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	<title>Consciência &#187; Textos Introdutórios</title>
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		<title>A Metafísica e suas fases históricas</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 17:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ernesto Rose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Metafísica e suas fases históricas Ricardo Ernesto Rose, Jornalista, Graduado em filosofia e pós-graduando em sociologia A questão do ente, “o que é?”, foi uma das principais idéias que deram origem à metafísica.  Historicamente,  a  metafísica  remonta  a  Aristóteles,  que  a  chamava  de “filosofia primeira”, pois a partir dela é que construiu todo o [...]]]></description>
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		<title>Resenha do livro Martin Heidegger &#8211; Fenomenologia da Liberdade, de Günter Figal</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 15:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Kahlmeyer-Mertens</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado pela Editora Forense Universitária, o livro Martin Heidegger - Fenomenologia da liberdade revela ao Brasil a principal obra de Günter Figal. Professor da Universidade de Freiburg e um dos principais estudiosos da obra de Heidegger, Figal ocupa atualmente a cátedra que pertenceu ao filósofo e possui publicações especializadas sobre Platão, Nietzsche e Gadamer. ]]></description>
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		<title>Resenha do livro A caminho da linguagem, de Martin Heidegger</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 15:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Kahlmeyer-Mertens</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sob o título de A caminho da linguagem (Unterwegs zur Sprache), encontramos alguns dos textos de maturidade do filósofo alemão Martin Heidegger apresentados na forma de conferências ou redigidos como ensaios durante a década de 1950 (estes, reunidos tal como sua primeira publicação em 1959). Nestes escritos temos Heidegger ocupado em tratar a linguagem como questão do pensamento comprometido com a verdade. Contudo, este problema no momento aparece de maneira diversa daquela presenciada nos escritos da década de 1920, como em Ser e tempo, um de seus principais livros (no qual Heidegger ainda operava com o método fenomenológico, tratando a linguagem como algo ainda sobreedificado à noção de verdade). Em A caminho da linguagem, encontramos um reposicionamento do autor diante de sua compreensão feita; apontando a linguagem como a essência originária da verdade e abertura de sentido ao homem.]]></description>
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		<title>Resenha do livro Heidegger, de Zeljko Loparic</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 15:11:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foi lançado recentemente, integrando coleção Passo-a-passo da Jorge Zahar Editora, o pequeno livro intitulado Heidegger, de autoria de Zeliko Loparic (UNICAMP). A obra propõe uma introdução às ideias do filósofo alemão Martin Heidegger (1889-1976). Este trabalho não segue o modelo de uma introdução aos moldes dos manuais, apresentando ideias e fatos de maneira isolada; tendo como produto, conhecimentos gerais ou elementos de curiosa apreciação. Ao contrário, efetua uma introdução temática, ou seja, coloca o leitor no universo dos termos e questões fundamentais ao pensamento do filósofo; ‘convidando’ o leitor a interagir com estas questões. Embora Loparic utilize notas biográficas do autor alemão e explicações didáticas de suas ideias, isto é feito de maneira dosada; sem uma diluição demasiada dos conceitos, o que poderia acarretar a banalização das ideias do pensador.]]></description>
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		<title>Resenha do livro, Ética e finitude de Zeljko Loparic</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 15:06:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A comunidade acadêmica de filosofia já dispõe da 2ª edição revisada e ampliada do livro Ética e finitude. O trabalho, assinado pelo Professor Zeljko Loparic, é contribuição relevante não só àqueles que buscam pensar a ética na contemporaneidade, mas aos que se ocupam em tratar de seus desdobramentos no pensamento de Heidegger.]]></description>
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		<title>morfologia &#8211; estrutura e formação das palavras &#8211; resumo esquemático</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 17:44:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[NOMENCLATURA GRAMATICAL BRASILEIRA Fonte- MEC &#8211; CAEC/SENAC 1959 Disclaimer: O manual abaixo é de 1959 e pode estar desatualizado!! DIVISÃO DA GRAMÁTICA FONÉTICA MORFOLOGIA SINTAXE SEGUNDA PARTE MORFOLOGIA Trata a Morfologia das palavras: a)quanto a sua estrutura e formação; b)quanto a suas flexões; c) quanto a sua classificação, A. Estrutura das palavras: 1. Raiz Radical Tema Afixo [...]]]></description>
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		<title>Max Weber e os “tipos ideais”</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 21:51:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ernesto Rose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Max Weber e os “tipos ideais” Ricardo Ernesto Rose Jornalista, Licenciado em Filosofia, Pós-Graduando em Sociologia Quando Max Weber começou a se dedicar ao estudo da sociologia, depois de ter se aprofundado no estudo da história e da economia, além de ter obtido graduação em direito, esta era uma ciência ainda em sua fase inicial [...]]]></description>
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		<title>Exercícios sobre UM CERTO CAPITÃO RODRIGO de Érico Veríssimo</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 16:24:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[UM CERTO CAPITÃO RODRIGO &#160; Érico Veríssimo &#160; —    Ainda não fabricaram a bala que há de me matar! — gritou Rodrigo, dando de rédea. —    A gente nunca sabe — retrucou o padre. —    E é melhor que não saiba, não é? —    Deus guie vosmecê! —    Amém! — replicou Rodrigo, por puro hábito, [...]]]></description>
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		<title>As ciências humanas segundo Dilthey</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 09:58:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em 2011 se celebra o centenário de morte de Wilhelm Dilthey (1833-1911). Para esta data, no Brasil e no exterior, editoras e universidades vêm se mobilizando desde o ano passado para organizar novas edições das obras do filósofo alemão. Associados à Universidade de Colônia – Alemanha, tradutores de diversos países vêm vertendo a obra para o inglês, o russo e o japonês. Também traduções para o português vêm sendo publicadas tanto no Brasil quanto em Portugal.

Em nosso país, trabalhos de diferentes fases da obra de Dilthey já foram publicados por editoras de expressão. Até o momento, o resultado desses lançamentos é um desenho sincopado da produção do filósofo, hermeneuta, psicólogo, historiólogo e pedagogo. Com as lacunas que possui, entretanto, tal política editorial ainda nos é mais favorável do que a situação de penúria que enfrentávamos até a presente data, quadro em que eram praticamente inexistentes as traduções confiáveis de Dilthey.]]></description>
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		<title>JOSÉ LINO COUTINHO</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 17:03:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artur Mota</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7. História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3.  LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica) Artur Mota (Arthur Motta) (1879 – 1936) CAPÍTULO IV (continuação) OUTROS FAUTORES DA INDEPENDÊNCIA JOSÉ LINO COUTINHO Nasceu na Bahia, a 31 de março de 1784, e faleceu [...]]]></description>
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		<title>A oratória do Padre Antônio Vieira</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 15:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cônego Pinheiro Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  <p>Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876)</p>
  <p><strong>CURSO DE LITERATURA NACIONAL</strong> Fonte: editora Cátedra – MEC – 1978</p>
<p>LIÇÃO XXIII -<strong>História da oratória - apostila de oratória (falar em publico)</strong></p>
  <p><strong>romance</strong></p>
<p><span class="font5">LIÇÃO XXV</span></p>
<p><span class="font2"><b>oratória</b></span></p>

<p><span class="font3">Privada da tribuna política e judiciária, não restava à<b> </b>eloqüência portuguesa senão o púlpito para teatro de sua glória. Prejudicava-lhe ainda aí a crença geralmente espalhada entre os pregadores de que todo o artifício retórico devera ser banido dos sermões e panegíricos dos santos, não necessitando de ornatos a linguagem evangélica. Com o progresso porém das luzes foi definhando semelhante crença, e convencendo-se os oradores sagrados que mais frutuosas seriam as suas prédicas se menos rudes se tornassem elas. Quer pelas dificuldades da impressão, quer pela natural modéstia dos religiosos que então principalmente ocupavam a cadeira da verdade, não nos consta que hajam sermonários dignos de estudo e imitação nas três primeiras épocas da nossa literatura. Destinada estava à Companhia de Jesus o fornecer a Portugal o seu primeiro pregador, com cuja vida e trabalhos oratórios passamos a ocupar-nos.'</span></p>
<p><span class="font3">O PADRE ANTÔNIO VIEIRA</span></p>
<p><span class="font3">O Padre Antônio Vieira nasceu na cidade de Lisboa a 6 de fevereiro de 1608. Foram seus pais Cristóvão Vieira Ravasco e D. Maria de Azevedo. Na tenra idade de oito anos incompletos acompanhou seu pai à cidade da Bahia, onde este vinha exercer o emprego de secretário do Estado do Brasil. No</span></p>
<p><span class="font3">colégio dos padres da Companhia fez ele o seu curso de preparatórios, então chamado de <i>humanidades, </i>com grande aplauso de seus mestres e condiscípulos, e aos quinze anos, abandonando a casa paterna, abraçou o instituto de Loyola; no qual professou a 6 de Maio de 1625.</span></p>
<p><span class="font3">Tão prematuro foi o seu desenvolvimento intelectual, que na tenra idade de dezoito anos já regia uma cadeira de retórica no colégio de Olinda, e compunha comentários às tragédias de Séneca e às <i>Metamorfoses </i>de Ovídio. Ainda antes de receber a ordem de persbítero, o que teve lugar no mês de dezembro de 1635, pregava com grande fama nas principais igrejas da Bahia, onde principiou essa celebridade que depois se estendeu por toda a Europa.</span></p>
<p><span class="font3">Levou-o a Lisboa o fausto sucesso da restauração da au-gustíssima casa de Bragança, sendo escolhido pelo vice-rei, marquês de Montalvão;,, para acompanhar à metrópole seu filho D. Fernando de Mascarenhas, incumbido de felicitar o novo rei. Envolvido no ressentimento popular centra a família dos Mascarenhas, da qual alguns membros se haviam bandeado para o partido de Castela, escapou o padre Vieira de ser vítima do furor da populaça de Peniche, devendo ao governador da praça, conde de Atouguia, o ser conduzido salvo à<b> </b>capital do reino, onde não tardou em granjear as boas graças de D. João IV e de seu filho, o príncipe D. Teodósio.</span></p>

<p><span class="font3">Não é do nosso intuito traçar aqui o quadro dessa existência tão cheia de peripécias, das vicissitudes por que passou o maior homem que naqueles tempos contava Portugal. Sucessivamente encarregado das mais importantes comissões dentro e fora do país, era o padre Vieira ouvido como conselheiro, e enviado como diplomata a diversas cortes e governos da Europa. Por suas mãos passavam os mais importantes negócios tendo o marquês de Niza, ministro de D. João IV em França, expressa ordem de nunca falar à rainha regente e ao cardeal ministro, senão acompanhado do célebre jesuíta. À sua influência deveu a causa da restauração o valioso auxílio de três fragatas carregadas de petrechos bélicos e o empréstimo de avultada soma de cincoenta mil cruzados. No meio desses triunfos diplomáticos, vemo-lo partir para o Maranhão, em obediência às ordens dos seus superiores eclesiásticos, e, depois de pregar o Evangelho seis anos à tribo dos <i>Poquizes </i>e à dos ferozes <i>Nheengaíbas, </i>empenhar-se com não menos zelo no caloroso debate suscitado entre a Companhia e os colonos acerca da escravidão indígena, o que lhe valeu ser preso e remetido para o reino com outros jesuítas.</span></p>]]></description>
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		<title>O modelo político de Aristóteles e o de Hobbes</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 23:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ernesto Rose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há uma grande diferença entre o modelo político aristotélico e o modelo jusnaturalista ou hobbesiano. A diferença entre ambos os modelos políticos é baseada em divergentes maneiras de ver o homem e sua relação com seus semelhantes, intermediada pela cultura e pelo Estado.]]></description>
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		<title>A poesia satírica de GREGÓRIO DE MATOS GUERRA</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 22:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cônego Pinheiro Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Corrigir os costumes por meio do ridículo foi sempre lou vável, porém difícil tarefa; e tanto mais difícil quanto custoso é parar no plano inclinado da crítica. Desde Arquíloco, que os gregos consideram como o pai da sátira, numerosos são os poetas que se entregaram a esta espécie do gênero didático com mais ou menos êxito. Entre os romanos, Horácio e Juve­nal parece haverem na compreendido por duas diversas fa-sès; o cortesão de Augusto, reconhecendo-se incapaz de deter a torrente da corrupção, imola nas aras da sua faceta musa os ridículos do povo-rei, e, como Demócrito, ri-se e zomba dos seus contemporâneos; ao passo que o implacável discípulo de Cornuto marca com o ferro candente da sua sátira essa de­generada raça que aplaudia os Ñeros, os Claudios, os Calí-gulas e os Domicianos, e que turiferava diante de suas ima­gens. "Cada sátira de Juvenal, diz o Sr. Loise, é um exército disposto em ordem de batalha, cuias setas nartem a um sinal convencionado e dirigem-se ao mesmo alvo."1 A cólera, a indignação eram suas Musas: facit indignatio versum, como ele próprio se expressava.]]></description>
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		<title>Schopenhauer &#8211; &#8220;Metafísica do Belo&#8221; &#8211; A Genialidade e o Puro Sujeito que Conhece</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 21:27:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Dressel</dc:creator>
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		<description><![CDATA["Alguma vez a natureza produziu um homem perfeitamente belo em todas
as suas partes? Opinou-se que o artista tem de estudar conjuntamente
as inúmeras partes belas isoladas distribuídas por muitos homens e
delas compor um todo belo, opinião essa disparatada e destituída de
sensibilidade. Pois perguntemo-nos: como o artista pode reconhecer que
algumas dessas partes isoladas são belas e as outras não?"
(Schopenhauer) Beleza está na idéia representada pela pintura, pela
filosofia, poesia, escultura ou música, não no homem.]]></description>
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		<title>As formas de governo propostas por Platão</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 14:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ernesto Rose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  <H2 
 align="center"
><FONT size="+3" color="#000000"><B>As formas de governo propostas por Plat&#227;o</H2
><DIV class="Sect"><H3><FONT size="+1">Ricardo Ernesto Rose<FONT size="+1">, 
Jornalista, Licenciado em Filosofia e P&#243;s-Graduando em Sociologia 
</H3><P  align="justify"><FONT size="+1"><strong>Plat&#227;o</strong><strong> (428 a.C. &#8211; 348 a.C.)</strong>, fil&#243;sofo grego disc&#237;pulo de S&#243;crates foi o iniciador da tradi&#231;&#227;o filos&#243;fica ocidental. Escreveu grande parte de sua obra filos&#243;fica na forma de di&#225;logos, nos quais fazia seu mestre, S&#243;crates, como principal personagem e porta-voz de suas id&#233;ias. </P><P  align="justify">Algumas destas id&#233;ias desenvolvidas pelo fil&#243;sofo ateniense tornaram-se os fundamentos da filosofia ocidental, mais especificamente da metaf&#237;sica ocidental. Dentre estas, o conceito das Id&#233;ias ou Ideais &#233; o mais famoso. Segundo Plat&#227;o &#8211; e nisso teve grande influ&#234;ncia sua liga&#231;&#227;o com os cultos &#243;rficos &#8211; estamos destinados a viver diversas vezes, durante as quais passamos por um processo de purifica&#231;&#227;o e temos a chance de evoluir. Toda vez, antes que nossas almas ocupem um novo corpo, passamos um per&#237;odo no mundo das Id&#233;ias ou Ideais. Nesta dimens&#227;o al&#233;m da vida terrena, segundo Plat&#227;o, temos a chance de contemplar as formas perfeitas. Assim, contemplamos a forma perfeita da mesa, ou seja, o arqu&#233;tipo de todas as mesas que s&#227;o constru&#237;das em nosso mundo material. Contemplamos a forma perfeita de um cavalo, da qual todos os cavalos terrestres s&#227;o c&#243;pias imperfeitas. Nesta dimens&#227;o contemplamos tamb&#233;m o Bem, a Virtude, a Beleza e outros conceitos abstratos. </P>]]></description>
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		<title>A evolução no pensamento de Comte</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 15:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ernesto Rose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<H2>
A evolução do pensamento de Auguste Comte 
</H2>

<H4>
Ricardo Ernesto Rose Jornalista, Licenciado em Filosofia e Pós-Graduando em Sociologia
 </H4>
<P>
Em seu processo de desenvolvimento da ciência sociológica, o pensamento de Augusto Comte passou por três etapas. Na primeira fase, que vai aproximadamente de 1820 a 1826, Comte analisa a sociedade de seu tempo, avaliando o desenvolvimento da industrialização – a máquina a vapor havia sido recentemente introduzida no processo produtivo e era a grande novidade nos transportes; os aspectos sociais – migrações do campo para as cidades, surgimento de uma classe operária; e científico tecnológicos – a física vai ampliando sua área de conhecimento enquanto a química e a biologia dão seus passos iniciais. Comte chega à conclusão que um novo tipo de sociedade estava nascendo; científica e industrial, em oposição à sociedade que estava morrendo, a teológica, ainda ligada ao modo de pensar dos teólogos e sacerdotes. Através desta análise, Comte acaba concluindo que uma ordem social que chamou de teológico-militar estava em decadência, sendo substituída por outra que denominou científico-industrial. </P>]]></description>
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		<title>FLORESTA DA ENCOSTA ORIENTAL &#8211; Mata Atlântida, Hilésias</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jul 2011 18:46:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[FLORESTA DA ENCOSTA ORIENTAL Lindalvo Bezerra dos Santos A CHAMADA &#34;floresta atlântica&#34; do Brasil, ou &#34;mata costeira&#34; ou &#34;floresta oriental&#34; ou ainda &#34;Dryades&#34;, segundo Martius, estende-se em latitude, por quase 25°, na encosta oriental do planalto brasileiro, desde o Rio Grande do Norte, indo morrer nas ondulações das serras do Erval e Tapes, ao sul. [...]]]></description>
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		<title>FAISCADORES &#8211; história da mineração</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jul 2011 18:14:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[FAISCADORES * José Veríssimo da Costa Pereira AINDA hoje, sobretudo em certas regiões do Pará, Amapá, Guiana Maranhense, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás, constitui o ouro o eixo em torno do qual gira incessantemente toda a vida de pequenas povoações que, em pleno século XX fazem reviver condições de trabalho e de meio [...]]]></description>
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		<title>FABRICO DE TIJOLOS DE ALVENARIA NO INTERIOR DO BRASIL</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jul 2011 17:43:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[FABRICO DE TIJOLOS DE ALVENARIA NO INTERIOR DO BRASIL Francisco Barboza Leite NOS DIFERENTES estágios em que o barro se apresenta, oferece ao homem aplicação vantajosa, a começar, naturalmente, pela construção da casa onde, como é sabido, sua utilidade não se limita somente às paredes toscas ou de alvenaria; na cerâmica rudimentar ou nos mais [...]]]></description>
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		<title>A GRUTA DE MAQUINÉ</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 22:49:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Reproduzido de Tipos e aspectos do Brasil – coletânea da Revista Brasileira de Geografia Fonte: IBGE – Conselho Nacional de Geogragia. 8ª edição. Rio de Janeiro, 1966. A GRUTA DE MAQUINÉ Francisco Barboza Leite SITUADA a uma distancia de três quilômetros de Cordisburgo, no estado de Minas, e a esta ligada por estrada de rodagem, [...]]]></description>
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		<title>O PAU-DE-ARARA &#8211; Transporte e correntes de migrantes nordestinos</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 10:46:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Reproduzido de Tipos e aspectos do Brasil – coletânea da Revista Brasileira de Geografia Fonte: IBGE – Conselho Nacional de Geogragia. 8ª edição. Rio de Janeiro, 1966. MUTIRÃO * &#34;O PAU-DE-ARARA&#34; Francisco Barboza Leite SENDO uma das áreas mais povoadas do Brasil, o Nordeste e o filão incansável que fornece ao país os contingentes impressionantes [...]]]></description>
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		<title>O COLHEDOR DE COCOS &#8211; Tipos e aspectos do Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 10:16:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>NÃO é sem razão que o professor Mário Lacerda de Melo, em seu excelente ensaio, <em>Pernambuco — Traços da sua Geografia Humana </em>(Recife,   1941), ao particularizar vários tipos humanos ligados à vida agrícola e   econômica local, distingue entre os mais característicos a curiosa   atividade do trabalhador especializado na colheita do coco, salientando a   sua destreza, comparável a do mono, ao subir nos coqueiros, com ou sem   auxílio de &#34;peia&#34;.</p>]]></description>
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		<title>MOCAMBO &#8211; habitação rústica no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 23:33:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Reproduzido de Tipos e aspectos do Brasil – coletânea da Revista Brasileira de Geografia Fonte: IBGE – Conselho Nacional de Geogragia. 8ª edição. Rio de Janeiro, 1966. MOCAMBO João Milanez da Cunha Lima OS ARREDORES da cidade do Recife, o mocambo constitui expressão predominante. Remontando aos primórdios da colonização, introduzido, como geralmente se acredita, por [...]]]></description>
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		<title>FRASES DE CAMINHÕES NAS ESTRADAS</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 23:09:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><strong>LEGENDAS DE CAMINHÕES NAS ESTRADAS NORDESTINAS</strong></p>
<p>Francisco Barboza Leite</p>
<p>O CAMINHÃO criou na economia   brasileira uma condição básica para o seu desenvolvimento. Deram-lhe   estradas e isto assegurou-lhe o predomínio ios transportes através de   extensões que se ampliam cada vez mais. Tornou-se a característica de um   bandeirismo singular, que as estradas levam ao sertão, permitindo o   progresso, irradiando por regiões, outrora obscuras, as vantagens da   civilização.</p>
<p>O caminhão contribuiu para a transformação de hábitos arraigados na alma popular, emprestando nova <em>fácies </em>aos   vilarejos remotos, aos cantos esquecidos, fazendo mais que o transporte   de utilidades: trans-pontando sobre rodas os fluxos de uma vitalidade   inesperada. O sertão, a terra adusta, o oeste ou o nordeste, regiões e   sub-regiões do país, tiveram em seu recesso os estremunhos de uma   energia alvissareira, a invasão dos carros motorizados, restringindo aos   trabalhos domésticos as alimárias, outrora tão indispensáveis às longas   caminhadas. Era um elemento novo que se integrava na paisagem,   condicionando o homem a um <em>processus </em>de vida mais eficiente e   definitivo. Sua presença repercutia intensamente nos costumes,   oferecendo às populações do interior o descortino de novas   possibilidades.</p>
<p>Implicitamente, um novo corolário filosófico   viria modificar o comportamento das gentes, criando esquemas diferentes à   solução e continuidade de seus problemas. E, assim, também o sentimento   humano teria oportunidade de revelar suas inumeráveis virtualidades.</p>]]></description>
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		<title>COQUEIRAIS DAS PRAIAS DO NORDESTE BRASILEIRO</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 20:50:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tipos e aspectos do Brasil – coletânea da Revista Brasileira de Geografia Fonte: IBGE – Conselho Nacional de Geogragia. 8ª edição. Rio de Janeiro, 1966. COQUEIRAIS DAS PRAIAS DO NORDESTE Lindalvo Bezerra dos Santos O LITORAL nordestino oferece dois belos espetáculos: o jangadeiro pescador e o debrum vivo dos coqueirais esguios, imprimindo à paisagem feição [...]]]></description>
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		<title>CERCAS SERTANEJAS</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 18:13:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tipos e aspectos do Brasil – coletânea da Revista Brasileira de Geografia Fonte: IBGE – Conselho Nacional de Geogragia. 8ª edição. Rio de Janeiro, 1966. CERCAS SERTANEJAS Francisco Barboza Leite AS CERCAS, pode-se dizer, constituem condição essencial à &#34;coexistência pacífica&#34; entre o homem, o gado e as culturas, estabelecendo o equilíbrio necessário ao desenvolvimento das [...]]]></description>
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		<title>Cassacos nordestinos</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 18:04:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tipos e aspectos do Brasil – coletânea da Revista Brasileira de Geografia Fonte: IBGE – Conselho Nacional de Geogragia. 8ª edição. Rio de Janeiro, 1966. CASSACOS OSWALDO LAMARTINE DE FARIA A PRESENÇA da grafia nada assemelha o nosso cassaco nordestino ao guerreiro das estepes russas. Falta-lhe a montaria, o colorido das vestes, a destreza e [...]]]></description>
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		<title>AGRESTE &#8211; vegetação e geografia</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 13:59:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tipos e aspectos do Brasil – coletânea da Revista Brasileira de Geografia Fonte: IBGE – Conselho Nacional de Geogragia. 8ª edição. Rio de Janeiro, 1966. AGRESTE Maria Fagundes de Sousa Doca E NA REGIÃO fitogeográfica brasileira, por Martius denominada Hamadryas, de forma oblonga, tendo sua maior dimensão no sentido NE-SO e situada mais ou menos [...]]]></description>
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		<title>VER-O-PÊSO &#8211; Mercado Popular no Pará</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 13:40:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tipos e aspectos do Brasil – coletânea da Revista Brasileira de Geografia Fonte: IBGE – Conselho Nacional de Geogragia. 8ª edição. Rio de Janeiro, 1966. VER-O-PÊSO José Veríssimo da Costa Pereira PELO seu colorido local, altamente expressivo, misto de doca e de mercado popular, cuja confusão e pitoresco se tornam inesquecíveis, o VER-O-PÊSO constitui um [...]]]></description>
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		<title>VALES SUBMERSOS NA AMAZÔNIA</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 08:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gottfried Heinrich Handelmann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tipos e aspectos do Brasil – coletânea da Revista Brasileira de Geografia Fonte: IBGE – Conselho Nacional de Geogragia. 8ª edição. Rio de Janeiro, 1966. VALES SUBMERSOS NA AMAZÔNIA Antônio Teixeira Guerra A PAISAGEM física da Amazônia é caracterizada pela existência de uma densa e pujante floresta que extravasa os limites políticos da Amazônia clássica, [...]]]></description>
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