10
out
SUMÁRIO DA VIDA DE DEMÉTRIO
Relações
e diferenças entre as operações dos sentidos e as da inteligência. II. Porque
Plutarco escreveu a história de homens viciosos. III. Perfil de
Demétrio. IV. Sua ternura para com seu pai. V. Sua dedicação
para com os amigos. VI. Perde uma batalha contra Ptolomeu. VII. Desforra-se.
VIII. Outros êxitos de Demétrio em diversas guerras. IX. Seu
pai e êle determinam dar liberdade à Grécia. X. Vai a Atenas
para daí expulsar as tropas de Ptolomeu. XI. Sai-lhe mal o
empreendimento. XII. Restabelece a democracia em Atenas. XIII. Bajulação exagerada dos atenienses para com Demétrio. XIV. Caráter
de Estratocles. XV. Sinais da cólera divina contra as honras extravagantes
decretadas a Demétrio. XVI. Versos de Felipides contra Estratocles. XVII. A
loucura dos atenienses levada ao auge, em um decreto que Democlides os faz
aceitar. XVIII. Mulheres de Demétrio. XIX. Vai a Chipre
fazer guerra a Ptolomeu. XX. Obtém contra êle uma grande vitória. XXI. Como
Aristodemo comunica a notícia a Antígono. XXII. O nome de
rei dado pela primeira vez a Antígono e a Demétrio. XXIII. Nova
expedição de Antígono e de seu filho Demétrio. contra Ptolomeu; sem resultado,
porém. XXIV. Libertinagem de Demétrio. XXV. Descrição da
sua grande máquina de guerra, denominada Elépolis. XXVI. Porque se
obstinou êle no cerco de Rodes. XXVII.
Paz a paz com os rodianos. XXVIII. Põe
em liberdade todos os gregos que habitam aquém das termópilas. XXIX. Infame
libertinagem cie Demétrio. XXX.
Democles lança-se numa caldeira fer-vente
para fugir à sua brutalidade. XXXI.
Demétrio eleito comandante geral de toda
a Grécia. XXXII. Inicia-se nos mistérios de Céres. XXXIII. Enorme
contribuição que êle exige dos atenienses. XXXIV. Digressão
sobre uma concubma de Demétrio, chamada Lâmia. XXXV.
O mesmo sobre uma cortesã egípcia chamada
Tonís. XXXVI. Liga de vários sucessores de Alexandre contra Antígono
e Demétrio. XXXVII. Presságios desagradáveis para ambos. XXXVIII. São
vencidos; Antígono é morto. XXXIX.
Os atenienses negam a Demétrio a entrada
em sua cidade. XL. Como se deve desconfiar da adulação do povo. XLI. Saqueia as
terras de Lisímaco. XLII. Casa süa filha Estratonice com Selêuco. XLIII.
Separação entre Selêuco e Demétrio. XLIV. Demétrio cerca Atenas. XLV.
Apodera-se da cidade. XLVI. Vence os lacedemònios. XLVII. Funesta
revolução na sorte de Demétrio. XLVIII. Alexandre chama-o cm seu auxílio.
XLIX. Conjuração de Alexandre para assassinar a Demétrio. L. Demétrio fá-lo
matar. LI. É nomeado rei da Macedônia. LII. Como o médico Erasístrato descobre
a paixão de Antíoco por Estratonice. LIII. Como êle induz a Selêuco a dá-la por
esposa. LIV. Demétrio apodera-se da cidade de Tebas. LV. Revolta de Tebas.
Demétrio cerca-a e a toma novamente. LVI. Guerra entre Demétrio e Pirro. LVII.
Luxo de Demétrio. LVIII. Orgulhosa dureza de Demétrio. LIX. A justiça é a
virtude própria dos reis. LX. Grandes preparativos de guerra e vastos projetos
de Demétrio. LXI. Ptolomeu, Selêuco e Lisímaco unem-se contra êle. T.XII. O
exército de Demétrio; se amotina contra êle. LXIII. Êle foge. LXIV. Reflexões
sobre as vicissitudes da fortuna de Demétrio. IiXV. Dispõe o cerco diante da
cidade de Atenas e o levanta. TiXVI. Extremos a que o reduz Agátocles. LXVII.
Tentativas inúteis de Demétrio para conseguir o auxílio de Selêuco. LXVIII.
Selêuco marcha contra êle. LXIX. Doença de Demétrio. LXX. O exército de
Demétrio passa para o lado de Selêuco. LXXI. Demétrio entrega-se a Selêuco.
LXXII. Selêuco o desterra para Quersoneso da Síria. LXXIII. Como Antígono
recebe a notícia do cativeiro de seu pai. LXXIV. Morte de Demétrio. LXXV.
Exéquias fúnebres que lhe presta seu filho Antígono.
Desde o primeiro ano da 110.ª olimpíada
aproximadamente, até O segundo ano da 123», antes de Cristo, ano 287.
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17
jul
RESUMO do livro
QUEM TEM OUVIDOS de João Batista Mezzomo.
O presente livro é a exposição de uma idéia. A idéia exposta nos diz, entre outras coisas, que a Europa Ocidental é um ser orgânico, que se assenta e se nutre a partir de uma raiz dupla: por um lado ela é racional, pela raiz grega; por outro, ela é fundamentalista, pela raiz que se afunda em um passado envolto em névoas, mas cujo caminho até nós denominamos “tradição judaico-cristã”.
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11
jul
Platão nasceu em. 427. Descendia da mais antiga nobreza ateniense; e isso já o colocou no centro da vida cultural e política; a tendência a dar forma ao mundo e à vida_constituiu a característica essencial do seu temperamento. Na sétima carta, que encerra muito de autobiográfico, narra Platão seu desejo de participar da vida política assim que se visse senhor de si mesmo. Mas, cerca de 404, presenciou a ditadura dos Trinta e; um ano após, o regime dos democratas e, em particular, a condenação de Sócrates.
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30
mai
A procura pelo conhecimento necessário em um mundo dominado pela
contingência é o que caracteriza a filosofia de Duns Escoto. A ciência tal como
a conhecemos vulgarmente toma a probabilidade pelo todo, e é a desconstrução
desse tipo de conhecimento e o alcance de uma ciência verdadeira o intuito
deste filósofo medieval.
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29
mai
Resumo sobre os argumentos de Sócrates acerca da necessidade da existência da alma e de sua imortalidade no clássicio diálogo Fédon, que se passa quando Sócrates já estava preso e condenado a cicuta.
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06
mai
Texto integral do Discurso do Método de Descartes
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21
abr
MAX WEBER E A ÉTICA PROTESTANTE E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO
Publicado no Caderno de Programas e Leituras Jornal da Tarde – O ESTADO DE S. PAULO 05/11/1983
Julien Freund
Desde a sua publicação, em 1904, A
Ética Protestante e o
Espírito do Capitalismo, de Max Weber, provocou enorme controvérsia, que ainda
não se [...]
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19
fev
O Conceito de
Conhecimento na perspectiva Kantiana1
Hermann Cohen
Tradução de Thiago Abrahão Soares
A questão
referente ao sentido pelo qual a metafísica poderia imitar o “método de Newton”
encontra já o seu mais elevado grau de resposta e esclarecimento: A história da
razão científica suprime a desconfiança de que a filosofia deveria imitar uma
ciência. No entanto, quando dissemos que Kant, de [...]
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10
dez
A BUSCA DO CRITÉRIO DE MORALIDADE NA
REFLEXÃO ÉTICA DE KANT
Francisco Nunes de Carvalho
Estudante de Filosofia – fnunescarv@hotmail.com
INTRODUÇÃO
Procuraremos aqui apresentar e discutir a busca do
critério de moralidade na reflexão ética de Kant. Portanto, nossa pesquisa está
situada no âmbito da reflexão ética ou ética filosófica, que trata acerca da
condição de possibilidade do agir humano enquanto tal.
Mas [...]
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12
ago
DO CORAÇÃOBruyère
Tradução de J. Brito Broca e Wilson Lousada. Fonte: Clássicos Jackson.
Há
um gosto na amizade pura que não podem conhecer os que nasceram medíocres.
A
amizade pode subsistir em pessoas de sexos diferentes, e mesmo isenta de toda
a grosseria; uma mulher, entretanto, olhará sempre um homem como homem, e,
reciprocamente, uma mulher como mulher. Esta [...]
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30
jun
P { font-family: Garamond; line-height:125%;}
LÓGICA DA DESCOBERTA OU PSICOLOGIA DA PESQUISA?1
THOMAS S. KUHN
Princeton University
Tradução de Octávio Mendes Cajado. Fonte: A Crítica do Desenvolvimento do Conhecimento, Editoria Cultrix, 1979 Extraído das atas do Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência (Londres, 1965)
Meu objetivo nestas páginas é justapor o ponto de vista sobre [...]
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19
jan
SÊNECA- ESTUDO
INTRODUTIVO
G. D. Leoni
Fonte: Edições de Ouro
I — A vida
de Sêneca
É ainda
hoje opinião comum ver em Sêneca um grande escritor e um homem corrupto; e os
poucos que defendem o estudioso ainda estão propensos a separar sua vida de sua
obra, não achando possível uma conciliação entre o modo de vida e a moral
pregada nos tratados. Na [...]
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07
ago
Memória
e confissão como exercício prático do conhecimento da verdade de Deus no
pensamento de Agostinho[1]
[...]
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01
mai
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
Johannes HIRSCHBERGER
Fonte: Ed. Herder
Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística
O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]
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01
mai
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
Johannes HIRSCHBERGER
Fonte: Ed. Herder
Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística
O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]
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01
mai
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
Johannes HIRSCHBERGER
Fonte: Ed. Herder
Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística
O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]
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01
mai
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
Johannes HIRSCHBERGER
Fonte: Ed. Herder
Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística
O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]
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01
mai
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
Johannes HIRSCHBERGER
Fonte: Ed. Herder
Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística
O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]
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21
fev
MÁXIMAS DE EPICTETO
Tradução de Alberto Denis
Compilação da 1ª Edição da
GRÁFICA E EDITORA EDIGRAF LTDA.
São Paulo, Brasil Col. Biblioteca de Autores Célebres
Material enviado por Tiago Tomasi
Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 [...]
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17
fev
ATUALIDADE DE SANTO AGOSTINHOCôn. José Geraldo Vidigal de CarvalhoProfessor no Seminário de Mariana – MG
Enorme
o interesse que "O Mestre do Ocidente", Santo Agostinho vem
despertando neste início de milênio.A interioridade que flui de seus escritos
não deixa de ser um antídoto [...]
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16
jan
Traduzido pela oficina de traduções Consciência. Veja o Original em Francês
OS SOFISTAS
Émile Bréhier – História da Filosofia
Os últimos filósofos que iremos abordar [neste capítulo] viveram em meio a uma extraordinária efervescência espiritual que marca o fim das Guerras Médicas; a Grécia estava livre da ameaça bárbara; o império marítimo ateniense envolve parte das [...]
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22
dez
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição XV
O
RACIONALISMO
115.
BALANÇO DO EMPIRISMO INGLÊS. — 116. CRÍTICA DO EMPIRISMO INGLÊS:
A VIVÊNCIA COMO VEICULO DO PENSAMENTO. — 117. LEIBNIZ. — 118.
VERDADES DE PATO E VERDADES DE [...]
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22
dez
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição XIV
O
EMPIR1SMO INGLÊS
98. PSICOLOGISMO. — 99. LOCKE. — 100. AS IDÉIAS INATAS. — 101. A ORIGEM DAS IDÉIAS. — 102. ORIGEM PSICOLÓGICA. — 103. SENSAÇÃO E REFLEXÃO.—
104. QUALIDADES PRIMARIAS E SECUNDARIAS. — 105. BERKELEY. — 106.
[...]
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22
dez
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição XII
ANÁLISE ONTOLÓGICA DA FÉ
(1)
81.
QUATRO ASPECTOS DO ATO DE FÉ. — 82. O OBJETO E O ATO NA FÉ. — 83. EVIDÊNCIA E
INEVIDÊNCIA. — 84. AUTORIDADE RELATIVA E ABSOLUTA. — 85. INEVIDÊNCIA RELATIVA E
ABSOLUTA. — 86. A OPOSIÇÃO & FÉ [...]
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22
dez
Fundamentos de Filosofia
Lições Preliminares
Manuel Garcia Morente
Tradução de Guillermo da Cruz Coronado
Fonte: Ed. Mestre Jou.
O Conjunto da Filosofia
O método da Filosofia
A intuição como método da filosofia
Os Problemas da Ontologia
A metafísica dos Pré-Socráticos
O realismo das Idéias de Platão
O Realismo Aristotélico
[...]
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27
nov
Curso de Filosofia – Régis Jolivet
Capítulo Terceiro
A CIÊNCIA E AS CIÊNCIAS
Art. I. NOÇÃO DA CIÊNCIA
46
1. Definição. — Devemos aqui precisar a noção da ciência dada no início
deste livro (1). O termo ciência é encarado de [...]
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27
nov
Curso de Filosofia – Régis Jolivet
Capítulo Segundo
DO MÉTODO EM GERAL
ART. I. NOÇÃO
DO MÉTODO
I. Definição. — No seu sentido mais geral,
o método e a
ordem que se deve impor aos diferentes processos
necessários para atingir um [...]
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27
nov
Curso de Filosofia – Régis Jolivet
SEGUNDA PARTE
LÓGICA MATERIAL
1. Definição. —
Após ter estudado as leis que asseguram a retidão do raciocínio, quer dizer, a
conformidade do pensamento consigo mesmo, temos de nos perguntar a que
condições o pensamento [...]
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27
nov
Curso de Filosofia – Régis Jolivet
Capítulo Terceiro
ATRIBUTOS OPERATIVOS
221 Deus é um Ser
espiritual. Devemos, então, atribuir-Lhe as operações dos seres espirituais,
quer dizer, as operações da inteligência e da vontade.
ART. I. A INTELIGÊNCIA DIVINA
1. A ciência
[...]
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27
nov
Curso de Filosofia – Régis Jolivet
Capítulo Segundo
A ATIVIDADE VOLUNTÁRIA
147
1. Todos os estudos precedentes se referem aos modos diversos da atividade
psicológica: quer se trate de conhecimento sensível ou intelectual, de
instintos ou de inclinações, é sempre com as manifestações [...]
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