Consciência - Filosofia e Ciências Humanas
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Existencialismo & Fenomenologia - resumos, ebooks, artigos acadêmicos

  • Filosofia como exercício de escuta em Edmund Husserl
  • O presente ensaio filosófico buscará apontar, não de modo exaustivo, no pensamento de Husserl a possibilidade de um pensar filosófico originário, isto é, busca-se no pensamento de tal pensador aludido aquela experiência filosófica não determinada pelos conceitos


  • Resenha do livro Martin Heidegger – Fenomenologia da Liberdade, de Günter Figal
  • Publicado pela Editora Forense Universitária, o livro Martin Heidegger – Fenomenologia da liberdade revela ao Brasil a principal obra de Günter Figal. Professor da Universidade de Freiburg e um dos principais estudiosos da obra de Heidegger, Figal ocupa atualmente a cátedra que pertenceu ao filósofo e possui publicações especializadas sobre Platão, Nietzsche e Gadamer.


  • Resenha do livro A caminho da linguagem, de Martin Heidegger
  • Sob o título de A caminho da linguagem (Unterwegs zur Sprache), encontramos alguns dos textos de maturidade do filósofo alemão Martin Heidegger apresentados na forma de conferências ou redigidos como ensaios durante a década de 1950 (estes, reunidos tal como sua primeira publicação em 1959). Nestes escritos temos Heidegger ocupado em tratar a linguagem como questão do pensamento comprometido com a verdade. Contudo, este problema no momento aparece de maneira diversa daquela presenciada nos escritos da década de 1920, como em Ser e tempo, um de seus principais livros (no qual Heidegger ainda operava com o método fenomenológico, tratando a linguagem como algo ainda sobreedificado à noção de verdade). Em A caminho da linguagem, encontramos um reposicionamento do autor diante de sua compreensão feita; apontando a linguagem como a essência originária da verdade e abertura de sentido ao homem.


  • Resenha do livro Heidegger, de Zeljko Loparic
  • Foi lançado recentemente, integrando coleção Passo-a-passo da Jorge Zahar Editora, o pequeno livro intitulado Heidegger, de autoria de Zeliko Loparic (UNICAMP). A obra propõe uma introdução às ideias do filósofo alemão Martin Heidegger (1889-1976). Este trabalho não segue o modelo de uma introdução aos moldes dos manuais, apresentando ideias e fatos de maneira isolada; tendo como produto, conhecimentos gerais ou elementos de curiosa apreciação. Ao contrário, efetua uma introdução temática, ou seja, coloca o leitor no universo dos termos e questões fundamentais ao pensamento do filósofo; ‘convidando’ o leitor a interagir com estas questões. Embora Loparic utilize notas biográficas do autor alemão e explicações didáticas de suas ideias, isto é feito de maneira dosada; sem uma diluição demasiada dos conceitos, o que poderia acarretar a banalização das ideias do pensador.


  • A angústia e o existencialismo
  • A angústia e o existencialismo

    Ricardo Ernesto Rose
    Jornalista e Licenciado em Filosofia

    “Que o homem, voltado para si próprio, considere o que é diante do que existe; que se encare como um ser extraviado neste canto afastado da natureza, e que, da pequena cela onde se acha preso, isto é, do universo, aprenda a avaliar em seu valor exato a terra, os reinos, as cidades e ele próprio. Que é um homem dentro do infinito? – Blaise Pascal, Pensamentos

     


    A palavra “angústia” é um termo relativamente recente no linguajar filosófico. Não é possível identificar exatamente sua origem, mas parece ter sido utilizado pela primeira vez em seu sentido atual na obra “O conceito de angústia", de Sören Kierkegaard, em 1844. A palavra passou a ser cada vez mais empregada pelos filósofos voltados aos problemas humanos em sua essência e foi traduzida para diversas línguas. Sartre e outros franceses falam em angoisse, Heidegger; Jaspers e outros alemães utilizam a palavra Angst (que também quer dizer medo); Abbagnano em sua "Introdução ao Existencialismo” usa a palavra angoscia; e John Macquarrie, filósofo e teólogo escocês, prefere em sua obra “Existentialism” o termo anxiety ao invés de dread; esta, segundo ele, palavra mais relacionada com medo do que com angústia.


    A palavra, com a acepção moderna que tem nas línguas ocidentais, não era conhecida pela filosofia grega com o mesmo sentido. Foram necessários dois mil e quinhentos anos de metafísica e cristianismo, para que o homem ocidental desenvolvesse a consciência para a qual a palavra angústia – e tudo que o termo implica sob o aspecto psicológico, emocional, social e filosófico – tivesse o significado que lhe damos na modernidade. O monoteísmo; a metafísica; os conceitos de individualidade, de liberdade individual e de responsabilidade; foram idéias – paradigmas culturais – que levaram à formação da idéia de angústia.


  • O que é fenomenologia – Noções de Filosofia
  • Noções de Filosofia – Pe. Leonel Franca CAPÍTULO III A FENOMENOLOGIA 202. Com o nome antigo de fenomenologia ao qual se emprestou uma nova significação (249) surgiu em fins do século passado e desenvolveu-se poderosamente a mais forte e original corrente do pensamento alemão contemporâneo. Aplanaram-lhe o leito os estudos do neo-aristotélico Francisco Brentano (1838-1917), [...]


    sartre4
  • SARTRE, O PENSADOR DA ANGÚSTIA
  • SARTRE, O PENSADOR
    DA ANGÚSTIA

     

    Francisco Fernandes
    Ladeira

    Resumo: O objetivo deste
    trabalho é tecer alguns comentários sobre as ideias filosóficas de Sartre com
    relação à experiência negativa, à duvida, à experiência da náusea, ao vazio
    existencial ou o nada do ser.

    Palavras-chave: Sartre, náusea,
    existencialismo, dúvida, fenomenologia.

    Introdução

    Sartre é, talvez entre os filósofos contemporâneos, o que melhor soube
    exprimir perplexidade e os anseios do homem do nosso tempo, de uma civilização
    que, marcada por dois conflitos mundiais, vive ainda as consequências funestas
    de uma desordem e de um desastre, do qual o homem é, em grande parte, culpado.


    filosofia ambiental
  • Do conceito de “meioambiente”: Um esforço por pensar uma filosofia ambiental a partir de Heidegger
  • RESUMO

    A proposta do texto é
    delimitar o conceito de meioambiente tal qual abordado no discurso de
    conservação ambiental. Temos o objetivo de distinguir, em seus significados
    derivados, o significado romântico de natureza; evitando o uso ambíguo e,
    mesmo, equívoco desta noção. Esta tarefa justifica-se por ser um exercício de
    compreensão, desenvolvido por meio de uma breve contextualização dos termos
    atuais da chamada questão ambiental, na medida em que comentaremos, criticamente,
    a ideia de “exploração sustentável”. Pretendemos assinalar que mesmo as novas
    propostas de conservação ambiental, operam em um registro antropocêntrico, na
    medida em que entendem a relação entre homem e meioambiente desde a dicotomia
    sujeito-objeto, presente na filosofia e ciência cartesianas. Em seguida,
    apresentaremos a exigência de uma definição do que vem a ser meioambiente, no
    pensamento do filosófo alemão Martin Heidegger, contrapondo estas ideias a
    elementos da filosofia da natureza de F.W.J. Schelling. O texto traz,
    ainda, a discussão acerca de uma postura ética e conservacionista frente ao
    meio ambiente, e seus vínculos com as noções de habitar, cons­truir e
    responsabilizar-se.

    Palavras chave: Heidegger;
    meioambiente; natureza; preservação ambiental, filosofia ambiental


    maravilhas das antigas civizações
  • O tempo, os deuses e nós
  • Por Lúcio Marques.
    Analisamos aqui algumas relações que podemos estabelecer na sociedade pós-moderna ou que talvez relegamos ao segundo lugar em nossa existência. No tempo da vida relacionamos com os deuses, os outros e conosco ou com o si mesmo, enquanto alguém. Porém, que espécie de relação identifica o sujeito na sociedade pós-moderna? Que tempo dedicamos aos relacionamentos em nossa existência?


  • Da trilogia “Os Caminhos da Liberdade” – Com a morte na alma, de Jean-Paul Sartre
  • Texto sobre a trilogia de romances do filósofo existencialista francês Jean-Paul Sartre – A idade da razão, Sursis e especificamente sobre o terceiro, “Com a Morte na Alma”, que compõe a trilogia conhecida como “Caminhos da Liberdade”.


  • VIDA E OBRA DE ALBERT CAMUS por Pierre de Boisdeffre
  • Vida e obra, biografia e pensamentos do escritor e filósofo franco-argelino Albert Camus, prêmio nobel de literatura e figura proeminente do existencialismo francês, autor de “O estrangeiro”, “O mito de Sísifo”, “A Peste”, “A queda” e “o homem revoltado”.


  • EXISTENCIALISMO – FILOSOFIA DA EXISTÊNCIA -
  • J. M BOCHENSKI – A FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA OCIDENTAL  Tradução de Antônio Pinto de Carvalho. Fonte: Ed. Herder. VI -FILOSOFIA  DA  EXISTÊNCIA Olhou em torno de si: não viu senão a si mesmo. Começou a gritar; Sou eu!… Começou a inquietar-se; porque quando se está só começa-se a ter medo. Brihadaranyaka Upanishad 16.   CARACTERES GERAIS DA [...]


    maravilhas das antigas civizações
  • Estudo de A Idéia da Fenomenologia de Edmund Husserl: aproximações
  • Estudo de “A Idéia da Fenomenologia” de Edmund Husserl. Por Marcos Paulo L. Vieira. Husserl!! No singelo evocar desse nome uma radiosa e venerável tradição pede a palavra. Em Husserl a tradição filosófica ocidental fala, mais uma vez, a sua palavra.O presente texto apresenta-se como um esforço de escutar essa palavra e preserva-la através de [...]


  • Anotações de Aula do Curso de Filosofia sobre Sartre do Prof. Franklin Leopoldo e Silva – Aula 2
  • Anotações de aula do curso sobre Sartre ministrado pelo professor dr. Franklin Leopoldo e Silva na FFLCH-USP Material Enviado por José de Medeiros Machado Jr. Aula 1 Aula 2 Aula 3 Aula 4 Aula 5 Aula 6   [J.P. Sartre, O Existencialismo é um Humanismo (2)]   Ao esclarecer noções importantes para o existencialismo, como [...]


  • Anotações de Aula do Curso de Filosofia sobre Sartre do Prof. Franklin Leopoldo e Silva / Aula 6
  • Anotações de aula do curso sobre Sartre ministrado pelo professor dr. Franklin Leopoldo e Silva na FFLCH-USPMaterial Enviado por José de Medeiros Machado Jr. Aula 1 Aula 2 Aula 3 Aula 4 Aula 5 Aula 6 [SARTRE, J-P - Questão de Método – Segundo capítulo]   A verdade metódica do marxismo, ou o seu modo [...]


  • Anotações de Aula do Curso de Filosofia sobre Sartre do Prof. Franklin Leopoldo e Silva. Aula 5
  • Anotações de aula do curso sobre Sartre ministrado pelo professor dr. Franklin Leopoldo e Silva na FFLCH-USPMaterial Enviado por José de Medeiros Machado Jr. Aula 1 Aula 2 Aula 3 Aula 4 Aula 5 Aula 6 A relação entre subjetividade e conduta supõe o problema da reflexão, e este por sua vez está ligado à [...]


  • Anotações de Aula do Curso de Filosofia sobre Sartre do Prof. Franklin Leopoldo e Silva . Aula 4
  • Anotações de aula do curso sobre Sartre ministrado pelo professor dr. Franklin Leopoldo e Silva na FFLCH-USPMaterial Enviado por José de Medeiros Machado Jr. Aula 1 Aula 2 Aula 3 Aula 4 Aula 5 Aula 6 [SARTRE, J-P. Questão de Método – primeiro capítulo (2)]   A diferença entre idealismo e materialismo não pode ser [...]


  • Anotações de Aula do Curso de Filosofia sobre Sartre do Prof. Franklin Leopoldo e Silva – Aula 3, Questão de método
  • Anotações de aula do curso sobre Sartre ministrado pelo professor dr. Franklin Leopoldo e Silva na FFLCH-USPMaterial Enviado por José de Medeiros Machado Jr. Aula 1 Aula 2 Aula 3 Aula 4 Aula 5 Aula 6 [Sartre - Questão de Método – primeiro capítulo]   O tema de fundo de Questão de Método é a [...]


  • Anotações de Aula do Curso de Filosofia sobre Sartre do Prof. Franklin Leopoldo e Silva – 1
  • Anotações de aula do curso sobre Sartre ministrado pelo professor dr. Franklin Leopoldo e Silva na FFLCH-USPMaterial Enviado por José de Medeiros Machado Jr. Aula 1 Aula 2 Aula 3 Aula 4 Aula 5 Aula 6 [J.P. Sartre. O Existencialismo é um Humanismo]   É lugar-comum nos comentários feitos à obra de Sartre assinalar as [...]


    sartre
  • Possibilidade e Realidade na Conduta de Má-fé
  • Possibilidade e Realidade na Conduta de Má-fé por Miguel Duclós A melhor ilustração acerca da tensão existente entre possibilidade e realidade na Conduta de Má-Fé é o exemplo da mulher que vai a um primeiro encontro, exposto na página 101 de O Ser e o Nada1, no Capítulo "As Condutas de Má-Fé". Ali vemos uma [...]



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