08
jan
A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres
A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres
Baseado na versão francesa de Amyot. Tradução de Aristides Lobo. Fonte: Edameris.
A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres
Baseado na versão francesa de Amyot. Tradução de Aristides Lobo. Fonte: Edameris.
A COMPARAÇÃO DE LICURGO COM NUMA – Plutarco – Vidas Paralelas
Tradução de Aristides Lobo
Mas, tendo acabado de escrever as vidas de Licurgo e de Numa, é tempo doravante de colocá-los um diante do outro e de tratarmos, ainda que seja isso coisa bem difícil, de encontrar as diferenças entre ambos; pois, quanto [...]
PARALELO ENTRE SILA E LISANDRO – Plutarco – Vidas Paralelas
Baseado na tradução em francês de Amyot, com notas de Clavier, Vauvilliers e Brotier. Tradução brasileira de José Carlos Chaves. Fonte: Ed. das Américas
I. Agora que já descrevemos a vida de Sila, passemos a estabelecer um paralelo entre ela e [...]
O
presente trabalho explana, segundo uma abordagem platônica e estóica, o que
motiva o jovem para o consumo de drogas.
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LÓGICA DA DESCOBERTA OU PSICOLOGIA DA PESQUISA?1
THOMAS S. KUHN
Princeton University
Tradução de Octávio Mendes Cajado. Fonte: A Crítica do Desenvolvimento do Conhecimento, Editoria Cultrix, 1979 Extraído das atas do Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência (Londres, 1965)
Meu objetivo nestas páginas é justapor o ponto de vista sobre [...]
ASSIS BRASIL E A CONSTITUIÇÃO DE 1891:
UM LIBERAL NA REPÚBLICA
Ida Duclós
Originalmente apresentado na FFLCH/USP
INTRODUÇÃO
O
pensamento político de Assis Brasil faz a ligação
entre [...]
A PROFISSÃO
DE FÉ DO VIGÁRIO SABOIANOJean-Jacques Rousseau
(Do Emile, Emílio, ou da Educação)
Tradução de J. Brito Broca e Wilson Lousada
Fonte: Clássicos Jackson
Há trinta anos que, em uma cidade da Itália, um jovem
expatriado se via reduzido à última miséria. Nasceu calvinista, mas uma
estroinice o levara fugitivo e sem recursos a país estrangeiro, e teve que
mudar de religião [...]
SUMÁRIO
DA VIDA DE LICURGO
I. Diversidade de opiniões sobre o tempo em que
Licurgo viveu. II. Sua origem. III. Sobe
ao trono da Lacedemônia e em seguida torna-se tutor do rei Carilau, seu
[...]
SUMÁRIO
DA VIDA DE SÓLON
I. Nobreza de Sólon. II. Seus
costumes. V. Talento para a poesia. VI. Gosto pela filosofia moral. VII. Encontro dos sete
Sábios em Delfos. VIII. Entrevista de Sólon e Anacársis-IX. Palestra com Tales. XI. Assunto da elegia de
Salamina. [...]
Montesquieu: Das Leis em geral[1]
Jéferson dos Santos Mendes[2]
[...] porque é mais fácil estudar o organismo, como um
todo, do que suas células.[3]
Montesquieu acredita que todos os seres possuem suas leis,[4] pois essas “[...] são as relações necessárias que derivam da natureza das
coisas; [...]
MATIZES DA DEMOCRACIA
Cesar Augusto Duarte Ramoshttp://allmirante.blogspot.com
A democracia é estratégia provinda da Grécia antiga.
Por longo período ela permaneceu apenas nos pergaminhos. Em Florença foi
trancada a sete chaves. Seu resgate deu-se na Inglaterra do século XVIII. Até
então os reis personificavam todo o poder, inclusive o “divino”. Ao implementar
a solução de John Locke (1632-1704), o Reino
Unido estendia a [...]
A mudança de Paradigma
Manoelito Antonio Soares Filho
São
Paulo 2007
[...]
A leitura deste texto jamais
suprirá a importância da análise integral dos originais. – Pedro H. S. Pereira.
Resenha Crítica da obra de John
Locke
“Segundo Tratado Sobre o Governo Civil”
Por: Pedro H. S. Pereira (Ac. Filosofia
da UFSJ e Direito do IPTAN)
A leitura deste texto jamais suprirá a
importância da análise integral dos originais.
Pedro H. [...]
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição IX
O CLASSICISMO DE SANTO TOMÁS DE AQUINO (1)
O
CLASSICISMO EM FACE DO ROMANTISMO. — 60. SANTO TOMAS E ARISTÓTELES. — 61.
DIFICULDADES DA ONTOLOGIA. — 62. A ANALOGIA DO SER. — 63. O ABGÜMENTO
[...]
Curso de Filosofia – Régis Jolivet
Capítulo Terceiro
A CIÊNCIA E AS CIÊNCIAS
Art. I. NOÇÃO DA CIÊNCIA
46
1. Definição. — Devemos aqui precisar a noção da ciência dada no início
deste livro (1). O termo ciência é encarado de [...]
Curso de Filosofia – Régis Jolivet
Capítulo Segundo
DO MÉTODO EM GERAL
ART. I. NOÇÃO
DO MÉTODO
I. Definição. — No seu sentido mais geral,
o método e a
ordem que se deve impor aos diferentes processos
necessários para atingir um [...]
Curso de Filosofia – Régis Jolivet
Capítulo Segundo
O JUÍZO Ε
Α PROPOSIÇÃO
ART. I. DEFINIÇÕES
16. Definição do juízo. — O
juízo é o ato pelo qual o espírito afirma alguma coisa de outra; "Deus
é bom", [...]
Curso de Filosofia – Régis Jolivet
Capítulo Segundo
A LEI
4 Após termos falado do
fim último do homem, devemos tratar da lei, regra extrínseca dos atos humanos.
Estes serão bons ou maus, segundo estejam ou não conformes à lei moral, isto é,
[...]
Curso de Filosofia – Régis Jolivet
PRIMEIRA PARTE
MORAL GERAL
249 A Moral geral tem por objeto estabelecer as condições
mais gerais do dever ou, em outras palavras, os princípios universais que
determinam a retidão dos atos humanos. Estas condições e estes princípios
[...]
Curso de Filosofia – Régis Jolivet
Capítulo Segundo
A ALMA HUMANA
161 Até aqui,
limitamo-nos a descrever e analisar os fatos psicológicos, a fim de determinar
suas leis empíricas. Trata-se, agora, de deduzir dos fatos observados e das
leis estabelecidas a própria natureza [...]
O ESPELHO DA
GUERRA:
a virtù na visão renascentista de
Maquiavel
Mariano de Azevedo
Júnior *
RESUMO:
Este artigo pretende analisar o
conceito de virtù em O Príncipe de Maquiavel, tomando-a como
a [...]
Prefácio do Tratado Teológico-Político
Baruch de Espinosa
Tradução: Diogo Pires Aurélio
PREFÁCIO
Se os homens pudessem, em todas as circunstâncias, decidir pelo seguro, ou se a fortuna se lhes mostrasse sempre favorável, jamais seriam vitímas da superstição. Mas, como [...]
JEAN-JACQUES ROUSSEAU
por June Müller
I. Contextualização
1 Iluminismo: iniciou-se na Inglaterra no fim do século XVII e atingiu o apogeu no continente (especialmente na França) no século XVIII
2 Concepções centrais do Iluminismo
2.1 Racionalismo cartesiano (Descartes)
2.1.1 Primazia [...]
Libertação pelo
trabalho: reflexões sobre o pensamento marcuseano
Josiane MAGALHÃES 1
Introdução
A discussão sobre relações de trabalho
sob a nova configuração mundial possui uma gama de reflexões
partindo dos mais variados pontos de vista. Este [...]
O
desenvolvimento da Ciência em Thomas Kuhn
por Isabel
Mª Magalhães R.L. Santos Maia
1-
Introdução
2-
Paradigmas e ciência normal
3- Crise e revolução
4- Conclusão
5- Notas
6- Bibliografia
1-
Introdução
T. Kuhn constitui um marco importante na perspectiva do desenvolvimento
científico na medida em que se opõe a uma concepção
de ciência explicativa. Neste sentido, Kuhn vai tentar
desenvolver as suas teorias epistemológicas num contacto mais
estreito com a [...]
O LIBELO DE ROUSSEAU CONTRA O TEATRO
Por Miguel Duclós
Trabalho originalmente apresentado para o curso do professor Franklin
Matos – FFLCH -USP
No século
das luzes, o teatro estava muito difundido na França. Obras-primas
de mestres recentes, como Moliére e Racine, davam impulso à
propagação dos espetáculos em todas as classes sociais.
A paixão pelo teatro é observada desde o [...]
As meditações cartesianas e o nascimento da subjetividade
moderna
por Miguel Duclós
Baseado nas anotações de aula da professora Marilena
Chaui
Esse texto procura analisar o modo como Descartes formulou o problema da
dúvida hiperbólica na primeira meditação e
provou como a alma é mais fácil de conhecer do que o corpo,
dando início assim ao [...]