EFEITO KAGEMUSHA. AS ARMAS DE FOGO PORTUGUESAS E O ESTADO NO SUL DA ÍNDIA NO INÍCIO DA ÉPOCA MODERNA

Fichamento do texto: O EFEITO KAGEMUSHA. AS ARMAS DE FOGO PORTUGUESAS E O ESTADO NO SUL DA ÍNDIA NO INÍCIO DA ÉPOCA MODERNA de Sanjay Subrahmanyam. Miguel Duclos O autor, presumidamente de origem indiana, é diretor do Centro para Índia e Ásia do Sudeste e professor de História da Índia da Universidade da Califórnia (UCLA), … Ler maisEFEITO KAGEMUSHA. AS ARMAS DE FOGO PORTUGUESAS E O ESTADO NO SUL DA ÍNDIA NO INÍCIO DA ÉPOCA MODERNA

O comércio Da Grécia ao Império Romano

Dr. Aluísio Telles de Meirelles. Fonte: Manual do Executivo. Novo Brasil editora brasileira.     GREGOS E ROMANOS Da Grécia ao Império Romano NA GRÉCIA, país extremamente montanhoso, o mar penetra profundamente, pelos golfos ramificados; por sua vez a terra firme é dividida em inumeráveis ilhas e penínsulas que a protegem contra a tempestade e o furor das … Ler maisO comércio Da Grécia ao Império Romano

A COMPANHIA DAS ÍNDIAS ORIENTAIS

A COMPANHIA DAS ÍNDIAS ORIENTAIS – RESUMO Dr, Aluísio Telles de Meirelles. Fonte: Manual do Executivo. Novo Brasil editora brasileira.  O FATO de os portugueses cortarem ao comércio arábico a ligação com o Mediterrâneo, assinalou o começo de um novo capítulo na história do comércio mundial e também o início de uma nova cultura. A herança … Ler maisA COMPANHIA DAS ÍNDIAS ORIENTAIS

JACINTO FREIRE DE ANDRADE e FR. LUÍS DE SOUZA

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876) CURSO DE LITERATURA NACIONAL Fonte: editora Cátedra – MEC – 1978 LIÇÃO XXVII – biografia O PADRE JACINTO FREIRE DE ANDRADE O Padre Jacinto Freire de Andrade, natural da cidade de Beja, na província do Alentejo, viu a luz em 1597. Revelando desde os mais verdes anos grande propensão … Ler maisJACINTO FREIRE DE ANDRADE e FR. LUÍS DE SOUZA

historiografia portuguesa: História do Descobrimento e Conquista da Índia

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876)

CURSO DE LITERATURA NACIONAL

LIÇÃO XV

LIÇÃO XVI

historiografia

(Ninguém desconhece a importância do estudo da história, magistra vita, testis temporis, na frase de Cícero. Com o fio de Ariane conduz-nos ao labirinto do passado, e faz-nos assistir pela imaginação a fatos ocorridos em estranhos climas e remotas eras. Fez-nos classificá-la nas belas letras o encanto que nos causa a sua leitura, por isso que não poucas vezes a pena do historiador se converte em pincel, e descrevendo, ou narrando, deslumbra-nos pelo brilhantismo do colorido.

De duas diversas maneiras pode-se escrever a história: ou como testemunha impassível dos acontecimentos, registrando-os sem fazer-lhes o menor comentário; ou apreciando as causas donde dimanam os sucessos, e procedendo à rigorosa autópsia das circunstâncias que mais ou menos atuaram sobre eles. O primeiro destes métodos produz a crônica, que rejeita a crítica, e, interrogando as tradições populares, apressa-se em enfeixá-las em um ramalhete de maior ou menor fragrância. Foi Heródoto o patriarca dessa escola, que contou ilustres adeptos, sendo Fernão Lopes o que em Portugal maior nomeada granjeou. Submete a segunda escola todos os fatos à luz da crítica, e nunca conta sem que moralize e racircme. É mais filosófico e infinitamente mais útil o segundo destes métodos: cumpre porém reconhecer que exige ele da parte dos escritores e dos leitores certo grau de adiantamento que lhes permita estudar com imparcialidade o passado, cortando não raro por legendas que sobremodo lisonjeiam o orgulho e a vaidade nacionais.

Os principados feudais portugueses – História do Brasil de Handelmann

CAPÍTULO II

Os principados feudais portugueses

Voltemos agora ao litoral brasileiro. Ficou já referido como aí, nos primeiros decênios do século XVI, não só os portugueses rendeiros de monopólios, como também mercadores de outras nações, máxime franceses da Bretanha e da Normandia, exploravam lucrativo tráfico no litoral e fundaram até feitorias em vários pontos.

Em vão Portugal havia procurado pôr cobro a isso, por meio de sucessivas reclamações à corte de Paris, contra tais violações dos seus direitos.

Os reis de França, entretanto, não podiam ou não queriam restringir essa atividade por parte dos seus vassalos, e, sendo assim, mercadores, que partiam de Honfleur e de Dieppe para o Brasil, prosseguiram, como dantes, na exploração do seu negócio.

Em vista disso, decidiu-se d. João III de Portugal (1521-1557) a reprimir por si mesmo esses desmandos; e, para esse fim, mandou aprestar uma frota armada, que deveria estacionar nas costas sul-americanas e fazer o cruzeiro contra tais contrabandistas; o almirante nomeado foi Cristóvão Jacques, que, em fins de 1526, apareceu com seis naus nas costas da província de Pernambuco.

Governo interno — Justiça — Comércio — Polícia — Leis — Disciplina militar — Marinha na França do século XVII (Voltaire)

class=”titulo”>VOLTAIRE – O século de Luís XIV

CAPÍTULO XXIX

(Início)

Governo interno — Justiça — Comércio — Polícia — Leis — Disciplina militar — Marinha, etc.

Deve-se esta justiça aos homens públicos que beneficiaram seu século: olhar para o ponto de onde eles partiram, a fim de melhor apreciar as transformações que realizaram na sua pátria. A posteridade deve-lhes eterno reconhecimento pelos exemplos que ofereceram, mesmo que tenham sido superados: essa glória merecida é a sua única recompensa. Certamente, o amor a essa glória animou Luís XIV, quando, começando a governar por si mesmo, procurou reformar o reino, embelezar a corte e aperfeiçoar as artes.

A HISTÓRIA DOS QUATRO BRÂMANES LOUCOS – conto Paña da Índia

Os párias, infelizes rebotalhos humanos, homens sem casta, intocáveis, votados à mais vil degradação, nem por isso deixaram de ter seu poeta, tão excepcionalmente grande que mesmo pelos brâmanes era chamado Tiruvaluva, o Divino Pária. Outros párias, desconhecidos, também contaram as lendas e desgraças de sua gente, coisas que a tradição oral conservou, e acabaram sendo recolhidas por estudiosos dos costumes e povos da índia. A História dos Quatro Brâmanes Loucos é uma sátira, onde, rindo, os párias exercem sua vingança contra a casta "salda da cabeça do deus". Não nos consta que antologias dedicadas ao conto hindu tenham recolhido a história que aqui damos.

O que é o Efeito Estufa e o Aquecimento Global?

Resumo: O que é o Efeito Estufa? Será que o
aquecimento Global é o Fenômeno Natural ou é o Efeito da Atividade Humana? Outra
questão que se coloca é se o aquecimento global observado é natural ou
antropogênico? Muitas perguntas, Muitas respostas… Este artigo propõe
analisar sobre o aumento da temperatura global, a Intensificação do
efeito-estufa, as Limitações dos modelos de clima global a Variabilidade
climática natural e a responsabilidade pela natureza. Percebe-se que este
artigo trata-se de uma pesquisa analítica descritiva, com análise dos textos
pelos Estudos da linguagem e da Análise do discurso, buscando-se observar e
desenvolver a presença dos discursos utilizados nas matérias referentes ao
aquecimento global e seus usos de linguagem simples, destacada o contexto filosófico,
sociológico, histórico, geográfico e outras áreas afins, enfatizando as causas,
conseqüências e os interesses políticos integrados as organizações sociais,
políticas, econômicas, cultural e assim sucessivamente. Portanto, contextualizamos
e intertextualizamos uma pesquisa arraigada em livros, sites e revistas a fim
de expor um trabalho concreto e vir a esclarecer as dúvidas sobre este tema de
caráter social e polissêmico. Destaco Hans Jonas, porque tem como ponto de
apoio uma ontologia fundada numa finalidade da natureza.

 

Palavras chave: Aquecimento Global – variabilidade climática
– modelos climáticos – Efeito Estufa.

JOÃO DE BARROS – Escritor português quinhentista

Marechal deodoro da fonseca

JOÃO DE BARROS (Viseu, 1496-1570) exerceu o cargo de tesoureiro e feitor da Casa da Índia e Mina. Escreveu muitas obras, e entre elas: uma Crônica do Imperador Clarimundo; uma Gramática Portuguesa; diversos diálogos sobre assuntos literários e morais; e a monumental Ásia, história dos feitos portugueses no descobrimento e conquista das terras do Oriente. Esta obra é geralmente conhecida por Décadas, e mais tarde foi continuada por Diogo do Couto.

Com razão apelidaram Barros o Tito-Lívio português; e tanto o mereceu pelo patriotismo da narrativa quanto pela pureza da linguagem, relativamente melhor que a do latino, pois não se lhe podem apontar patavinismos.

ALEXANDRE DE GUSMÃO

Marechal deodoro da fonseca

ALEXANDRE DE GUSMÃO (Santos, 1695-1753) serviu nove anos como secretário particular de D. João V; e deixou cartas que não são obras de escrupulosa linguagem, mas nas quais dá provas de sagacidade, espírito observador, e admirável tino prático. Retirado dos públicos negócios depois da morte de D. João V, perdeu dois filhos no incêndio que lhe devorou a casa, e apenas sobreviveu um ano a tão infausto sucesso.

JOAQUIM PEDRO DE OLIVEIRA MARTINS

JOAQUIM PEDRO DE OLIVEIRA MARTINS (Lisboa, 1845-1894) não pôde seguir a carreira de Engenharia, a que o destinava a família,, por lhe ter morrido o pai, deixando viúva e filhos em pobreza. Dedicando–se à carreira comercial, nela se avantajou e serviu em altos empregos no comércio e na indústria. Foi eleito deputado pelo Porto e por outros círculos, e mais tarde ministro da Coroa.

Portugal em 1580

A fatalidade da guerra santa desvaira (284) também a alma de Camões, destinada a vibrar sempre acorde com a nação. Quer partir. Recorda os tempos da sua mocidade em Ceuta. Mas vê-se quebrado, coxo, encostado a muletas. O "braço às armas feito" partiu-se: ficou "a pena às musas dada" para cantar a façanha. No próprio dia em que D. Sebastião largou do Tejo para a sua funesta empresa, Camões aparou a pena e começou a sua epopéia. . .

As Artes do Extremo-Oriente

Pierre du Columbier – História da Arte – Cap. 15As Artes do Extremo-Oriente<

Tradução de Fernando Pamplona. Fonte: Editora Tavares Martins, Porto, Portugal, 1947.

15

HISTÓRIA das artes europeias e até não europeias da bacia do Mediterrâneo pode fazer-se desprezando de maneira quase total as artes do Extremo-Oriente, cuja influência só se exerceu de maneira esporádica, quase sempre tardia e superficial. Mais suscitaram modas do que propriamente agiram em profundidade. Mas a recíproca não é verdadeira.

DIVISÃO DO BRASIL EM DOIS GOVERNOS. DOMÍNIO ESPANHOL E INVASÕES HOLANDESAS. ESTADOS DO MARANHÃO E DO BRASIL.

Marechal deodoro da fonseca

DIVISÃO DO BRASIL EM DOIS GOVERNOS. DOMÍNIO ESPANHOL E INVASÕES HOLANDESAS. ESTADOS DO MARANHÃO E DO BRASIL.

Divisão do Brasil em dois Governos

Professor Pedro Bandecchi, 1970 Material Didático de História do Brasil

Com a morte de Mem de Sá, resolveu a coroa dividir, em 1572, o Brasil em dois governos — um ao Norte, com sede na Bahia, sendo nomeado governador Luís de Brito, — outro ao Sul, com sede no Rio de Janeiro, para o qual foi nomeado Antônio Salema, jurista e professor da Universidade de Coimr bra. Tal iniciativa que não deu bom resultado, fêz com que, em 1578, D. Sebastião anulasse o ato, voltando o regime de um único governo. Para o período de 1578-1581, a coroa nomeou a Lourenço da Veiga.

O ano de 1580 trouxe grandes transformações a Portugal, e, conseqüentemente, ao Brasil. A morte de D. Sebastião, na batalha de Alcácer-Quibir, na África, lutando contra os mouros, sem deixar herdeiro, levou ao trono seu tio-avô e sucessor, Cardeal D. Henrique. Este, que não gozava de boa saúde, faleceu sem indicar substituto, o que abriu séria disputa entre os pretendentes à Coroa. Filipe II da Espanha, tinha tanto direito ao trono quanto os outros pretendentes. O direito podia ser igual, mas êle dispunha de alguma coisa a mais. Dispunha, para obter a coroa, de um exercito de 25.000 homens, sob o comando do Duque de Alba. Com este poderoso argumento, entrou em Portugal e perante as côrts de Tomar, com o nome de Filipe I, prestou juramento e pôs sobre sua cabeça a coroa lusa.

Começava o período do domínio espanhol, que duraria até 1640.

A dominação espanhola não trouxe prejuízos ao Brasil. E devemos assinalar que, ficando a América Espanhola e a Portuguesa pertencendo a uma única coroa, o Tratado de Tordesilhas deixava, virtualmente, de existir.

Nessa época se inicia a grande expansão territorial brasileira.

E, ainda, se holandeses e franceses tentaram se fixar em nossa terra, principalmente os primeiros, pelo dilatado tempo que aqui permaneceram, não é menos evidente que, das lutas travadas, dos contatos havidos, teria que se fortalecer o espírito nativista, e ir se fortalecendo a consciência nacional no processo da sua emancipação. Espírito e consciência que, no século seguinte, tomariam corpo e armariam patriotas até a eclosão do 7 de setembro.

O Brasil sob o Domínio Espanhol

Compromisso que Filipe I assumiu perante as Cortes Lusas

Filipe I assumiu sérios compromissos, em Tomar, perante as cortes lusas, no que diz respeito à sua política administrativa face aos portugueses. Entre eles estava o de guardar os foros e costumes, privilégios e isenções que os reis haviam concedido a seus reinos; que as autoridades administrativas de Portugal ou as suas colônias seriam sempre portuguesas; "que todos os cargos superiores ou inferiores da justiça e fazenda e qualquer outro de governo, somente seriam dados a portugueses; que todos os ofícios existentes em Portugal e suas colônias seriam providos por portugueses, o mesmo acontecendo com os cargos de mar e terra e com as guarnições de soldados nas praças; que o ouro e a prata que se fizesse em moeda, que seria tudo que dos seus domínios fosse à Metrópole, teria apenas as armas de Portugal; que, ainda, não interviria na igreja portuguesa e que seriam conservadas as ordens militares lusas".

João Ribeiro escreve:

AS JÓIAS E OS TESOUROS OCULTOS DA TERRA – Geologia

Diamante — a mais brilhante das jóias

HÁ muitos anos, um pastorzinho bôer, da África do Sul, encontrou linda pedra num campo. Andou com ela no bolso, como se fosse um amuleto. Um dia, um vizinho, Van Niekirk , ofereceu-lhe 500 carneiros pela pedra. O rapaz aceitou a oferta, pensando que o homem estivesse maluco. Qual não foi seu espanto quando soube, poucas semanas depois, que Van Niekirk havia vendido sua pedra por 56.000 dólares! (mais de mil contos).

Essa pedra é hoje conhecida como o brilhante Dudley.

Que é um diamante? Nada mais, é maravilhoso di-zê-lo, que um pedaço de carvão. Carvão refinado ou cristalizado. A mais brilhante das jóias quando exposta a uma temperatura suficientemente elevada pode ser transformada num simples pedacinho de grafite suja.

Mas seria preciso uma quantidade imensa de calor, cerca de 6.500 graus, para operar essa transformação. Porque o diamante é o mineral mais duro que existe na natureza. A palavra diamante é derivada de adamant, do grego adamas, que significa coisa que não pode ser abrandada.

História da Dança – Maravilhas da Arte

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

Henry Thomas

A HISTÓRIA DA dança

Damas mágicas e selvagensA grande festa dos mortos

JÁ atingido pela civilização européia, o esquimo diverte-se indo a uma reunião e dançando com as beldades dentro de poucas horas, tanto como outro homem qualquer. Contudo há ocasiões especiais em que dançar significa algo mais para êle do que simples diversão, quando assume uma qualidade profundamente religiosa e quase mística. Uma dessas ocasiões é a Grande Festa dos Mortos. É realizada pelos parentes dos falecidos, com intervalos de dez ou quinze anos, pois deve-se economizar alguma coisa, visto como dar presentes tanto aos vivos quanto aos mortos, é importante parte das festas.

Essa festa característica dura usualmente cinco dias. As almas dos falecidos já foram notificadas com um ano de antecedência. O primeiro e o segundo dia da dança são consagrados à recepção dos convidados de aldeias distantes e aos preparativos para a festa. No terceiro dia, todos os participantes reúnem-se no salão cerimonial. Os mortos são invocados por meio de um tambor e lâmpadas de azeite permanecem a arder para que os espíritos possam dar com o caminho. Para encorajar esses espíritos, os participantes, que envergam suas mais velhas e mais pobres roupas, fazem uma série de danças imitativas. Todas essas sugerem apropriadas maneiras de viajar. Por isso alguns fingem impelir um caíque, enquanto outros andam como se estivessem com sapatos de neve. Ao som do tambor, a bater continuamente, enquanto uma cantilena é entoada em voz baixa pelos participantes menos ativos, os dançarinos prosseguem numa carreira vertiginosa dentro do quadrilátero cerimonial. Isto simboliza o caminho sinuoso que os espectros devem tomar pela colina e pelo vale, afim de alcançarem seu destino. Essa dança mágica continua até certo tempo, dado como o gasto para a chegada dos espectros. Imediatamente, presentes de peixe e de roupas novas são distribuídos por todos os presentes. Os que usam o mesmo nome do defunto são olhados como seus representantes e recebem duplo quinhão.

 

A dança guerreira

Os índios americanos são grandes dançarinos. Como todos os povos primitivos, dançam por motivos mágicos e simbólicos, para adquirir coragem e assegurar a proteção dos espíritos.