03
nov
Aristóteles
não é ateniense de nascimento, mas é originário de Estagira, na Trácia,
onde nasceu em 384. O pai era médico particular do rei macedônio Amintas, e o
próprio Aristóteles vinculou o destino externo da sua vida aos desígnios
macedônicos, com os quais também cairá. Aos 18 anos vem à Academia, onde permanece durante vinte anos, até
a morte de Platão. No decurso da
vida do mestre, altamente o honrou. Na Eegia que lhe dedicou, refere-se á
amizade que os ligou a ambos, dizendo ser Platão
um homem tão excelso que digno de o louvar não será qualquer um, mas
somente quem se digno de tal. O fato de Aristóteles
ter, pelo seu modo próprio de pensar, se afastado dele mais tarde,
nenhum detrimento trouxe a essa veneração e amizade. "Se ambos são meus
amigos” (Platão e a verdade),
diz êle na Ética; a Nicômaco (1096a l6), "pio dever é estimar ainda
mais altamente s verdade". Tem-se, contudo, a impressão de nem sempre ser sina
ira et studio a crítica contra Platão.
De propósito, freqüentemente a suscita, nem sempre com necessidade, e, às
vezes, sendo até mesquinho. Depois da morte
de Platão, Aristóteles retira-se para. Assos no país da
Tróade, junto do príncipe. Hermias
de Arames, fundando aí, junto com outros membros da Academia, uma espécie de sucursal da escola.
Posted in Aristóteles, Biblioteca, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Textos Introdutórios | No Comments »
24
out
Na
época helenística, consuma-se um processo histórico espiritual, cujo resultado
ainda é importante para a nossa moderna concepção da Filosofia: a evolução da
Filosofia no sentido de uma ciência especial. No período pré-socrático, o
filósofo era tudo: cientista, médico, técnico, político e sábio. A Academia e o
Perípato abrangem, como organizações científicas, a totalidade do saber. Mas já
no antigo Perípato. vemos que as ciências particulares absorviam a atividade
total de todo um homem, e lhe davam a sua fisionomia espiritual, embora êle
ainda filosofasse no sentido da antiga sabedoria. No período helenístico as
ciências particulares se desmembram em disciplinas independentes. Nascem
centros próprios de investigação, onde essas ciências são cultivadas ex
professo: Alexandria, Antioquia, Pérgamo, Rodes. Mas a Filosofia se
pronuncia apenas sobre as grandes questões que Platão e Aristóteles tinham
indicado como propriamente filosóficas: a lógica, a ética e a metafísica. Exatamente
por isso essas questões são aprofundadas e se transformam em mundividências. Ocupa-se a Filosofia com o homem como tal e, nesses tempos tão incertos,
revoltos pelas guerras de Alexandre e dos Diadocos, busca ela a salvação e a
felicidade no homem interior, o que já não podem proporcionar as relações
externas, a sonharem sempre novas grandezas, para criarem, apenas, em lugar
delas, ruínas sobre ruínas. Por isso prepondera nessa época o papel da ética.
Ela deve, ao mesmo tempo, exercer a função outrora desempenhada pelo mito
religioso. Êste se dissipa cada vez mais, sendo substituído pelo pensamento
racional. O estoicismo e o empirismo despertam novas preocupações psíquicas e
atuam sobre círculos mais vastos, muito mais do que o puderam a Academia e o
Perípato. As "mundividências", uma vez constituídas,
funcionam como centros de cristalizagão, formando–se nos tempos do helenismo
marcantes centros escolásticos, típicos desta época: o Pórtico e o Jardim de
Epicuro; ao lado das já existentes escolas da Academia e do Perípato.
Posted in Biblioteca, Estoicismo, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Roma Antiga, Textos Introdutórios | No Comments »
20
out
Os epicuristas são os inimigos hereditários dos estóicos. Não tem fim a polêmica entre as dois campos.
Fundador da. escola é Epicuro de Samos (314-270). Foi seu mestre o discípulo de Demócrito,
Nausífanes. A ascendência atomista foi decisiva para toda a escola, que Epicuro dirigiu no seu Jardim. em Atenas, desde 306. E foi devido a esses Jardins que os epicuristas
receberam a denominação — os do Jardim.
Posted in Biblioteca, Epicuro, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Textos Introdutórios | 2 Comments »
18
out
A explanação do pensamento do filósofo Emil Cioran (1911-1995), apresentando a sua relevância para a intelectualidade contemporânea, é o fim a que se propõe este artigo. Tendo como ponto de partida as obras História e Utopia (1960) e Breviário de Decomposição (1949), sem deixar no esquecimento as demais obras do autor e entrevistas, se verá, nas linhas que se seguem, a idéia de que é na negação que o ser humano encontra a lucidez e que toda forma de utopia, toda crença no progresso, é vã. Desse modo, sendo Cioran, pensador romeno radicado na França, investigado no presente tratado, as inevitáveis críticas às instituições e ao pensamento sistemático e, inclusive, ou até principalmente, à tradição filosófica terão grande ênfase, na medida em que a própria subjetividade, o Nada, a Lucidez, o Tempo e a História vão sendo também estudados. Portanto, o lúcido Cioran, ao mesmo tempo um ser que passa pela experiência da insônia, sentindo a realidade que lhe fora revelada, a saber, a inércia, o anonimato, a negação e a Queda, emite crítica ao progressismo, ao utopismo, afirmando o mundo interior e não o exterior como fonte de lucidez. Se buscará aqui exprimir fielmente o pensar deste autor de suma importância não só para a contemporaneidade, porém para todas as eras.
Palavras-Chave: Insônia, Negação, Utopia, Progresso, Queda
Posted in Filosofia Contemporânea, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | No Comments »
17
out
História da Filosofia na Antiguidade – Hirschberger
4 — O
PERÍPATO – FILOSOFIA ENCICLOPÉDICA
O Perípato, fiel ao exemplo do
aristotelismo posterior, já desde os seus inícios se entregara a uma minuciosa
investigação científica (cf. pág. 253). Posteriormente, ainda, se deu ao
estudo das ciências experimentais, distinguindo-se assim tipicamente do
estoicismo e do epicurismo, mas também da Academia, que, antes [...]
Posted in Aristóteles, Biblioteca, Filosofia Antiga, Grécia Antiga | No Comments »
17
out
História da Filosofia na Antiguidade – Hirschberger
A. A Média e Nova Academia
Os h o m e n s da Academia
Distinguimos, ao lado da antiga Academia (v. pág. 174), ainda uma média, cujos principais representantes são Arcesilau (315 até 241 a. C.) e Carnéades (214-129 a.C); e uma nova Academia, com Filo de Larissa, que veio para Roma em 87. a.C. e aliciou ali Cícero para a sua escola, e Antíoco de Ascalão, a quem Cícero ouviu em Atenas em 79 a.C.
Posted in Biblioteca, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Lógica, Epistemologia e Filosofia da Linguagem, Roma Antiga | No Comments »
08
ago
História da Filosofia Antiga – Johannes Hirschberger
C. O HOMEM
Depois de termos consideradoa posição geral de Platão no concernente ao problema ontológico e teorético-epistemológico, voltemo-nos para algunsproblemas concretos e, em primeiro lugar, para o seu pensamento sobre o homem.
α) O homem como alma
"Ao legislador [...]
Posted in Biblioteca, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Platão | 2 Comments »
06
ago
História da Filosofia Antiga – Johannes Hirschberger
ε) Mito da caverna de Platão
— Platão explicou muito claramente os seus pensamentos sobre a verdade e a realidade pelo célebre Mito da caverna, no 7.º livro da República (514 ss.).
αα) Modos de ser.
— Conosco homens, aí se diz, se passa o mesmo [...]
Posted in Biblioteca, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Platão, Textos Introdutórios | 9 Comments »
05
ago
História da Filosofia Antiga – Johannes Hirschberger
B. A Verdade
O segundo conceito com que se encontra o pensamento de Platão é o da verdade. Falar de Platão, é falar da doutrina das Idéias. Mas desta só nos aproximamos se partirmos do ponto de vista da verdade.
a) Conceito da verdade
[...]
Posted in Biblioteca, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Platão, Textos Introdutórios | 1 Comment »
23
jul
A Filosofia de Platão começa onde parou Sócrates,
pela questão da essência do bem. O conceito de valor era tão multiforme
no seu tempo como o é hoje. Podia exprimir um conteúdo econômico, técnico,
vital, estético, religioso, ético. Para Platão,
o problema do valor é um problema ético. A figura e a obra de Sócrates convidavam-no a formula-lo
desse modo. Em Sócrates mesmo Platão viu o valor moral, prático e
vivo. Mas como deveria êle ser concebido e determinado teoricamente? O
ensinamento que Sócrates tinha
deixado soava: sê sábio e serás bom
Posted in Biblioteca, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Platão | 1 Comment »
11
jul
Platão nasceu em. 427. Descendia da mais antiga nobreza ateniense; e isso já o colocou no centro da vida cultural e política; a tendência a dar forma ao mundo e à vida_constituiu a característica essencial do seu temperamento. Na sétima carta, que encerra muito de autobiográfico, narra Platão seu desejo de participar da vida política assim que se visse senhor de si mesmo. Mas, cerca de 404, presenciou a ditadura dos Trinta e; um ano após, o regime dos democratas e, em particular, a condenação de Sócrates.
Posted in Biblioteca, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Textos Introdutórios | No Comments »
28
mai
Resumo sobre a teoria ética do filósofo grego Aristóteles: o que é o bem, a virtude e a felicidade.
Posted in Aristóteles, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Textos Introdutórios | No Comments »
21
mar
As Meditações de Marcus Aurelius
Por Breno de Magalhães Bastos
Escrito
a partir de 174 nos acampamentos de Carnuto e Grânico, os escritos do imperador
Marco Aurélio receberam o nome de Pensamentos Para Mim Mesmo, entre os
franceses; selbsterinnerungen, pelos alemães; solilóquios, entre
os portugueses. No Brasil, é mais conhecido o nome Meditações. Τὰ
εἰς ἑαυτόν (Para Mim Mesmo) foi o [...]
Posted in Estoicismo, Filosofia Antiga, Roma Antiga, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | 2 Comments »
28
fev
História da Filosofia Antiga – Johannes Hirschberger (Tradução de Alexandre Correia)
Capítulo II A
FILOSOFIA ÁTICA
Na
vida, alturas e profundezas muitas vezes andam juntas. Talvez devesse o
espírito grego passar pela depressão sofistica, pela sua superficíalidade, sua
leviana retórica, sua crítica destrutiva, seu relativismo e ceticismo, para,
abalado e ameaçado no seu mais íntimo, reagir com tudo o que lhe restava [...]
Posted in Biblioteca, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Sócrates | 2 Comments »
21
dez
Capítulo
Primeiro
Tradução de Alexandre Correia. Fonte: Editora Herder, 1965.
A FILOSOFIA DOS PRÉ-SOCRÁTICOS
O pensamento filosófico hodierno
se interessa particularmente pelos pré-socráticos, antes de tudo, em virtude
dos originais problemas que suscitam e da sua posição ontológica em geral. Antigamente, eram tidos apenas como os filósofos da natureza, entendendo-se, então,
por natureza o mundo dos corpos. Hoje, sabe-se que aqueles [...]
Posted in Biblioteca, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Textos Introdutórios | 4 Comments »
14
dez
História da Filosofia Antiga – Johannes Hirschberger
PROLEGÔMENOS
a) Importância
da Filosofia Antiga
Pergunta que se pode fazer é a de
saber-se por que ainda hoje se estuda a Filosofia Antiga. A esta questão sobre
a significação da Filosofia Antiga pode-se dar a seguinte resposta: A
Filosofia Antiga nos fornece o patrimônio espiritual do qual ainda hoje vive o
pensamento ocidental. Já considerada [...]
Posted in Biblioteca, Filosofia Antiga | No Comments »
13
dez
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA ANTIGUIDADE
Johannes Hirschberger
Tradução de Alexandre Correia
Fonte: Editora Herder, 1965
INTRODUÇÃO
DA ESSÊNCIA E DO VALOR DA
HISTÓRIA DA FILOSOFIA EM GERAL
a) A História da Filosofia como ciência
A
História da Filosofia é ciência histórica e Filosofia simultaneamente,
abrangendo assim duas esferas de atividades. Como ciência histórica tem como
finalidade dar-nos a [...]
Posted in Biblioteca, Filosofia Antiga | No Comments »
12
nov
A ETERNA BUSCA DO
HOMEM EM SI MESMO
Lucas Fortunato
Carneiro [1]
Prof. Ms. Gilzane
Naves
RESUMO: A discussão desenvolvida neste trabalho envolve uma realidade muito
presente hoje, a da angústia e o desespero. O que seriam estes dois conceitos
aplicados no atual ser humano e na sua concepção de mundo ? O filósofo Soren
Aabye Kierkegaard é a base de toda a discussão: [...]
Posted in Filosofia Contemporânea, Kierkegaard, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | 2 Comments »
01
out
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA
STOÁ E A IDADE DO OURO:
O RETORNO AO MITO DA CRIAÇÃO DO HOMEM
Breno
de Magalhães Bastos
Anteprojeto
apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Filosofia da PUC-Rio como requisito
ao curso de Mestrado em Filosofia.
Rio de Janeiro
Setembro/2007
Sumário
1. INTRODUÇÃO
[...]
Posted in Estoicismo, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Mitologia, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | 2 Comments »
29
fev
Hegel: Unificação de Ontologia e Lógica
Miguel Duclós
Trabalho originalmente apresentado para o CFH-UFSC (2007)
1.
Kant e o “fim” da metafísica.
Como
é sabido, o sistema de Kant deixou uma tarefa intrincada para a posteridade ao
reconceituar a metafísica na dissecação detalhada da razão humana que
empreendeu, gerando uma revolução divisora de águas na história da filosofia. O
autor tinha pleno [...]
Posted in Filosofia Moderna e Renascimento, Hegel e Idealismo Alemão, Textos Introdutórios, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | No Comments »
25
jan
Fichamento do Capítulo I do
livro A lógica da pesquisa científica – Karl Popper
Miguel DuclósOriginalmente apresentado na FFLCH/USP
Biografia
Karl
Popper nasceu em 1902 em Viena. Seu pai era doutor em direito e se interessava por
filosofia. Ele e o amigo de Karl o influenciaram na curiosidade filosófica. No ano de 1918, Karl Popper ingressou na
Universidade de Viena. [...]
Posted in Filosofia Contemporânea, Lógica, Epistemologia e Filosofia da Linguagem, Popper, Textos Introdutórios, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | 3 Comments »
20
jan
O problema dos universais em Pedro Abelardo
Miguel Duclós
Trabalho Originalmente Apresentado para a FFLCH/USP
"Reflitamos
primeiramente a respeito da causa comum. Cada um dos homens, distintos uns dos
outros, embora difiram tanto pelas próprias essências quanto pelas formas -
[...]
Posted in Filosofia Medieval, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | No Comments »
07
ago
Memória
e confissão como exercício prático do conhecimento da verdade de Deus no
pensamento de Agostinho[1]
[...]
Posted in Filosofia Medieval, Santo Agostinho, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | 1 Comment »
16
jun
Sobre a sentença de Nietzsche
“O super-homem é o sentido da terra”
[...]
Posted in Filosofia Contemporânea, Nietzsche, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | 4 Comments »
22
mai
AS CRÍTICAS DO PROFESSOR NIETZSCHE À EDUCAÇÃO DE SEU TEMPO
Elenilton
Neukamp*
Resumo:Os primeiros escritos de Friedrich
Nietzsche, pouco comentados, abordam a educação. Neles o filósofo critica as
instituições de seu tempo e duas tendências básicas em relação à cultura: a
tendência à universalização e a tendência à especialização. Tanto uma quanto
outra são vistas como extremamente nefastas, pois contribuem para a
massificação [...]
Posted in Ensino, Filosofia Contemporânea, Nietzsche, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | 23 Comments »
01
mai
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
Johannes HIRSCHBERGER
Fonte: Ed. Herder
Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística
O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]
Posted in Biblioteca, Filosofia Medieval, Textos Introdutórios | 3 Comments »
01
mai
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
Johannes HIRSCHBERGER
Fonte: Ed. Herder
Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística
O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]
Posted in Biblioteca, Filosofia Medieval, Textos Introdutórios | 15 Comments »
01
mai
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
Johannes HIRSCHBERGER
Fonte: Ed. Herder
Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística
O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]
Posted in Biblioteca, Filosofia Medieval, Textos Introdutórios | No Comments »
01
mai
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
Johannes HIRSCHBERGER
Fonte: Ed. Herder
Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística
O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]
Posted in Biblioteca, Filosofia Medieval, Textos Introdutórios | 4 Comments »
01
mai
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
Johannes HIRSCHBERGER
Fonte: Ed. Herder
Trad. Alexandre Correia
Índice
Prolegômenos
Filosofia Patrística
O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre [...]
Posted in Biblioteca, Filosofia Medieval, Textos Introdutórios | 5 Comments »