Consciência - Filosofia e Ciências Humanas


08
ago

Artaxerxes do Império Persa – Plutarco – Vidas Paralelas

Nascimento, nome e caráter de Artaxerxes. II. É declarado sucessor de
Dario. III. É coroado. IV. Como Oiro se prepara para a revolta. V. Liberalidade e bondade de Artaxerxes. VI. Ciro pede socorro aos acedemônios. VII. Ciro parte para a guerra contra Artaxerxes. VIII. Artaxerxes marcha ao seu encontro. IX. Espanto do exército de Ciro, à sua aproximação. X. Como Clearco causa a derrota de Ciro. XI. Ciro mata Artagerse. XII. Morte de Ciro. segundo a narração de Dinon. XIII. Segundo a narração de Ctésias. XV.    Artaxerxes manda cortar a cabeça e a mão direita de Ciro. XVI.  Contradição entre as
palavras de Ctésias e as de Dinon e de Xenofonte. XVII. Presentes de Artaxerxes aos que tinham matado ou ferido a Ciro. XVIII. Vingança de
Parisate contra eles. XXII, Morte de Clearco e de outros generais gregos. XXIV. Parisate faz morrer Estatira. XXV. Artaxerxes envia Parisate exilada a Babi lônia. XXVI. Agesilau leva a guerra à .Ásia. XXVII. Artaxerxei subleva a Grécia contra os lacedemônios à força de dinheiro. XXVIII. Paz de Antalcidas. XXIX. Deíxa-se êle morrer de fome. XXX. Ismênias e Pelópídas na corte de Artaxerxes. XXXI. Pre.sni tes
magníficos de Artaxerxes a Timágoras. XXXII. Artaxerxes reconcilia-se com sua mãe Parisate. XXXIII. Casa-se com Atossa. XXXIV. Empreende a
guerra contra os cadusianos. XXXV. Foz a paz com eles pela habilidade de Tiribaso. XXXVI. O luxo não tinha enfraquecido Artaxerxes. XXXVII. Toma-se desconfiado e cruel. XXXVIII. Declara a Dario, seu sucessor. XXXIX. Dario pede a seu pai sua concubina Aspásia. Artaxerxes a faz sacerdotiza de Diana Anitis. XL. Tiribaso irrita o ressentimento de Dário. Porque. XLI. Meios que Tiribaso
emprega. XLII. Dário conspira com êle contra seu pai. XLIII. Descoberta da conjuração. Morte de Tiribaso. XLIV. Dário é decapitado. XLV. Morte de Ariaspes e de Arsames. XLVI. Morte de Artaxerxes.


25
jul

Vida de Pirro – Plutarco – Vidas Paralelas

I. Origem do reino do Épiro. II. Genealogia de Pirro. III. Eácides, seu pai, é destronado pelos filhos de Neoptólemo. IV. Pirro, ainda criança, é subtraído às suas perseguições por Andróclidas e Ângelo. V. Gláucias,rei da Ilíria, toma-o sob sua proteção. VI. Coloca-o no trono. VII. Nova revolta no Épiro. Pirro dirige-se para junto de Demétrio. VIII. Regressa ao Épiro e partilha o trono com Neoptólemo. IX. Os dois reis tornam-se inimigos. X. Pirro faz malograr a conspiração de Neoptólemo e se desfaz dele. XI. Vai em socorro
de Alexandre, contra Antípatro, mediante a cessão de uma parte da Macedônia. XII. O adivinho Teodoto dissuade-o de assinar o tratado que negociara com Lisímaco e Demétrio. XIII. Começo das divergências entre Pirro e Demétrio. XIV. Declara-se a guerra. Batalha na qual Pirro
se distingue. XV. Comparação de Pirro com Alexandre, o Grande. XVI. Elogio de seu talento militar. XVII. Doçura e bondade de seu caráter. XVIII. Suas mulheres e filhos. XIX. Êle se apodera de uma parte da Macedônia, que perde logo depois. Faz as pazes com Demétrio. XX. Novo
motivo de guerra. XXI. Investe de novo contra Demétrio. XXII. Motim no acampamento de Demétrio. Pirro é proclamado rei da Macedônia. XXIII. Partilha o trono com Lisímaco. XXIV. Vai a Atenas. XXV. Abandona completamente a Macedônia. XXVI. Retira-se para o Êpiro. XXVII. Pensa em auxiliar os tarentinos contra os romanos. XXVIII. Descrição do que então se passou em Tarento. XXIX. Retrato em Tarento. XXIX. Retrato de Cíneas.XXX. Conversação de Pirro com Cíneas sobre esta guerra. XXXI. Pirro parte, não obstante suas advertências. Enfrenta uma tempestade que destrói sua esquadra. XXXII. Aporta na Calábria. XXXIII. Estabelece em Tarento uma disciplina severa.XXXIV. Acampa perto dos romanos, e observa a formação de suas tropas, que provoca a sua admiração. XXXV. Empenha-se na batalha. Sua
conduta reúne, a prudência de um general e toda a coragem de um infante. XXXVI. Alternativas do combate. XXXVII. Pino, finalmente, põe os romanos em fuga, e apodera-se de seu acampamento. XXXVIII. Envia Cíneas a Roma a fim de negociar a paz. XXXIX. Após Cláudio, o Cego, faz-se conduzir ao Senado, para a isso se opor. XL. Resposta do Senado às propostas de Pirro. X LI. Fabrício é enviado, com vários outros
embaixadores, ao encontro de Pirro. Tentativas inúteis de Pirro para que ele aceitasse presentes, e para inspirar-lhe medo. XLII. Julgamento de Fabrício sobre Epicuro e sua doutrina. XLIII. Generosa resposta de Fabrício a Pirro. O rei confia-lhe os prisioneiros de guerra, sob palavra. XLIV. Os cônsules romanos advertem Pirro da perfídia de seu médico. XLV. Pirro envia aos romanos todos os prisioneiros de guerra, sem resgate. Empenha-se numa segunda batalha. XLVI. Sai vitorioso. XLVII. Diferença na maneira como Hierônimo narra este combate. XLVIII. Frase de Pirro por ocasião de suas vitórias. XLIX. Embaixadores da Sicília junto a Pirro. Notícias que lhe chegam da Grécia sobre a situação na Macedõnia. Segue para a Sicilia. L. Ocupa a cidade de Erix. LI. Recusa-se a conceder a paz aos cartagineses. Modifica-se a sua atitude em relação aos sicilianos. LII. Toda a Sicília se une contra êle. LIII. Volta à Itália. É atacado durante a viagem, e perde parte de sua esquadra. Aporta na Itália, onde os mamertinos o atacam de novo. LIV. Combate singular de Pirro com um bárbaro; êle o fende ao meio com um golpe de espada. LV. Ataca os romanos. LVI. É derrotado. LVII. Deixa a Itália e segue para a Macedõnia a fim de atacar Antígono, que o derrota. LVIII. Consagra os despojos dos gauleses no templo de Minerva Itonéia, com uma inscrição. LIX. Coloca na cidade de Egas uma guarnição de gauleses, que pilham os túmulos dos antigos reis da Macedõnia. LX. Segue com um forte exército para Esparta, a pedido de Cleônimo. LXI. Entra na Lacônia, e acampa perto de Esparta. LXII. Os espartanos abrem durante a noite uma trincheira diante de sua cidade. As mulheres ajudam os homens. LXIII. Começo do ataque. LXIV. Proeza de Acrotato. LXV. Feito e morte de Filio. LXVI. Pirro recomeça o ataque na manhã do dia seguinte. LXVII. Acidente que obriga Pirro a bater em retirada. LXVIII. Chegam em retirada. LXVIII. Chegam socorros a Esparta. LXIX.Pirro deixa a Lacônia e segue para Argos. Um contingente escolhido de lacedemônios ataca-o no caminho. LXX. Êle os dizima, mas seu filho é morto. LXXI. Continua em sua marcha para Argos. LXXII. Diversos presságios. Pirro entra com suas tropas em Argos. LXXIII. Combate em Argos. LXXIII. Combate noturno. Pirro é tomado de espanto ao ver figuras de cobre representando o combate de um lobo e de um touro. LXXIV. Origem desta representação. LXXV. Obstáculos que Pirro encontra em sua retirada. LXXVI. Uma mulher fere-o com uma telha e um soldado corta-lhe a cabeça. LXXXVII. Honras fúnebres que lhe são prestadas por Antígono. Envia este Heleno, filho de Pirro, ao Épiro.


17
jul

QUEM TEM OUVIDOS

RESUMO do livro
QUEM TEM OUVIDOS de João Batista Mezzomo.
O presente livro é a exposição de uma idéia. A idéia exposta nos diz, entre outras coisas, que a Europa Ocidental é um ser orgânico, que se assenta e se nutre a partir de uma raiz dupla: por um lado ela é racional, pela raiz grega; por outro, ela é fundamentalista, pela raiz que se afunda em um passado envolto em névoas, mas cujo caminho até nós denominamos “tradição judaico-cristã”.


16
mai

HISTÓRIAS DE FRANCIS VILLON – Robert Louis Stevenson

O grande poeta François (ou Fraancis para os ingleses) Villon, perso­nagem do conto de Stevenson que publicamos, nasceu em Paris em 1431 e ali morreu em 1463. Levou vida boêmia de estudante indisci­plinado e, ao que tudo indica, ligou-se a um bando de malfeitores, tendo escapado por várias vezes de ser enforcado. Entre suas obras mais conhecidas está a BALADA DOS ENFORCADOS (ou EPITÁFIO VILLON). É considerado o primeiro dos grandes poetas líricos franceses.


01
dez

DANTE ALIGHIERI – VIDA NOVA

DANTE ALIGHIERI – VIDA NOVA
Tradução: Atena Editora
 
PREFÁCIO

Não é
possível, nas poucas palavras de prefação a este pequeno volume, expor a vida
de Dante, tãc movimentada e rica de acontecimentos, e ainda menos dar, mesmo em
resumo, um conceito completo das suas obras. Quem quisesse conhecer uma e as
outras poderia fazê-lo bem facilmente: não se trata senão de escolher, [...]


19
out

A Dimensão Política da Filosofia da Libertação (dusseliana) a partir da obra: “Para uma ética da Libertação Latino-Americana IV: Política”

A Dimensão Política da Filosofia da Libertação (dusseliana) a partir da obra: “Para uma ética da Libertação Latino-Americana IV: Política”

Hugo Allan Matos*

RESUMO

Este artigo apresenta uma visão
geral sobre a dimensão política da Libertação dusseliana, partindo de sua
leitura inovadora de Karl Marx, se atendo em sua obra Para uma ética da
libertação Latino-Americana IV: Política, comentando alguns artigos [...]


27
set

Trabalho feminino – Crônica de Olavo Bilac

Trabalho feminino

 O
sábado, em que está sendo escrita esta crônica, arras ta-se aborrecido e
pesado, numa enxurrada de lama, sob o açoite frio dos aguaceiros, cheio de uma
melancolia que nada pode dissipar. Oh! estes dias de chuva! Deus sabe quanto
suicídio tem por causa a sua fúnebre tristeza…

Deixando
cair o livro que lia, o cronista levantou-se, abriu a janela, [...]


20
jan

O país dos bilontras: a participação popular

O país dos bilontras: a
participação popular

Resenha do
livro: Os
Bestializados O Rio de Janeiro e a República
que não foi. José Murilo de Carvalho -São Paulo,
Companhia das Letras, 1996 -3aed.
Ida Duclós
Originalmente apresentado para a FFLCH/USP
 

O Rio de Janeiro – cidade síntese e caixa de ressonância do Brasil -
foi o palco da proclamação da República e [...]


22
dez

cap. IV – Os Problemas da Ontologia – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
PARTE 
HISTÓRICA

Lição IV OS PROBLEMAS DA ONTOLOGIA
27.
QUE É O SER? IMPOSSIBILIDADE DE DEFINIR O SER. — 28.  QUEM É O SER?  — 29. 
EXISTÊNCIA E  CONSISTÊNCIA.  — 30.   QUEM EXISTE?

Nas
lições anteriores tentamos [...]


28
set

Kant – Da possibilidade da educação: A educação moral

Da possibilidade da educação: A educação moral:

Isabel Rosete
Setembro de 2005
As notas escritas por Kant acerca da educação não constituem, de modo
algum, um desvio meramente acidental de uma actividade filosófica perpassada
por questões metafísicas mas, ao invés, uma parte integrante e fecunda do
seu pensar, tão essencial como [...]


23
out

Sobre o ensaio Do Pedantismo de Michel de Montaigne

Sobre o ensaio “Pedantismo”, de Montaigne (*)
por Marcelo Penna Kagaya
marcelo_penna@hotmail.com
Merleau-Ponty define um clássico como sendo “aquele que ainda nos dá o que pensar”. Montaigne, talvez, seja um desses clássicos que nos fazem refletir sobre muitas coisas, dentre as quais, os fundamentos de nossa pedagogia contemporânea. Em “Pedantismo” (texto integrante [...]


16
mai

Nietzsche, o último filósofo

NIETZSCHE – "O ÚLTIMO FILÓSOFO"
por Vera Lúcia Vassouras

   Gênio (propositadamente) incompreendido pela humanidade.
   Provavelmente poucos estudantes de filosofia e até mesmo as "autoridades" denominadas filósofos conheçam sua obra. O pensador, vulgarmente conhecido como o "Anticristo" apenas por ter escrito uma obra com tal nome, aliás, desconhecida pelos seus críticos mais vorazes, traz, em [...]


23
mar

HEIDEGGER: ARTE, OBRA, ORIGEM, MISTÉRIO E ENIGMA

UNIVERSIDADE DE LISBOA
FACULDADE DE LETRAS
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
MESTRADO: ESTÉTICA E FILOSOFIA DA ARTE
HEIDEGGER:
ARTE, OBRA, ORIGEM, MISTÉRIO E ENIGMA
SEMINÁRIO: FILOSOFIA DA MÚSICA – filosofia DA PINTURA
[...]


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