Consciênia - Filosofia e Ciências Humanas
Platão, biografia e pensamentos aristoteles Descartes Rousseau Nietzsche Marx

textos interessantes sobre escravos

Índices de trabalhos (artigos, resumos, resenhas, ebooks):

O Império Marítimo Português

Fichamento do texto O Império Marítimo Português de Charles Boxer. Miguel Duclos O texto aborda o domínio português nos mares asiáticos, especialmente no Oceano Índico, durante um longo período que inicia-se com as viagens de Vasco da Gama, de 1498 a 1945. Este domínio marca a posição dos países europeus como predominante até o surgimento […]

Fuga dos escravos no Oceano Índico

“Respostas escravas no Oceano Índico” Sobre o texto: Flight to Freedom: Escape from Slavery among Bonded Africans in the Indian Ocean world, c.1750–1962, de EDWARD A.ALPERS Miguel Duclos Começamos com uma breve apresentação do autor traduzida e adaptada da sua página na Universidade da Califórnia (UCLA). A Alpers recebeu seu PhD pela escola de Estudos […]

PERNAMBUCO, SEU DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO

Oliveira Lima PERNAMBUCO, SEU DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO A hegemonia de Pernambuco, no Norte, pode dizer-se era todo o Norte, porque ainda a Amazônia se não desenhava, estabe-ceu-se neste fim do século XVI. Pernambuco, que já dera o seu contingente de homens e mantimentos para a expedição de Estácio de Sá contra os índios do Rio de […]

O QUE DEVE SER UMA HISTÓRIA DO BRASIL

Oliveira Lima O QUE DEVE SER UMA HISTÓRIA DO BRASIL O Sr. Angel César Rivas, distinto professor de Direito Internacional na Universidade de Caracas e consultor-jurídico do Ministério das Relações Exteriores de Venezuela, uma das maiores ilustrações e das melhores esperanças da sua formosa e nobre terra, acaba de pronunciar, por ocasião da sua recepção […]

JOAQUIM NABUCO

JOAQUIM NABUCO Oliveira Lima Joaquim Nabuco! Quem não conhece no Brasil esse mancebo tão instamente célebre pelas suas nobres e avançadas idéias? Quem Dão conhece em todo o Império o atual chefe do partido abolicionista, desse partido tão generoso que pugnou, pugna e pugnará sempre até vencer, pela nobilíssima idéia da emancipação dos míse-ros escravos. […]

ANTÔNIO FERREIRA FRANÇA

Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7. História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3.  LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica) Artur Mota (Arthur Motta) (1879 – 1936) Capítulo V – PRIMEIRO IMPÉRIO — ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE (continuação) ANTÔNIO FERREIRA FRANÇA (1.°) Nasceu na cidade da Bahia a 14 de […]

A ESCULTURA E A PINTURA

HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893) A ESCULTURA E A PINTURA CAPÍTULO VII Poucos achados pré-históricos conseguiram despertar maior curiosidade geral que as esculturas da época da rena, encontradas nas grutas da Dordogne. Entre restos animais e humanos, instrumentos de pedra e madeira, havia fragmentos de chifres de renas, cobertos de gravuras, representando, na […]

As formas de governo propostas por Platão

As formas de governo propostas por Platão


Platão (428 a.C. – 348 a.C.), filósofo grego discípulo de Sócrates foi o iniciador da tradição filosófica ocidental. Escreveu grande parte de sua obra filosófica na forma de diálogos, nos quais fazia seu mestre, Sócrates, como principal personagem e porta-voz de suas idéias.

Algumas destas idéias desenvolvidas pelo filósofo ateniense tornaram-se os fundamentos da filosofia ocidental, mais especificamente da metafísica ocidental. Dentre estas, o conceito das Idéias ou Ideais é o mais famoso. Segundo Platão – e nisso teve grande influência sua ligação com os cultos órficos – estamos destinados a viver diversas vezes, durante as quais passamos por um processo de purificação e temos a chance de evoluir. Toda vez, antes que nossas almas ocupem um novo corpo, passamos um período no mundo das Idéias ou Ideais. Nesta dimensão além da vida terrena, segundo Platão, temos a chance de contemplar as formas perfeitas. Assim, contemplamos a forma perfeita da mesa, ou seja, o arquétipo de todas as mesas que são construídas em nosso mundo material. Contemplamos a forma perfeita de um cavalo, da qual todos os cavalos terrestres são cópias imperfeitas. Nesta dimensão contemplamos também o Bem, a Virtude, a Beleza e outros conceitos abstratos.

O BOM JESUS DE CUIABÁ – Crônicas matogrossenses

O BOM JESUS DE CUIABÁ A 5 de Junho de 1728, regressou a São Paulo numa luzida canoada, Cuiabá abaixo, o governador de São Paulo, D. Rodrigo Cesar de Meneses. Após dezoito meses e dez dias de humilhação e vexames, o povo cuiabano respirou afinal, menos oprimido. Deixara D. Rodrigo o capitão-mor Luís Rodrigues Vilares, […]

A MÃE DAS COBRAS – mito indígena brasileiro

A MÃE DAS COBRAS A velha cidade goiana, engastada num declive aurífero e recortada pelo arroio Lavapés amanhecera gárrula e enfeitada dos melhores ornamentos domingueiros: pelas ruas bandos juvenis, moços e moças corriam apressados ao apelo do envelhecido sino; velhinhas iam murmurando já suas orações pelos caminhos, enquanto uma onda de escravos crescia na direção […]

A PROMESSA DE JOÃO GUALBERTO – Lenda Popular no Mato Grosso

A PROMESSA DE JOÃO GUALBERTO Ia quase a findar o segundo quartel do século XIX. Cuiabá, convalescida dos tremendos abalos da década anterior, refazia-se aos poucos, no lento esbater das animosidades que a política jacobiana de 1830 criara e fizera desencadear em formidando tufão, varrendo a província de norte a sul. Os perseguidos tinham volvido […]

A BATALHA DE NARVA – HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia

"HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia"   Autor: VOLTAIRE Veja também: História da Suécia no século XVI.   A BATALHA DE NARVA 30 de Novembro de 1700. Pedro Alèxiowitz surgiu diante de Narva, à frente de um grande exército, no dia 1.° de Outubro, com um tempo mais rude nessa estação do que o […]

IGUALDADE no Iluminismo de Voltaire

Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados IGUALDADE Voltaire. Que deve um cão a um cão e um cavalo a um cavalo? Nada. Nenhum animal depende do seu semelhante. Mas para o homem, que recebeu esse raio da Divindade que se chama razão, qual o fruto? Ser escravo em quase toda a terra. Se o […]

A BOLA DE FOGO – Lendas e Encantamentos do Sertão

A BOLA DE FOGO Quem visita aquela bonita cidade mineira, orgulhosamente adormecida nos macios coxins do sertão, fica conhecendo em seus arredores uma tapera que pertencera a antiga família e que constituiu a célula inicial do importante centro comercial de hoje. Os montões de madeirame apodrecido e os muros es-borcinados são o que resta dos […]

O Brasil e a imigração – considerações finais da História do Brasil do alemão Handelmann

Gottfried Heinrich Handelmann (1827 – 1891)

História do Brasil

Traduzido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. (IHGB) Publicador pelo MEC, primeiro lançamento em 1931.

TOMO II

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O Brasil e a imigração

Comparado aos três continentes do chamado Velho Mundo, inesgotável matriz de povos vibrantes de vitalidade, forma vivo contraste, como se sabe, o Novo Mundo, a América; a sua raça autóctone, a raça índia, em geral, mostra pequena capacidade vital, e já se vai extinguindo em muitos lugares; e, assim como no solo da América foi a imigração estrangeira que veio despertar a vida histórica, assim ela fica sendo contínua necessidade para os seus países, a fim de que a vida histórica e o desenvolvimento espiritual e material prossigam sempre, como até aqui.

Essa necessidade é comum a todos os países americanos; compreende-se, todavia, que, segundo as condições da população já existente e o estado de civilização atingido, ela se faz mais ou menos sentir em cada uma delas; porém entre os países, onde em maior escala essa necessidade existe e onde a todos os espíritos esclarecidos ela se faz mais profundamente sentir, o Brasil está atualmente em primeiro lugar.

O estabelecimento da constituição em 1824 – Brasil Império

Gottfried Heinrich Handelmann (1827 – 1891)

História do Brasil

Traduzido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. (IHGB) Publicador pelo MEC, primeiro lançamento em 1931.

TOMO II

 

III — O estabelecimento da organização constitucional

Está alcançada a meta de nossa narração histórica; acompanhamos o desenvolvimento político do Brasil através das tempestades da revolução, até ao momento em que ele toma de novo uma feição normal constante; porém seria incompleto o nosso relato, se agora não demorássemos ainda um momento, para abranger, em um relance de olhos, o resultado de todo o processo desse desenvolvimento.

Organização Política do Brasil antes da Independência

A colônia e o reino absoluto (continuação)

 

* * *

Agora, volvamo-nos para a organização política do Brasil. Como se sabe, consistia o império colonial português sul-americano em uma série de regiões, que primitivamente eram parte colônias feudais, parte colônias régias, porém pouco a pouco passaram, sem exceção, para a imediata soberania da coroa; excluindo-se algumas que se fundiram com as suas vizinhas, ao passo quê outras se desmembraram, sempre conservaram as províncias separadamente a sua individualidade independente e a sua própria administração local.

A soberania sobre essa série de Estados residia na coroa e no gabinete de Lisboa; todavia, tinha este criado, desde 1549, um órgão intermediário, uma autoridade colonial central, o governo-geral do Brasil, na Bahia, que exercia a superintendência sobre todas as províncias brasileiras e assegurava as relações oficiais com o governo da mãe-pátria. Esse poder central da colônia subsistiu, consoante o seu nome, até ao fim da era colonial, 1549-1760 na Bahia, 1763-1807 no Rio de Janeiro, e de 1720 em diante usou mesmo permanentemente do título mais brilhante de vice-reino; porém a sua autoridade sofreu sempre novas restrições: em primeiro lugar, perdeu sua ação sobre o Norte do Brasil, o denominado Estado do Maranhão, que foi subordinado diretamente ao gabinete de Lisboa (1621); e, se nominalmente lhe restava autoridade sobre as demais porções de terra, era só na aparência, sem significação real.

A colônia e o reino absoluto | História do Brasil

Gottfried Heinrich Handelmann (1827 – 1891)

História do Brasil

Traduzido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. (IHGB) Publicador pelo MEC, primeiro lançamento em 1931.

TOMO II

 

CAPÍTULO XIII

A colônia e o reino absoluto

Ficaram concluídas as duas primeiras seções de nossa narração histórica; descreveu a primeira a luta de um século e meio, na qual a nacionalidade portuguesa conservou a posse do Brasil contra os mais diversos ataques (1500-1660); a segunda narrou como, pouco a pouco, se espalhou geograficamente a colonização brasileira, até cerca de 1750, e como, nos cem anos daí em diante, ela se foi desenvolvendo interiormente.

Formação histórica das fronteiras – História do Brasil

Gottfried Heinrich Handelmann (1827 – 1891)

História do Brasil

Traduzido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. (IHGB) Publicador pelo MEC, primeiro lançamento em 1931.

TOMO II

 

CAPÍTULO XII

Formação histórica das fronteiras

A segunda seção da nossa narração histórica mencionou até aqui (caps. VII-XI) como a colonização brasileira se desenvolveu e espalhou de dentro para fora; para complemento, vamos agora examinar os fatores externos que lhe embargaram o passo e, pouco a pouco, consubstanciando o direito internacional, traçaram uma barreira em torno dela.

A formação histórica das fronteiras do Brasil está, porém, em tão íntima relação com a história da guerra e da paz da mãe-pátria portuguesa, que, somente tomando a esta em consideração, ponto por ponto, poderá ser narrada aquela; todavia, como aqui o nosso ponto de vista é inteiramente americano, teremos que nos contentar nesse sentido com as mais resumidas referências.

Os princípios históricos de Minas Gerais – História do Brasil

Gottfried Heinrich Handelmann (1827 – 1891)

História do Brasil

Traduzido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. (IHGB) Publicador pelo MEC, primeiro lançamento em 1931.

TOMO II

CAPÍTULO XI

A capitania geral de São Paulo (continuação)

A província vizinha ao norte, filha da de São Paulo, a (capitania geral) de Minas Gerais, à qual passamos agora, abrange, segundo os dados comuns, uma área de 15.000 léguas quadradas, e, por sua conformação, é um planalto de rica articulação montanhosa, que constitui para todo o continente brasileiro o próprio núcleo central de rocha. Mais ou menos no centro da região, e estendendo-se dali para oeste, na direção de Goiás, está o nó de todo o sistema de montanhas brasileiras, do qual decorrem para todos os lados as cadeias de montanhas e planaltos, bem como os grandes rios: para sudoeste o Paraná, para o norte o Tocantins, para nordeste, o São Francisco, e para leste os rios costeiros Jequitinhonha, Mucuri e Doce.

A perseguição aos índios nos primórdios de São Paulo – História do Brasil

Gottfried Heinrich Handelmann (1827 – 1891) História do Brasil Traduzido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. (IHGB) Publicador pelo MEC, primeiro lançamento em 1931. TOMO II CAPÍTULO XI A capitania geral de São Paulo   A parte nordeste da antiga capitania geral, a atual província de São Paulo, prende a nossa atenção no mais alto […]

A capitania geral do Rio de Janeiro – História do Brasil

Gottfried Heinrich Handelmann (1827 – 1891)

História do Brasil

Traduzido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. (IHGB) Publicador pelo MEC, primeiro lançamento em 1931.

TOMO II

CAPÍTULO X

A capitania geral do Rio de Janeiro

Ao sul do rio Mucuri (18°-30′ de latitude sul), começa o quarto grupo de Estados brasileiros, a capitania geral, depois vice-reino, do Rio de Janeiro, que, a 17 de setembro de 1658, portanto, mais ou menos ao mesmo tempo que a capitania geral de Pernambuco, foi emancipada da autoridade do governador-geral na Bahia.

O capitão-general deste novo território teve a sua sede na cidade de São Sebastião, situada na baía do Rio de Janeiro, e dali governava ele diretamente a real capitania de igual nome e a já completamente incluída, antes capitania feudal, dos Campos dos Goitacases (Paraíba do Sul ou São Tomé), ao passo que sobre os governos hereditários de Espírito Santo, São Vicente e Santo Amaro, apenas exercia fiscalização. Todavia, logo houve uma mudança nessa situação, pois também aqui foram pouco a pouco extintos os poderes feudais. Assim aconteceu com a capitania do Espírito Santo: depois de haver ela ficado século e meio na família do primitivo donatário, Vasco Fernandes Coutinho, um de seus descendentes, Antônio Luís da Câmara Coutinho, vendeu-a, cerca do ano 1690, pela quantia de 40.000 cruzados, ao coronel Francisco Gil Araújo; mais tarde, ainda mudou de dono duas vezes, até que, finalmente, em 1717, o rei d. João V comprou por 40.000 cruzados o Espírito Santo e incorporou o mesmo às terras da coroa.

EMBU E SEUS FANTASMAS – lenda na igreja jesuíta

EMBU E SEUS FANTASMAS (Reportagens antigas) Ainda lembro daquele fim de semana em que fui conhecer Embu, já no fim da Grande Guerra. No kilómetro 27 do estradão de Itapecerica, um caminho foge à esquerda e grimpa pelos penhascos. Ali há uma cachoeira de águas escuras que, saltando sobre as pedras, se fazem prateadas. Ao […]

JANGADEIROS – Nordeste do Brasil

Reproduzido de Tipos e aspectos do Brasil – coletânea da Revista Brasileira de Geografia Fonte: IBGE – Conselho Nacional de Geogragia. 8ª edição. Rio de Janeiro, 1966. JANGADEIROS Lindalvo Bezerra dos Santos DO MESMO modo que o gaúcho em seu cavalo, na campanha, constitui o mais interessante e quase lendário tipo humano do Brasil meridional, […]

CONTO DOS DOIS IRMÃOS – Egito

Egito

É um conto popular, ingênuo e simples, que transcreve, provavelmente, uma lenda religiosa dos deuses Anúbis e Bata, adorados na cidade Saka, do Alto Egito. O conto pertence à época do Império novo e acha-se no papiro de Orbiney, descoberto em 1852 por de Rougé. O papiro está assinado pelo escriba Ennana, que viveu sob os reis Mer-en-ptah e Setos I, nos fins da 19.a dinastia (1220 A. C).

CONTO DOS DOIS IRMÃOS

ERA UMA VEZ dois irmãos, filhos do mesmo pai e da mesma mãe. O mais velho chamava-se Anúbis e o menor Bata. Anúbis tinha casa e esposa, e seu irmão vivia com êle como se fosse um filho. Fazia as roupas, guardava o gado, trabalhava e colhia, e se encarregava de todas as tarefas do campo. Aquele irmão menor era bom lavrador, sem igual em toda a região, e a força de um deus nele se albergava.

A CIVILIZAÇÃO HELÊNICA

O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO NO CONTEXTO DA INDUSTRIALIZAÇÃO NA PARAÍBA: ENGENHOS, CURTUMES E TECELAGENS.

Resumo: Em que consiste a industrialização na Paraíba? O que
são os Engenhos[2]?
O que são Curtumes[3]?
O que são tecelagens[4]?
Muitas perguntas, muitas respostas… Este artigo relata a partir dos meados do
século XIX, sobre a manufatura agroindustrial, ancorada especialmente na
cana-de-açúcar e no algodão, era a “pedra de toque” da economia paraibana. Essa
análise visa resgatar o período de seu reinado do açúcar, enquanto o
“embaixador” Brasileiro, da colônia portuguesa recém desvelada e sem maior
exposição da expressão, ou seja, a mesma importância econômica, na Europa dos
séculos XVI a XIX.

 

Palavras-Chave: Industrialização na Paraíba – Engenhos – Curtumes –
Tecelagens.

Marco Licínio Crasso – por Plutarco

SUMÁRIO DA VIDA DE CRASSO
Nascimento, educação, temperança e avareza de Crasso. II. Enorme riqueza de Crasso; como a adquiriu. III. Predileção de Crasso pela opulência. IV. A casa de Crasso aberta a todo o mundo. V. Aplicação de Crasso ao estudo e à eloqüência. VI. Sua afabilidade. VII. Mario e Cina fazem perecer o pai e o irmão de Crasso, que foge para a Espanha. VIII. Maneira por que êle é recebido e tratado por Víbio. IX. Êle toma o partido de Sila. X. Trabalhos que êle realiza. XI. Reputação de Crasso; como êle a obtém. XII. Êle se torna fiador de César de avultada quantia. XIII. Como Crasso mantém sua reputação entre César e Pompeu. XIV. Início da guerra de Espártaco. XV. Clódio é derrotado. XVI. Diversas vantagens obtidas por Espártaco. XVII. Crasso é encarregado desta guerra. XVIII. Seu tenente Múmio é derrotado por Espártaco. XIX. Crasso cerca Espártaco na península de Régio. XX. Êle obtém uma vitória sanguinolenta. XXI. Espártaco vence um destacamento do exército de Crasso. XXII. último combate em que Espártaco é morto. XXIII. Crasso é nomeado cônsul com Pompeu. XXIV. Êle nada faz durante a sua permanência na censura. XXV. Desconfiança de haver Crasso participado da conspiração de Catilina. XXVI. União de César, Pompeu e Crasso funesta à república. XXVII. Plano dos três associados para escravizar a república. XXVIII. Pompeu e Crasso ambicionavam novamente o consulado. XXIX. Eles fazem-se eleger pela violência. XXX. Futilidade dos projetos e dos discursos de Crasso. XXXI. Inúteis esforços do tribuno Ateio, para impedir a partida de Crasso, na guerra contra os partas. XXXII. Crasso põe-se a caminho. XXXIII. Primeiros sucessos de Crasso; êle inverna na Síria. XXXIV. Censuras à avareza que êle ali demonstra. XXXV. Embaixada dos partas a Crasso. XXXVI. Notícias assustadoras levadas a Crasso por seus soldados fugidos aos inimigos na Mesopotâmia. XXXVII. Êle persiste em seu propósito, apesar das representações. XXXVIII. Maus presságios. XXXIX. Crasso segue para a frente. XL. Conselhos insidiosos dados a Crasso por Ariamnes. XLI. Elogio de Surena. XLII. Mensagem de Artabazo a Crasso; bom conselho que êle lhe dá. Resposta de Crasso. XLIII. Êle dispõe seu exército em ordem de combate. XLIV. É preciso combater. XLV. Trava-se o combate. XLVI. Modo por que os partas combatiam. XLVII. Crasso destaca seu filho para expulsar os inimigos. XLVIII. Insucesso deste ataque. XLIX. Morte de Públio Crasso. Toda a sua tropa é feita em postas. L. Exortação de Marcos Crasso a seu exército. LI. A noite separa os combatentes. LII. Consternação de Crasso. LIII. Os romanos retiram-se para a cidade de Carres. LIV. Varguntino, tenente de Crasso, é derrotado no caminho com sua tropa, pelos partas. LV. Astúcia de Surena, para saber se Crasso estava em Carres. LVI. Crasso toma Andrômaco como guia de sua retirada, sendo por êle atraiçoado. LVII. Surena faz uma proposta a Crasso. LVIII. Êle aceita, contra a vontade, obrigado por seu exército. LIX. Êle é morto. LX. O resto do exército perece quase todo. LXI. Muitos reis partas nascidos de cortesãs milesianas. LXII. A cabeça de Crasso levada ao rei Hirodes. LXIII. Como a morte de Crasso foi vingada a seguir.
Desde o ano 637 de Roma, aproximadamente, até o ano 701, antes de Jesus Cristo 53.
Confronto de Crasso com Nícias.

Cimon – General Ateniense – Vidas Paralelas de Plutarco

SUMÁRIO DA VIDA DE CIMON
O profeta Peripoltas estabelece-se em Queronéia. II. Damão conspira contra o capitão de uma guarnição romana em Queronéia, e mata-o. III. Êle mesmo é morto a traição. IV. Os orcomênios acusam os de Queronéia ao prefeito da Macedónia do assassinato cometido por Damão; o testemunho de Lúculo absolve-os, e eles levantam-lhe uma estátua. V. Plutarco escreve a vida de Lúculo, em sinal de gratidão dos seus concidadãos ao grande benefício que lhes prestara. VI. Êle comparou-o a Damão, por não encontrar melhor comparação. Diversos traços de semelhança entre o grego e o romano. VII. Nascimento, mocidade e caráter de Cimon. VIII. Má conduta de Cimon e de sua irmã; casamento desta. IX. Belas qualidades de Cimon. Êle é o primeiro a aplaudir o conselho dado por Temístocles aos atenienses, de abandonar sua cidade, à aproximação de Xerxes, e embarcarem. Glória conquistada por Cimon, na jornada de Salamina. X. Entrada de Cimon na administração. Êle achega aos atenienses os confederados desgostosos com os lacedemônios, pelo atrevimento de Pausânias. XI. História de Pausânias e de Cleonice. Cimon cerca Pausânias em Bizâncio.
XII. Êle expulsa os persas de Iônia, e apodera-se de todo o cantão.
XIII. Êle torna-se senhor da ilha de Ciros. XIV. Êle leva os ossos de Teseu para Atenas. XV. Como Cimon distribuiu os despojos, depois da tomada de Sestos e de Bizâncio. XVI. Liberalidade de Cimon. XVII. Ela era absolutamente desinteressada. XVIII. Política de Cimon com relação aos confederados dos atenienses. Ela torna, imperceptivelmente, os atenienses seus senhores. XIX. Êle prossegue na guerra contra os persas. XX. Êle alcança sobre eles uma vitória naval junto do rio Eurimedão. XXI. Uma segunda contra o exército. XXII. Uma terceira contra a frota fenícia que vinha em auxílio dos persas. XXIII. Tratado de paz entre o rei da Pérsia e os atenienses. XXIV. A cidade de Atenas enriquecida dos despojos dos persas. Embelezamentos que Cimon lhe fornece. XXV. Êle apodera-se do Quersoneso de Trácia, e da ilha de Tasos. XXVI. Acusação, defesa e absolvição de Cimon. XXVII. O povo revolta-se contra os nobres na ausência de Cimon. Êle é difamado, ao voltar. XXVIII. Afeto que os lacedemônios dedicam a Cimon. Estima e apego de Cimon por eles. XXIX. Tremor de terra em Esparta. Guerra dos hilotas. Os espartanos pedem socorro aos atenienses. XXX. Cimon vai em seu auxílio. XXXI. Êle vai para o exílio XXXII. Êle é lembrado. XXXIII. Êle se prepara para guerrear na ilha de Chipre e no Egito. XXXIV. Êle vence a frota dos persas. XXXV. Sua morte. XXXVI. Suas cinzas levadas para a Atiça. Os habitantes de Cicio honram seu sarcófago.
Desde o ano 500 até o ano 449 antes de Jesus Cristo.

Plutarco – CAIO MÁRCIO CORIOLANO

Plutarco – Vidas Paralelas

SUMÁRIO DA VIDA DE CAIO MÁRCIO CORIOLANO

  • I. Origem da família Márcia.
  • II. Infância de Caio Márcio. Sua firmeza e seu temperamento altivo.
  • III. Seu gosto pelas armas.
  • IV. Suas primeiras façanhas.
  • VI. Luta da nobreza e do povo em Roma.
  • X. Guerra dos Volscos. Assédio e conquista da cidade de Coriolos. Apelido de Coriolano atribuído a Márcio.
  • XV. Observações sobre os apelidos.
  • XVI. Novas sementes de discórdia entre a nobreza e o povo.
  • XVII. A cidade de Velitras entrega-se aos romanos.
  • XVIII. Coriolano apoia o partido da nobreza.
  • XIX. Êle pleiteia o consulado.
  • XX. Sua solicitação é repelida pelo povo.
  • XXI. Ira de Coriolano.
  • XXII. Êle discursa contra o povo e contra as liberalidades públicas.
  • XXIII. Os tribunos o intimam a comparecer.
  • XXIV. Inútil resistência de Coriolano e dos nobres. Os cônsules tratam de acalmar os espirites.
  • XXV. Coriolano comparece. Um tribuno pronuncia contra êle a pena de morte.
  • XXVI. Disputas entre os patrícios e os tribunos do povo.
  • XXX. A causa de Coriolano é levada diante do povo.
  • XXXI. Êle é banido.
  • XXXII. Tristeza do senado.
  • XXXIII. Firmeza de Coriolano. Êle se retira para Âncio entre os Volscos.
  • XXXIV. Coriolano lhes propõe a guerra contra os romanos.
  • XXXVII. A confusão aumenta em Roma.
  • XLII. Os volscos declaram a guerra’. Coriolano marcha à sua frente.
  • XLIII. As cidades se submetem ou são conquistadas.
  • XLV. O povo romano pede a volta de Coriolano. O senado se opõe.
  • XLVI. Coriolano irritado vem acampar perto de Roma. XLVII. O senado envia-lhe como deputados a seus amigos, para fazê-lo ceder. Êle pede a devolução de tudo quanto foi tomado aos volscos, e concede trinta dias para deliberarem.
  • XLIX. Nova deputação de Roma, depois de expirado o prazo. Obstinação mais forte de Cordolano.
  • LIII. As damas romanas se encarregam de ir suplicar-lhe.
  • LV. Discurso de sua mãe.
  • LVII. Coriolano cede e volta a Ancio. Tulo forma um partido contra êle e o faz assassinar.
  • LXIII. Majestade do povo romano. As damas romanas ficam de luto por Coriolano durante dez meses.
  • LXIV. Mau estado dos negócios dos volscos. Eles são obrigados a submeter-se.

Aproximadamente do ano 228 ao ano 266 de Roma; 468 anos antes de J. C.

 



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