<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Consciência &#187; Søren Kierkegaard</title>
	<atom:link href="http://www.consciencia.org/temas/kierkegaard/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.consciencia.org</link>
	<description>Filosofia e Ciências Humanas</description>
	<lastBuildDate>Sat, 11 Feb 2012 17:16:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>A angústia e o existencialismo</title>
		<link>http://www.consciencia.org/a-angustia-e-o-existencialismo</link>
		<comments>http://www.consciencia.org/a-angustia-e-o-existencialismo#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 17:38:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ernesto Rose</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blaise Pascal]]></category>
		<category><![CDATA[Existencialismo & Fenomenologia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Heidegger]]></category>
		<category><![CDATA[Jean-Paul Sartre]]></category>
		<category><![CDATA[Nietzsche]]></category>
		<category><![CDATA[Søren Kierkegaard]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Schopenhauer]]></category>
		<category><![CDATA[assim falava zaratustra]]></category>
		<category><![CDATA[blaise pascal]]></category>
		<category><![CDATA[católico]]></category>
		<category><![CDATA[Edmund Husserl]]></category>
		<category><![CDATA[existencialismo]]></category>
		<category><![CDATA[existencialismo sartre]]></category>
		<category><![CDATA[fenomenologia]]></category>
		<category><![CDATA[História da Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[jaspers]]></category>
		<category><![CDATA[jean paul sartre]]></category>
		<category><![CDATA[manuais de filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Heidegger]]></category>
		<category><![CDATA[peças de teatro]]></category>
		<category><![CDATA[pensadores]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos de pascal]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos de sartre]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[remissão dos pecados]]></category>
		<category><![CDATA[senso comum]]></category>
		<category><![CDATA[Ser e tempo]]></category>
		<category><![CDATA[soren aabye kierkegaard]]></category>
		<category><![CDATA[Zaratustra]]></category>
		<category><![CDATA[“Assim Falou Zaratustra”.]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.consciencia.org/?p=12287</guid>
		<description><![CDATA[  <H2> A angústia e o existencialismo </H2>
  
    <H4> Ricardo Ernesto Rose <br />
    Jornalista e Licenciado em Filosofia </H4>
    <blockquote>
      <p> “Que o homem, voltado para si próprio, considere o que é diante do que existe; que se encare como um ser extraviado neste canto afastado da natureza, e que, da pequena cela onde se acha preso, isto é, do universo, aprenda a avaliar em seu valor exato a terra, os reinos, as cidades e ele próprio. Que é um homem dentro do infinito?  -  Blaise Pascal,<em> Pensamentos </em></p>
    </blockquote>
    <H4>&#160;</H4>
    <H4> A palavra “angústia” é um termo relativamente recente no linguajar filosófico. Não é possível identificar exatamente sua origem, mas parece ter sido utilizado pela primeira vez em seu sentido atual na obra “<em>O conceito de angústia&#34;</em>, de <strong>Sören Kierkegaard</strong>, em 1844. A palavra passou a ser cada vez mais empregada pelos filósofos voltados aos problemas humanos em sua essência e foi traduzida para diversas línguas. Sartre e outros franceses falam em <em>angoisse</em>, Heidegger; Jaspers e outros alemães utilizam a palavra <em>Angst </em>(que também quer dizer medo); Abbagnano em sua &#34;Introdução ao Existencialismo” usa a palavra <em>angoscia</em>; e John Macquarrie, filósofo e teólogo escocês, prefere em sua obra <em>“Existentialism”</em> o termo <em>anxiety</em> ao invés de <em>dread</em>; esta, segundo ele, palavra mais relacionada com medo do que com angústia. </H4>
<P> A palavra, com a acepção moderna que tem nas línguas ocidentais, não era conhecida pela filosofia grega com o mesmo sentido. Foram necessários dois mil e quinhentos anos de metafísica e cristianismo, para que o homem ocidental desenvolvesse a consciência para a qual a palavra angústia – e tudo que o termo implica sob o aspecto psicológico, emocional, social e filosófico – tivesse o significado que lhe damos na modernidade. O monoteísmo; a metafísica; os conceitos de individualidade, de liberdade individual e de responsabilidade; foram idéias – paradigmas culturais – que levaram à formação da idéia de angústia. </P>]]></description>
		<wfw:commentRss>http://www.consciencia.org/a-angustia-e-o-existencialismo/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A ETERNA BUSCA DO HOMEM EM SI MESMO</title>
		<link>http://www.consciencia.org/a-eterna-busca-do-homem-em-si-mesmo</link>
		<comments>http://www.consciencia.org/a-eterna-busca-do-homem-em-si-mesmo#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 11:28:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Fortunato Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Søren Kierkegaard]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Abraão]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
		<category><![CDATA[Comte]]></category>
		<category><![CDATA[cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[espírito]]></category>
		<category><![CDATA[existencialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Hegel]]></category>
		<category><![CDATA[História da Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Necessidade]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[possibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[sonhador]]></category>
		<category><![CDATA[soren aabye kierkegaard]]></category>
		<category><![CDATA[subjetividade]]></category>
		<category><![CDATA[subjetivismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.consciencia.org/a-eterna-busca-do-homem-em-si-mesmo</guid>
		<description><![CDATA[A ETERNA BUSCA DO HOMEM EM SI MESMO &#160; Lucas Fortunato Carneiro [1] Prof. Ms. Gilzane Naves RESUMO: A discussão desenvolvida neste trabalho envolve uma realidade muito presente hoje, a da angústia e o desespero. O que seriam estes dois conceitos aplicados no atual ser humano e na sua concepção de mundo ? O filósofo [...]]]></description>
		<wfw:commentRss>http://www.consciencia.org/a-eterna-busca-do-homem-em-si-mesmo/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

