A cachoeira de Paulo Afonso

A cachoeira de Paulo AfonsoAfonso Celso. Os Americanos do Norte têm imenso orgulho da sua catarata lo Niágara, que Chateaubriand qualificou — uma coluna d’água tio dilúvio. O Brasil possui maravilha igual, senão superior, — a cachoei­ra de Paulo Afonso. Encontra-se nesta tudo quanto naquela encanta, apavora, e maravilha. E’ a mesma enorme massa líquida … Ler maisA cachoeira de Paulo Afonso

AGRADECIMENTO AO INSTITUTO ARQUEOLÓGICO PERNAMBUCANO POR MOTIVO DA ELEIÇÃO PARA SÓCIO BENEMÉRITO

Oliveira Lima AGRADECIMENTO AO INSTITUTO ARQUEOLÓGICO PERNAMBUCANO POR MOTIVO DA ELEIÇÃO PARA SÓCIO BENEMÉRITO Exmo. Sr. Presidente, Meus Caros Consócios e Amigos: Diz um velho rifão português — os portugueses sempre primaram pelos conceitos judiciosos e precavidos em que se combinam a argúcia semita e o senso prático romano — que ninguém é profeta na … Ler maisAGRADECIMENTO AO INSTITUTO ARQUEOLÓGICO PERNAMBUCANO POR MOTIVO DA ELEIÇÃO PARA SÓCIO BENEMÉRITO

A ARTE ORNAMENTAL

table.main {} tr.row {} td.cell {} div.block {} div.paragraph {} .font0 { font:11.00pt “Book Antiqua”, serif; } .font1 { font:11.00pt “Bookman Old Style”, serif; } .font2 { font:6.00pt “Calibri”, sans-serif; } .font3 { font:9.00pt “Calibri”, sans-serif; } .font4 { font:5.00pt “Georgia”, serif; } .font5 { font:6.00pt “Georgia”, serif; } .font6 { font:7.00pt “Georgia”, serif; } … Ler maisA ARTE ORNAMENTAL

historiografia portuguesa: História do Descobrimento e Conquista da Índia

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876)

CURSO DE LITERATURA NACIONAL

LIÇÃO XV

LIÇÃO XVI

historiografia

(Ninguém desconhece a importância do estudo da história, magistra vita, testis temporis, na frase de Cícero. Com o fio de Ariane conduz-nos ao labirinto do passado, e faz-nos assistir pela imaginação a fatos ocorridos em estranhos climas e remotas eras. Fez-nos classificá-la nas belas letras o encanto que nos causa a sua leitura, por isso que não poucas vezes a pena do historiador se converte em pincel, e descrevendo, ou narrando, deslumbra-nos pelo brilhantismo do colorido.

De duas diversas maneiras pode-se escrever a história: ou como testemunha impassível dos acontecimentos, registrando-os sem fazer-lhes o menor comentário; ou apreciando as causas donde dimanam os sucessos, e procedendo à rigorosa autópsia das circunstâncias que mais ou menos atuaram sobre eles. O primeiro destes métodos produz a crônica, que rejeita a crítica, e, interrogando as tradições populares, apressa-se em enfeixá-las em um ramalhete de maior ou menor fragrância. Foi Heródoto o patriarca dessa escola, que contou ilustres adeptos, sendo Fernão Lopes o que em Portugal maior nomeada granjeou. Submete a segunda escola todos os fatos à luz da crítica, e nunca conta sem que moralize e racircme. É mais filosófico e infinitamente mais útil o segundo destes métodos: cumpre porém reconhecer que exige ele da parte dos escritores e dos leitores certo grau de adiantamento que lhes permita estudar com imparcialidade o passado, cortando não raro por legendas que sobremodo lisonjeiam o orgulho e a vaidade nacionais.

Lírica Portuguesa no século XVI

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876) CURSO DE LITERATURA NACIONAL   LIÇÃO VII ESPÉCIE LÍRICA Quase todos os poetas portugueses ensaiaram o seu estro em romances, endechas, décimas e principalmente canções, que na poesia moderna tomaram o lugar das odes entre os gregos e romanos. Mencionaremos unicamente aqui os que mais se avanta­jaram durante o … Ler maisLírica Portuguesa no século XVI

GÊNERO LÍRICO – ESPECIE BUCÓLICA – Poesia portuguesa no século XVI

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876) CURSO DE LITERATURA NACIONAL   LIÇÃO VI GÊNERO LÍRICO —  ESPECIE BUCÓLICA À amenidade do clima de Portugal e ao gosto pslos praze­res campestres que sempre tiveram os seus habitantes cumpre atribuir a aparição da poesia bucólica na alvorada de sua civi­lização, e o grau de aperfeiçoamento que revelaram … Ler maisGÊNERO LÍRICO – ESPECIE BUCÓLICA – Poesia portuguesa no século XVI

ORIGENS E 1ª ÉPOCA DA LITERATURA PORTUGUESA – 1140 — 1279

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876) CURSO DE LITERATURA NACIONAL I LIÇÃO III PRIMEIRA ÉPOCA — 1140 — 1279 Foi cercado de perigos o berço da monarquia portuguesa; com o montante e não com a pena gravou-se ela no mapa político da Europa; assim pois, a era dos guerreiros devera preceder a dos sábios. Arrancando … Ler maisORIGENS E 1ª ÉPOCA DA LITERATURA PORTUGUESA – 1140 — 1279

A LENDA DA IPECACUANHA

A LENDA DA IPECACUANHA

A LENDA DA IPECACUANHA Ipecauanha, Ipeca ou Poaia — "Cephaelis ipecacuanha" (Rubiáceas). — Esta planta preciosíssima habita as matas virgens e sombrias do município, que é, incontestavelmente, o maior habitat, neste Estado, desta famosa ru-biácea. O seu caule, em parte subterrâneo, eleva-se à altura de palmo e meio, mais ou menos fora da terra e … Ler maisA LENDA DA IPECACUANHA

A evolução no pensamento de Comte


A evolução do pensamento de Auguste Comte


Ricardo Ernesto Rose Jornalista, Licenciado em Filosofia e Pós-Graduando em Sociologia



Em seu processo de desenvolvimento da ciência sociológica, o pensamento de Augusto Comte passou por três etapas. Na primeira fase, que vai aproximadamente de 1820 a 1826, Comte analisa a sociedade de seu tempo, avaliando o desenvolvimento da industrialização – a máquina a vapor havia sido recentemente introduzida no processo produtivo e era a grande novidade nos transportes; os aspectos sociais – migrações do campo para as cidades, surgimento de uma classe operária; e científico tecnológicos – a física vai ampliando sua área de conhecimento enquanto a química e a biologia dão seus passos iniciais. Comte chega à conclusão que um novo tipo de sociedade estava nascendo; científica e industrial, em oposição à sociedade que estava morrendo, a teológica, ainda ligada ao modo de pensar dos teólogos e sacerdotes. Através desta análise, Comte acaba concluindo que uma ordem social que chamou de teológico-militar estava em decadência, sendo substituída por outra que denominou científico-industrial.

O INDIANISMO DE GONÇALVES DIAS – Silvio Romero

Silvio Romero (Lagarto, 21 de abril de 1851 — 18 de junho de 1914) – História da Literatura Brasileira

Vol. III. Contribuições e estudos gerais para o exato conhecimento da literatura brasileira. Fonte: José Olympio / MEC.

TERCEIRA ÉPOCA OU PERÍODO DE TRANSFORMAÇÃO ROMÂNTICA — POESIA (1830-1870)

CAPITULO III

SEGUNDA FASE DO ROMANTISMO E SEU MOMENTO CULMINANTE: O INDIANISMO DE GONÇALVES DIAS

É agora o segundo momento do romantismo brasileiro, a fase inaugurada por Gonçalves Dias. É o seu ponto culminante. O poeta maranhense e José de Alencar, o célebre romancista do Ceará, são inquestionavelmente os dous mais ilustres e significativos tipos da literatura romântica entre nós.

Talentos onímodos, quer um, quer outro, prendem-se pelo laço comum do indianismo e pela patriótica empresa de, evitando os exclusivos moldes portugueses, dar cores próprias à nossa literatura. Caminharam impávidos para a frente, guiados por seu ideal, alentados pelo entusiasmo das boas causas.

Quase não ficou um recanto das pátrias letras em que eles não pusessem as mãos e com’ elas os brilhos de seus talentos e os sons festivos de suas vitórias.

Na poesia, no teatro, na história, na etnografia, Gonçalves Dias fez-se ouvir com elevação e inquestionado valor.

Romance, drama, comédia, folhetim, política, crítica, polêmica, poesia, por tudo passou José de Alencar e seria preciso torcer e marear a imparcialidade da história para negar-lhe os desusados títulos de seu merecimento.

Eu não sou e nunca fui indianista: sempre estive na brecha batendo os exageros do sistema, quando das mãos dos dous grandes mestres passou às dos sectários medíocres. Mas esse velho, e por mim tão maltratado indianismo, teve um grandíssimo alcance: foi uma palavra de guerra para unir-nos e fazer-nos trabalhar por nós mesmos nas letras.

Conseguido esse resultado, os dous chefes calaram as tiorbas selvagens e empunharam outros instrumentos. È, destarte, a mor parte de suas obras é construída fora das inspirações do indianismo; mas as melhores, porque escritas com toda a alma, são as que ficam dentro do círculo daquele. É por isso que as poesias americanas são ainda e sempre as mais saborosas de Gonçalves Dias, e O Guarani e a Iracema os mais valentes romances de José de Alencar.

A maior vantagem da romântica entre nós, já o disse uma vez e o repito agora, foi afastar-nos da exclusiva influência da imitação portuguesa. O romantismo português possuía um triunvirato, por todos admirado, em que era vedado tocar: Garrett, Herculano e Castilho. Tiveram no Brasil admiradores e não tiveram imitadores. Isto é significativo.

Os talentos nacionais, embebidos na contemplação da natureza, da vida americana e das belezas da literatura européia, não quedaram a imitar os três corifeus lusos.

Devemos isto aos Gonçalves Dias, aos Alencares, aos Penas, aos Macedos, aos Álvares de Azevedo, aos Agrários.

Antônio Gonçalves Dias (1823-1864) não precisa que lhe trace a biografia. Este trabalho está feito, definitivamente feito, por Antônio Henriques Leal no III vol. do Panteon Maranhense. Consignarei apenas algumas datas e farei algumas observações que me elas despertam. As datas ajudam a compreender a formação do talento do poeta dos Timbiras. Ele é um completo produto de sua raça, do meio em que passou a infância e dos estudos que fez em Coimbra. As viagens posteriores de quase nada lhe serviram.

Nascido em 1823 em Caxias, passou aí e em São Luís os quinze primeiros anos de sua vida. De 1838 a 1845 viveu em Portugal, formando-se em Direito na Universidade coimbrã. Foram sete anos que alguma cousa lhe deixaram no espírito.

Passando rapidamente pelo Maranhão (1845-46), em meados de 1846 achou-se no Rio de Janeiro, que habitou seguidamente até 1854, fazendo apenas uma rápida viagem ao Norte (1851). De 54 a 58 viveu na Europa, que tornou a visitar de 1862 a 64, ano em que faleceu de volta ao Brasil. O intervalo de fins de 1858 a 62, passou-o em viagens pelas províncias do Norte na célebre comissão das borboletas.

Em 1862, antes de seguir pela última vez para o Velho Mundo, à busca de melhoras para sua saúde, tocou ainda rapidamente no seu amado Rio de Janeiro.

Gonçalves Dias morreu aos quarenta e um anos; destes, treze a quatorze foram passados na Europa e o resto no Brasil.

Tais algarismos não vêm aqui a esmo; comparados àqueles em que apareceram os seus livros, e já foram indicados ao tratar do Barão de Paranapiacaba, bem mostram que o poeta, morto em 1864 aos quarenta e um anos, se tivesse desaparecido em 1854, aos trinta e um, nós teríamos o nosso Gonçalves Dias completo.

Todas as suas obras foram escritas até esse ano, compreendendo os Cantos, os dramas, os artigos de crítica da história do Brasil, os Timbiras, e o trabalho etnográfico sob o título O Brasil e a Oceania.

Em dez anos (44-54) Gonçalves Dias desenvolveu pasmosa atividade. O último decênio foi relativamente estéril: relatórios, dando conta de comissões que exerceu, e um punhado de poesias originais e traduzidas, são os produtos desse tempo.

De resto, cumpre notar que o poeta maranhense não passou por dous grandes flagelos que assaltam de ordinário os homens de letras neste país: a guerra literária e a penúria econômica. O talento do poeta não foi jamais contestado. Contribuiu muito para isto o artigo encomiástico escrito por Alexandre Herculano sobre os Primeiros Cantos. Não passou por grandes dificuldades para viver. Teve sempre empregos e boas comissões. Neste sentido foi de grande auxílio a amizade que lhe votou sempre o segundo imperador.

No moço maranhense existem quatro aspectos principais, já o deixei ver: o poeta, o dramatista, o crítico de história e o etnólogo.

Apreciemo-los, principiando pela sua feição preponderante, o poeta.

Há vinte maneiras diversas de estudar e apreciar um escritor. Podem-se procurar as relações gerais que ele teve com a cultura de seu tempo, mostrando o que lhe deveu e em que a adiantou; podem-se, em dadas circunstâncias, indagar o que fez e o que representa na evolução intelectual de seu país; pode-se-lhe desmontar o espírito, procurando os elementos que o constituíram e qual a tendência que nele predominou.

O ESPÍRITO LIBERAL E O ESPÍRITO CONSERVADOR. A EUROPA DE 1820 A 1848

Liberais e Conservadores

A revolução de 1820 e a Vilafrancada

A arma da Santa Aliança foi a intervenção aplicada às nações que davam mostras de querer dotar-se de instituições liberais. Em Nápoles intervieram os austríacos para derrubar a constituição imposta ao rei. No Piemonte um movimento análogo foi abafado, instalando-se em Turim uma guarnição austríaca e sendo dizimados os patriotas lombardos. Foi nessa ocasião que Sílvio Pelico, por haver celebrado a liberdade, foi condenado a 15 anos de “cárcere duro”, onde, no isolamento e na tortura da alma, escreveu esse livro patético — Minhas Prisões, que, no dizer de um historiador, preparou uma nova geração de patriotas italianos, essa geração que em 1846 julgaria encontrar no papa Pio IX o centro da independência nacional e um fator decidido da liberdade na Europa, e que, desiludida dessa esperança que eles próprios destruíram por seus excessos, se lançaram com Mazzini e Garibaldi no caminho da revolução sem tréguas.

ANTÔNIO FERREIRA

ANTÔNIO FERREIRA (Lisboa, 1528-1559) fêz sérios estudos de humanidade em Coimbra, onde aprendeu o Grfego com Diogo de Teige. Concluindo o seu curso de Direito Civil, foi lente da Universidade donde passou a desembargador na capital do Reino. Benquisto na corte, obteve a mercê de fidalgo.

Escreveu duas comédias em prosa, Bristo e Cioso, e uma tragédia em versos, Castro; além de várias composições líricas — sonetos, éclogas, elegias, epístolas, odes publicadas com o título de Poemas Lusitanos.

A Grécia – Arte Grega Antiga

Templos gregos 

  • Ordens
  • Arquitectura Clássica Grega Antiga
  • Escultura na Grécia Antiga
  • Curos e Coré 
  • Período pré-clássico 
  • Fídias
  • Arte na Grécia no Século IV a. C
  • Período Helenístico
  • Vasos 
  • OBRAS CARACTERÍSTICA DA ARTE GREGA
  • ARQUITECTURA
  • ESCULTURA
  • VASOS
  •  

    Á Grécia

    Reserva feita da opinião dos que sustentam — será acaso um paradoxo? — que a arte grega nunca cessou de viver pois que inspira ainda hoje toda a Europa, esta arte teve uma existência bastante breve. Durou praticamente do vil século até cerca do ano 150 antes de Jesus Cristo, até à conquista romana. O seu domínio também foi relativamente limitado: Grécia propriamente dita. Asia Menor e Grande Grécia.

    Mas a sua duração global dá uma ideia bastante imperfeita dos fenómenos ocorridos: importa ter em consideração épocas em que o movimento se acelera; menos de cem anos bastam para passar do Triplo ATereuáo Hecatompédon às esculturas de Parténon.

    A SABEDORIA ORIENTAL – Maravilhas da Filosofia

    ordem dórica (segundo Augusto Choisy)

    A SABEDORIA ORIENTAL

    O primeiro filósofo do mundo

    ACREDITA-SE geralmente que foram os gregos os _ primeiros filósofos (amantes da sabedoria) do mundo. Isso, porém, está muito longe de ser verdadeiro. Os egípcios começaram a sondar os mistérios da filosofia quasi 3.000 anos antes dos gregos. O primeiro grande filósofo, que a história menciona, foi o egípcio Ptah-hotep, que vi veu há uns 5.000 anos passados.

    A FILOSOFIA ESCOLÁSTICA – Generalidades – História da Filosofia na Idade Média

    HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre Correia Índice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária … Ler maisA FILOSOFIA ESCOLÁSTICA – Generalidades – História da Filosofia na Idade Média

    LÓGICA MATERIAL – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet SEGUNDA PARTE LÓGICA MATERIAL 1. Definição. — Após ter estudado as leis que asseguram a retidão do raciocínio, quer dizer, a conformidade do pensamento consigo mesmo, temos de nos perguntar a que condições o pensamento deve satisfazer para ser não apenas correto, mas ainda verdadeiro, isto é, conforme aos … Ler maisLÓGICA MATERIAL – Curso de Filosofia de Jolivet

    “O JUÍZO E A PROPOSIÇÃO – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo O JUÍZO Ε Α PROPOSIÇÃO ART.  I.    DEFINIÇÕES 16.      Definição do juízo. — O juízo é o ato pelo qual o espírito afirma alguma  coisa de outra; "Deus  é bom", o "homem  não é imortal" são juízes,   enquanto  um afirma de Deus a bondade, o outro nega … Ler mais“O JUÍZO E A PROPOSIÇÃO – Curso de Filosofia de Jolivet

    Filosofia Prática, Moral – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet LIVRO III FILOSOFIA   PRÁTICA FILOSOFIA DA MORAL — MORAL FILOSOFIA   PRÁTICA 235 1. Ordem especulativa e ordem prática. — A inteligência, como já notamos várias vezes, comporta uma ordem especulativa e uma ordem prática. A primeira tem por fim o conhecimento das coisas, suas relações e seus princípios. A … Ler maisFilosofia Prática, Moral – Curso de Filosofia de Jolivet

    AS CAUSAS – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Terceiro AS  CAUSAS Art. I.    NOÇÕES GERAIS 196 1. Definições. — Chama-se princípio aquilo de que uma coisa procede, de qualquer maneira que seja. Assim, toda causa é princípio, mas todo princípio não é causa, pois o termo causa só se emprega para designar aquilo de que uma … Ler maisAS CAUSAS – Curso de Filosofia de Jolivet

    A VIDA SENSÍVEL – Curso de Filosofia de Jolivet – Psicologia

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet PRIMEIRA PARTE A  VIDA  SENSÍVEL 97        Por vida sensível designa-se o conjunto dos fenômenos cognitivos e dinâmicos determinados no sujeito psicológico por excitações vindas dos objetos materiais externos ou que têm por fim os objetos sensíveis externos. Esta dupla série de fenômenos, especificamente distintos, mas em relação mútua constante, … Ler maisA VIDA SENSÍVEL – Curso de Filosofia de Jolivet – Psicologia

    A MATÉRIA E A FORMA OU A ESSÊNCIA DOS CORPOS – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo A  MATÉRIA  E   A   FORMA   OU   A  ESSÊNCIA DOS  CORPOS 76.       A questão da essência dos corpos não é um problema importante para as ciências físico-químicas. Ultrapassa, com efeito, a competência do puro físico, enquanto se trata de descobrir, não precisamente os elementos dos corpos (moléculas, … Ler maisA MATÉRIA E A FORMA OU A ESSÊNCIA DOS CORPOS – Curso de Filosofia de Jolivet

    Introdução Geral – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet INTRODUÇÃO GERAL Art.    I.   NATUREZA   DA  FILOSOFIA – 1.    O desejo de saber, fonte das ciências. Todo homem, diz Aristóteles, está naturalmente desejoso de saber, isto é, o desejo de saber é inato; esse desejo já se manifesta na criança pelos "porquês" e os "como" que ela não cessa … Ler maisIntrodução Geral – Curso de Filosofia de Jolivet