Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876) CURSO DE LITERATURA NACIONAL LIÇÃO XXIV DIÁLOGOS Corte na Aldeia. — No espólio literário de Francisco Rodrigues Lobo encontra-se esta obra do mais incontestável mérito, escrita à imitação do II Cortegiano de Baltasar Castiglione. Nenhum livro é mais idôneo para caracterizar o tempo em que vivera o autor; e [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Literatura |
Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876) CURSO DE LITERATURA NACIONAL LIÇÃO VI GÊNERO LÍRICO — ESPECIE BUCÓLICA À amenidade do clima de Portugal e ao gosto pslos prazeres campestres que sempre tiveram os seus habitantes cumpre atribuir a aparição da poesia bucólica na alvorada de sua civilização, e o grau de aperfeiçoamento que revelaram [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Literatura |
4. FILOSOFIA ORIENTAL — Concordam todas as tradições em situar na Ásia o berço da humanidade. Grécia e Roma não haviam ainda despertado para a história dos povos cultos e já, à sombra do Himalaia, floresciam adiantadas civilizações.
Aí também apareceram os primeiros vestígios da filosofia. As primitivas tradições religiosas fixadas com o tempo em livros sagrados e corrompidas pouco a pouco pelo ardor da fantasia oriental, excitaram nas inteligências a dúvida e, com a dúvida, a especulação racional.
Texto arquivado em Biblioteca, Filosofia Antiga, Textos Introdutórios |
O Homem Medíocre
José Ingenieros (1877-1925)
INTRODUÇÃO – A
MORAL DOS IDEALISTAS
i. a emoção
do ideal. — ii. de um idealismo com
fundamento na experiência. — iii. os temperamentos idealistas. — iv. o idealismo romântico. — v. o idealismo estóico. — vi. símbolo.
I
— A emoção do ideal
Quando orientas a proa visionária em
direção a uma estrela, e desdobras as azas para atingir tal excelsitude
inacessível, ansioso de perfeição rebelde à mediocridade, levas em ti o impulso
misterioso de um Ideal. É áscua sagrada, capaz de te preparar para grandes
ações. Cuida-a bem; se a deixares apagar, jamais
êle se reacenderá. E se ela morrer em ti, ficarás inerte: fria bazófia
humana.
Texto arquivado em Antropologia, Biblioteca, Filosofia Contemporânea, Sociologia | com 3 Comentários »
REFLEXÕES MORAIS – LA ROCHEFOUCAULD Tradução de Brito Broca e Wilson Lousada. Fonte: Clássicos Jackson. François, príncipe de Marsillac, duque de Ia Rochefoucauld, nasceu em Paris, em 1613. Muito jovem se iniciou nos ambientes mais aristocráticos da época, formando entre os descontentes que intrigaram contra Richelieu e depois contra Mazarino. Quando Ana da Áustria assumiu [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Filosofia Moderna e Renascimento | com 1 Comentário »
DO CORAÇÃOBruyère Tradução de J. Brito Broca e Wilson Lousada. Fonte: Clássicos Jackson. Há um gosto na amizade pura que não podem conhecer os que nasceram medíocres. A amizade pode subsistir em pessoas de sexos diferentes, e mesmo isenta de toda a grosseria; uma mulher, entretanto, olhará sempre um homem como homem, e, reciprocamente, uma [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Filosofia Moderna e Renascimento | com 1 Comentário »
DOS PODEROSOS – LA BRUYÈRE Tradução de J. Brito Broca e Wilson Lousada. Fonte: Clássicos Jackson. Vida quase sem história é a de Jean de La Bruyère, Tendo nascido em Paris, em 164*, estudou Direito, exerceu a advocacia, comprando depois um cargo de tesoureiro geral no "bureau das finanças" de Caen, continuando apesar disso a [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Filosofia Moderna e Renascimento, Teoria e Ciência Política |