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	<title>Consciência &#187; Blaise Pascal</title>
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		<title>CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 15:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oliveira Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oliveira Lima CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR (2 ou 24 de julho?) Ao Dr. Mario Mello O Dr. Pereira da Costa, que é o mestre de todos os que estudamos a história pernambucana, chamou há dias minha atenção para o seu trabalho publicado no tomo XIII da Revista do lnstituto Arqueológico sobre o dia preciso em que [...]]]></description>
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		<title>A angústia e o existencialismo</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 17:38:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ernesto Rose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  <H2> A angústia e o existencialismo </H2>
  
    <H4> Ricardo Ernesto Rose <br />
    Jornalista e Licenciado em Filosofia </H4>
    <blockquote>
      <p> “Que o homem, voltado para si próprio, considere o que é diante do que existe; que se encare como um ser extraviado neste canto afastado da natureza, e que, da pequena cela onde se acha preso, isto é, do universo, aprenda a avaliar em seu valor exato a terra, os reinos, as cidades e ele próprio. Que é um homem dentro do infinito?  -  Blaise Pascal,<em> Pensamentos </em></p>
    </blockquote>
    <H4>&#160;</H4>
    <H4> A palavra “angústia” é um termo relativamente recente no linguajar filosófico. Não é possível identificar exatamente sua origem, mas parece ter sido utilizado pela primeira vez em seu sentido atual na obra “<em>O conceito de angústia&#34;</em>, de <strong>Sören Kierkegaard</strong>, em 1844. A palavra passou a ser cada vez mais empregada pelos filósofos voltados aos problemas humanos em sua essência e foi traduzida para diversas línguas. Sartre e outros franceses falam em <em>angoisse</em>, Heidegger; Jaspers e outros alemães utilizam a palavra <em>Angst </em>(que também quer dizer medo); Abbagnano em sua &#34;Introdução ao Existencialismo” usa a palavra <em>angoscia</em>; e John Macquarrie, filósofo e teólogo escocês, prefere em sua obra <em>“Existentialism”</em> o termo <em>anxiety</em> ao invés de <em>dread</em>; esta, segundo ele, palavra mais relacionada com medo do que com angústia. </H4>
<P> A palavra, com a acepção moderna que tem nas línguas ocidentais, não era conhecida pela filosofia grega com o mesmo sentido. Foram necessários dois mil e quinhentos anos de metafísica e cristianismo, para que o homem ocidental desenvolvesse a consciência para a qual a palavra angústia – e tudo que o termo implica sob o aspecto psicológico, emocional, social e filosófico – tivesse o significado que lhe damos na modernidade. O monoteísmo; a metafísica; os conceitos de individualidade, de liberdade individual e de responsabilidade; foram idéias – paradigmas culturais – que levaram à formação da idéia de angústia. </P>]]></description>
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		<title>A RELAÇÃO ENTRE O HUMANO E O DIVINO EM BLAISE PASCAL</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 17:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Artur</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este artigo investiga a relevância do pensamento de Blaise Pascal (1623-1662), em especial ao seu conceito de superação do humano mediante a negação do mesmo, para o mundo pós-moderno. Traçando um paralelo entre a idéia de progresso de seu tempo e o conceito cristão de depravação da natureza humana pelo pecado, apresentou-se as implicações práticas do pensamento pascaliano para o mundo globalizado, que fomenta o abandono da religião e é otimista para com o saber científico.



Palavras-chave: Fé. Ciência. Humilhação. Superação. Milagres. Glória.]]></description>
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		<title>Pascal &#8211; Décima Primeira Carta</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 00:27:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blaise Pascal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DÉCIMA PRIMEIRA CARTABlaise Pascal &#8230; Dir-vos-ei, pois, a que sinais, segundo os Santos Padres, podemos julgar se as repreensões partem de um espírito de piedade e caridade ou de um espírito de impiedade e ódio. A primeira dessas regras é que o espírito de piedade induz sempre a falar com verdade e sinceridade; ao pas­so [...]]]></description>
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		<title>O Mistério de Jesus &#8211; Blaise Pascal</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 00:13:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blaise Pascal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O MISTÉRIO DE JESUS Blaise Pascal Tradução de Brito Broca e Wilson Lousada. Fonte: Clássicos Jackson. Jesus sofre em sua paixão os tormentos que os homens lhe infligem; mas na agonia sofre os tormentos que a ele mesmo se impõe: Turbare semetipsum. É um suplício de mão não humana, mas todo-poderosa, e é preciso ser [...]]]></description>
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		<title>O Homem perante a natureza, por Pascal</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 04:16:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blaise Pascal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O HOMEM PERANTE A NATUREZA por Blaise Pascal Extraído do volume &#8220;Pensadores Franceses&#8221; da coleção Clássicos Jackson, volume XII. Tradução de J. Brito Broca e Wilson Lousada.Trecho da parte dois do livro póstumo &#8220;Pensamentos&#8221; Veja aqui um texto sobre Pascal &#160;&#160;&#160;A primeira coisa que se oferece ao homem ao contemplar-se a si próprio, é seu [...]]]></description>
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		<title>Blaise Pascal &#8211; A miséria da condição humana e a solução religiosa</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Jul 2000 18:20:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Duclós</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Blaise Pascal : A mis&#233;ria da condi&#231;&#227;o humana e a solu&#231;&#227;o religiosa. por Miguel Ducl&#243;s Trabalho Originalmente apresentado para a prof&#170; Scarlett Marton &#8211; FFLCH -USP Desenvolvimento do tema: PENSAMENTO 383 – BLAISE PASCAL . “Os que vivem no desregramento dizem aos que vivem na ordem que s&#227;o estes que se afastam da natureza, e [...]]]></description>
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