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	<title>Consciência &#187; Lógica, Epistemologia e Filosofia da Linguagem</title>
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		<title>Resenha do livro A caminho da linguagem, de Martin Heidegger</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 15:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Kahlmeyer-Mertens</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sob o título de A caminho da linguagem (Unterwegs zur Sprache), encontramos alguns dos textos de maturidade do filósofo alemão Martin Heidegger apresentados na forma de conferências ou redigidos como ensaios durante a década de 1950 (estes, reunidos tal como sua primeira publicação em 1959). Nestes escritos temos Heidegger ocupado em tratar a linguagem como questão do pensamento comprometido com a verdade. Contudo, este problema no momento aparece de maneira diversa daquela presenciada nos escritos da década de 1920, como em Ser e tempo, um de seus principais livros (no qual Heidegger ainda operava com o método fenomenológico, tratando a linguagem como algo ainda sobreedificado à noção de verdade). Em A caminho da linguagem, encontramos um reposicionamento do autor diante de sua compreensão feita; apontando a linguagem como a essência originária da verdade e abertura de sentido ao homem.]]></description>
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		<title>OS MISTÉRIOS DO PENSAMENTO</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 13:18:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henry Thomas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<P>A máquina pensante - A magia da memória  - Curiosidades da psicologia - Mesmerismo - Hipnotismo - Telepatia - Sonhos - Modernos pesquisadores do pensamento - Freud - Jung - Pavlov - João B. Watson</P>
<p>O CÉREBRO humano é uma maravilhosa máquina pensante. Toma simples sensações e as transforma em pensamentos complexos. Como se faz isto? O processo é perfeitamente simples quando o analisais. Há dentro de nosso corpo um grupo de nervos, ou fios telefônicos. Estes nervos estão recebendo constantemente toda a casta de mensagens através dos vários sentidos: vista, ouvido, tacto, gosto, e olfato. Eles transportam as mensagens, ou sensações, ao cérebro, que por sua vez escolhe as que são mais fortes, agrupa-as, classifica-as e arranja-as em ordem lógica e... pronto, nasceu um pensamento.</p>
<p>Mas isto é apenas a metade da história. Logo que o pensamento é formado, começa a estimular outro grupo de nervos. Este grupo leva o pensamento do cérebro aos músculos do corpo, e o pensamento é assim traduzido em ação.</p>]]></description>
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		<title>Breve Reflexão Sobre a Trajetória Intelectual de Johannes Kepler E AS FUNDAÇÕES DA ASTRONOMIA MODERNA</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 17:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessando Arlindo de Oliveira Assunção</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
O astrônomo e matemático alemão Johannes Kepler é notoriamente conhecido por elaborar as três leis dos movimentos planetários que revolucionaram toda uma cosmologia que vigorou desde aproximadamente o século II aos Seiscentos. Kepler, num período envolto em conflitos religiosos entre católicos e protestantes, lançou as bases da astronomia moderna interpretando os fenômenos celestes a partir de causas físicas. Advogou ao longo de sua vida a favor do heliocentrismo de Nicolau Copérnico em oposição ao geocentrismo aristotélico-ptolomaico. Partindo destes pressupostos, este trabalho pretende fazer uma breve reflexão sobre a trajetória intelectual de Johannes Kepler e as fundações da astronomia moderna. 



Palavras-Chave: Cosmologia. Geocentrismo. Heliocentrismo. Astronomia. Física. Conflitos Religiosos. Católicos. Protestantes. Kepler. ]]></description>
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		<title>O MÉTODO DE ANÁLISE  EM DESCARTES &#8211; DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS À CONSTITUIÇÃO  DO SISTEMA DO CONHECIMENTO</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 11:56:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>César Augusto Battisti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ebook de livro universitário de filosofia em versão digital enviada pelo autor.
Este livro discute a velha questão do método cartesiano a partir de uma perspectiva pouco explorada: a da tradição dos praticantes do méto-do de análise, solucionadores de pro-blemas matemáticos. 
Após aproximar o modo de produção dos geômetras antigos e algebristas modernos ao de Descartes, o texto percorre a obra car-tesiana para mostrar como o filósofo se filia a essa tradição e de que forma constrói sua concepção metodológica. 
Contrabalançando reflexões sobre o método e ilustrações de sua atu-ação, ganha sentido também a tese sobre a sua abrangência univer-sal.
Não há como negar uma visão diferente sobre a filosofia de Descartes.
 
César Augusto Bat-tisti é Doutor em Filosofia pela Uni-versidade de São Paulo (USP), tendo realizado parte de seus estudos na Université Paris VII, França (Doutorado-Sanduíche). Professor do Curso de Filosofia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Campus de Toledo, possui trabalhos publicados e em fase de publicação sobre Descartes e sobre a história do método de a-nálise. Atualmente, está traduzindo o Monde de Descartes.]]></description>
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		<title>Resumo de teorias epistemológicas</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edivan Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  <p>A
    inferência pode ser dedutiva, <i>a posteriori</i>, em que suas conclusões se
    baseiam ou em algo que ou é certeza ou probabilidade. Ela não assume um caráter
    de meio termo. </p>
  <p>Enquanto
    que a inferência indutiva, não está baseada em extremos, ou 100% ou 0,0%. A
    indutiva pode haver graus de probabilidade de 1,0% a 99%. Podendo ser justiçada
    com o meio termo. Na Inferência Indutiva, temos conclusões com verdades
    contingentes. Enquanto na dedutiva, necessárias.</p>]]></description>
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		<title>Ceticismo Acadêmico e  ceticismo pirrônico &#8211; História da Filosofia na Antiguidade – Hirschberger</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 12:34:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Johannes Hirschberger</dc:creator>
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		<description><![CDATA[História da Filosofia na Antiguidade – Hirschberger

A. A Média e Nova Academia

Os h o m e n s da Academia

Distinguimos, ao lado da antiga Academia (v. pág. 174), ainda uma média, cujos principais representantes são Arcesilau (315 até 241 a. C.) e Carnéades (214-129 a.C); e uma nova Academia, com Filo de Larissa, que veio para Roma em 87. a.C. e aliciou ali Cícero para a sua escola, e Antíoco de Ascalão, a quem Cícero ouviu em Atenas em 79 a.C.]]></description>
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		<title>A primazia do uso consciente da tecnologia</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 02:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao declararmos a primazia do uso consciente da tecnologia, é comum perceber entre a maioria das pessoas, a ausência de um despertar do sentido real intrínseco em tal declaração; e quando surge qualquer sinal de despertamento, manifesta-se um sentido equívoco de conceitos, ou seja, um sentido eivado de concepção mitológica do que seja “consciência” e “tecnologia”.]]></description>
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		<title>O   Conhecimento Abstrativo em Duns Escoto</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2009 22:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Ignacio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A procura pelo conhecimento necessário em um mundo dominado pela
contingência é o que caracteriza a filosofia de Duns Escoto. A ciência tal como
a conhecemos vulgarmente toma a probabilidade pelo todo, e é a desconstrução
desse tipo de conhecimento e o alcance de uma ciência verdadeira o intuito
deste filósofo medieval.]]></description>
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		<title>ARGUMENTOS POPPERIANOS EM FAVOR DO INDETERMINISMO CIENTÍFICO</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 03:39:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Luís Teixeira de Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ARGUMENTOS POPPERIANOS EM FAVOR DO INDETERMINISMO CIENTÍFICO Ronaldo Pimentel* e Tiago Luis T. Oliveira** &#160; Introdução                A discussão determinismo versus indeterminismo sempre foi debatida na história da filosofia. E muitos dos argumentos em favor do determinismo partiram da eficácia da ciência na previsão de eventos.  O sucesso da mecânica newtoniana e das leis de [...]]]></description>
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		<title>Análise do sentido e do significado do uso no domínio da linguagem nas &#8220;Investigações Filosóficas&#8221; de Wittgenstein</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 03:15:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jaime Soares</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A análise das “Investigações
Filosóficas” de Wittgenstein, pressupõe à partida, um retrocesso à obra que se
apresenta anteriormente a esta, “O Tratado Lógico-Filosófico” e que tem no
sentido das soluções preconizadas pelo autor, a maior importância]]></description>
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		<title>SKEPTICISM &#8211; The Encyclopedia of Philosophy</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 19:52:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[SKEPTICISM, as a critical philosophical attitude, questions the reliability of the knowledge claims raised by philosophers and others. Originally the Creek term skeptikos meant "inquirers." Philosophical skeptics have been engaged in inquiry into alleged human achievements in different fields lo see if any knowledge has been or could be gained by them]]></description>
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		<title>REALISM &#8211; The Encylopedia of Philosophy</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 03:28:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[REALISM. K. J. Hirst Verbete da &#34;The Encyclopedia of Philosophy&#34; &#8211; Paul Edward, Editor in Chief. vol VII. Collier Macmillan Publishers, London. &#160; In the early history of philosophy, particulary in medieval thought, the term &#34;realism&#34; was used, in opposition to nominalism, for the doctrine that universals have a real, objective existence. In modern philosophy, [...]]]></description>
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		<title>A Historícidade da Razão e a Origem do Conhecimento Metódico</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 03:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vieira Pinto Arnaldo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A historícidade da razão. Gênese e essência da razão. A origem da
atitude metódica. As fases da evolução do <i>método, até </i>a fase final
racional, consciente. Características da atitude metódica formal. Passagem do
modo formal ao dialético de interpretar o surgimento do método, e a questão da
origem das idéias. A origem da teoria do conhecimento e sua compendiação com
caráter metódico. Ingenuidade das concepções metafísicas e valor crítico da
teoria dialética. A função da sociedade na teoria do conhecimento.]]></description>
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		<title>CONSOLANDO O ESPECIALISTA &#8211; PAUL FEYERABEND</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 20:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paul Feyerabend</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CONSOLANDO O ESPECIALISTA1 PAUL FEYERABEND University of California, Berkeley Tradução de Octavio Mendes Cajado. Fonte: Atas do Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência, Londres 1965 &#34;Há anos venho enforcando gente, mas nunca vi tamanho estardalhaço.&#34; (Observação feita por Edward &#34;Lofty&#34; Milton, carrasco em meio-expediente, na Rodésia, por ocasião das demonstrações contra a pena de morte.) [...]]]></description>
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		<title>A CIÊNCIA NORMAL E SEUS PERIGOS &#8211; Karl Popper</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 01:33:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karl Popper</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; A CIÊNCIA NORMAL E SEUS PERIGOS KARL POPPER London School of Economics Tradução de Octávio Mendes Cajado. Fonte: A Crítica do Desenvolvimento do Conhecimento, Editoria Cultrix, 1979 Extraído das atas do Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência (Londres, 1965) &#160; A crítica do Professor Kuhn às minhas opiniões sobre ciência é a mais interessante [...]]]></description>
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		<title>LÓGICA DA DESCOBERTA OU PSICOLOGIA DA PESQUISA? &#8211; Thomas Kuhn</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 02:27:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thomas Kuhn</dc:creator>
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		<description><![CDATA[LÓGICA DA DESCOBERTA OU PSICOLOGIA DA PESQUISA?1 THOMAS S. KUHN Princeton University Tradução de Octávio Mendes Cajado. Fonte: A Crítica do Desenvolvimento do Conhecimento, Editoria Cultrix, 1979 Extraído das atas do Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência (Londres, 1965) Meu objetivo nestas páginas é justapor o ponto de vista sobre o desenvolvimento científico esboçado em [...]]]></description>
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		<title>UMA ANÁLISE DA CONCEPÇÃO DE INTENCIONALIDADE DA MENTE DE JOHN R. SEARLE,</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 04:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Canal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[download id="43"] UMA ANÁLISE DA CONCEPÇÃO DE INTENCIONALIDADE DA MENTE DE JOHN R. SEARLE UFSJ – Universidade Federal de São João del-Rei Novembro de 2006 RODRIGO CANAL &#160; UMA ANÁLISE DA CONCEPÇÃO DE INTENCIONALIDADE DA MENTE DE JOHN R. SEARLE Trabalho apresentado à Coordenadoria do Curso de Filosofia da UFSJ, como exigência para a obtenção [...]]]></description>
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		<title>Karl Popper &#8211; Lógica da Pesquisa Científica &#8211; Fichamento do cap. 1</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 03:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Duclós</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fichamento do Capítulo I do livro A lógica da pesquisa científica - Karl Popper Miguel DuclósOriginalmente apresentado na FFLCH/USP Biografia Karl Popper nasceu em 1902 em Viena. Seu pai era doutor em direito e se interessava por filosofia. Ele e o amigo de Karl o influenciaram na curiosidade filosófica. No ano de 1918, Karl Popper [...]]]></description>
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		<title>O problema dos universais em Pedro Abelardo</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 06:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Duclós</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trabalho Originalmente Apresentado para a FFLCH/USP

"Reflitamos primeiramente a respeito da causa comum. Cada um dos homens, distintos uns dos outros, embora difiram tanto pelas próprias essências quanto pelas formas - como lembramos acima ao investigarmos a física da coisa - se reúnem naquilo que são homens" (ABELARDO, Lógica Para Principiantes, pg.61)

1 - Escopo do trabalho

O problema que se coloca nesse trecho resume a temática da querela dos Universais, discussão central na filosofia medieval, da qual se ocuparam diversos autores além de Abelardo num grande período de tempo. Trataremos aqui, de forma compacta, de alguns aspectos dos universais e da visão de Abelardo sobre o tema. A questão dos universais é primeiramente enunciada a partir da Isagoge de Porfírio. Isagoge é o termo grego para "introdução". Trata-se de uma introdução às categorias de Aristóteles, que como o filósofo mais importante e de maior alcance, era objeto constante de comentários, debates e glosas. Averróis, por exemplo, era conhecido como O comentador e escreveu dezenas de obras sobre o filósofo. Porém ele é de uma geração posterior a Abelardo, viveu entre 1126 e 1198, enquanto Abelardo viveu entre 1079 e 1142. Nesse período de tempo a obra de Aristóteles se difundiu consideravelmente. A geração de Abelardo conhecia Aristóteles principalmente através das traduções de Boécio para o latim de duas únicas obras, referentes ao corpo da lógica no sistema: Categorias e De Interpretatione. Estas, juntamente com outros cinco textos (além de Isagoge, De syllogismo categórico, De syllogismo hypothetico, De diffèrentiis topicis and De divisione do próprio Boécio) são as fontes primárias da lógica de Abelardo. Abelardo sabia muito pouco grego, e, não obstante fazer breves referências a outros trabalhos como os Argumentos Sofísticos e os Primeiros Analíticos, nada indica que tenha conhecido as grandes obras sobre a moral, a física e a metafísica.]]></description>
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		<title>A mudança de Paradigma</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 04:24:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoelito Soares</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A mudança de Paradigma &#160;&#160;&#160; Manoelito Antonio Soares Filho&#160;&#160; S&#227;o Paulo 2007 Sumário Introdução&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-03 O que é um Paradigma&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-04 A Revolução Cientifica&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;04 Lutero e a Reforma Protestante&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;05 O Idealismo Antigo&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;06 Descartes e sua “Dúvida Metódica”&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-07 Descartes “O Cogito”&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;07 Conseqüências do Cogito&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;08 e 09 Conclusão&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;10 Bibliografia&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;11 Introdução Desde a antiguidade preocupa-se o homem em desvendar o [...]]]></description>
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		<title>A estrutura dos estados intencionais na teoria da intencionalidade de Searle: breve introdução</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Dec 2006 00:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Canal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ESTRUTURA DOS ESTADOS INTENCIONAIS NA TEORIA DA INTENCIONALIDADE DE SEARLE: BREVE INTRODUÇÃO* POR: Ac. Rodrigo Canal (COFIL-UFSJ) ORIENTADOR: Prof. Dr. Florêncio de Souza Paz (DFIME-UFSJ) CO-ORIENTADOR: Prof. Dr. Paulo César de Oliveira (DFIME-UFSJ) Resumo: J. R. Searle (1932) é professor da Universidade de Berkeley (Califórnia), e hoje um dos principais representantes da Filosofia da [...]]]></description>
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		<title>A CIÊNCIA E AS CIÊNCIAS  &#8211;  Curso de Filosofia de Jolivet</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 20:36:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Régis Jolivet</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Curso de Filosofia &#8211; Régis Jolivet Cap&#237;tulo Terceiro A&#160; CI&#202;NCIA E AS&#160; CI&#202;NCIAS Art. I.&#160;&#160;&#160; NO&#199;&#195;O DA&#160; CI&#202;NCIA 46&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; 1.&#160;&#160;&#160; Defini&#231;&#227;o. &#8212; Devemos aqui precisar&#160; a no&#231;&#227;o da ci&#234;ncia dada no in&#237;cio deste livro&#160; (1). O termo ci&#234;ncia &#233; encarado de um ponto-de-vista objetivo e de um ponto-de-vista subjetivo. a)&#160;&#160;&#160;&#160; Objetivamente, a ci&#234;ncia &#233; um [...]]]></description>
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		<title>DO MÉTODO EM GERAL  &#8211;  Curso de Filosofia de Jolivet</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 20:34:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Régis Jolivet</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Curso de Filosofia &#8211; Régis Jolivet Cap&#237;tulo Segundo DO M&#201;TODO EM GERAL ART.&#160;&#160;&#160; I.&#160;&#160;&#160; NO&#199;&#195;O DO M&#201;TODO I.&#160;&#160;&#160; Defini&#231;&#227;o. &#8212; No&#160;&#160; seu&#160; sentido&#160;&#160; mais&#160; geral,&#160;&#160; o&#160;&#160; m&#233;todo e a ordem que se deve impor aos diferentes processos necess&#225;rios para atingir um fim dado. Se nos colocamos no ponto-de-vista do conhecimento dir-se-&#225;,&#160; com Descartes, que o [...]]]></description>
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		<title>LÓGICA MATERIAL  &#8211;  Curso de Filosofia de Jolivet</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 20:33:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Curso de Filosofia &#8211; Régis Jolivet SEGUNDA PARTE L&#211;GICA MATERIAL 1. Defini&#231;&#227;o. &#8212; Ap&#243;s ter estudado as leis que asseguram a retid&#227;o do racioc&#237;nio, quer dizer, a conformidade do pensamento consigo mesmo, temos de nos perguntar a que condi&#231;&#245;es o pensamento deve satisfazer para ser n&#227;o apenas correto, mas ainda verdadeiro, isto &#233;, conforme aos [...]]]></description>
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		<title>O RACIOCÍNIO E O ARGUMENTO  &#8211;  Curso de Filosofia de Jolivet</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 20:30:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Curso de Filosofia &#8211; Régis Jolivet Cap&#237;tulo Terceiro O RACIOC&#205;NIO E O ARGUMENTO ART.&#160;&#160; I.&#160;&#160; DEFINI&#199;&#213;ES 1.&#160;&#160;&#160;&#160; O racioc&#237;nio, em geral, &#233; a opera&#231;&#227;o pela qual o esp&#237;rito, de duas ou mais rela&#231;&#245;es conhecidas, conclu&#237; uma outra rela&#231;&#227;o que desta decorre logicamente. Como, por outro lado, as rela&#231;&#245;es s&#227;o expressas pelos ju&#237;zos, o racioc&#237;nio pode [...]]]></description>
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		<title>Lógica Formal e Material  &#8211;  Curso de Filosofia de Jolivet</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 17:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Régis Jolivet</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Curso de Filosofia &#8211; Régis Jolivet LIVRO&#160;&#160;&#160; 1 L&#211;GICA L&#211;GICA FORMAL &#8212; L&#211;GICA MATERIAL L&#211;GICA PRELIMINARES Art.&#160;&#160;&#160; I.&#160;&#160;&#160; DEFINI&#199;&#195;O DA L&#211;GICA O termo &#34;l&#243;gica&#34; vem de uma palavra grega que significa raz&#227;o, A L&#243;gica &#233;, de fato, a ci&#234;ncia das leis ideais do pensamento, e a arte de aplic&#225;-las corretamente &#224; procura e &#224; demonstra&#231;&#227;o [...]]]></description>
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		<title>HEMPEL E O CRITÉRIO EMPIRISTA DE SIGNIFICADO</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2006 04:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josailton Fernandes de Mendonça</dc:creator>
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		<description><![CDATA[HEMPEL E O CR&#205;TERIO EMPIRISTA DE SIGNIFICADO por Josailton Fernandes de Mendon&#231;a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte &#8211; UERN&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; 1) O problema da significa&#231;&#227;o na linguagem cientifica &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Um dos fatos importantes da linguagem e mais especificamente da linguagem cient&#237;fica &#233; o de que &#233; poss&#237;vel construir senten&#231;as gramaticalmente corretas mas, n&#227;o [...]]]></description>
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		<title>Essência do mundo e essência da proposição</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2003 04:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Tadeu Garcia Jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ess&#234;ncia do mundo e ess&#234;ncia da proposi&#231;&#227;o. por Gilberto Tadeu Garcia Junior Trabalho feito originalmente para a cadeira de Filosofia dA L&#243;gica &#8211; FFLCH - USP, professor Luiz Henrique Lopes dos Santos. &#160; &#160;&#160;&#160;&#160; O que &#233; o mundo? &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;O mundo &#233; a totalidade dos fatos e n&#227;o das coisas. O mundo s&#227;o os fatos [...]]]></description>
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		<title>O desenvolvimento da ciência em Thomas Kuhn</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Feb 2001 03:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel Maia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O desenvolvimento da Ci&#234;ncia em Thomas Kuhn por Isabel M&#170; Magalh&#227;es R.L. Santos Maia 1- Introdu&#231;&#227;o 2- Paradigmas e ci&#234;ncia normal 3- Crise e revolu&#231;&#227;o 4- Conclus&#227;o 5- Notas 6- Bibliografia 1- Introdu&#231;&#227;o T. Kuhn constitui um marco importante na perspectiva do desenvolvimento cient&#237;fico na medida em que se op&#245;e a uma concep&#231;&#227;o de ci&#234;ncia [...]]]></description>
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		<title>As teorias da significação segundo Alsting e a crítica de Hacking</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2000 04:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Duclós</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As teorias da significa&#231;&#227;o segundo Alston e a cr&#237;tica de Hacking. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; por Miguel Ducl&#243;s Trabalho feito originalmente para a cadeira de Filosofia da Linguagem, professor Armando Manoel de Mora. &#160; &#160; &#160;&#160;&#160;&#160; A sem&#226;ntica &#233; a parte da lingu&#237;stica que trata da rela&#231;&#227;o entre os signos e o real, e do estudo hist&#243;rico do [...]]]></description>
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