Miguel (admin)

Respostas no Fórum

Visualizando 15 posts - 3,481 até 3,495 (de 6,713 do total)
  • Autor
    Posts
  • em resposta a: Deus mito do homem #73329

    application/mswordA interpretação do Pai Nosso. À luz da ciência, Porém…, só Deus é absoluto.
    aPHILO.doc (26.6 k)

    em resposta a: PT ELEITO #72275

    Melvin,

    Vc troxe a luz do debate o gande pensador Karl Popper, percebemos que a leitura marxista de Popper baseia-se no que Marx realmente escreveu, diferente do modo que vc tinha colocado antes, pois bem, vamos lá.

    Alguns críticos de Popper e do Marxismo afirmam que os simpáticos ao alemão não são tão achegados ao austríaco(Popper). Independente de sua posição ideológica este autor contribuiu e ainda contribui para o desenvolvimento das ciências sociais.
    Melvin, atrvés de popper, apresenta a relação entre Marx, capitalismo, meios de produção, política; democracia ou não-democracia. Vamos delimitar apenas a:

    >meios de produção
    >relações econõmicas
    >política

    Por volta do século XIX estes 3 elementos encontravam se delineados de forma diferenciada do que é hoje, vejamos a participação das massas européias no que se refere as relações políticas, o distanciamento é parecido com o que ocorreu no Brasil no início do século XX, guardadas as devidas proporções, evidentemente. Não é de estranhar que Marx veja na democracia apenas, o processo de escolha de um elemento da classe exploradora , por parte dos explorados, para justamente explora-los por um determinado período de tempo. Bakunim, inimigo intelectual de Marx, também se revela contrário ao sulfrágio Universal. Vejamos a concepção de Estado para marx: Uma instituição para gerir os negócios da Burguesia(simplificando). Ou seja, o contexto de Marx lhe propiciou esta concepção de mundo.

    Hoje, >meios de produção >relações econõmicas >política, estão fundidos de forma complexa. Criticar Marx a partir deste contexto (contemporâneo) é no mínimo equivocado, é o mesmo que um marxista tentar por em prática “ao pé da letra” as idéias do Alemão. Para os críticos do marxismo deve-se utilizar o contexto contemporâneo para criticar os marxistas de hoje e para estes, deve-se abandonar algumas idéias de Marx, pos estas, só cabiam ao século XIX, deve-se reformular para não cair no utopismo ou no ridículo. O socialismo pode ter morrido, (?) ,mas o trabalho e suas relações ainda persistem.

    Fernando,

    Bastante importante seu retorno.
    Muito pertinente os destaques que vc fez
    1. Os inúmeros conflitos gerados pelo desenvolver do capital, isto mencionando apenas o século XX, além da catastrófica exclusão social, inegável por qualquer ser pensante do planeta.

    2. A Caracterização transitória destes últimos anos. Mas como o Capital possui esta peculiar força; se reformular a cada crise, pode ser que seja apenas mais uma fase do capitalismo.

    em resposta a: PT ELEITO #72274

    Alex Haydin, Segunda, 16 de Fevereiro de 2004 – 10:56 pm:

    I) “…Honra sem Deus nestes dias… sei não…”
    1. Desnecessário tocar nesse assunto. Está o mesmo que
    figurar assim: “xiiiii … sei não gente … se a gente parar de
    respirar … sei não …”
    2. Não há necessidade da hipótese de não existir Deus! A
    hipótese de Deus intervir, está desnecessária para a Ciência
    e, a hipótese de Deus não existir está desnecessária para a
    Vida.
    3. Figurativamente, a Vida e a Ciência formariam um
    sobrado. A Vida no piso térreo e a Ciência no piso superior.
    O indivíduo no sobrado. Enquanto na Ciência necessitaria descer
    ao térreo para … viver! Enquanto na Vida não precisaria ir
    no piso superior … só que descobriu, gostou e viciou!
    4. O que cada indivíduo faria? Entre pisos – vaivem ininterrupto!
    5. Ocorre que a tal de “honra” atravanca o raciocinar, está
    um entulho. Ocorre que para os dois pisos haveria códigos e
    padrões e performances. Tudo bem precisado, nos trinques.
    A tal de “honra” é uma subjetividade, não precisada.
    6. Evidente que leitor percebeu que haveria dois ambientes:
    ambiente interno ao sobrado e ambiente externo ao sobrado.
    7. Quem se colocaria no ambiente externo? Todo mundo
    daria algumas chegadinhas no ambiente externo! Mas pra
    quê ir num mundo das trevas? Coisa de destrambelhos
    momentâneos! Mas devido a quê? Coisa de má leituras! Mas
    má leituras sobre o quê? Sobre fenômenos! Mas que negócio
    é isso de má leituras sobre fenômenos?
    8. Vai-se explicar:
    – no piso Vida, coisa certa é sobreviver (viver&reproduzir)
    – no piso Ciência, coisa certa é precisar (cogitar&esclarecer)
    – fora de pisos, está de não sobreviver/cogitar/esclarecer
    – fora dos pisos, mente desliga-se dos fenômenos
    – fora dos pisos, indivíduo se torna fenômeno de si
    – estar fenômeno de si implica despegar-se das faculdades
    – faculdades: cognitivo, volitivo, afetivo
    – despegar-se da faculdades quer dizer não mais distingui-las
    – indivíduo adota três-em-um: três faculdades uma coisa só
    8. Mas e daí? O que significa indistinguir as faculdades?
    Simplesmente não encontra mais interlocutor, não precisa
    mais interrelacionar, não perspectiva mais interformas! Mas
    no que vai isso daí? Bem, no Ocidente e, figurativamente e,
    mais ou menos … isso daí significaria “quebrar as tábuas da
    Lei”! Os dez mandamentos? O paradigma Um do Ocidente!
    Mas todo indivíduo cai nessa? Todo indivíduo, em geral
    tão rapidamente, que só fica consigo na memória, porém
    quando demoradamente, devasta no seu entorno!
    (MCH, 17/02/2004)

    em resposta a: PT ELEITO #72273

    Melvin, apela para Popper, de fato o terror dos marxistas. Talvez 105 Torre Norte que parece ter melhor formação nas ciências sociais que eu, possa refutar(não vá se desgastar por isso caro amigo 105TN). O problema é que não existe mais saída tranqüila, segura, fácil para a humanidade. Mas será que já existiu algo fácil?. Antes da era dourada do capitalismo entre as décadas de 50 e 70, tivemos duas guerras mundias. Durante o Boom a guerra fria. Aceitando algumas premissas que já foram colocadas:

    Capitalismo = eficiência & exclusão social

    Problemas: eficiência nunca é total há a anarquia de mercado, as crises de superprodução, os ciclos de grande mudança de paradigmas tecnológicos.
    Exclusão social: Havia o conceito de exército industrial de reserva, hoje comumente, esse continua a existir, mas restam os excluídos que querem ser explorados (via salário, etc), mas não conseguem.

    Socialismo(real) = menor eficiência(pelo menos se não existir a nível mundial) & sem exclusão social.

    Haveria uma via mista,que conseguisse uma maior eficiência e minimizasse a exclusão social? Dizem que este era o objetivo da social democracia. Ela aplicada na Escandinávia, na Alemanha (com diferenças), na Austrália e com grandes reflexos em vários outros países( França, Holanda, Bélgica, etc), além do Canadá, levaram a sociedades bastantes justas e prósperas. Só lembrando: países como Austrália, Canadá, possuem( não sei se houve mudanças recentes), medicina socializada, serviços essenciais como petróleo, energia elétrica, telecomunicações regidos pelo estado. A Inglaterra tem até a mídia estatal, a BBC(agora sob grande pressão). Isso funcionava bem (diríamos que já funcionou melhor), parecendo ser uma solução intermediária. Tudo isso era financiado, em grande parte por taxação progressiva de impostos. Houve época que na Suécia, o IR, chegava a 80% dos rendimentos líquidos (até o cineasta Ingmar Bergman, saiu de lá, mas depois voltou). A questão é que este modelo também apresentou problemas. Houve a crise fiscal de todos os estados, e voltaram as idéias liberais, agora chamadas de neo-liberalismo. Por outro lado, as políticas liberais não têm tido a eficiência que se pensava nos países ricos, que se sustentam mais pela sua “gordura” e pela capacidade de aumentarem as barganhas com países mais fracos, e têm sido, praticamente, um fracasso, nos países (ainda) ditos de terceiro mundo. Tentativas como a terceira via de Blair, que tem como intelectual maior Anthony Giddens do prestigiado London School of Enonomy, também fazem água. Acho que se pode entender melhor isso, com a onda de pensadores pós-marxistas como R. Kurtz, I. Wallerestein e outros. É toda uma era que se acaba, a era do Sistema Produtor de Mercadorias. Estamos confusos, perplexos, até raivosos, como aquele indivíduo ao fim a era da Antiguidade, prestes a entrar na Idade Média, sem poder entender que um novo sistema está a formar-se. Então?? A volta ao comunismo parece impossível, voltar ao liberalismo, estão tentando, mas fracassando, a volta a regulação via religião, parece que só os islâmicos ainda tentam assim atuar, mas creio que um código feito para uma sociedade agrária, pastoril não pode ser eficiente para os tempos atuais. O que fazer? Como dizia Lênin!! Acho que só podemos bancar apostas! Sim ..meras, as vezes pesadas, apostas!! Aposta-se no liberalismo, apostá-se no renascimento do marxismo, enfim…apostas. Eu , claro se tiver que optar apostarei na via mais a esquerda. A nível de Brasil é aquilo que digo, e talvez volte a tentar explicar melhor outro dia. Vejam o PIB, e vejam que sociedade poderemos construir. Se os esquerdistas brasileiros não considerarem isto serão vigaristas, como diz o Melvin. De qualquer forma, não vejo saída tranqüila na via liberal tampouco.
    Abraços

    em resposta a: PT ELEITO #72272

    Melvin, 13 de fevereiro de 2004 – 11:19 am

    “…em ambiente internet vale o
    quê? No fórum vale o quê? O equivocado? O dito pelo não
    dito? O primarismo no raciocinar?”

    Certo, muito certo, certíssimo!

    Contudo não vale tudo, né?
    Tá certo eu ou o fernando não somos santos – mea culpa!.

    “Ficar a falar abobrinhas? Patati-patatá? “Nem te conto”,
    “sabes da última?”, “vou te contar uma de arrepiar” …”

    Realmente isto é terrível. Contudo como não vale tudo sugere-se uma espécie de “Código de Honra”(1) entre os participantes.
    Daqui considero que a tecnologia tende a tornar o homem um animal muito mais cruel, e as palavras podem sugerir a crueldade a que me refiro. Esta crueldade pode e fatalmente será esgarçada (não por todos é claro!) para o cotidiano.
    -Xingar alguém pelo teclado é mais fácil,
    -matar alguém apertando um botão é mais fácil e coisas do tipo,
    -a verdade é…. sempre é mais fácil quando o sangue não espirra na nossa cara.

    Então se não há lei alguma, apenas estilos, teríamos assim uma espécie de coexitência “pacífica” entre os participantes.

    É claro que compreendo o que vc diz, mas em um jogo todos devem concordar.

    O jogo no fórum existe mesmo, já existia por aqui ante de M. pintar nestas bandas. Ocorre que M. descreve bem o jogo, torna-o claro, mais evidente. Além disto têm muita informação e joga o que sabe aos montes no fórum(estilo),
    os demais participantes ficam confusos com tanta informação e não diferem o que é informação e o que conhecimento real.
    É um truque muito interessante, pois ao mesmo tempo que intimida e confunde os demais participantes, o número de informações lançadas possibilita a interdição em qualquer ponto.

    Então já conversados…e esclarecidos…

    …digo desde logo que concordo com o jogo.

    nota: (1) Se bem que não vejo a possibilidade de honra sem Deus, e a cada dia estamos mais distantes de Deus. Está certo M. quando afirma que o paradigma atual é o científico. Mesmo dentro das igrejas esta paradigma impera, e os crentes nem percebem isto. De qualquer forma Honra sem Deus nestes dias… sei não…!?

    em resposta a: PT ELEITO #72271

    105 Torre Norte, Segunda, 16 de Fevereiro de 2004 – 4:16 pm:

    Utilizar-se-á trechos da obra “A Sociedade aberta e seus inimigos”, Karl
    Popper, Edição Itatiaia/Usp/ 1987. Os marxista ficam longe de Popper tal e
    qual o diabo da cruz. Porém o espírito liberal necessariamente passa pela
    leitura de Popper.

    I) “ … o marxismo critica a sociedade existente e assevera que pode liderar
    o caminho para um mundo novo …” (p.132)
    1. A tal de “sociedade existente” é democracia&capitalismo ocidental.
    2. O tal de “caminho novo” é o socialismo-coletivismo-comunimo

    II) “… pela teoria de Marx, não é possível alterar à vontade a ordem
    econômica através de reformas legais …”
    1. O tal “alterar ordem econômica” quer dizer eliminar capitalismo
    2. A tal “reformas legais” quer dizer que enquanto democracia nada feito.

    III) “… para Marx o poder real reside na evolução da maquinária …”
    1. O tal “poder real” está a indicar o que primeiramente importa no social.
    2. A tal “evolução maquinária” diz que importa mais o meio e recurso.

    IV) “… em segunda importância está o sistema das relações econômicas, e
    o que em terceiro – menos importa -, é a política …”
    1. Está a colocar o sistema político como menos importante
    2. No Ocidente o sistema político é o mais importante – democracia.
    3. Marx privilegia o poder de posse da maquinária.
    4. No Ocidente a maquinária está em terceira posição.

    V) “… Marx gera concepção inversa ao modo ocidental de dar ao poder
    político status para controlar poder econômico …”
    1. Marx descarta a democracia da posição maior na coletividade
    2. Ocidente privilegia democracia sobre capitalismo
    3. Marx privilegia bens de produção diante da democracia.

    VI) “… Marx desconsidera o acrescer de ameaça à liberdade humana …”
    1. Para liberal a democracia atual atende ao fundamento Liberdade.
    2. O capitalismo atende ao fundamento Independência.
    3. Marx não quer saber de Liberdade e Independência.
    4. Marx só concebe o humano enquanto no trabalho, a atender sua tarefa.

    VII) “… os marxistas leram Marx e entenderam que deveriam descrever
    pejorativamente como ‘simples liberdade formal’ a democracia …”
    1. No Ocidente a democracia interdita o poder político desregrado.
    2. Com democracia governados interditam desmandos de governantes.
    3. Marx facilitou que marxistas excluíssem a democracia de seus projetos.

    VIII) “… com poder político no cimo é possível gerar desenvolvimentos
    para atender as diversas situações de vida sociais, elaborar leis para reduzir
    e limitar e interditar diferenciais sociais …”
    1. A democracia em primeiro plano enquadra atribuições de governantes.

    IX) “… Marx prioriza o poder econômico em tudo … considera que quem
    tem o dinheiro manda em tudo … pode tanto armar a polícia como o crime
    … daí querer que a classe de mando detenha o poder econômico …”
    1. A democracia para Marx é balela, coisa inútil.

    X) “… Marx não ligou para perigo de aumentar o poder do estado … ele
    não dedicou atenção devida para as características inerentes à democracia
    … não estudou então ficou fácil desdenhar …”
    1. Eis um sem estudar que faz ficar sem paradigmas que facilita desdenhar.
    (MCH, 16/02/2004)

    em resposta a: PT ELEITO #72270

    Pilgrim

    “…acharia interessante as críticas do personalismo cristão tanto ao capitalismo quanto ao socialismo. Se calhar, quem sabe depois voltemos a esse assunto.”

    Com certeza Pilgrim, de fato tudo o que é importante nesta vida diz respeito a Deus. Não vislumbro a possibilidade de liberdade para o ser humano sem Deus, por mais razão que ele possa vir a ter. O Homem de razão, e tenho como exemplo predileto Ivã Karamázov, estratifica o seu saber, tornando-se um exilado daquilo que podemos chamar de aspecto mais sutil da realidade.

    Não tenho a mínima idéia do que Emmanuel Mounier fala sobre socialismo e capitalismo ou qualquer outra coisa, contudo acredito que é possível traçar paralelos entre conservadorismo&liberalismo dentro do próprio cristianismo, e daí identificar os aspectos que estratificam ambas as correntes, constituindo típica ação demoníaca.

    M. nos fala sobre princípio liberal ou espírito liberal. Daqui considera-se que um princípio ou espírito não pode ser conhecido por meio de conceitos, mas somente pelo espanto que pode ser lido tb como compreensão.

    Mas sabemos que todo princípio deve apresentar-se na forma de enunciado, ou seja, deve dar o passo seguinte que é a sua concretização lógica.

    Ora se o princípio liberal fosse apreendido tão somente pelo seu enunciado lógico, todos seriamos capazes de compreendê-lo, mas não é isto o que acontece.

    Daqui considera-se que não é possível relativismos quanto a autoridade de um princípio, dizendo que nem todo mundo pensa igual ou coisas do tipo. Se a idéia é colocada na condição de princípio deveria ser algo que pudesse ser apreendido por todos.

    Contudo esta tentativa de conceituar princípios ou tentativa de dar sentido final à linguagem é frustada, tanto nas doutrinas religiosas quanto numa doutrina tal qual o liberalismo. Daí o absolutismo do ser humano.

    Daqui considera-se que é preciso atentar especialmente para o mandamento que nos adverte sobre os perigos da idolatria.

    O neguinho chegado na idolatria é um sujeitinho de subsolo bobão, seja ele liberal, conservador, cristão ou qualquer outra coisa.

    Paradoxos por vezes constituem “truque supimpa”.

    Mas é isto, vou dar um olhada no cara lá de cima(já esqueci o nome), apesar do tempo ser extremamente escasso, ultimamente estou para indivíduo que precisa viver. Muito mais animal do que racional. O aspecto animal consome muito de nós seres humanos.

    Agradecido pela dica de leitura

    em resposta a: PT ELEITO #72269

    Meus caros: Muito boas as participações de todos aqui, do Pilgrim, passando pelo Alex, até o 105 Torre Norte. Desculpem não poder postar algo, a curto prazo. Não gosto de dar uma de workaholic, mas ando assoberbado de trabalho. Quando puder farei postagens, mas sempre arranjo um tempo, ao menos, para ler as mensagens. Cuidem-se! Abraços

    em resposta a: PT ELEITO #72268

    Melvin,

    Qunado disse que vc deveria estar presumindo que marx agiu de forma vigarista, foi porque achei que vc não iria chegar a tal ponto, veja o que vc escreveu.

    “Marx considerou que nalgum tempo
    adiante poderia surgir algum aglutinado humano, que
    interpretasse sua obra como o caminho-das-pedras.” (Melvin)

    “Enfim, Marx dispunha de certeza absolutérrima de que
    sua teoria iria convulsionar, iria pôr fogo no circo, um
    mundo iria desabar e outro mundo iria tomar o assento.” (Melvin)

    Certamente Marx tem seu lugar guardado no panteon dos grandes pensadores, suas obras revolucionaram o Mundo e digamos que ainda provoca discursões. Algumas leituras equivocadas outras não, por aí vai…. mas criticar o que Marx não escreveu? ou seja criticar o que vc acha que Marx imaginou quando produzia sua obra?? Ô Melvin, sem stres, vc está viajando!

    Vc e eu estmos em uma posiçcão privilegiada com relação a Marx, estamos no futuro, o bom censo pede que usemos de certas regras ao criticarmos autores e suas obras passadas, pois eles não estão aquí para se defenderem.

    Outra hora entraremos na questão do “espirito liberal de todos os tempos”

    em resposta a: PT ELEITO #72267

    Alex Haydin, 16 de Fevereiro de 2004 – 5:20 am:

    I) “… Brasil&Índia? Impossível! Alca barra …”
    1. Certamente!
    2. A Índia não é Ocidente. O Brasil é Ocidente.
    Portanto confederar do Brasil só no Ocidente.
    3. O Estado-nação está nas últimas, está pelas
    caronas. Com o avançar da UE, o confederar de
    estados-nações está compulsório. Quem ficar de
    fora, fadado ao africanizar está.

    II) “… negociação direta entre Brasil e EUA …”.
    1. Certamente.
    2. Ocorre que Brasil está a deixar passar o cavalo
    encilhado. O Brasil deveria ter implodido com
    Mercosul na época de FHC o Canastrão.
    3. cada vez se torna mais impossível. Agora já há o
    G-14 versus Mercosul. O Brasil deu todas as razões
    do mundo para EUA empurrar goela abaixo.
    4. E EUA o fará, pois Alca é sua necessidade.

    III) “… falou em algo em torno de 35 países ou coisa
    do tipo …”
    1. Êi AH, estás na bobeira? Quando Fidel sumir do
    mapa, Cuba incluída, serão 35 estados-nações das
    Américas!

    IV) “… EUA estão achando uma boa o mercosul, e
    estão na moita …”
    1. Não de não!
    2. Os EUA necessitam da Alca e futura UA para
    compor fundamentos com UE. Só em de mente
    esquerda-petistas é que os EUA querem mercado ou
    levar vantagens!
    3. Os EUA necessitam de uma confederação pra sair
    da mesmice, para quebrar a homogenização a que
    estão submetidos, tendem para virar povo
    pasteurizado. E em confederação não pode haver
    desequilíbrios, partes a levarem vantagens.
    4. Para a confederação UE funcionar a pleno, há um
    calhamaço de 100 mil páginas em regulamentos

    V) “… mídia tende a defender valores liberais
    clássicos, preocupando-se com os indivíduos e o seu
    bem estar …”
    1. Errado isso daí ô AH! O que há zero à esquerda na
    mídia brasileira é quanto ao enfoque liberal!
    2. Num abordar em modo liberal, o Brasil perderia o
    privilégio de figurar como o umbigo do mundo, o
    centro do mundo, tudo o resto à sua volta.
    3. A quase totalidade de textos e matérias colocam o
    Brasil como se fosse de altíssima autonomia, senhor
    dos pedaços, dono do campinho, bola, fardamento e
    do apito.

    VI) A seguir como seria um mídia liberal. Imaginar
    um veículo de mídia que adote uma obstinação em
    matérias sobre a criminalidade. Considerar que
    haveria uma página inteira diária exclusiva para
    combater a criminalidade. Mas nada a ver com
    noticiar crimes do cotidiano, isso ficaria lá na página
    policial. Em tal página anti-criminalidade somente
    textos e reportagens e críticas relativo ao sistema de
    combate. E modelos de nova sistemática.
    Deu para perceber? Um martelar permanente numa
    questão chave da coletividade.
    Dá para perceber quantos adversários tal veículo
    adquiriria, hein?

    VII) “… seria preciso um governante capaz de saber
    o que é certo …”
    1. Cada autoridade federal fez alguma de proveito:
    – Collor reprisou um “abertura dos portos”
    – Itamar bancou URV/Real
    – FHC com Proer/Privatizar
    2. O que caberia ao Lula? Um ingressar na Alca com
    pertinácia, com decisão de levar adiante o processo.

    VIII) “… confiar ingenuamente na tecnologia, estaria
    para conduta arrogante …”
    1. Inexiste essa coisa de “confiar na tecnologia”
    2. Com tecnologia só há duas maneiras: ou fica de
    fora ou entra nela. Ao ficar de fora vai se distanciar
    no fundo. Ao adotar deve se prover de quadros.
    3. O Brasil está mal das pernas na burocracia estatal.
    O Estado está movido pelo clientelismo político, é só
    dar olhada na base política legislativa de Lula.
    4. Atualmente a “conduta arrogante” está na
    autoridade federal que faz joguinho e jogão com
    legisladores e governadores e prefeitos, através de
    recursos do Estado.
    5. O detentor de tecnologia não pode ser arrogante
    senão é ultrapassado quando menos espera – durante
    seu momento de arrogância. Estar arrogante é coisa
    de bobeira fatal, punida com o ficar para trás, perde
    o fio da meada.

    IX) “… psedebistas, petistas, … vaquinhas de
    presépio da mídia …”
    1. Putzgilla! Quanta ruindade de AH!
    2. Pelo contrário! A mídia é que está ultra conivente
    com as estrepolias dos partidos.
    3. Ocorre que os veículos de mídia evitam colocar a
    carreta à frente dos bois! Boi é que puxa carreta, boi
    não empurra carreta. Os veículos de mídia vão onde
    o povo vai, o leitor influencia no mídia. Seria uma
    estupidez o mídia ficar a remexer nas maracutaias
    dos políticos profissionais!
    4. Atualmente somente em casos escabrosos é que os
    mídias se envolvem, só quando há teor de crime de
    grande envergadura. Para trivialidades os mídias
    deixam passar.
    5. Ocorre que o povo elegeu, não cabe aos mídias
    ficar a visar os eleitos, ao ponto de ameaça-los.

    X) Considerar o caso da Folha de São Paulo. É um
    veículo de mídia que detalha os fatos de modo a
    surpreender os envolvidos. Mas caso sua carteira de
    assinantes perfizesse 3 milhões diários, evidente que
    haveria um tom bem mais forcejado. Porém com 500
    mil exemplares diários está muito susceptível de
    queda de exemplares, qualquer perda em 50 mil já
    fica numa de fratura-exposta.

    XI) “…será preciso antes mudar o paradigma
    reinante na mídia brasileira sobre origens da
    criminalidade …”
    1. E tal ocorreria quando pelo anos adiante a Alca
    colocasse tais aspectos nos acordamentos.
    Progressivamente as eficácias dos EUA iriam sendo
    assimiladas pelas nações, via Alca com vistas à UA.

    XII) “…Deputada Z.C. … presidir o projeto …
    conhecer o problema de perto … colheu uma série
    de relatos … ninguém até hoje quer ouvir … “
    1. A falha de ZC foi não compor aglutinado. Deveria
    ter se dado mais tempo e reunido pessoas com
    autoridade pelo Brasil afora.
    2. “Uma andorinha não faz verão”. Toda meta de
    mudança necessita adquirir uma massa crítica, tal
    que consiga acelerar de compreensões e adesões.
    3. Senão depende de canetaço.
    (MCH, 16/02/2004)

    em resposta a: PT ELEITO #72266

    Fernando, Domingo, 15 de Fevereiro de 2004 – 9:07 pm:

    I) “… de auto-regulação, que a economia se acerta,
    que não querem interferência do estado, que os
    competentes sobrevivem …
    1. O Estado na UE banca subsídios, nos EUA
    também há protecionismo. A Air-France associada à
    KLM, está do interesse do Estado. O caso Parmalat
    está nas mãos do Estado. O caso Tam e Varig é do
    interesse do Estado. No caso da Nestlé e Garoto, o
    Estado interviu.
    2. Na emergência o Estado entra para bancar os
    interesses nacionais.
    3. Os conglomerados estão o novo formato para
    bancar mercados.
    4. Para o Estado, a mídia deve estar fortalecida pelo
    capital nacional. Caso o capital nacional não bancar,
    o capital externo entra sem apelação. O Estado
    deverá lidar com a questão e dar solução adequada.

    II) “… crédito ao BNDES, para salvarem-se da sua
    incompetência …”
    1. Empreender é arriscar, sempre há risco a correr.
    2. Pleitear no sistema financeiro está prevista no
    sistema empresarial.
    3. O Estado brasileiro sempre esteve (está) o fator
    principal de risco para empreendimentos, as medidas
    do Estado estão como maiores responsáveis pelas
    quebradeiras e desempregos e baixas em atividades
    fabris.
    4. O Estado brasileiro ainda é deixado na mãos de
    poucos – MF&BC -, e facilita que poucos influem –
    mercados&bolsas.
    5. Somente quando Brasil entrar para valer na Alca é
    que o Estado adquirirá novas perspectivas, a
    burocracia brasileira necessita de modernidades em
    volume everéstico.

    III) “ … Globo falida está na mão de Lula, daí a
    benevolência …”
    1. Tal cogitar dá delírios na mente esquerda-petista:
    “Globo faz povo de bobo – dane-se a Globo”. Mas
    tudo sonho-de-verão.
    2. Ocorre que a televisão brasileira chegou no limite
    de performance por si. Para bancar padrão que a
    Globo emprega, não há mais capital nacional
    suficiente. Dar fôlego para a Globo, representa o
    mesmo que a França faz atualmente com a Air-
    France. Na França não há mais capital francês para
    bancar a empresa aérea.
    3. A Globo e toda a mídia chegou a conclusão –
    diante do 61% -, que o povo tem o que quer, caso
    não gostar que mude, mas o povo é quem decide. A
    mídia está decidida a não aditivar nada.

    IV) “… Esquece aquele negócio do maquinário …”
    1. F. está obcecado pelo “maquinário”.
    2. No Brasil há massa populacional de 50 milhões
    sem acesso à enxada, ao martelo, à viga de concreto,
    à sandália de calçar, ao livro didático, à água
    encanada, ao vestuário de estação.
    3. Há necessidade de máquinas, ferramental,
    instrumental (maquinário!), e o Brasil não tem
    capital para disponibilizar. Mas o Brasil está com
    40% da população deixada por si, largada às moscas.
    4. Mas os EUA têm de sobra, tudo coisa de segunda
    mão para eles lá, mas para nós cá estaria de bom
    proveito.
    5. Para colocar as dezenas de milhões de brasileiros
    em atividade de mercado, sem gerar inflação, o
    Brasil necessita estar destinatário de coisas não mais
    úteis nos EUA. Evidente que tudo dentro dos
    trinques: toma-lá-dá-cá!
    (MCH)

    em resposta a: PT ELEITO #72265

    Fernando, Domingo, 15 de Fevereiro de 2004 – 8:25 pm:

    I) “…já se falou sobre as vigarices da esquerda …”
    1. F. erra só “para provocar”? Só pode! De mente
    sempre errada nem-aqui-nem-na-China! Vai-se pelo
    “provocativo” de F.
    2. Êi F. sem essa de “se falou” pois não falaste
    patavinas! E não deixar passar que as vigarices da
    esquerda são intrínsecas à esquerda! São coisas
    inerentes à esquerda. Tratam-se das diretivas
    ideológicas, de mentes, coisas da pele, do espírito,
    do coração, dos almejos.
    3. O marxismo dá fundamentos da esquerda-petista.
    E Marx não alertou com ênfase indispensável, que
    suas idéias caso postas em prática iriam liquidar com
    a democracia. Portanto a vigarice da esquerda está
    coisa exclusiva da esquerda, vigarice contra a
    democracia que o Ocidente levou séculos para dar
    formato favorecedor à coletividade.
    4. Para evitar confusão com a expressão “vigarice”
    humana de todos os dias, coloca-se Vviiggaarriiccee
    como sendo a coisa da esquerda, uma vigarice
    gaguinha.

    II) “… Diminuir os impostos dos ricos …”.
    1. F. o Misturador, está a juntar joio com trigo! Eis
    que F. que está a trazer à baila circunstâncias da área
    de ciências econômicas: artifícios, truques, jogadas,
    que autoridades e técnicos e burocratas se valem
    para modificar e direcionar fluxos financeiros e
    econômicos.
    2. Não é por aí, ô F.! Entraste em fria F.! Sai dessa
    rapidinho!
    3. As alíquotas de impostos, as isenções, as faixas de
    incidência, os incentivos, os adiamentos, os socorros,
    as zonas francas, as compulsoriedades, as soma não-
    zero, as linhas de créditos e subsídios … tudo isso daí
    fazem parte dos paradigmas de ciências.
    Nada a ver com vigarices! Nada a ver com liberal!
    4. Reparar que atualmente, as únicas transparências
    da autoridade federal estão nas diretivas do MF&BC.
    Nada a ver com liberal.

    III) “… Pregar a democracia … aliar-se a governos
    reacionários, autoritários, ditatoriais …”
    1. Errado isso daí – F. erra de dar dó!
    2. No caso do Brasil/1964, a ação militar interditou a
    baderna esquerda-brizolista-camponesa-soldadesca.
    Foi uma ação democrática, pró impedir a ameaça à
    democracia. Posteriormente o movimento militar
    adquiriu conotações de continuismo, e a democracia
    foi suspensa. Mas isso tudo está na história, todo
    mundo reconhece isso!
    Nada a ver com liberal. Liberal não abre mão da
    democracia (liberdade). Mas liberal vai à guerra em
    defesa da liberdade (Inglaterra/1940).
    3. Há um êrro crasso de F. pois liberal nunca se alia
    a governos anti-liberdade. Mas liberal forma grupo
    com aqueles que combatem inimigos da democracia.
    Para dar sarrafadas no lombo de esquerda-petista, o
    liberal sempre tá disposto, devido marxismo-
    socialismo latente nos vozerios!

    IV) “… Pregar a liberdade, mas sem revelar que a
    individualidade …a patota deles …”
    1. A liberdade é universal, de todos. Sem distinção
    alguma, atualmente a liberdade está universalizada,
    em todo o globo terrestre.
    2. Estão a ingressar no Terceiro Grau/ 2004 – 8900
    Usp, 6700 Unesp, 2900 Unicamp. No estado SP são
    350 mil ingressos na universidade. No Brasil são 3,5
    milhões. No Ensino todo brasileiro são 60 milhões,
    com 4 milhões de professores. Está a mil o acessar à
    liberdade e independência. Impossível “patota” a não
    ser em de mente tipo F.!

    V) “… sindicatos, ongs …”
    1. Tais aí servem para aglutinar, para colocar na
    mesa questões. O Mst está a insistir numa questão
    que o Estado faz de tudo para ignorar. Cada indivíduo
    que se disponha pelo aglutinado que melhor lhe
    aprouver.
    2. Reparar que Mst está com causa que não se pode
    desconsiderar, mas as faixas anti-Alca ofuscam as
    diretivas intrínsecas e, com vozerios anti-transgênico
    perdem espírito da época.

    VI) “… assunto for a dívida externa, fale também
    contra o Papa …”
    1. Para renegociar a dívida externa a autoridade
    brasileira deverá adquirir uma perspectiva de
    Ocidente. Tal recusa sistemática de um enfoque
    ocidentalizado está a arruinar o Brasil.
    2. Somente há renegociar da dívida se houver aval
    dos EUA. Um comitê para renegociar centenas de
    bilhões, somente quando Alca estiver em andamento
    plena de objetividades.
    (MCH)

    em resposta a: PT ELEITO #72264

    Fernando

    “…otimismo…. quanto a boa vontade dos americanos em negociar a Alca”

    Da possibilidade de negociação entre Brasil e EUA.

    Bom… os Americanos não são bonzinhos, sempre buscam um interesse, o que é próprio da natureza humana, espécie de animal especialista na defesa de seus interesses.
    Não saberia dizer, mas lá em cima o Melvin disse algo mais ou menos assim:

    Se o Brasil pretende criar uma linha alternativa com a índia e outros, antes ele deveria perguntar para os EUA e para a U.E. o que eles acham disto.

    Nesta mesma linha considero que é importante sabermos o que os americanos acham disto, a saber: negociação direta entre Brasil e EUA.

    Coloco a seguinte questão.
    Pode ser que EUA não esteja muito interessado em negociar isoladamente, ou seja, pode ser que o mercosul realmente seja a coisa mais estúpida já sustentada por um brasileiro:
    – O melvin falou em algo em torno de 35 países ou coisa do tipo.
    – Então falamos de interesses diversos, características comerciais diversas.
    – Se o Brasil se coloca na mesma condição dos demais poderia estar sendo burro prá caramba!, pq o Brasil teria mais bala na agulha?
    – Certamente o Brasil é o país mais interessante economicamente/comercialmente da América do Sul.
    – Os EUA sabem disto tudo, e comercialmente preferem de fato negociar com o bloco do sul, pois assim eles ganham mais aqui no Brasil.
    – Se o Brasil negocia sozinho defende melhor os seus interesses.
    Conclui-se:
    Os EUA estão achando uma boa o mercosul, e estão na moita dando uma de migué, e pensando: Eitá turminha comercialmente desatinada estes brasileiros.
    Assim para EUA o mercosul está sendo uma boa do ponto de vista comercial, e para o Brasil um péssimo negócio, pois o Brasil não ganha tudo que poderia ganhar se fizesse a negociação sozinho, e se não bastasse puxa para os castelhanos melhores condições comerciais, condições estas que sozinhos não alcançariam. Aí se eles conseguem melhor negócio embalados no vácuo do Brasil, podem amanhã, os castelhanos, tomar mercado de nós brasileiros. E se as coisas funcionarem assim mesmo, atentar que hoje estaríamos a ajudar eles, amanhã eles bem que podem dar as costas para nós. E todos nós sentiremos vontade de chamá-los daquilo.
    Nota: aqui estou sinceramente, e sem ironia alguma, de leitura parca mesmo, pq não estou assim tão inteirado sobre as negociações da Alca. Associo as coisas da seguinte maneira:
    – mercosul é um bloco.
    – O bloco é uno.
    – Os negócios são fechados para o bloco todo.

    _______________________________________________

    Fernando

    “….possibilidade de transferir maquinários…”
    nota: farei uma leitura ampla onde em maquinário leio tb tecnologia e eficiência.

    Isto é algo que está me intrigando desde o começo. Comecei dizendo que não acho tão fácil assim. Acredito que sofremos de uma forte defasagem cultural, e é justamente aí que reside o maior problema daquilo que estamos a discutir aqui.
    – Se há defasagem cultural, é pq Brasil e EUA constituem sociedades desiguais.
    – Considera-se daqui que a integração rápida de sociedades desiguais cria a curto prazo uma série de crises e a longo prazo somas positivas para ambos os lados.

    Para que tal integração dê certo(somas positivas no longo prazo) é preciso mudanças profundas em todos os segmentos da sociedade.

    – O Brasil(povo) e seus políticos, na prática, são movidos pela mídia
    – A mídia tende a defender valores liberais clássicos, preocupando-se com os indivíduos e o seu bem estar, deixando num segundo ou terceiro plano os interesses do Estado.
    – Então seria preciso um governante capaz de saber o que é certo e o que é errado; o que é justo e o que é falácia; o que é do interesse do Estado-e-prioritário, e o que é simples defesa da humanidade.
    – Precisamos então de um governante que além de bem informado, deve tb ser um agente modificador, com motivação interna e um discurso mais revelador (ao povo) do que o discurso da mídia.
    – Daqui acredita-se que confiar ingenuamente na tecnologia, estaria para conduta arrogante, acreditando ingenuamente que medições e suposições poderiam decidir, por si só, o que é mera informação e o que é de fato conhecimento real.(1)
    – Se os psedebistas, petistas, pfelistas e pmdebistas são vaquinhas de presépio da mídia, que para encobrir a sua burrice, incompetência e ineficiência ficam antenados nos mais novos lançamentos da moda. Fica aqui a questão colocado por melvin lá em cima:
    Algo mais ou menos assim:

    Como fazer com que a mídia permita que a sociedade brasileira compreenda que é preciso mudar?

    Se iniciarmos a inclusão das tais tecnologia e eficiências no campo da criminalidade e da corrupção, será preciso antes mudar o paradigma reinante na mídia brasileira sobre origens da criminalidade, e o que se entende por “Direitos Humanos”, ou como sempre digo “Direito dos Manos”, etc.
    Mudando a visão da mídia podemos iniciar o processo. No Estado há uma série de agentes contrários as mudanças. No filme Brubaker(vale a pena assistir) que narra a história de um diretor de presídio nos EUA que está disposto a mudar as coisas, observamos que a medida que ele vai mudando o paradigma do sistema prisional, o sistema se volta contra ele com mais força. No filme, O diretor têm uma amiga que trabalha no gabinete do governador, ela o aconselha e ir mais devagar, no que ele responde: “…todo Diretor de presídio pinta paredes…..eu posso flexibilizar na estratégia, mas não nos princípios.”
    No final ele é mandado embora(demitido), mas as mudanças iniciadas espalham-se pelo sistema prisional Americano.

    Certamente será difícil acabar com esta idéia do politicamente correto definida pela mídia. Quem não se enquadra sofre patrulhamento ideológico, é chamado de reacionário e coisas do gênero.
    Lembro-me da Deputada Zulaiê Cobra.
    -Advogada recebeu convite para presidir o projeto que tramitava no congresso sobre as reformas nas polícias.
    -Chegou já sabendo tudo.
    -Por incrível que pareça resolveu conhecer o problema de perto, o que é raro em um legislador brasileiro.
    -Viajou o Brasil e colheu uma série de relatos, constando que muitas das suas idéias inicias estavam erradas.
    -No final compreendeu onde residia o problema. Não era nada daquilo que ela achava inicialmente.
    -Falou, falou e falou, mas ninguém até hoje quer ouvir. Preferem um colunista qualquer metido a jornalista, que fala (com autoridade de quem conhece o problema) daquilo que falaram para ele.

    (1)Assista ao filme falcão negro em apuros, título original Black-Hawk down, que retrata o episódio Mogadício na Somália, onde forças americanas apanharam pra-burro, numa ação sustentada em números, medições e suposicões, e tb no poder da mídia em influenciar guerras que não devem ser lutadas.
    Abs.

    em resposta a: PT ELEITO #72263

    Olá Fernando, desta vez vc recebeu um monte de estrelinhas da minha parte.

    Oi Alex, mudando de assunto, talvez, quem sabe, embora eu pense que não: se vc tiver a oportunidade, leia depois alguma coisa de Emmanuel Mounier. Penso que vc acharia interessante as críticas do personalismo cristão tanto ao capitalismo quanto ao socialismo. Se calhar, quem sabe depois voltemos a esse assunto.

    “Passado muito tempo, o bolo nao cresce mais. Queimou.”

    em resposta a: PT ELEITO #72262

    MCH, e mais uma das suas:

    II) Considera-se que F. está com má leitura ao
    expressar “Globo está no bolso”. Há sim problemas
    financeiros em geral da mídia, que serão
    solucionados favoravelmente para todos.

    Olha só uma das mais evidentes vigarices liberais. Aceitar qualquer tramóia de empresas. Nestas horas eles apostam que ninguém vai lembrar do que falam de livre mercado, de auto-regulação, que a economia se acerta, que não querem interferência do estado, que os competentes sobrevivem, enfim: FSP de hoje, 15/02/04.”Dívida de empresas de mídia chega a R$ 10 bi.” As empresas solicitaram crédito ao BNDES, para salvarem-se da sua incompetência. Mais de 60% desta dívida é da Globo. A Globo falida está na mão de Lula, daí a benevolência. De fato, um vai chantagear o outro. Encontram-se as vigarices liberais e da esquerda travestida. Esquecí de colocar isto na minha lista de vigarices liberais, pregar uma coisa , mas fazer outra bem diferente na maior caradura.

    Esse negócio de discutir tramóia/vigarice, vai deixar rastro, M. É coisa perigosa, mais para os liberais, que dizem não serem de mutretas.

    Só um conselho: Esquece aquele negócio do maquinário que teu professor falou. Tem besteira alí. Não quero deixar tanta armadilha para vc, até porque tem que ter paciência para retrucar besteirol.

Visualizando 15 posts - 3,481 até 3,495 (de 6,713 do total)