03
nov
Aristóteles
não é ateniense de nascimento, mas é originário de Estagira, na Trácia,
onde nasceu em 384. O pai era médico particular do rei macedônio Amintas, e o
próprio Aristóteles vinculou o destino externo da sua vida aos desígnios
macedônicos, com os quais também cairá. Aos 18 anos vem à Academia, onde permanece durante vinte anos, até
a morte de Platão. No decurso da
vida do mestre, altamente o honrou. Na Eegia que lhe dedicou, refere-se á
amizade que os ligou a ambos, dizendo ser Platão
um homem tão excelso que digno de o louvar não será qualquer um, mas
somente quem se digno de tal. O fato de Aristóteles
ter, pelo seu modo próprio de pensar, se afastado dele mais tarde,
nenhum detrimento trouxe a essa veneração e amizade. "Se ambos são meus
amigos” (Platão e a verdade),
diz êle na Ética; a Nicômaco (1096a l6), "pio dever é estimar ainda
mais altamente s verdade". Tem-se, contudo, a impressão de nem sempre ser sina
ira et studio a crítica contra Platão.
De propósito, freqüentemente a suscita, nem sempre com necessidade, e, às
vezes, sendo até mesquinho. Depois da morte
de Platão, Aristóteles retira-se para. Assos no país da
Tróade, junto do príncipe. Hermias
de Arames, fundando aí, junto com outros membros da Academia, uma espécie de sucursal da escola.
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08
ago
Nascimento, nome e caráter de Artaxerxes. II. É declarado sucessor de
Dario. III. É coroado. IV. Como Oiro se prepara para a revolta. V. Liberalidade e bondade de Artaxerxes. VI. Ciro pede socorro aos acedemônios. VII. Ciro parte para a guerra contra Artaxerxes. VIII. Artaxerxes marcha ao seu encontro. IX. Espanto do exército de Ciro, à sua aproximação. X. Como Clearco causa a derrota de Ciro. XI. Ciro mata Artagerse. XII. Morte de Ciro. segundo a narração de Dinon. XIII. Segundo a narração de Ctésias. XV. Artaxerxes manda cortar a cabeça e a mão direita de Ciro. XVI. Contradição entre as
palavras de Ctésias e as de Dinon e de Xenofonte. XVII. Presentes de Artaxerxes aos que tinham matado ou ferido a Ciro. XVIII. Vingança de
Parisate contra eles. XXII, Morte de Clearco e de outros generais gregos. XXIV. Parisate faz morrer Estatira. XXV. Artaxerxes envia Parisate exilada a Babi lônia. XXVI. Agesilau leva a guerra à .Ásia. XXVII. Artaxerxei subleva a Grécia contra os lacedemônios à força de dinheiro. XXVIII. Paz de Antalcidas. XXIX. Deíxa-se êle morrer de fome. XXX. Ismênias e Pelópídas na corte de Artaxerxes. XXXI. Pre.sni tes
magníficos de Artaxerxes a Timágoras. XXXII. Artaxerxes reconcilia-se com sua mãe Parisate. XXXIII. Casa-se com Atossa. XXXIV. Empreende a
guerra contra os cadusianos. XXXV. Foz a paz com eles pela habilidade de Tiribaso. XXXVI. O luxo não tinha enfraquecido Artaxerxes. XXXVII. Toma-se desconfiado e cruel. XXXVIII. Declara a Dario, seu sucessor. XXXIX. Dario pede a seu pai sua concubina Aspásia. Artaxerxes a faz sacerdotiza de Diana Anitis. XL. Tiribaso irrita o ressentimento de Dário. Porque. XLI. Meios que Tiribaso
emprega. XLII. Dário conspira com êle contra seu pai. XLIII. Descoberta da conjuração. Morte de Tiribaso. XLIV. Dário é decapitado. XLV. Morte de Ariaspes e de Arsames. XLVI. Morte de Artaxerxes.
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09
jul
O presente trabalho apresenta uma
análise sobre a relação entre classe e cor no Brasil. A partir de constatações
cotidianas, dados estatísticos e pesquisa de bibliografia pertinente ao tema
proposto, busca-se aferir de que maneira a cor da pele influencia na mobilidade
e aceitabilidade social do elemento negro em nossa sociedade. Deste modo, duas
linhas de pensamento sobre a questão racial no Brasil são confrontadas. De um
lado, o pensamento “classicista”, que acredita que no país o preconceito social
é maior do que o preconceito racial. Por outro lado, para o chamado “pensamento
revisionista” sobre as relações raciais no Brasil, mesmo quando desfruta de uma
situação econômica privilegiada, o negro continua vítima de todo tipo de
preconceito. Destarte, tendo os dois paradigmas em questão como fulcro,
pretende-se apresentar algumas considerações sobre a situação do negro
brasileiro.
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25
jun
Material didático escolar (antigo ginasial) de História do Brasil dos anos 1960 de Borges Hermida, capítulo com resumo e questões sobre as capitanias hereditárias.
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20
jun
resumo sobre as riquezas do Brasil Colônia, material didático de História do Brasil de 1963, com questões inclusas.
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29
mai
Apresentação dos tópicos, idéias e resumo do conceito de “Vontade de Potência” do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, seminal dentro de seu pensamento.
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25
mai
Conto literário infanto-juvenil do escritor Viriato Corrêa dramatizando a história de Tirandetes, mártir da Independência do Brasil e da Inconfidência Mineira.
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22
mai
Conto de Viriato Corrêa sobre o episódio em que foi ofertado um cacho de bananas de ouro do Brasil para o rei de Portugal
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04
jan
Ignora-se o ano exato do estabelecimento de Martim Soares
Moreno; o de 1 610, que em geral se dá, é aproximadamente certo. Em 1 613 o
fundador do -Ceará é mandado ao Maranhão a colher informações sobre o estado da
terra e os estrangeiros que a estão ocupando; em 1 615 Jerônimo de Albuquerque
e Alexandre de Moura assentam o poder português no Maranhão em bases sólidas,
expulsando de uma vez os franceses; começa-se Belém do Pará em 1 616.
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13
dez
D. João VI no Brasil – Oliveira Lima
CAPÍTULO XXV
O ESPETÁCULO DAS RUAS
Nunca,
como em tempo de Dom João VI,
foi a corte do Rio de Janeiro
tão animada, nem as suas ruas tão pitorescas. Formigavam nelas tipos hoje
desaparecidos e que eram representativos de outros costumes e de outras idéias,
os andadores das almas e pedintes de irmandades por exemplo, [...]
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12
nov
SOCIEDADES SECRETAS NA ÁFRICA: OS MAU MAU E A LUTA
PELA DESCOLONIZAÇÃO
Márcio José S. Lima 1
RESUMO
O presente trabalho tem a
finalidade de mostrar a participação da Sociedade Secreta denominada Mau Mau,
no processo de descolonização do Quênia. País localizado na África oriental e
que a partir do século XIX até 1963, foi colonizado pelos britânicos. O fato
foi ocorrido [...]
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25
set
D. João VI no Brasil – Oliveira Lima
CAPITULO XX
A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817
As primeiras notícias da revolução
pernambucana de 1817, em Pernambuco, alcançaram Londres por via das Antilhas,
a uma das quais chegara um navio inglês, Rowena, que pode conseguir
autorização para escapar ao rigoroso embargo posto pelos rebeldes sobre todos
os navios ancorados no porto, e que mais [...]
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23
ago
D. João VI no Brasil – Oliveira Lima
CAPITULO XII- NO CONGRESSO DE VIENA
Apesar de ter como principal representante no Congresso
de Viena um
diplomata do tino de Palmela e da gestão dos seus negócios estrangeiros somente sair das mãos
experimentadas de Aguiar para cair nas mãos hábeis de Barca, Portugal, conquanto recebesse todas as
considerações devidas
a [...]
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17
ago
D. JOÃO VI NO BRASIL – OLIVEIRA LIMA
CAPÍTULO X – O TRÁFICO DE ESCRAVOS
Além de estatuir a interdição da Inquisição, o tratado de
paz e amizade de
1810 abordava outra matéria de moral pública tanto quanto de administração. Com o artigo X encetava com efeito a
Grã-Bretanha a sua longa e perseverante campanha de quase meio século em [...]
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09
ago
Oliveira Lima – D. João VI no Brasil
CAPÍTULO IX
RELAÇÕES COMERCIAIS DO
BRASIL. OS TRATADOS DE 1810
Com a mudança da corte e a conseqüente abertura dos
portos brasileiros
ao comércio universal, é evidente que variaram por completo as condições mercantis da colônia.
Antes, no regime de monopólio da metrópole, os negociantes portugueses, em
livre concorrência ou por estancos, fixavam a seu [...]
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29
jul
UMA FILOSOFIA BRASILEIRA
Hugo Allan Matos[1]
Neste último semestre concentrei minha reflexão além de meu tcc[2]
em temas que versam sobre filosofia brasileira. Sobretudo, no assunto: há
filosofia e filósofos brasileiros? Agora, inspirado nas aulas e reflexões
geradas na disciplina de mesmo nome, tendo como objetivo comentar os 4 textos
indicados em uma aula intitulada como: conversas com filósofos brasileiros,
tentarei compartilhar [...]
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27
nov
Curso de Filosofia – Régis Jolivet
Capítulo Segundo
MORAL SOCIAL
295 A Moral social tem por finalidade solucionar os
problemas morais, que se referem aos três graus da vida social, a saber: a
sociedade doméstica, a sociedade civil e a sociedade internacional.
ART. [...]
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02
jun
A MORTE DE DEUS E A IDEALIZAÇÃO DO HOMEM SEGUNDO A ÓTICA
MORAL DE FRIEDRICH NIETZSCHE*
EDUARDO RIZZATTI SALOMÃO** (eduardorizzatti (at) yahoo.com.br)
RESUMO
Wilhelm Friedrich Nietzsche (1844-1900) é um dos filósofos contemporâneos que mais suscita discussões na atualidade. Concentrando nosso tema na crítica de Nietzsche ao cristianismo, temos por objetivo principal apresentar o seu pensamento acerca [...]
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08
jul
A crítica de Platão ao teatro e a
Homero como educador
por Miguel Duclós
No início do livro X da República, Platão classifica a poesia e a pintura como
imitação (mimesis), no interior de sua teoria acerca de uma cidade
perfeita, imaginada de forma a ser justa. Platão diz que os poetas, [...]
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