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	<title>Consciência &#187; Grécia Antiga</title>
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		<title>O modelo político de Aristóteles e o de Hobbes</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 23:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ernesto Rose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há uma grande diferença entre o modelo político aristotélico e o modelo jusnaturalista ou hobbesiano. A diferença entre ambos os modelos políticos é baseada em divergentes maneiras de ver o homem e sua relação com seus semelhantes, intermediada pela cultura e pelo Estado.]]></description>
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		<title>As formas de governo propostas por Platão</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 14:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ernesto Rose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  <H2 
 align="center"
><FONT size="+3" color="#000000"><B>As formas de governo propostas por Plat&#227;o</H2
><DIV class="Sect"><H3><FONT size="+1">Ricardo Ernesto Rose<FONT size="+1">, 
Jornalista, Licenciado em Filosofia e P&#243;s-Graduando em Sociologia 
</H3><P  align="justify"><FONT size="+1"><strong>Plat&#227;o</strong><strong> (428 a.C. &#8211; 348 a.C.)</strong>, fil&#243;sofo grego disc&#237;pulo de S&#243;crates foi o iniciador da tradi&#231;&#227;o filos&#243;fica ocidental. Escreveu grande parte de sua obra filos&#243;fica na forma de di&#225;logos, nos quais fazia seu mestre, S&#243;crates, como principal personagem e porta-voz de suas id&#233;ias. </P><P  align="justify">Algumas destas id&#233;ias desenvolvidas pelo fil&#243;sofo ateniense tornaram-se os fundamentos da filosofia ocidental, mais especificamente da metaf&#237;sica ocidental. Dentre estas, o conceito das Id&#233;ias ou Ideais &#233; o mais famoso. Segundo Plat&#227;o &#8211; e nisso teve grande influ&#234;ncia sua liga&#231;&#227;o com os cultos &#243;rficos &#8211; estamos destinados a viver diversas vezes, durante as quais passamos por um processo de purifica&#231;&#227;o e temos a chance de evoluir. Toda vez, antes que nossas almas ocupem um novo corpo, passamos um per&#237;odo no mundo das Id&#233;ias ou Ideais. Nesta dimens&#227;o al&#233;m da vida terrena, segundo Plat&#227;o, temos a chance de contemplar as formas perfeitas. Assim, contemplamos a forma perfeita da mesa, ou seja, o arqu&#233;tipo de todas as mesas que s&#227;o constru&#237;das em nosso mundo material. Contemplamos a forma perfeita de um cavalo, da qual todos os cavalos terrestres s&#227;o c&#243;pias imperfeitas. Nesta dimens&#227;o contemplamos tamb&#233;m o Bem, a Virtude, a Beleza e outros conceitos abstratos. </P>]]></description>
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		<title>Uma Breve Apresentação da História da Didática</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Aug 2011 14:54:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Ignacio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p class="titulo"><b>Uma Breve Apresentação da
História da Didática</b></p>
<p>Paula Ignacio</p>



<p>            A
Didática, antes dos sofistas, não era conhecida pelos homens. Ela tinha outras
características, menos formais e artificiais, voltadas para a prática da vida
cotidiana, dava-se de maneira natural.</p>

<p>            No
entanto, na Magna Grécia, a vida social, cultural e política adquiriu uma nova
maneira de se dar: a Palavra como o centro do Poder. Quem tinha a melhor
oratória e retórica podia ser ouvido, e a educação acontecia dessa forma. Esse
poder era concebido somente aos cidadãos (somente homens e nascidos nas cidades,
como Atenas por exemplo). Havia muitos grupos que não possuíam direitos
políticos, esses não tinham o poder da palavra. Por causa disso, os discursos passaram
a ser de extrema importância e surgiram os sofistas, que de certa maneira
transformaram a educação em uma espécie de tutoria, onde aquele que tinha o
poder da palavra ensinava aos outros cidadãos. Esse processo transformou a
educação, que antes se dava de maneira natural, em algo artificializado, pois
aqueles que não tinham poder procuravam aqueles que possuíam o dom da palavra e
da oratória para receberem instruções.</p>]]></description>
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		<title>AS DIFERENTES NARRATIVAS: MITOLOGIA, RELIGIÃO E FILOSOFIA</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 21:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ernesto Rose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[    <p class="titulo"><I>Ricardo Ernesto Rose<br />
Jornalista e Licenciado em Filosofia </I></p>
    <blockquote>
      <p align="justify" id="LinkTarget_57"><FONT size="+1">&#8220;Baixinho, </p>
      <p align="justify" id="LinkTarget_58">a argila segredou </p>
      <p align="" id="LinkTarget_59">ao oleiro que a trabalhava: </p>
      <p align="justify" id="LinkTarget_60">&#8220;N&#227;o esque&#231;as </p>
      <p align="justify" id="LinkTarget_61">Que j&#225; fui como tu... </p>
      <p align="justify" id="LinkTarget_62">N&#227;o me maltrates...&#8221; </p>
      <p align="" id="LinkTarget_63">Omar Kh&#225;yy&#225;m -Rub&#225;iyat </p>
    </blockquote>
    <P>O fil&#243;sofo alem&#227;o Ernst Cassirer defendia a tese de que todo conhecimento &#8211; m&#237;tico, religioso e cient&#237;fico &#8211; &#233; um conhecimento simb&#243;lico. Explicando seu pensamento, o fil&#243;sofo apresenta uma tripla gradua&#231;&#227;o na rela&#231;&#227;o entre signo e significado: </P>
    <ul>
      <li>a) A rela&#231;&#227;o de expressividade, t&#237;pica do mito. Neste caso, h&#225; uma identidade entre o signo e o significado; os s&#237;mbolos tornam-se atributos da pr&#243;pria coisa que designam, como a cruz representa o cristianismo, por exemplo. </li>
      <li>b) A rela&#231;&#227;o de representa&#231;&#227;o, caracterizada pela linguagem. Aqui o nome &#233; uma conven&#231;&#227;o e servepara representar a coisa, como um substantivo. &#201; a maneira mais comum de como nos utilizamos das palavras que representam um ente. </li>
      <li>c) A rela&#231;&#227;o de significado, t&#237;pica da ci&#234;ncia. H&#225; uma independ&#234;ncia entre signo e significado. Exemplo disso &#233; uma fun&#231;&#227;o matem&#225;tica (signo), que representa algo diferente do deslocamento do planeta (significado). </li>
    </ul>]]></description>
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		<title>A filosofia de Platão e conceito de justiça</title>
		<link>http://www.consciencia.org/a-filosofia-de-platao-e-conceito-de-justica</link>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 10:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Leite</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p class="titulo">
a filosofia de Platão e conceito de justiça</P>
<P><strong>Gisele Leite</strong></P>
<div class=WordSection1>

<p>Refletir sobre Platão pode
ser um grande desafio mesmo nos dias de hoje. Não resta dúvida de que Platão é
mesmo considerado o pai da herança intelectual ocidental, um pensador que
posicionou a Filosofia em direção que até hoje é seguida, dois anos depois…</p>]]></description>
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		<title>OS 12 TRABALHOS DE HÉRCULES, O HERÓI TEBANO</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Apr 2011 22:16:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel (admin)</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><strong>OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES, O HERÓI TEBANO</strong> (MITOLOGIA GREGA)</p>
<p><strong>HÉRCULES</strong>, ou Alcides, filho de Júpiter e Alcmena, estava ainda no berço quando  Juno, sua inimiga, enviou duas serpentes para devorá-lo.    Mal ele as<strong> </strong>percebeu, agarrou-as com as suas mãos infantis, e sufocou-as.</p>
<p>Vários mestres teve Hércules: com Eurito aprendeu   a manejar o arco, com Castor a combater todo armado, com Autólico a   conduzir um carro de guerra, com Lino a tocar lira e a cantar. Confiado,   a seguir, ao centauro Quíron, tornou-se o homem mais valente e mais   famoso de seu século.</p>
<p>O ruído de sua fama depressa chegou aos ouvidos   de Euristeu, rei de Micenas, ao qual Hércules, por um decreto da Sorte,   encontrava-se submetido. A Sorte declarara &#34;que aquele dos dois   príncipes que nascesse por último, obedeceria o outro&#34;, e Juno, que   detestava a família de Hércules, fêz avançar de dois meses o nascimento de Euristeu.</p>]]></description>
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		<title>O MITO DE PROMETEU E PANDORA</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 22:48:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nair Lacerda (tradução)</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
<p><strong><em>O MITO DE PROMETEU E PANDORA </em></strong>(MITOLOGIA GREGA, A origem do fogo, do homem, do dilúvio)</p>
<p>ANTES que a terra e o mar fossem criados, todas   as coisas tinham um só aspecto, ao qual damos o nome de Caos — massa   confusa e informe, apenas peso morto, na qual dormitavam, entretanto, as   sementes das coisas. Terra, mar e ar estavam todos juntos, misturados,   de forma que a terra não era sólida, o mar não era líquido, e o ar não   era transparente. Deus e a Natureza, por fim, interferiram, e puseram   fim àquele desacordo, separando a terra do mar e o céu de ambos. A parte   mais aquecida, sendo a mais leve, levantou-se, e formou o céu, sendo o   ar o segundo em peso e colocação. A terra, pesada, desceu, e a água   tomou o ponto mais baixo, fazendo flutuar a terra.</p>]]></description>
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		<title>Odorico Mendes, tradutor da Eneida de Virgílio e Ilíada de Homero (Silvio Romero)</title>
		<link>http://www.consciencia.org/odorico-mendes-tradutor-da-eneida-de-virgilio-e-iliada-de-homero-silvio-romero</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Apr 2011 13:58:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Romero</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><strong>Manuel Odorico Mendes</strong> (1799-1864), político, jornalista, literato, poeta, foi o patriarca da escola maranhense na literatura brasileira. Os seus pares foram Sotero dos Reis, Francisco Lisboa, Gonçalves Dias, Henriques Leal, Trajano Galvão, José Pereira da Silva, Franco de Sá e Gentil Homem de Almeida Braga.</p>
<p>Quando falo em escola maranhense não quero dizer que as mesmas idéias, as mesmas doutrinas, um corpo sistemático de opiniões, tivessem brotado ali e sido arquitetadas por aqueles obreiros. O laço que os prende é terem nascido na mesma terra e vivido quase todos no mesmo tempo.</p>
<p>Se entre Odorico e Sotero há igual entusiasmo pelas letras clássicas, entre eles e Franco de Sá ou Gentil Homem as intuições são mui diferentes. Gonçalves Dias na poesia e Francisco Lisboa na história ocupam uma posição à parte.</p>
<p>Em Odorico Mendes parece-me sobrepujar o patriota ao literato. Desde 1824 atirou-se ao jornalismo e à política ativa. No Maranhão e no Rio de Janeiro foi um dos homens mais influentes do período regencial e tinha sido um dos preparadores do Sete de Abril. Estava na corte nesse tempo e foi um dos organizadores da regência provisória. Não entra em meu plano escrever a história dos governos regenciais, nem mesmo fazer a biografia do poeta maranhense. Este último trabalho foi magistralmente levado a efeito por J. Francisco Lisboa e A. Henriques Leal.<sup>5</sup></p>
<p>O decênio que vai de 1830 a 40, é a certos respeitos a época mais valor]]></description>
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		<title>Biografia de Platão &#8211; Quem foi platão</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 21:18:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Duclós</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem foi Platão? Biografia, Idéias, Pensamentos de Platão, as obras e os diálogos do filósofo grego, resumidos.]]></description>
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		<title>A CIVILIZAÇÃO HELÊNICA</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 18:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oliveira Lima</dc:creator>
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		<title>Vidas Paralelas de Plutarco &#8211; Índice Geral</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 11:54:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As Vidas Paralelas de Plutarco constitui um dos monumentos literários da antiguidade. Constitui-se numa série de biografias de homens famosos e importantes, especialmente da Grécia e Roma Antiga, arranjadas de tal forma que permitam uma comparação acerca das suas vitórias e derrotas históricas sob um posto de vista moral.]]></description>
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		<title>Observações sobre a tradução de Amyot e vidas de Camilo, Péricles e Alcíbiades</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 11:38:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Observa&#231;&#245;es de Clavier, Vauvilliers e Brotier para as Vidas de Plutarco. OBSERVAÇÕES As vidas que compõem este segundo volume não exigiram observações particulares. As notas colocadas em baixo das páginas são suficientes para esclarecer as dificuldades que poderiam deter a leitura. Aproveitarei esta ocasião para fazer algumas observações gerais. A primeira dará a conhecer o [...]]]></description>
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		<title>Sobre as vidas de TESEU, RÔMULO, LICURGO, NUMA, SÓLON de Plutarco</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 03:03:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[OBSERVAÇÕES SOBRE AS VIDAS PARALELAS DE PLUTARCO Observa&#231;&#245;es de Clavier, Vauvilliers e Brotier para as Vidas de Plutarco. SOBRE A VIDA DE TESEU CAP. XXVI. Trazei-lhe pão saboroso. Amyot não entendeu esses versos, que são muito difíceis de explicar de maneira satisfatória. Eis como acredito se possam traduzir: — &#34;A Iresione (o ramo sagrado) traz [...]]]></description>
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		<title>Observações sobre as Vidas de  Díon, Bruto, Arato, Galba, Óton e Aníbal de Plutarco</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 01:49:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[OBSERVAÇÕES &#8211; Observa&#231;&#245;es de Clavier, Vauvilliers e Brotier para as Vidas de Plutarco traduzidas em franc&#234;s por Amyot SOBRE A VIDA DE DION CAP. XXVI. — Na frase grega não seria impossível que a palavra de velhice se referisse a Dion, embora pareça naturalmente referir-se a Platão. Os sábios dividiram-se a este respeito. Mas, seguindo [...]]]></description>
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		<title>Observações sobre as Vidas de Demóstenes e Cícero, de Plutarco</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 01:27:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Observa&#231;&#245;es de Clavier, Vauvilliers e Brotier para as Vidas de Plutarco. SOBRE A VIDA DE DEMÓSTENES CAP. VI. . É certo que a expressão de que aqui Plutarco se serve é muitas vezes empregada no sentido que Amyot seguiu. Mas é ainda verdade que ela é encontrada também nos outros escritores, e especialmente em Plutarco, [...]]]></description>
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		<title>Observações sobre as vidas de AGESILAU, POMPEU, FÓCION, CATÃO DE ÚTICA, de PLUTARCO</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 00:47:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Plutarco &#8211; Vidas Paralelas &#8211; OBSERVAÇÕES SOBRE A VIDA DE AGESILAU CAP. XX. — &#171;Pois amou muito afetuosamente um jovem rapaz ateniense, etc&#187;. Deve traduzir: &#171;Pois amou muito afetuosamente um jovem ateniense, atleta entre os meninos; como já estava grande e forte, correu o risco de ser recusado nos jogos olímpicos; eis porque o persa [...]]]></description>
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		<title>Observações sobre as Vidas de PAULO EMÍLIO, TIMOLEON, PELÓPIDAS, MARCELO, ARISTIDES, CATÃO de Plutarco</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 20:12:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Observa&#231;&#245;es de Clavier, Vauvilliers e Brotier para as Vidas de Plutarco. OBSERVAÇÕES SOBRE A VIDA DE PAULO EMÍLIO CAP. L — Sob o reinado de Sesóstris, o pentacentor foi inventado no Egito; tal foi o navio com o qual Danaüs passou à Grécia; tal foi o famoso navio que levou os heróis gregos a Colquida, [...]]]></description>
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		<title>COMPARAÇÃO DE MARCELO COM PELÓPIDAS</title>
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		<description><![CDATA[Plutarco &#8211; Vidas Paralelas COMPARAÇÃO DE MARCELO COM PELÓPIDAS Estes são os fatos que me pareceram mais dignos de memória, nas vidas de Pelópidas e de Marcelo, sendo seus costumes e suas naturezas, pensando bem, iguais e semelhantes, porque ambos foram valentes, laboriosos, magnânimos e corajosos. Poderia haver esta única diferença: Marcelo, em diversas cidades [...]]]></description>
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		<title>Resumo de Filosofia Grega &#8211; Terceiro Período</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 14:06:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. CAPITULO III TERCEIRO PERÍODO — (300 a. C. — 529 p. C.) 36. CARÁTER GERAL — Apesar dos esforços construtivos da escola estóica e epicuréia, este período assinala a decadência e a dissolução da filosofia grega. Os discípulos dos grandes mestres do período precedente [...]]]></description>
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		<title>Filosofia Grega &#8211; Período clássico: Sócrates, Platão e Aristóteles</title>
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		<description><![CDATA[Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. CAPÍTULO I I SEGUNDO PERÍODO — (450-300 &#945;. C.) 22.&#160;CARÁTER GERAL &#917; DIVISÃO — Neste período atinge a filosofia grega o apogeu do desenvolvimento. Surgem os seus maiores pensadores, que, vindicando os direitos da razão contra o ceticismo geral, constróem sobre bases mais sólidas [...]]]></description>
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		<title>Filosofia Grega &#8211; Noções de Filosofia</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 09:55:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>12.&#160;<strong>A FILOSOFIA NA GRÉCIA </strong>— &#34;O pequeno território da Hélade foi como o berço de quase todas as idéias que na filosofia, nas ciências, nas artes e em grande parte nas instituições vieram incorporar-se à civilização moderna&#34; (13). Providencialmente situado entre o Oriente asiático e a Europa ocidental, liberalmente aquinhoado pela natureza de eminentes dotes espirituais — fantasia criadora e raro poder de generalização — dotado de instituições sociais e políticas que estimulavam a iniciativa individual, o povo grego recolheu os materiais das grandes civilizações, que al-voreceram nos impérios da Ásia, trabalhou-os com o seu espírito sintético e artístico e, com eles, elevou este grandioso e soberbo monumento de cultura, objeto de imitação e admiração dos séculos posteriores.</p>
<p>A filosofia, sobretudo, medrou na Grécia como em terra nativa. Seus grandes gênios dominaram as gerações pelo vigor incontestável do pensamento. Pode mesmo afoitamente afirmar-se que não há, no campo da especulação, teoria moderna que não encontre o seu germe nas idéias de algum pensador grego.</p>
<p>Este grande movimento filosófico, que abrange um período de mais de dez séculos, segue a princípio uma direção centrípeta. Parte das numerosas colônias gregas da Itália e da Ásia Menor e converge para Atenas. Neste foco de cultura atinge, no século de Péricles, o fastígio de sua perfeição, para daí dispersar-se mais tarde e irradiar pelo mundo helenizado, fundindo-se e modificando-se em contato com as idéias cristãs e com outras correntes intelectuais do pensamento.</p>]]></description>
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		<title>COMPARAÇÃO DE ARISTIDES COM MARCOS CATÃO &#8211; Vidas Paralelas</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 01:15:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[COMPARAÇÃO DE ARISTIDES COM MARCOS CATÃO Plutarco &#8211; Vidas Paralelas Bem, agora que registramos por escrito os feitos mais notáveis e mais dignos de nota desses dois grandes personagens, queremos conferir toda a vida de um com toda a vida do outro. Não será, naturalmente, fácil discernir a diferença que existe entre eles, que se [...]]]></description>
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		<title>Aristides, o justo &#8211; estratego grego &#8211; por Plutarco</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 14:58:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>SUMÁRIO DA VIDA DE ARISTIDES</p>
<ul>
  <li><b>I. Origem de Aristides. Diferença de opiniões sobre sua fortuna.</b></li>
  <li><b>IV. Sua amizade por Clistênio e sua consideração para com Licurgo. Início e causas de sua inimizade com Temís-tocles.</b></li>
  <li><b> V. Princípios opostos de sua conduta. </b></li>
  <li><b>VII. Eqüidade de Aristides. </b></li>
  <li><b>X. Sua integridade no manejo das finanças. </b></li>
  <li><b>XI. Sua deferência para com Milcíades. </b></li>
  <li><b>XII. Seu valor e sua moderação na batalha de Maratona. </b></li>
  <li><b>XIV. Tempo de seu arcontado. </b></li>
  <li><b>XV. Sua justiça. Excelência do epíteto de Justo.</b></li>
  <li><b> XVI. É expulso devido aos enredos de Temístocles. </b></li>
  <li><b>XVII. Permanência deste uso em Atenas.</b></li>
  <li><b> XIX. Sua maneira de proceder diante deste caso. </b></li>
  <li><b>XXI. Aristides é chamado. Sua generosidade para com Temístocles. Sua entrevista. </b></li>
  <li><b>XXIII. Batalha de Salamina. </b></li>
  <li><b>XXVIII. Batalha de Platéia.</b></li>
  <li><b> XLIX. Divisão do espólio. </b></li>
  <li><b>LI. Aristides faz estabelecer as festas e jogos em Atenas. </b></li>
  <li><b>LII. Solenidade pública instituída para honrar a memória dos que morreram pela liberdade.</b></li>
  <li><b> LIII. Forma de governo em Atenas depois da batalha de Platéia. </b></li>
  <li><b>LIV. Projeto de Temístocles para aumentar o poder de Atenas, o qual, submetido a Aristides, é recusado por injusto. </b></li>
  <li><b>LV. A justiça de Aristides e a delicadeza de Cimon fazem perder à Lacedemônia seu principado sobre a Grécia. Altivez e orgulho de Pausânias, general dos lacedemònios. </b></li>
  <li><b>LVI. Os aliados da Grécia deixam o partido da Lacedemônia para tomar o de Atenas. </b></li>
  <li><b>LVII. Sentimentos nobres dos lacedemònios.</b></li>
  <li><b> LVIII. Taxa imposta por Aristides a todas as cidades da Grécia, por um consentimento unânime. Tempos felizes da Grécia. Aumento da taxa sob Péricles e depois de sua morte.</b></li>
  <li><b> LIX. Novas altercações entre Temístocles e Aristides.</b></li>
  <li><b> LX. Juramento de aliança dos povos da Grécia.   Aristides o pronuncia em </b><b>nome dos atenienses.</b></li>
  <li><b> LXI. Suas considerações políticas. Sua pobreza. </b></li>
  <li><b>LXIV. Sua moderação na desgraça de Temístocles.</b></li>
  <li><b> LXV. Morte de Aristides. </b></li>
  <li><b>LXVI. Seus funerais e o casamento de suas filhas a expensas do público.</b></li>
  <li><b> LXVII. Atos de humanidade da cidade de Atenas.</b></li>
</ul>
<p><b>Da 63.&#34; Olimpiada ate o 2.  ano da 78/' ou 467 A. C.</b></p>
<p><strong>ARISTIDES</strong></p>
<p>por Plutarco <em>in </em> Vidas Paralelas</p>
<p>Aristides, filho de Lisímaco, era de linhagem antióquida (1), do bairro de Alopece, mas quanto a seus bens e suas possibilidades, foram escritas, a respeito, várias histórias. Enquanto uns dizem que êle viveu toda a sua vida numa angustiante pobreza e deixou duas filhas, as quais, depois de sua morte ficaram muito tempo sem casar por não serem ricas, com o que a maioria dos historiados antigos está de acordo, Demétrio Falereu (2), no entanto, num livro que intitulou <b><i>Sócrates, </i></b>escreve o contrário e diz que teve conhecimento da existência de uma possessão, no bairro de Falaréia, que ainda chamam <b><i>a posse e terra de Aristides, </i></b>na qual o seu corpo está enterrado. E, além disso, para provar que sua casa era opulenta e rica, alegou tais indícios: primeiramente, que êle foi, durante um ano, preboste da cidade de Atenas, cargo que era denominado arconte epônimo (3), isto é, o que dá o seu nome ao ano em que funciona (4) e diz também que foi eleito por meio das favas, segundo o antigo uso dos atenienses, em cuja eleição não eram admitidos senão aqueles que eram tidos em mais alta conta pelo valor de seus bens, os quais chamavam em Atenas <b><i>pentacosiomcdimnos </i></b>(5), a saber, os que tinham de renda o valor de quinhentos <b><i>minots </i></b>(6) de trigo, ou daí para cima. Em segundo lugar alega que ele foi relegado ou banido do partido que se chama Ostracismo, do qual não se costumava expulsar os pobres, mas somente os nobres e os ricos, os quais a plebe invejava. Como terceiro e último argumento, afirma que deixou ao templo de Baco os vasos de três pés que comumente os empreendedores estavam acostumados a oferecer (7), sendo que estes empreendedores levantavam os prêmios nos jogos de comédias, tragédias e outros divertimentos, fazendo eles as despesas, e que os ditos vasos teriam sido doados por Aristides (8), sendo que se podia ler neles a seguinte inscrição: &#34;A linhagem antióquida levantou o prêmio, Aristides pagou as despesas e o poeta Arquestrato fêz representar suas comédias.&#34;</p>]]></description>
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		<title>Pelópidas, por  Plutarco</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 21:34:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><strong>SUMÁRIO DA VIDA DE PELÓPIDAS</strong></p>
<ul>
  <li><b>I. Reflexões sobre a temeridade e sobre o desprezo da morte. </b></li>
  <li><b>VI. Nascimento e nobreza de Pelópidas. Sua liberalidade. </b></li>
  <li><b>VII Seu casamento. </b></li>
  <li><b>VIII. Caracteres de Pelópidas e de Epaminondas. </b></li>
  <li><b>IX. Suas ligações e sua amizade. </b></li>
  <li><b>X. A autoridade é usurpada em Tebas pelos nobres, apoiados pelos lace-(lemônios que se apoderam da cidadela. Pelópidas é banido. </b></li>
  <li><b>XII. Sua ação em Atenas, para libertar a pátria. </b></li>
  <li><b>XIII. Conspiração. </b></li>
  <li><b>XIV. Sua execução. </b></li>
  <li><b>XXIV. Seu sucesso. Pelópidas e os principais conjurados são nomeados capitães da tropa sagrada e governadores da Beócia. </b></li>
  <li><b>XXV. Coragem desta proeza comparada com a de Trasíbulo, que libertou Atenas. </b></li>
  <li><b>XXVI. Os lacedemônios levam a guerra à Beócia. Os atenienses abandonam a parte dos tebanos. </b></li>
  <li><b>XXVII. Política de Pelópidas.</b></li>
  <li><b> XXIX. Os tebanos alcançam vantagens sobre os lacedemônios. Batalha de Tegire. Derrota dos lacedemônios.</b></li>
  <li><b> XXXIII. Origem da tropa sagrada. XXXVI. Cleômbroto, rei da Lacede-mônia, marcha contra os tebanos. </b></li>
  <li><b>XXXVII. Batalha de Leuctres. XL. Vitória de Epaminondas e de Pelópidas.</b></li>
  <li><b> XLI. Entram no Peloponeso, fazem revoltar a maioria dos povos contra os lacedemônios e vão atacar Esparta. </b></li>
  <li><b>XLIII. Tentativa de acusação contra Epaminondas e Pelópidas por não se terem demitido do cargo de governador a tempo. </b></li>
  <li><b>XLIV. Injustiça do orador Meneclides. Pelópidas o faz condenar.</b></li>
  <li><b>XLVII. A Tessália pede socorro contra Alexandre, tirano de Feres. Tebas envia-lhe Pelópidas. </b></li>
  <li><b>XLVIII. Passa na Macedónia para pacificar diferenças entre Ptolomeu e Alexandre, rei da Macedónia. </b></li>
  <li><b>XLIX. É enviado na qualidade de embaixador na Tessália, para enfrentar novas dificuldades que se haviam levantado.</b></li>
  <li><b> L. Alexandre, tirano de Feres, o faz prisioneiro. Lili. Tebas torna a pedir Pelópidas. Mau resultado e castigo dos deputados. Epaminondas marcha para libertar Pelópidas e o reconduz.    </b></li>
  <li><b>LIV.    É enviado como embaixador a</b> <b>Artaxerxes, rei da Pérsia.</b></li>
  <li><b> LV. Seu sucesso. </b></li>
  <li><b>LVII. A Tessália o solicita de novo para o opor aos vexames de Alexandre, tirano de Feres. </b></li>
  <li><b>LVIII. Chega a Farsale. LIX. Batalha onde Pelópidas é morto. </b></li>
  <li><b>LXI. Luto do exército.</b></li>
  <li><b> LXII. Pompa dos funerais. </b></li>
  <li><b>LXIV. Os tebanos fazem marchar um exército contra o tirano de Feres, que é obrigado a receber a lei. </b></li>
  <li><b>LXV. Alexandre é morto em uma conspiração formada por sua mulher.</b></li>
</ul>
<p><b>Do terceiro ano da nonagésima-nona Olimpíada até o primeiro da centésima-quarta, 364 anos antes de Jesus Cristo.</b></p>
<p><strong>PLUTARCO - VIDAS PARALELAS - PELÓPIDAS</strong></p>
<p>O antigo Catão, respondendo um dia a alguns que engrandeciam um personagem, arrojado além da medida e valente sem discreção nos perigos da guerra, disse que havia grande diferença entre estimar muito a virtude e pouco a vida. Isto foi sabiamente dito. A esse propósito, contam que o rei Antígono tinha a seu serviço um soldado, entre outros, muito temerário, mas, bem observado, via-se que era uma pessoa de aparência desagradável e com o físico bem gasto. O rei, perguntou-lhe, um dia, de onde procedia estar êle assim pálido e com aquela côr tão má. O soldado confessou-lhe que era devido a uma doença secreta que não ousava de boa vontade declarar. Ouvindo isso, o rei ordenou expressamente a seus médicos e cirurgiões que lhe avisassem do que se tratava e se havia algum meio de o curar e que empregassem toda rapidez e diligência que lhes fosse possível. Agiram eles, de tal maneira, que o soldado recuperou sua saúde, mas ficando curado não se mostrou mais tão amável companheiro nem tão ousado nos perigos da guerra como fazia antes, de maneira que Antígono mesmo, tendo percebido a mudança, chamou-o um dia, dizendo-lhe que se espantava bastante em ver uma tão grande transformação nele, a que o soldado, não tendo senão aquela ocasião, respondeu-lhe: — &#34;Vós me tendes, senhor, vós mesmo me tornastes menos corajoso o que eu não era, fazendo curar-me e tratar-me dos males pelos quais eu não tinha em conta minha vida&#34;.</p>
<p><strong>II</strong>. A isto se relaciona também o dito de um sibaritano (1), referindo-se à maneira de viver dos lacedemônios: — &#34;Que não era nada de mais se eles tinham grande desejo de morrer na guerra para se redimir de tanto trabalho e livrar-se de uma tão árdua e austera maneira de vida, como era a sua&#34;. Mas não é preciso admirar os sibaritanos, homens afeminados e fundidos em delícias e volúpias, se eles consideravam que aqueles que não temiam a morte pelo desejo que tinham de fazer o bem e pela afeição com que cumpriam o seu dever, mas que tivessem ódio da vida, era falso com relação aos lacedemônios, pois eles tornariam a viver e a morrer voluntariamente se isto fosse possível, no exercício da virtude, conforme o testemunho deste brasão funerário:</p>
<blockquote>
  <p>Estes mortos aqui não tiveram ainda desta vez<br />
    Que o seu morrer nem o seu viver<br />
    Foi belo e bom, mas souberam fazer bem<br />
    E um e o outro têm o direito em boa causa.</p>]]></description>
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		<title>PLUTARCO &#8211; COMPARAÇÃO ENTRE AS VIDAS DE PAULO EMÍLIO E TIMOLEON</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 12:04:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[PLUTARCO &#8211; VIDAS PARALELAS COMPARAÇÃO ENTRE AS VIDAS DE PAULO EMÍLIO E TIMOLEON Tais foram estes personagens, segundo o que se encontra nas suas histórias. É evidente que, conferindo um com o outro, não encontraremos muita diferença nem dissimilitude entre eles, pois as campanhas que conduziram foram contra grandes e famosos adversários, um contra os [...]]]></description>
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		<title>TIMOLEÃO &#8211; Plutarco &#8211; Vidas Paralelas</title>
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		<description><![CDATA[<p>SUMÁRIO DA VIDA DE TIMOLEON</p>
<ul>
  <li>I. Situação da Sicília. </li>
  <li>II. Invasão dos cartagineses. </li>
  <li>A Sicília pede socorro a Corinto. </li>
  <li>III. Corinto atende e Timoleon é enviado. </li>
  <li>IV. Nascimento e nobreza de Timoleon. Seu valor. </li>
  <li>V. Seus conselhos a Timófanes, seu irmão. </li>
  <li>VI. Timoleon sacrifica o amor fraternal ao amor da pátria. Morte de Timófanes. </li>
  <li>VII. Retiro de Timoleon. </li>
  <li>IX. Timoleon aceita a direção da guerra na Sicília. </li>
  <li>X. Sua partida.</li>
  <li> XII. Aborda em Régio. </li>
  <li> XIV. Timoleon engana os cartagineses e apodera-se de Tauro-mênio. </li>
  <li>XVII. A cidade de Adrane abre-lhe as portas e êle recebe as homenagens de outras cidades. </li>
  <li>XVIII. Dionísio, o Tirano, entrega-se a Timoleon. </li>
  <li>XX. Dionísio é enviado a Corinto. Sua vida particular. </li>
  <li>XXIV. Cerco do castelo de Siracusa por Icetes e pelos cartagineses.</li>
  <li> XXVIII. Timoleon apodera-se de Messina. </li>
  <li>XXX. Fuga de Magon, general dos cartagineses. </li>
  <li>XXXI. Timoleon apodera-se da cidade de Siracusa. </li>
  <li>XXXII. Destruição do castelo e de tudo o que pertenceu aos, tiranos.</li>
  <li> XXXIII. Restabelecida a liberdade na Sicília. </li>
  <li>XXXIV. Os cartagineses tentam nova investida. </li>
  <li>XXXV. Nova vitória de Timoleon. </li>
  <li>XXXIX. Despojos de guerra enviados a Corinto. </li>
  <li>XLIII. Icetes é aprisionado e condenado. </li>
  <li>XLIV. Submetem-se os remanescentes da tirania na Sicília. </li>
  <li>XLVI. Reconhecimento da ilha a Timoleon. </li>
  <li>XLVII. Timoleon passa a residir na Sicília. </li>
  <li>XLIX. Timoleon perde a vista.</li>
  <li> L. Honras que Siracusa lhe presta. Sua morte e seus funerais. </li>
  <li>LII. O monumento denominado &#171;Timoleontium&#187;.</li>
</ul>
<p>Antes da 103ª Olimpíada até o 4.&#34; ano da 110.&#34;, 337 A. C. Comparação de Timoleon e Paulo Emílio.</p>
<P class="titulo">Plutarco - Vidas Paralelas</P>
<p class="titulo">TIMOLEON - Τιμολέων), </p>
<p>A situação dos siracusanos, antes de Timoleon ser enviado à Sicília, era deplorável. Tinha sido assassinado a traição o patriota Dion, que havia conseguido derrubar e expulsar o tirano Dionísio (1), seguindo-se um período de desorientação e desatinos, pois mesmo aqueles que haviam auxiliado na conquista da liberdade, agora se dividiam e se hostilizavam mutuamente. A cidade, mudando de governo continuamente, sem qualquer segurança administrativa, assistindo' a ascensão e derrocada de novas tiranias, como que se tornou o alvo de toda a sorte de calamidades. Pouco faltou para que não ficasse inteiramente despovoada. Toda a Sicília, aliás, se encontrava em condições semelhantes, com as suas cidades destruídas pela guerra e o que restava de pé encontrava-se em poder dos bárbaros e outros estrangeiros, na maioria gente que, em virtude mesmo das diferenças de nacionalidade, não poderia formar uma coletividade unida. Isto criou justamente o clima propício a usurpações e arremetidas contra o poder constituído, que assim vacilava, sem qualquer firmeza ou estabilidade.</p>]]></description>
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		<title>COMPARAÇÃO ENTRE DEMÉTRIO E MARCO ANTÔNIO</title>
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		<description><![CDATA[Plutarco &#8211; Vidas Paralelas COMPARAÇÃO ENTRE DEMÉTRIO E ANTÔNIO Sendo que um e outro, isto é, Demétrio e Antônio tenham em comum isto, que ambos foram sujeitos às mesmas mudanças e grandes variedades de fortuna, consideremos agora qual foi e de onde veio o poder de um e de outro, e como eles chegaram a [...]]]></description>
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		<title>Paralelo entre PÉRICLES  E  FÁBIO  MÁXIMO</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 13:34:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[PLUTARCO: VIDAS PARALELAS. A COMPARAÇÃO ENTRE PÉRICLES E FÁBIO MÁXIMO É isso o que se encontra escrito a respeito dessas duas grandes personagens. E como acontece terem ambas deixado belos exemplos de virtude, tanto em assunto de guerra como de governo, comecemos a confrontá-los. Péricles, em primeiro lugar, veio à direção dos negócios de sua [...]]]></description>
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		<title>COMPARAÇÃO DE FÓCION COM CATÃO DE ÚTICA &#8211; Vidas Paralelas de Plutarco</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 05:43:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[COMPARAÇÃO DE FÓCION COM CATÃO DE ÚTICA por Du Haillan Adendo moderno &#224;s vidas Paralelas de Plutarco na edi&#231;&#227;o de Amyot. Se alguém se desse ao trabalho de comparar Fócion e Catão com todos os ilustres gregos e romanos, eu me capacitaria de que esses dois personagens levantariam sempre o prêmio, medindo as coisas com [...]]]></description>
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		<title>COMPARAÇÃO DE POMPEU COM AGESILAU &#8211; Plutarco</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 23:29:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Plutarco &#8211; Vidas Paralelas COMPARAÇÃO DE POMPEU COM AGESILAU Tendo assim exposto as vidas de Agesilau e de Pompeu, vamos agora conferi-las juntas, tocando ligeiramente nas diferenças que há entre os dois, que são as seguintes: a primeira é que Pompeu alcançou a sua glória e poder por uma via muito justa, tendo ele mesmo [...]]]></description>
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