Oliveira Lima UM SERÃO EM PALÁCIO Houve do século XV para o século XVI um rei de Portugal de nome D. Manuel. A história não é da carochinha: por sinal que esse rei ficou conhecido na História do seu país pelo cognome de Venturoso. Um cognome nem sempre exprime a verdade: Dom Afonso VI foi [...]
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OBSERVAÇÕES SOBRE AS VIDAS PARALELAS DE PLUTARCO Observações de Clavier, Vauvilliers e Brotier para as Vidas de Plutarco. SOBRE A VIDA DE TESEU CAP. XXVI. Trazei-lhe pão saboroso. Amyot não entendeu esses versos, que são muito difíceis de explicar de maneira satisfatória. Eis como acredito se possam traduzir: — "A Iresione (o ramo sagrado) traz [...]
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Observações de Clavier, Vauvilliers e Brotier para as Vidas de Plutarco. OBSERVAÇÕES SOBRE A VIDA DE PAULO EMÍLIO CAP. L — Sob o reinado de Sesóstris, o pentacentor foi inventado no Egito; tal foi o navio com o qual Danaüs passou à Grécia; tal foi o famoso navio que levou os heróis gregos a Colquida, [...]
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Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. PARTE III Terceira época – Filosofia patrística (Séc. I — Séc. IX) 48. CRISTIANISMO Ε FILOSOFIA — O advento do Cristianismo divide a história do pensamento, como a história da civilizarão, em duas partes inteiramente distintas. Jesus Cristo não se apresenta ao mundo como um [...]
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COMPARAÇÃO DE ARISTIDES COM MARCOS CATÃO Plutarco – Vidas Paralelas Bem, agora que registramos por escrito os feitos mais notáveis e mais dignos de nota desses dois grandes personagens, queremos conferir toda a vida de um com toda a vida do outro. Não será, naturalmente, fácil discernir a diferença que existe entre eles, que se [...]
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SUMÁRIO DA VIDA DE TIMOLEON
- I. Situação da Sicília.
- II. Invasão dos cartagineses.
- A Sicília pede socorro a Corinto.
- III. Corinto atende e Timoleon é enviado.
- IV. Nascimento e nobreza de Timoleon. Seu valor.
- V. Seus conselhos a Timófanes, seu irmão.
- VI. Timoleon sacrifica o amor fraternal ao amor da pátria. Morte de Timófanes.
- VII. Retiro de Timoleon.
- IX. Timoleon aceita a direção da guerra na Sicília.
- X. Sua partida.
- XII. Aborda em Régio.
- XIV. Timoleon engana os cartagineses e apodera-se de Tauro-mênio.
- XVII. A cidade de Adrane abre-lhe as portas e êle recebe as homenagens de outras cidades.
- XVIII. Dionísio, o Tirano, entrega-se a Timoleon.
- XX. Dionísio é enviado a Corinto. Sua vida particular.
- XXIV. Cerco do castelo de Siracusa por Icetes e pelos cartagineses.
- XXVIII. Timoleon apodera-se de Messina.
- XXX. Fuga de Magon, general dos cartagineses.
- XXXI. Timoleon apodera-se da cidade de Siracusa.
- XXXII. Destruição do castelo e de tudo o que pertenceu aos, tiranos.
- XXXIII. Restabelecida a liberdade na Sicília.
- XXXIV. Os cartagineses tentam nova investida.
- XXXV. Nova vitória de Timoleon.
- XXXIX. Despojos de guerra enviados a Corinto.
- XLIII. Icetes é aprisionado e condenado.
- XLIV. Submetem-se os remanescentes da tirania na Sicília.
- XLVI. Reconhecimento da ilha a Timoleon.
- XLVII. Timoleon passa a residir na Sicília.
- XLIX. Timoleon perde a vista.
- L. Honras que Siracusa lhe presta. Sua morte e seus funerais.
- LII. O monumento denominado «Timoleontium».
Antes da 103ª Olimpíada até o 4." ano da 110.", 337 A. C. Comparação de Timoleon e Paulo Emílio.
Plutarco – Vidas Paralelas
TIMOLEON – Τιμολέων),
A situação dos siracusanos, antes de Timoleon ser enviado à Sicília, era deplorável. Tinha sido assassinado a traição o patriota Dion, que havia conseguido derrubar e expulsar o tirano Dionísio (1), seguindo-se um período de desorientação e desatinos, pois mesmo aqueles que haviam auxiliado na conquista da liberdade, agora se dividiam e se hostilizavam mutuamente. A cidade, mudando de governo continuamente, sem qualquer segurança administrativa, assistindo’ a ascensão e derrocada de novas tiranias, como que se tornou o alvo de toda a sorte de calamidades. Pouco faltou para que não ficasse inteiramente despovoada. Toda a Sicília, aliás, se encontrava em condições semelhantes, com as suas cidades destruídas pela guerra e o que restava de pé encontrava-se em poder dos bárbaros e outros estrangeiros, na maioria gente que, em virtude mesmo das diferenças de nacionalidade, não poderia formar uma coletividade unida. Isto criou justamente o clima propício a usurpações e arremetidas contra o poder constituído, que assim vacilava, sem qualquer firmeza ou estabilidade.
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PLUTARCO – VIDAS PARALELAS CONFRONTO ENTRE CRASSO E NÍCIAS Para se estabelecer o confronto entre os dois, deve-se, em primeiro lugar, dizer que a riqueza de Nícias foi mais honestamente adquirida ou menos censurável que a de Crasso, embora custe, não há dúvida, louvar o ganho dos que exploram as minas de metais, valendo-se geralmente [...]
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- Crítica do historiador Timeu.
- II. Plano que Plutarco se propôs nesta narração.
- III. Caráter de Nícias; como êle alcança reputação
- IV. Magnificência e liberalidade de Nícias.
- V. Êle liberta um dos seus escravos.
- VI. Êle leva pomposamente a Delos o coro enviado pela cidade de Atenas, e faz grandes presentes a Apolo.
- VII. Nícias supersticioso e tímido.
- VIII. Política de Nícias, para garantir-se contra os sicofantas.
- IX. Como era êle secundado por um tal Hiéron.
- X. Nícias não se acha comprometido em nenhum dos reveses que a cidade de Atenas sofre.
- XI. Diversos êxitos de Nícias.
- XII. Censura que Cleon lhe faz ã respeito da ilha Esfactéria.
- XIII. Cleon é nomeado general, para esta expedição, e realiza-a com felicidade.
- XIV. Gracejos contra Nícias, a tal respeito.
- XV. Nícias intervém para restabelecer a paz entre Atenas e Lacedemônia.
- XVI. Honra que esta paz produz a Nícias.
- XVII. Êle induz os atenienses e os lacedemô-nios a incluir entre os artigos da paz, uma liga ofensiva e defensiva.
- XVIII. Manejos de Alcibíades para romper a paz.
- XIX. Nícias vai à Lacedemônia, sem resultado. A guerra recomeça.
- XX. Tribulações de Nícias e de Alcibíades quanto ao ostracismo.
- XXI. Eles se unem, e fazem banir Hipérbolo.
- XXII. Inúteis esforços de Nícias contra o decreto da expedição de Sicília. Êle é nomeado general com Alcibíades e Lâmaco.
- XXIII. Diversos presságios que não demovem os atenienses do seu propósito.
- XXIV. Metão e Sócrates conjeturam as funestas conseqüências desta empresa.
- XXV. Fraqueza displicente de Nícias após haver recebido o comando.
- XXVI. Os atenienses dispõem-se em combate diante do porto de Siracusa.
- XXVII. Nícias cai em desprezo pelo modo por que conduz as operações da guerra.
- XXVIII. Falso aviso com que Nícias engana os siracusanos.
- XXIX. Êle se apodera do porto de Siracusa.
- XXX. Vagareza de Nícias. Êle passa o inverno em Naxe.
- XXXI. Êle cerca quase toda Siracusa.
- XXXII. Lâmaco é morto.
- XXXIII. Gilipo chega à Sicília.
- XXXIV. Êle é recebido em Siracusa.
- XXXV. Gilipo bate os atenienses.
- XXXVI. Nícias bate a frota aos sivacusanos.
- XXXVII. Estes tornam a apresentar-se ao combate.
- XXXVIII. Os atenienses são derrotados. Demóstenes chega com uma nova frota.
- XXXIX. Derrota sofrida por Demóstenes.
- XL. Êle aconselha a retirada. Nícias opõe-se.
- XLI. Nícias toma o partido da retirada.
- XLII. Reflexões sobre o eclipse da lua que sobrevêm na ocasião.
- XLIII. Êle impede a partida de Nícias.
- XLIV. Ele dispõe-se ao combate.
- XLV. Êle é derrotado.
- XLVI. Ardil de Hermócrates, para impedir a partida de Nícias durante a noite.
- XLVII. Os siracusanos apoderam-se de todas as passagens.
- XLVIII. Constância e firmeza de Nícias. Demóstenes é apanhado.
- XLIX. Nícias fica reduzido ao extremo.
- L. Ele se entrega.
- LI. Os siracusanos fazem Nícias e Demóstenes perecer.
- LII. Muitos prisioneiros atenienses devem sua salvação aos versos de Eurípides, muito apreciados pelos sicilianos.
- LIII. Como a notícia deste acontecimento foi levada a Atenas.
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Plutarco – Vidas Paralelas COMPARAÇÃO ENTRE ALCIBÍADES E M. CORIOLANO Ora, tendo exposto fatos relativos a ambos, ao menos aqueles que nos pareceram mais dignos de serem lembrados, podemos agora verificar em questão de armas, não ter nenhum levado grande vantagem sobre o outro. Ambos, nos respectivos cargos, provaram igualmente, não apenas ousadia e [...]
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A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres
Baseado na versão francesa de Amyot. Tradução de Aristides Lobo. Fonte: Edameris.
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SUMÁRIO DA VIDA DE TEMÍSTOCLES I. Origem de Temístocles. II. Sua juventude ardente e aplicada. III. Seu estudo da Sabedoria, isto é, da ciência de governo. IV. Antigüidade desta ciência. V. Sua rivalidade com Aristides. VI. Sua sensibilidade à glória. VII. Ele obriga Atenas a empregar o dinheiro de suas minas na construção de navios. [...]
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HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre CorreiaÍndice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária – [...]
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