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	<title>Comentários sobre: TRABALHO, CAPITALISMO HISTÓRICO E PAUPERISMO NO SÉCULO XXI.</title>
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	<description>Filosofia e Ciências Humanas</description>
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		<title>Por: LUCIANO DA SILVA OLIVEIRA</title>
		<link>http://www.consciencia.org/trabalho-capitalismo-historico-e-pauperismo-no-seculo-xxi/comment-page-1#comment-8194</link>
		<dc:creator>LUCIANO DA SILVA OLIVEIRA</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 05:24:09 +0000</pubDate>
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		<description>Como me chamam de utópico socialista , seu trabalho é um estímulo a permanecer com a minha tese de que mais cedo ou tarde teremos de passar um bom tempo nesse regime. O capitalista é a pior desgraça que pode existir com realção a pobreza e os mais desprotegidos, quanto mais pobres e excluídos melhor para eles. Meus parábens.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como me chamam de utópico socialista , seu trabalho é um estímulo a permanecer com a minha tese de que mais cedo ou tarde teremos de passar um bom tempo nesse regime. O capitalista é a pior desgraça que pode existir com realção a pobreza e os mais desprotegidos, quanto mais pobres e excluídos melhor para eles. Meus parábens.</p>
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		<title>Por: celeste raposo</title>
		<link>http://www.consciencia.org/trabalho-capitalismo-historico-e-pauperismo-no-seculo-xxi/comment-page-1#comment-8190</link>
		<dc:creator>celeste raposo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 23:03:53 +0000</pubDate>
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		<description>São verdades duras como punhos, à volta das quais já não parece existirem grandes diferenças de pensamento. Mas os pensadores que até aqui andaram entretidos a discutir nuances do mesmo sistema, têm agora que se ocupar àrduamente em encontrar soluções razoáveis para o Mundo, soluções que não consistam no extremínio de grande parte da população mundial, como já parece anunciar-se. Mas quando os pensadores se esforçam, encontram respostas que,  a bem ou a mal,  acabam por ser adoptadas. 
Onde estão os pensadores?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>São verdades duras como punhos, à volta das quais já não parece existirem grandes diferenças de pensamento. Mas os pensadores que até aqui andaram entretidos a discutir nuances do mesmo sistema, têm agora que se ocupar àrduamente em encontrar soluções razoáveis para o Mundo, soluções que não consistam no extremínio de grande parte da população mundial, como já parece anunciar-se. Mas quando os pensadores se esforçam, encontram respostas que,  a bem ou a mal,  acabam por ser adoptadas.<br />
Onde estão os pensadores?</p>
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		<title>Por: ALL</title>
		<link>http://www.consciencia.org/trabalho-capitalismo-historico-e-pauperismo-no-seculo-xxi/comment-page-1#comment-8188</link>
		<dc:creator>ALL</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 22:42:47 +0000</pubDate>
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		<description>De plano peço escusa por alguma interpretação mais precipitada sobre este arduo estudo, É que a leitura igualmente é árdua. Mas pareceu-me uma defesa totlmente anacrônica, por isso pouco original, e desconforme com a ciência. Marx se pos de profeta, e seus prenúncios abalaram a humanidade, mas ele não previu o insolito, porque  seu tempo constituiu o ápice, e portanto início da queda, da suposta ciência edificada especialmente a partir de Galileu, e referendada por Descartes, e Newton. Esta tripla locomotiva foi forte para arrastar os vagões das humanas, onde em seu restaurante se poderia encontrar, entre outros: Hobbes, Rousseau, Hegel, Bentham, Malthus, Darwin, os que rapidamente lembro. E naturalmente, o maitre Marx. 
Não poderia prever o profeta, dizia, que seu motivo carecia, como não tem, sequer, objeto:
 E=Mc2, ou seja: a matéira é apenas expressão energética.
Dir-se´-a: mas e o capitalismo vigente, náo trata da matéria?
Sim, trata, mas como consequencia da energia. Ou seja, o capital é formado pelo trabalho, e não como explorador do trabalho. As empresas são frutos de trabalho, que geram mais trabalho. 
Onde não há empresa, não há trabalho. E vice-versa. Capital e trabalho não são antagonicos, mas sinergicos. São estados, apenas, e como tais, passageiros, mutantes. 
Mas o nobre professor aborda a marginalização, e isso é inegável. Donde provem, então, a anomalia, já que eximo as empresas dessa mazela?
A resposta é elementar: São os governos, que se avolumaram depois da queda do muro, que retiram aproximadamente a metadde de toda energia produzida pelas Nações, em prol dos príncipes regentes e suas cortes, entre os quais, agora concordo, muitas empresas, em especial as bancárias, usufruem de altos privilégios, isenções e impunidades. 
A citação a Keynes é sintomática. O crime não é privilégio nem da esquerda, tampouco da direita. Keybes instalou a era do dinheiro falso, artimanha que ainda serve a muitos governos, até mesmo esses &quot;novos&quot; EUa, e nosotros, macaquitos brasileños, com os pacs. A indlação só nao recrudesce graças ao dispositivo de deposito compulsório, que eleva nossa taxas de juros a maior do planeta, enquanto nos EUA não é necessário, porque ninguém sabe a quantidade de dólares que circula fora dos EUA. Se isso retornasse, aquele país enfrentaria uma ioflaçao digna de Guiness. 
Bem, é isso, não sou, como ninguém é, dono da verdade, e por isso arrisco esta reduzida crítica, no sentido exclusivo de reflexão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De plano peço escusa por alguma interpretação mais precipitada sobre este arduo estudo, É que a leitura igualmente é árdua. Mas pareceu-me uma defesa totlmente anacrônica, por isso pouco original, e desconforme com a ciência. Marx se pos de profeta, e seus prenúncios abalaram a humanidade, mas ele não previu o insolito, porque  seu tempo constituiu o ápice, e portanto início da queda, da suposta ciência edificada especialmente a partir de Galileu, e referendada por Descartes, e Newton. Esta tripla locomotiva foi forte para arrastar os vagões das humanas, onde em seu restaurante se poderia encontrar, entre outros: Hobbes, Rousseau, Hegel, Bentham, Malthus, Darwin, os que rapidamente lembro. E naturalmente, o maitre Marx.<br />
Não poderia prever o profeta, dizia, que seu motivo carecia, como não tem, sequer, objeto:<br />
 E=Mc2, ou seja: a matéira é apenas expressão energética.<br />
Dir-se´-a: mas e o capitalismo vigente, náo trata da matéria?<br />
Sim, trata, mas como consequencia da energia. Ou seja, o capital é formado pelo trabalho, e não como explorador do trabalho. As empresas são frutos de trabalho, que geram mais trabalho.<br />
Onde não há empresa, não há trabalho. E vice-versa. Capital e trabalho não são antagonicos, mas sinergicos. São estados, apenas, e como tais, passageiros, mutantes.<br />
Mas o nobre professor aborda a marginalização, e isso é inegável. Donde provem, então, a anomalia, já que eximo as empresas dessa mazela?<br />
A resposta é elementar: São os governos, que se avolumaram depois da queda do muro, que retiram aproximadamente a metadde de toda energia produzida pelas Nações, em prol dos príncipes regentes e suas cortes, entre os quais, agora concordo, muitas empresas, em especial as bancárias, usufruem de altos privilégios, isenções e impunidades.<br />
A citação a Keynes é sintomática. O crime não é privilégio nem da esquerda, tampouco da direita. Keybes instalou a era do dinheiro falso, artimanha que ainda serve a muitos governos, até mesmo esses &#8220;novos&#8221; EUa, e nosotros, macaquitos brasileños, com os pacs. A indlação só nao recrudesce graças ao dispositivo de deposito compulsório, que eleva nossa taxas de juros a maior do planeta, enquanto nos EUA não é necessário, porque ninguém sabe a quantidade de dólares que circula fora dos EUA. Se isso retornasse, aquele país enfrentaria uma ioflaçao digna de Guiness.<br />
Bem, é isso, não sou, como ninguém é, dono da verdade, e por isso arrisco esta reduzida crítica, no sentido exclusivo de reflexão.</p>
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