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Platão – Diálogos Platônicos – Críton, ou do Dever

Diálogos de Platão online – ebook para download completo

De Platão, Críton, ou o DEVER

Extraído do livro Diálogos, da coleção Clássicos
Cultrix.
Tradução: Jaime Bruna. Personagens: Sócrates e Críton, dois velhos.
( 360 a.C )



edição virtual por Miguel Duclós


Os números entre colchetes [] se referem aproximadamente à paginação padrão adotada a partir da edição genovesa de Henri Estienne (Stephanus) de 1578 .

Partes do diálogo:
Argumento de Críton (43a-46a)
A resposta de Sócrates (46a-50a)

O Discurso das Leis (50a-54e)

Cena: Uma cela, na prisão de Atenas.

O problema dos universais em Pedro Abelardo

Trabalho Originalmente Apresentado para a FFLCH/USP

“Reflitamos primeiramente a respeito da causa comum. Cada um dos homens, distintos uns dos outros, embora difiram tanto pelas próprias essências quanto pelas formas – como lembramos acima ao investigarmos a física da coisa – se reúnem naquilo que são homens” (ABELARDO, Lógica Para Principiantes, pg.61)

1 – Escopo do trabalho

O problema que se coloca nesse trecho resume a temática da querela dos Universais, discussão central na filosofia medieval, da qual se ocuparam diversos autores além de Abelardo num grande período de tempo. Trataremos aqui, de forma compacta, de alguns aspectos dos universais e da visão de Abelardo sobre o tema. A questão dos universais é primeiramente enunciada a partir da Isagoge de Porfírio. Isagoge é o termo grego para “introdução”. Trata-se de uma introdução às categorias de Aristóteles, que como o filósofo mais importante e de maior alcance, era objeto constante de comentários, debates e glosas. Averróis, por exemplo, era conhecido como O comentador e escreveu dezenas de obras sobre o filósofo. Porém ele é de uma geração posterior a Abelardo, viveu entre 1126 e 1198, enquanto Abelardo viveu entre 1079 e 1142. Nesse período de tempo a obra de Aristóteles se difundiu consideravelmente. A geração de Abelardo conhecia Aristóteles principalmente através das traduções de Boécio para o latim de duas únicas obras, referentes ao corpo da lógica no sistema: Categorias e De Interpretatione. Estas, juntamente com outros cinco textos (além de Isagoge, De syllogismo categórico, De syllogismo hypothetico, De diffèrentiis topicis and De divisione do próprio Boécio) são as fontes primárias da lógica de Abelardo. Abelardo sabia muito pouco grego, e, não obstante fazer breves referências a outros trabalhos como os Argumentos Sofísticos e os Primeiros Analíticos, nada indica que tenha conhecido as grandes obras sobre a moral, a física e a metafísica.

A tese de Hegel sobre o ser nas doutrinas da Enciclopédia das ciencias das filosóficas Lógica menor (1830)

Resumo: O artigo pretende
uma breve apresentaçao acerca das tres doutrinas da lógica hegeliana.
Pautando-se na Ciencia da Lógica, tal como encontrada na Enciclopédia
das ciencias filosóficas
, buscaremos explicitar a compreensao que o
filósofo tem dos conceitos de ser, essencia e conceito; demonstrando
como esses estao ligados por uma dialética. O trabalho adota por metodologia o
comentário pontual de passagens seletas do autor, apoiando-se em bibliografia
especializada.

FIM DA PATRÍSTICA – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre CorreiaÍndice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária – [...]

NICOLAU DE CUSA: IDADE MÉDIA E IDADE MODERNA – História da Filosofia na Idade Média

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A ANTIGA ESCOLA FRANCISCANA: OS REPRESENTANTES DO AGOSTINISMO – História da Filosofia na Idade Média

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AS UNIVERSIDADES – História da Filosofia na Idade Média

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cap. 15 – O Racionalismo – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares Lição XV O RACIONALISMO 115.  BALANÇO  DO  EMPIRISMO  INGLÊS.   —  116.   CRÍTICA  DO   EMPIRISMO INGLÊS: A VIVÊNCIA COMO VEICULO DO PENSAMENTO.  — 117.  LEIBNIZ. — 118. VERDADES DE PATO E VERDADES DE RAZÃO. — 119. GÊNESE DAS VERDADES. — 120. RACIONALIDADE DA REALIDADE. 115.    Balanço do empirismo [...]

cap. 14 – O Empirismo Inglês – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

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Cap. 12 – Análise Ontológica da Fé. – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

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Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia Morente – Índice

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A CIÊNCIA E AS CIÊNCIAS – Curso de Filosofia de Jolivet

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DO MÉTODO EM GERAL – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo DO MÉTODO EM GERAL ART.    I.    NOÇÃO DO MÉTODO I.    Definição. — No   seu  sentido   mais  geral,   o   método e a ordem que se deve impor aos diferentes processos necessários para atingir um fim dado. Se nos colocamos no ponto-de-vista do conhecimento dir-se-á,  com Descartes, que o [...]

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Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Terceiro ATRIBUTOS   OPERATIVOS 221       Deus é um Ser espiritual. Devemos, então, atribuir-Lhe as operações dos seres espirituais, quer dizer, as operações da inteligência e da vontade. ART. I.    A   INTELIGÊNCIA  DIVINA 1.    A ciência divina- — Em Deus, tudo é infinito. Devemos admitir, então, que Deus é [...]

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Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo O DINAMISMO  SENSÍVEL ART. I.    NATUREZA E DIVISÃO 116      1. Natureza dos fenômenos afetivos. — Os fenômenos afetivos são manifestações de nossas tendências e de nossas inclinações. É evidente que, na falta dessas tendências, poderia existir, no ser vivo, em resposta a uma excitação externa, uma reação [...]

PSICOLOGIA, introdução – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet PSICOLOGIA PRELIMINARES Capítulo Primeiro OBJETO,   MÉTODO   E   DIVISÃO   DA   PSICOLOGIA ART. I.    OBJETO 88        Etimologicamente, a Psicologia é o estudo da alma. Pode-se conservar sem inconveniente esta definição, sob a condição de compreender que a alma não pode ser encontrada e conhecida a não ser nas e pelas [...]

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