aula da professora Marilena Chaui &#160;&#160;&#160; Esse texto procura analisar o modo como Descartes formulou o problema da d&#250;vida hiperb&#243;lica na primeira medita&#231;&#227;o e provou como a alma &#233; mais f&#225;cil de conhecer do que o corpo, dando in&#237;cio [...]]]></description>
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		<title>René Descartes &#8211; biografia, idéias, pensamentos</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jul 1997 21:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Duclós</dc:creator>
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		<description><![CDATA[René Descartes- (1596 &#8211; 1650) nasceu de uma família nobre dedicada à medicina e ao comércio. Os Descartes se fixaram em La Haye, Tourenne. Seu pai se chamava Joaquim e era conselheiro do parlamento britânico. René tinha uma saúde frágil, e era cuidado por sua avó. Entrou no colégio jesuíta de Le Flèche, que havia [...]]]></description>
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