195. Sob o signo de Hegel começou a difundir-se o idealismo na Itália, já em meados do século XIX. O movimento político do Risorgimento que trabalhava para a unificação da península encontrou na teoria hegeliana do Estado, como totalidade e absoluto, um apoio e uma expressão e um estímulo. Vera (1813-1885), Spaventa (1817-1883), Fiorentino, na Universidade de Nápoles, e D’ercole na de Turim, atuaram como precursores. Croce e Gentile são, atualmente, os astros mais brilhantes da constelação idealista.
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Resumo: O que é o Efeito Estufa? Será que o
aquecimento Global é o Fenômeno Natural ou é o Efeito da Atividade Humana? Outra
questão que se coloca é se o aquecimento global observado é natural ou
antropogênico? Muitas perguntas, Muitas respostas… Este artigo propõe
analisar sobre o aumento da temperatura global, a Intensificação do
efeito-estufa, as Limitações dos modelos de clima global a Variabilidade
climática natural e a responsabilidade pela natureza. Percebe-se que este
artigo trata-se de uma pesquisa analítica descritiva, com análise dos textos
pelos Estudos da linguagem e da Análise do discurso, buscando-se observar e
desenvolver a presença dos discursos utilizados nas matérias referentes ao
aquecimento global e seus usos de linguagem simples, destacada o contexto filosófico,
sociológico, histórico, geográfico e outras áreas afins, enfatizando as causas,
conseqüências e os interesses políticos integrados as organizações sociais,
políticas, econômicas, cultural e assim sucessivamente. Portanto, contextualizamos
e intertextualizamos uma pesquisa arraigada em livros, sites e revistas a fim
de expor um trabalho concreto e vir a esclarecer as dúvidas sobre este tema de
caráter social e polissêmico. Destaco Hans Jonas, porque tem como ponto de
apoio uma ontologia fundada numa finalidade da natureza.
Palavras chave: Aquecimento Global – variabilidade climática
- modelos climáticos – Efeito Estufa.
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Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. CAPÍTULO I I SEGUNDO PERÍODO — (450-300 α. C.) 22. CARÁTER GERAL Ε DIVISÃO — Neste período atinge a filosofia grega o apogeu do desenvolvimento. Surgem os seus maiores pensadores, que, vindicando os direitos da razão contra o ceticismo geral, constróem sobre bases mais sólidas [...]
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RESUMO
A proposta do texto é
delimitar o conceito de meioambiente tal qual abordado no discurso de
conservação ambiental. Temos o objetivo de distinguir, em seus significados
derivados, o significado romântico de natureza; evitando o uso ambíguo e,
mesmo, equívoco desta noção. Esta tarefa justifica-se por ser um exercício de
compreensão, desenvolvido por meio de uma breve contextualização dos termos
atuais da chamada questão ambiental, na medida em que comentaremos, criticamente,
a ideia de “exploração sustentável”. Pretendemos assinalar que mesmo as novas
propostas de conservação ambiental, operam em um registro antropocêntrico, na
medida em que entendem a relação entre homem e meioambiente desde a dicotomia
sujeito-objeto, presente na filosofia e ciência cartesianas. Em seguida,
apresentaremos a exigência de uma definição do que vem a ser meioambiente, no
pensamento do filosófo alemão Martin Heidegger, contrapondo estas ideias a
elementos da filosofia da natureza de F.W.J. Schelling. O texto traz,
ainda, a discussão acerca de uma postura ética e conservacionista frente ao
meio ambiente, e seus vínculos com as noções de habitar, construir e
responsabilizar-se.
Palavras chave: Heidegger;
meioambiente; natureza; preservação ambiental, filosofia ambiental
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Em 1839, Marx inicia a preparação de sua tese de doutoramento, que será apresentada em 1841, na Universidade de Iena, intitulada Diferença entre as Filosofias da Natureza em Demócrito e Epicuro. Mas o que levou um jovem estudante de filosofia, discípulo de Hegel, participante do movimento jovem hegeliano de esquerda, a dedicar-se aos estudos do atomismo grego? O objetivo deste artigo é responder essa questão, explicitando como a filosofia atomista de Epicuro influenciou a ética marxiana a partir da liberdade fundada num princípio universal.
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Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares Lição II O MÉTODO DA FILOSOFIA 10. PRÉVIA DISPOSIÇÃO DE ÂNIMO: ADMIRAÇÃO, RIGOR. — 11. SÓCRATES: & MAIÈUTICA. — 12. PLATÃO: A DIALÉTICA; O MITO DA REMINISCÊNCIA. — 13. ARISTÓTELES: A LÓGICA. — 14. IDADE MÉDIA: A DISPUTA. — 15. O MÉTODO DE DESCARTES. – 18. TRANSCENDÊNCIA [...]
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Curso de Filosofia – Régis Jolivet LIVRO II FILOSOFIA ESPECULATIVA FILOSOFIA Cosmologia DA NATUREZA Psicologia METAFÍSICA Crítica do conhecimento COSMOLOGIA Ontologia PRELIMINARES Teodicéia 68 1. Noção. a) Definição. A Cosmologia (etimologicamente ciência do mundo) constitui a primeira parte da Filosofia natural (ou filosofia da natureza) ; tem por objeto o estudo dos [...]
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Curso de Filosofia – Régis Jolivet INTRODUÇÃO GERAL Art. I. NATUREZA DA FILOSOFIA – 1. O desejo de saber, fonte das ciências. Todo homem, diz Aristóteles, está naturalmente desejoso de saber, isto é, o desejo de saber é inato; esse desejo já se manifesta na criança pelos "porquês" e os "como" que ela não cessa [...]
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