A Metafísica e suas fases históricas Ricardo Ernesto Rose, Jornalista, Graduado em filosofia e pós-graduando em sociologia A questão do ente, “o que é?”, foi uma das principais idéias que deram origem à metafísica. Historicamente, a metafísica remonta a Aristóteles, que a chamava de “filosofia primeira”, pois a partir dela é que construiu todo o [...]
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A RELIGIÃO – ORIGEM, CRÍTICA E FUNÇÃO Ricardo Ernesto Rose – Jornalista e Licenciado em Filosofia Origem e desenvolvimento A religião é uma das mais antigas práticas culturais da humanidade, tendo aparecido no período do Paleolítico Superior, há aproximadamente 50.000 anos. Todavia, nossa espécie, homo sapiens, não foi a única a se dedicar a práticas [...]
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>Uma das grandes dificuldades apontada por diversos autores na psicologia é a construção de uma história desta ciência. A maneira mais simples consiste em descrevê-la em uma seqüência cronologicamente ordenada – porém não logicamente correta – no que se refere à análise dos problemas e tentativas de soluções. A perspectiva mais coerente focaria as questões isoladas, seguida das análises lógica e cronologicamente ordenadas das soluções que lhe foram propostas.
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Desde as origens da filosofia o problema do conhecimento sempre ocupou a maioria dos filósofos. O tema já era tratado pelos pensadores pré-socráticos, os quais, dada a maneira como abordavam o assunto, se dividiam entre racionalistas e empiristas. O racionalismo e o empirismo representam visões opostas na maneira de explicar como o homem adquire conhecimentos. A classificação em correntes de pensamento, evidentemente, foi realizada pelos pensadores posteriores, já que nem os gregos ou os medievais tinham clara a separação entre as duas tendências. Parmênides (cerca de 530
a.C. -460 a.C.) e os pitagóricos (século VI a.C.) concordam que além do conhecimento empírico existe também o racional, e é somente este último que efetivamente tem valor absoluto. Por outro lado, os sofistas Protágoras (480 a.C. -410 a.C.) e Górgias (480 a.C.375 a.C.) reconhecem somente o conhecimento sensível. Assim, como sabiam que as experiências eram falhas e que não eram as mesmas para todo e qualquer indivíduo, os sofistas concluíram pela rel
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A
inferência pode ser dedutiva, a posteriori, em que suas conclusões se
baseiam ou em algo que ou é certeza ou probabilidade. Ela não assume um caráter
de meio termo.
Enquanto
que a inferência indutiva, não está baseada em extremos, ou 100% ou 0,0%. A
indutiva pode haver graus de probabilidade de 1,0% a 99%. Podendo ser justiçada
com o meio termo. Na Inferência Indutiva, temos conclusões com verdades
contingentes. Enquanto na dedutiva, necessárias.
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David Hume
apresentou uma nova abordagem da moral diferente daquela apresentada pelos
filósofos racionalistas, sobretudo Kant. Baseado no empirismo britânico, Hume
mostrou que as ações morais são determinadas pelas paixões e não pela razão.
Segundo o filósofo, a razão deve servir e obedecer às paixões sem que haja
divergência entre ambas.
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O Conceito de Conhecimento na perspectiva Kantiana1 Hermann Cohen Tradução de Thiago Abrahão Soares A questão referente ao sentido pelo qual a metafísica poderia imitar o “método de Newton” encontra já o seu mais elevado grau de resposta e esclarecimento: A história da razão científica suprime a desconfiança de que a filosofia deveria imitar uma [...]
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Hegel: Unificação de Ontologia e Lógica Miguel Duclós Trabalho originalmente apresentado para o CFH-UFSC (2007) 1. Kant e o “fim” da metafísica. Como é sabido, o sistema de Kant deixou uma tarefa intrincada para a posteridade ao reconceituar a metafísica na dissecação detalhada da razão humana que empreendeu, gerando uma revolução divisora de águas na [...]
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Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares Lição XV O RACIONALISMO 115. BALANÇO DO EMPIRISMO INGLÊS. — 116. CRÍTICA DO EMPIRISMO INGLÊS: A VIVÊNCIA COMO VEICULO DO PENSAMENTO. — 117. LEIBNIZ. — 118. VERDADES DE PATO E VERDADES DE RAZÃO. — 119. GÊNESE DAS VERDADES. — 120. RACIONALIDADE DA REALIDADE. 115. Balanço do empirismo [...]
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Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia Morente
Lições Preliminares
Lição XIV O EMPIRISMO INGLÊS
98. PSICOLOGISMO. — 99. LOCKE. — 100. AS IDÉIAS INATAS. — 101. A ORIGEM DAS IDÉIAS. — 102. ORIGEM PSICOLÓGICA. — 103. SENSAÇÃO E REFLEXÃO.— 104. QUALIDADES PRIMARIAS E SECUNDáRIAS. — 105. BERKELEY. — 106. — IMATERIALISMO. — 107. A REALIDADE COMO VIVÊNCIA. — 108. HUME. — 109. IMPRESSÕES E IDÉIAS. — 110. SUBSTÂNCIA. — 111. O EU. — 112. CAUSALIDADE, — 113. A «CRENÇA» NO MUNDO. — 114. POSITIVISMO METAFÍSICO
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Curso de Filosofia – Régis Jolivet linha do tempo da filosofia QUADRO HISTÓRICO DAS ESCOLAS DE FILOSOFIA Podem-se distinguir três grandes períodos: a Antigüidade, — a Idade Média,.— a Época Moderna. (Os nomes em grifo indicam os filósofos chefes de escola ou os filósofos que exerceram uma influência preponderante) . I. A ANTIGÜIDADE Na antigüidade, [...]
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Curso de Filosofia – Régis Jolivet SEGUNDA PARTE A VIDA INTELECTUAL 132 Da vida sensível à vida intelectual não existe simples continuidade. A atividade sensível é limitada ao presente sensível imediato e desprovida desta universalidade que define a inteligência racional do homem e faz com que as atividades sensíveis se completem num clima racional, [...]
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Curso de Filosofia – Régis Jolivet PRIMEIRA PARTE A VIDA SENSÍVEL 97 Por vida sensível designa-se o conjunto dos fenômenos cognitivos e dinâmicos determinados no sujeito psicológico por excitações vindas dos objetos materiais externos ou que têm por fim os objetos sensíveis externos. Esta dupla série de fenômenos, especificamente distintos, mas em relação mútua constante, [...]
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RESUMO
O tema central da nossa dissertação é o conceito de imaginação material, proposto por Gaston Bachelard, filósofo da descoberta científica e da criação artística. Escolhemos a obra de Bachelard por sua novidade e por suas críticas que ultrapassam a tradição filosófica, o fundamento ocularista do conhecimento e a imaginação formal, prisioneira da abstração e do formalismo. Nossa intenção é demonstrar através do conceito de imaginação material, a singular contribuição de Gaston Bachelard para os estudos acerca do imaginário e para a estética filosófica contemporânea.
RÉSUMÉ
Le thème principal de nôtre dissertation c’est le concept de imagination matérielle, proposé par Gaston Bachelard, philosophe de la découverte scientifique e de la création artistique. Nous avons choisi l’oeuvre de Bachelard pour sa nouveauté et pour sa critiques que dépassent la tradition philosophique, le fondement oculairiste du connaissance et l’imagination formelle, captive de l’abstraction e du formalisme. Nôtre intention c’est démontrer la singulière contribution de Gaston Bachelard pour les études au sujet d’imaginaire et pour l’esthétique philosophique de nôtre époque.
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David Hume David Hume (1711-1776) nasceu em Edimburgo, Escócia, no dia sete de maio. Seu pai era um fidalgo da aldeia de Chirnside, onde tinha um sítio chamado Ninewells. Lá Hume passou a infância. Aos três anos perdeu o pai. Aos doze anos foi para Edimburgo junto com o irmão para estudar. Desde cedo gostou [...]
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