Oliveira Lima NÃO ME TROQUEM O CANDIDATO I Ê um segredo de Polichinelo, como dizem os franceses de um segredo sabido por toda a gente, que esta semana socialmente perturbadora se passou politicamente em conchavos, não sei se judiciosos, cm todo o caso infecundos para fundir os grupos oposicionistas, melhor dito para concentrá-los em redor [...]
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PELA ALEMANHA RENANA Oliveira Lima 1 Regressei de Contrexéville a Bruxelas pelo caminho da Alemanha renana, o que um francês apelidaria le chemim des écoliers, por ser o mais longo: não só o mais longo, como o mais divertido. O passeio é efetivamente dos que mais merecem a pena de ser feitos. Os encantos dos [...]
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EDWARD McNALL BURNS
PROFESSOR DE HISTÓRIA DA RUTGERS UNIVERSITY
HISTÓRIA DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL
Volume II
Tradução de LOURIVAL GOMES MACHADO, LOURDES SANTOS MACHADO e LEONEL VALLANDRO
1. O COMPLEXO DE CAUSAS
A Revolução Industrial nasceu de uma multiplicidade de causas, algumas das quais são mais antigas do que habitualmente se pensa. Talvez convenha considerar em primeiro lugar os aperfeiçoamentos iniciais da técnica. As maravilhosas invenções dos fins do século XVIII não nasceram já completas, como Minerva da testa de Júpiter. Pelo contrário, já desde algum tempo havia um interesse mais ou menos fecundo pelas inovações mecânicas.[..]
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História da Civilização – Oliveira Lima
Parte Quarta – Idade Contemporânea. – CAPITULO III
O IMPÉRIO FRANCÊS E O PRINCÍPIO DAS NACIONALIDADES. A UNIDADE ITALIANA E A UNIDADE ALEMA. A GUERRA DE 1870
Da república ao império
A marcha dos acontecimentos na França após a eleição presidencial de Luís Napoleão (1808-1873) devia ser facilmente prevista: nem podia ser outra. Era a repetição da transição pelo consulado para o império: o golpe de Estado, a autoridade prolongada por dez anos para assegurar o regime, por fim a coroa hereditária em virtude de um senatus-consulto.
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O que foi a guerra do Vietnã?[2]Guerra do Vietnã do Norte ou Guerra Norte-Americana? Meu objetivo ao pesquisar sobre A Guerra do Vietnã e de tentar expor o conhecimento em suas origens, pois, apesar de ser um acontecimento de nossa era, pouco se sabe sobre o mesmo, a não ser através de filmes e noticiários que na maioria das vezes são um tanto superficiais no relato dos fatos. A Guerra do Vietnã foi muito além destes filmes a noticiários, suas seqüelas são sentidas até hoje, pelo que dela tomaram parte direta ou indiretamente. Em linhas gerais, tentarei mostrar desde os aspectos geográficos, até renascimento do país depois do término da guerra. Analiso neste artigo as características filosóficas, geográficas, históricas da Indochina e assim sucessivamente, que a priori, muito favoreceram os asiáticos nos conflitos contra os invasores franceses. Tento expor também, a política de exploração, ocorrida a partir do século XIX, nesta região. Bem como, a resistência, por parte dos indochineses a política imperialista das grandes potências. Por fim, tento expor um pouco do Vietnã atualmente, que, apesar das divisões, das perdas humanas e materiais, conseguiu impor-se frente a grande potência de nossa era: os Estados Unidos.
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Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. CAPÍTULO I I SEGUNDO PERÍODO — (450-300 α. C.) 22. CARÁTER GERAL Ε DIVISÃO — Neste período atinge a filosofia grega o apogeu do desenvolvimento. Surgem os seus maiores pensadores, que, vindicando os direitos da razão contra o ceticismo geral, constróem sobre bases mais sólidas [...]
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Disclaimer: este trabalho foi compilado com verbetes de filosofia apresentados de forma resumida — recorrendo à aos livros do " Pequeno Dicionário Filosófico" De M. Rosental e P. Iudin, e de "Fundamentos do marxismo-leninismo " de O. V. Kuncinen e mais autores marxistas soviéticos. Dessa forma, apresenta uma visão doutrinária e muitas vezes negativa acerca [...]
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JOAQUIM PEDRO DE OLIVEIRA MARTINS (Lisboa, 1845-1894) não pôde seguir a carreira de Engenharia, a que o destinava a família,, por lhe ter morrido o pai, deixando viúva e filhos em pobreza. Dedicando–se à carreira comercial, nela se avantajou e serviu em altos empregos no comércio e na indústria. Foi eleito deputado pelo Porto e por outros círculos, e mais tarde ministro da Coroa.
Portugal em 1580
A fatalidade da guerra santa desvaira (284) também a alma de Camões, destinada a vibrar sempre acorde com a nação. Quer partir. Recorda os tempos da sua mocidade em Ceuta. Mas vê-se quebrado, coxo, encostado a muletas. O "braço às armas feito" partiu-se: ficou "a pena às musas dada" para cantar a façanha. No próprio dia em que D. Sebastião largou do Tejo para a sua funesta empresa, Camões aparou a pena e começou a sua epopéia. . .
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A Era da Revolução
PROFUNDAS modificações assinalam a história política da última parte do século XVIII. Esse período assistiu à agonia do sistema peculiar de governo e de estruturação social que se desenvolvera na época dos déspotas. Na Inglaterra tal sistema se achava praticamente abolido por volta de 1689, mas ainda persistia em outras partes da Europa, ossificando-se e corrompendo-se cada vez mais com o passar dos anos. Floresceu em todos os países maiores sob a influência combinada do militarismo e da ambição, por parte dos monarcas, de consolidai em o seu poder a expensas dos nobres. Mas quase não houve lugar em que se apresentasse sob uma forma tão abominável como na França, durante o reinado dos três últimos Bourbons. Luís XIV foi a encarnação suprema do poder absoluto. Seus sucessores, Luís XV e Luís XVI, arrastaram o governo aos derradeiros extremos da extravagância e da irresponsabilidade. Além disso, os súditos desses reis eram bastante esclarecidos para sentirem vivamente os seus agravos. Não é de estranhar, portanto, que a França tenha sido o teatro de violenta sublevação para derribar um regime que desde muito vinha sendo odiado e desprezado pelos cidadãos mais inteligentes do país. Não estaremos muito errados sr interpretarmos a Revolução Francesa como o clímax de um século cie oposição que tomara corpo pouco a pouco, oposição ao absolutismo e à supremacia de uma aristocracia decadente.
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Neste texto procuramos analisar algumas formas de relações sociais, mediações presentes na economia solidária e determinados tipos de organizações que permitem o direcionamento na busca de renda individual ou familiar à margem das relações assalariadas e protegidas do grande capital. Para tanto foi elaborada revisão bibliográfica de autores da nova sociologia econômica, como Bourdieu e Polanyi, além de outros, pós-modernistas e clássicos.
Essa configuração, presente no mercado de trabalho ou em fontes de renda alternativas, dá origem a práticas econômicas e sociais que garantem a sobrevivência e a respectiva melhoria da qualidade de vida de famílias e indivíduos.
Diante do índice considerável de desemprego no segmento da sociedade mercantil – onde a regulação do grande capital prevalce – a economia baseada na solidariedade apresenta-se como um significativo instrumento de combate à exclusão social, com uma proposta alternativa de geração de trabalho, renda e satisfação de necessidades essenciais do ser humano. Repleta de criatividade para a solução de necessidades surge a economia solidária ou popular, ocupando um espaço que nem a economia de mercado e nem a solidariedade estatal conseguem atender na condição sócio-econômica pós-moderna.
Essa configuração presente no mercado de trabalho ou alternativas de fonte de renda, dá origem a práticas econômicas e sociais que garantem a sobrevivência e a respectiva melhoria da qualidade de vida de famílias e indivíduos.
Diante do quadro de desemprego com índice considerável no segmento da sociedade mercantil, onde prevalece à regulação do grande capital, a economia com base na solidariedade apresenta-se como um significativo instrumento de combate à exclusão social pela proposta alternativa de geração de trabalho, renda e satisfação de necessidades essenciais do ser humano, e permeado pela criatividade, além do atendimento de interesses, surge à economia solidária ou popular, ocupando um espaço que nem a economia de mercado, nem a solidariedade estatal conseguem atender na condição sócio-econômica pós-moderna.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Centro de Filosofia e Ciências Humanas Programa de Pós-graduação em Sociologia Política Disciplina: SPO 7007 – Sociologia do Racionalismo Semestre: 2008.2 Professor: Phd Carlos Eduardo Sell Acadêmico: Adhemar Tavares Vieira Filho Bauman, Zygmun, 1925-. Modernidade e Ambivalência. Tradução Marcus Penchel. RJ: Jorge Zahar Editora, 1999, 334 pg.. [...]
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Este trabalho tem por objetivo enfocar a realidade dos estudantes de nível superior e médio da Região Metropolitana de Pernambuco, numa visão capital versos trabalho, que por traz de toda formalidade instituído os mesmos continuam sendo manipulados como mão-de-obra barata, massa de manobra e formando um exercito de reserva, sem qualquer perspectiva social, ecônomica e financeiro.
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Download do Jogo do Capital Explicação do funcionamento do Jogo do Capital: Imaginemos que na primeira rodada os grupos escolheram as seguintes letras: A (y) B(y) C(y) D(x) Nessa rodada os grupos A,B e C trabalharam e produziram um capital excedente, porém esse capital foi apropriado pelo grupo D. Por isso A, B e [...]
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Grupo Krisis – Manifesto contra o Trabalho Tradução de Heinz Dieter Heidemann com colaboração de Cláudio Roberto Duarte – Publicado nos Cadernos do Labur – nº 2 (Laboratório de Geografia Urbana/Departamento de Geografia/Universidade de São Paulo. Contatos: Krisis na internet – www.magnet.at/krisis ; e-mail: ntrenkle@aol.com ; Grupo Krisis-Labur-São Paulo: labur@edu.usp.br
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