A BATALHA DE NARVA – HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia

"HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia"   Autor: VOLTAIRE Veja também: História da Suécia no século XVI.   A BATALHA DE NARVA 30 de Novembro de 1700. Pedro Alèxiowitz surgiu diante de Narva, à frente de um grande exército, no dia 1.° de Outubro, com um tempo mais rude nessa estação do que o … Ler maisA BATALHA DE NARVA – HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia

MILAGRES – Dicionário de Voltaire

Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados MILAGRES Um milagre, pela força da palavra, é uma coisa admirável. No fundo, tudo é milagre. A ordem prodigiosa da natureza, a rotação de cem milhões de globos em torno de milhões de sóis, a actividade da luz, a vida dos animais, são milagres perpétuos. Segundo as ideias … Ler maisMILAGRES – Dicionário de Voltaire

OS 12 TRABALHOS DE HÉRCULES, O HERÓI TEBANO

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES, O HERÓI TEBANO (MITOLOGIA GREGA)

HÉRCULES, ou Alcides, filho de Júpiter e Alcmena, estava ainda no berço quando Juno, sua inimiga, enviou duas serpentes para devorá-lo. Mal ele as percebeu, agarrou-as com as suas mãos infantis, e sufocou-as.

Vários mestres teve Hércules: com Eurito aprendeu a manejar o arco, com Castor a combater todo armado, com Autólico a conduzir um carro de guerra, com Lino a tocar lira e a cantar. Confiado, a seguir, ao centauro Quíron, tornou-se o homem mais valente e mais famoso de seu século.

O ruído de sua fama depressa chegou aos ouvidos de Euristeu, rei de Micenas, ao qual Hércules, por um decreto da Sorte, encontrava-se submetido. A Sorte declarara "que aquele dos dois príncipes que nascesse por último, obedeceria o outro", e Juno, que detestava a família de Hércules, fêz avançar de dois meses o nascimento de Euristeu.

A CIVILIZAÇÃO ROMANA – Resumos sobre a história de Roma Antiga

mapa roma itália

 

História da Civilização – Oliveira Lima

IDADE ANTIGA

CAPÍTULO III

A CIVILIZAÇÃO ROMANA

A mais sólida das civilizações antigas, aquela de que descende diretamente a civilização moderna, teve por teatro a península média das três que na Europa se projetam para o sul nas águas do Mediterrâneo. Semelhante civilização irradiou de uma cidade central dessa península limitada ao norte pela cadeia dos Alpes, com uma grande planície setentrional aquém destes montes, regada pelo sistema hidrográfico do Pó e conhecida dos próprios romanos pelo nome de Gália Cisalpina, a qual ladeavam a Ligúria a oeste e a Venécia a leste.

A península itálica e sua população

Górgona. Pintura mural etrusca.

Roma aparece na história como uma comunidade aldeã no século VIII a. C. Habitavam então a península cujo espinhaço é formado pela cadeia dos Apeninos, afora os gauleses do norte, os etruscos, os japígios e os italianos propriamente ditos, que alguns chamam italiotas, ajuntando ao número, pelasgos vindos da Ilíria e sículos, vindos talvez da Ibéria e fixados na Sicília. X

Observações sobre as Vidas de Díon, Bruto, Arato, Galba, Óton e Aníbal de Plutarco

maravilhas antigas da civilização

OBSERVAÇÕES – Observações de Clavier, Vauvilliers e Brotier para as Vidas de Plutarco traduzidas em francês por Amyot SOBRE A VIDA DE DION CAP. XXVI. — Na frase grega não seria impossível que a palavra de velhice se referisse a Dion, embora pareça naturalmente referir-se a Platão. Os sábios dividiram-se a este respeito. Mas, seguindo … Ler maisObservações sobre as Vidas de Díon, Bruto, Arato, Galba, Óton e Aníbal de Plutarco

Observações sobre as Vidas de PAULO EMÍLIO, TIMOLEON, PELÓPIDAS, MARCELO, ARISTIDES, CATÃO de Plutarco

mapa roma itália

Observações de Clavier, Vauvilliers e Brotier para as Vidas de Plutarco. OBSERVAÇÕES SOBRE A VIDA DE PAULO EMÍLIO CAP. L — Sob o reinado de Sesóstris, o pentacentor foi inventado no Egito; tal foi o navio com o qual Danaüs passou à Grécia; tal foi o famoso navio que levou os heróis gregos a Colquida, … Ler maisObservações sobre as Vidas de PAULO EMÍLIO, TIMOLEON, PELÓPIDAS, MARCELO, ARISTIDES, CATÃO de Plutarco

Aristides, o justo – estratego grego – por Plutarco

Arte etrusca

SUMÁRIO DA VIDA DE ARISTIDES

  • I. Origem de Aristides. Diferença de opiniões sobre sua fortuna.
  • IV. Sua amizade por Clistênio e sua consideração para com Licurgo. Início e causas de sua inimizade com Temís-tocles.
  • V. Princípios opostos de sua conduta.
  • VII. Eqüidade de Aristides.
  • X. Sua integridade no manejo das finanças.
  • XI. Sua deferência para com Milcíades.
  • XII. Seu valor e sua moderação na batalha de Maratona.
  • XIV. Tempo de seu arcontado.
  • XV. Sua justiça. Excelência do epíteto de Justo.
  • XVI. É expulso devido aos enredos de Temístocles.
  • XVII. Permanência deste uso em Atenas.
  • XIX. Sua maneira de proceder diante deste caso.
  • XXI. Aristides é chamado. Sua generosidade para com Temístocles. Sua entrevista.
  • XXIII. Batalha de Salamina.
  • XXVIII. Batalha de Platéia.
  • XLIX. Divisão do espólio.
  • LI. Aristides faz estabelecer as festas e jogos em Atenas.
  • LII. Solenidade pública instituída para honrar a memória dos que morreram pela liberdade.
  • LIII. Forma de governo em Atenas depois da batalha de Platéia.
  • LIV. Projeto de Temístocles para aumentar o poder de Atenas, o qual, submetido a Aristides, é recusado por injusto.
  • LV. A justiça de Aristides e a delicadeza de Cimon fazem perder à Lacedemônia seu principado sobre a Grécia. Altivez e orgulho de Pausânias, general dos lacedemònios.
  • LVI. Os aliados da Grécia deixam o partido da Lacedemônia para tomar o de Atenas.
  • LVII. Sentimentos nobres dos lacedemònios.
  • LVIII. Taxa imposta por Aristides a todas as cidades da Grécia, por um consentimento unânime. Tempos felizes da Grécia. Aumento da taxa sob Péricles e depois de sua morte.
  • LIX. Novas altercações entre Temístocles e Aristides.
  • LX. Juramento de aliança dos povos da Grécia. Aristides o pronuncia em nome dos atenienses.
  • LXI. Suas considerações políticas. Sua pobreza.
  • LXIV. Sua moderação na desgraça de Temístocles.
  • LXV. Morte de Aristides.
  • LXVI. Seus funerais e o casamento de suas filhas a expensas do público.
  • LXVII. Atos de humanidade da cidade de Atenas.

Da 63." Olimpiada ate o 2. ano da 78/’ ou 467 A. C.

ARISTIDES

por Plutarco in Vidas Paralelas

Aristides, filho de Lisímaco, era de linhagem antióquida (1), do bairro de Alopece, mas quanto a seus bens e suas possibilidades, foram escritas, a respeito, várias histórias. Enquanto uns dizem que êle viveu toda a sua vida numa angustiante pobreza e deixou duas filhas, as quais, depois de sua morte ficaram muito tempo sem casar por não serem ricas, com o que a maioria dos historiados antigos está de acordo, Demétrio Falereu (2), no entanto, num livro que intitulou Sócrates, escreve o contrário e diz que teve conhecimento da existência de uma possessão, no bairro de Falaréia, que ainda chamam a posse e terra de Aristides, na qual o seu corpo está enterrado. E, além disso, para provar que sua casa era opulenta e rica, alegou tais indícios: primeiramente, que êle foi, durante um ano, preboste da cidade de Atenas, cargo que era denominado arconte epônimo (3), isto é, o que dá o seu nome ao ano em que funciona (4) e diz também que foi eleito por meio das favas, segundo o antigo uso dos atenienses, em cuja eleição não eram admitidos senão aqueles que eram tidos em mais alta conta pelo valor de seus bens, os quais chamavam em Atenas pentacosiomcdimnos (5), a saber, os que tinham de renda o valor de quinhentos minots (6) de trigo, ou daí para cima. Em segundo lugar alega que ele foi relegado ou banido do partido que se chama Ostracismo, do qual não se costumava expulsar os pobres, mas somente os nobres e os ricos, os quais a plebe invejava. Como terceiro e último argumento, afirma que deixou ao templo de Baco os vasos de três pés que comumente os empreendedores estavam acostumados a oferecer (7), sendo que estes empreendedores levantavam os prêmios nos jogos de comédias, tragédias e outros divertimentos, fazendo eles as despesas, e que os ditos vasos teriam sido doados por Aristides (8), sendo que se podia ler neles a seguinte inscrição: "A linhagem antióquida levantou o prêmio, Aristides pagou as despesas e o poeta Arquestrato fêz representar suas comédias."

MARCO CLÁUDIO MARCELO – Cônsul na Roma Antiga

cláudio marcelo

SUMÁRIO DA VIDA DE MARCELO

  • I. Maneiras agradáveis e pendores guerreiros de Marcelo.
  • II. Sua bravura. Seus primeiros empregos. Virtude de seu filho.
  • III. Guerra dos gauleses.
  • IV. Os cônsules Flamínio e Fúrio são chamados.
  • V. Atenção dos romanos às cerimônias religiosas.
  • VI. Marcelo, substituindo o cônsul Flamínio, vai atacar os gauleses.
  • VIII. Combate e mata o rei gaulês. X. O senado concede-lhe as honras do triunfo.
  • XI. Marcelo, o terceiro que apresenta a Júpiter excelentes despojos por haver morto o chefe dos inimigos.
  • XII. Taça de ouro enviada a Delfos. XIII. Aníbal entra na Itália. Marcelo vai à Sicília. Depois da batalha de Canes, Fábio e Marcelo tornam-se o apoio de Roma.
  • XV. Vantagens obtidas por Marcelo sobre Aníbal.
  • XVIII. Terceiro consulado de Marcelo. Firmeza do senado com relação aos soldados que fugiram da batalha de Canes.
  • XIX. Marcelo leva de assalto a cidade dos leontinos.
  • XX. Cerco diante de Siracusa.
  • XXI. Gênio de Arquimedes.
  • XXIII. Efeito de suas máquinas.
  • XXVIII. Diversas vantagens de Marcelo na Sicília. Escala uma das torres de Siracusa e apodera-se da cidade.
  • XXIX. Morte de Arquimedes. Dor que Marcelo demonstra.
  • XXX. Sua clemência, sua humanidade.
  • XXXI. Perdoa à cidade de Êngio.
  • XXXIII. Transporta à Roma os quadros, as pinturas, as estátuas de Siracusa.
  • XXXIV. Efeitos desses monumentos de arte sobre o espírito dos romanos.
  • XXXV. Marcelo recebe as honras da aclamação.
  • XXXVI. Diferentes sentimentos de Esparta e de Roma sobre o mérito das vitórias.
  • XXXVII. Quarto consulado de Marcelo. Acusação intentada contra êle pelos habitantes de Siracusa. Sua generosidade a respeito.
  • XXXIX. Vai atacar Aníbal.
  • XL. Vantagens.
  • XLII. Enfrenta um revés perto de Canúsio.
  • XLIII. Anima suas tropas.
  • XLIV. Derrota Aníbal.
  • XLV. Nova acusação contra Marcelo. Justifica-se.
  • XLVI. Seu quinto consulado.
  • XLVII. Põe-se de novo em marcha contra Aníbal.
  • XLIX. Entra em uma emboscada onde é morto.
  • L. Honras que lhe são rendidas.
  • LI. Monumentos públicos construídos e dedicados por Marcelo. Sua posteridade até Marcelo, filho de Otávia, irmã de Augusto. A memória do jovem Marcelo honrada por Otávia.

Desde o ano de Roma 496 até o ano 546, 208 anos A.C. Comparação de Marcelo com Pelópidas.

PLUTARCO – VIDAS PARALELAS – BIOGRAFIA DE MARCELO

Marcos Cláudio, aquele que foi cinco vezes cônsul em Roma, era filho de um outro Marcos, pelo que dizem, mas foi o primeiro de sua casa denominado Marcelo, o que vale dizer marcial e guerreiro, conforme escreve Possidônio, porque era destro nas armas, experimentado da guerra, forte e disposto pessoalmente, a mão sempre pronta, e amando por natureza o combate, mas não mostrava essa aspereza e esse ardor em combater senão na guerra, somente contra o inimigo pois, pensando bem, seus modos eram muito agradáveis e bastante temperados. Amava a disciplina e letras gregas a ponto de honrar e admirar somente aqueles que as conheciam, pois de resto os seus deveres o impediam de poder vagar e de se exercitar como desejava, porque pertencia àquele grupo de homens aos quais os deuses, como diz Homero, (1) fizeram:

Pelópidas, por Plutarco

Arte etrusca

SUMÁRIO DA VIDA DE PELÓPIDAS

  • I. Reflexões sobre a temeridade e sobre o desprezo da morte.
  • VI. Nascimento e nobreza de Pelópidas. Sua liberalidade.
  • VII Seu casamento.
  • VIII. Caracteres de Pelópidas e de Epaminondas.
  • IX. Suas ligações e sua amizade.
  • X. A autoridade é usurpada em Tebas pelos nobres, apoiados pelos lace-(lemônios que se apoderam da cidadela. Pelópidas é banido.
  • XII. Sua ação em Atenas, para libertar a pátria.
  • XIII. Conspiração.
  • XIV. Sua execução.
  • XXIV. Seu sucesso. Pelópidas e os principais conjurados são nomeados capitães da tropa sagrada e governadores da Beócia.
  • XXV. Coragem desta proeza comparada com a de Trasíbulo, que libertou Atenas.
  • XXVI. Os lacedemônios levam a guerra à Beócia. Os atenienses abandonam a parte dos tebanos.
  • XXVII. Política de Pelópidas.
  • XXIX. Os tebanos alcançam vantagens sobre os lacedemônios. Batalha de Tegire. Derrota dos lacedemônios.
  • XXXIII. Origem da tropa sagrada. XXXVI. Cleômbroto, rei da Lacede-mônia, marcha contra os tebanos.
  • XXXVII. Batalha de Leuctres. XL. Vitória de Epaminondas e de Pelópidas.
  • XLI. Entram no Peloponeso, fazem revoltar a maioria dos povos contra os lacedemônios e vão atacar Esparta.
  • XLIII. Tentativa de acusação contra Epaminondas e Pelópidas por não se terem demitido do cargo de governador a tempo.
  • XLIV. Injustiça do orador Meneclides. Pelópidas o faz condenar.
  • XLVII. A Tessália pede socorro contra Alexandre, tirano de Feres. Tebas envia-lhe Pelópidas.
  • XLVIII. Passa na Macedónia para pacificar diferenças entre Ptolomeu e Alexandre, rei da Macedónia.
  • XLIX. É enviado na qualidade de embaixador na Tessália, para enfrentar novas dificuldades que se haviam levantado.
  • L. Alexandre, tirano de Feres, o faz prisioneiro. Lili. Tebas torna a pedir Pelópidas. Mau resultado e castigo dos deputados. Epaminondas marcha para libertar Pelópidas e o reconduz.
  • LIV. É enviado como embaixador a Artaxerxes, rei da Pérsia.
  • LV. Seu sucesso.
  • LVII. A Tessália o solicita de novo para o opor aos vexames de Alexandre, tirano de Feres.
  • LVIII. Chega a Farsale. LIX. Batalha onde Pelópidas é morto.
  • LXI. Luto do exército.
  • LXII. Pompa dos funerais.
  • LXIV. Os tebanos fazem marchar um exército contra o tirano de Feres, que é obrigado a receber a lei.
  • LXV. Alexandre é morto em uma conspiração formada por sua mulher.

Do terceiro ano da nonagésima-nona Olimpíada até o primeiro da centésima-quarta, 364 anos antes de Jesus Cristo.

PLUTARCO – VIDAS PARALELAS – PELÓPIDAS

O antigo Catão, respondendo um dia a alguns que engrandeciam um personagem, arrojado além da medida e valente sem discreção nos perigos da guerra, disse que havia grande diferença entre estimar muito a virtude e pouco a vida. Isto foi sabiamente dito. A esse propósito, contam que o rei Antígono tinha a seu serviço um soldado, entre outros, muito temerário, mas, bem observado, via-se que era uma pessoa de aparência desagradável e com o físico bem gasto. O rei, perguntou-lhe, um dia, de onde procedia estar êle assim pálido e com aquela côr tão má. O soldado confessou-lhe que era devido a uma doença secreta que não ousava de boa vontade declarar. Ouvindo isso, o rei ordenou expressamente a seus médicos e cirurgiões que lhe avisassem do que se tratava e se havia algum meio de o curar e que empregassem toda rapidez e diligência que lhes fosse possível. Agiram eles, de tal maneira, que o soldado recuperou sua saúde, mas ficando curado não se mostrou mais tão amável companheiro nem tão ousado nos perigos da guerra como fazia antes, de maneira que Antígono mesmo, tendo percebido a mudança, chamou-o um dia, dizendo-lhe que se espantava bastante em ver uma tão grande transformação nele, a que o soldado, não tendo senão aquela ocasião, respondeu-lhe: — "Vós me tendes, senhor, vós mesmo me tornastes menos corajoso o que eu não era, fazendo curar-me e tratar-me dos males pelos quais eu não tinha em conta minha vida".

II. A isto se relaciona também o dito de um sibaritano (1), referindo-se à maneira de viver dos lacedemônios: — "Que não era nada de mais se eles tinham grande desejo de morrer na guerra para se redimir de tanto trabalho e livrar-se de uma tão árdua e austera maneira de vida, como era a sua". Mas não é preciso admirar os sibaritanos, homens afeminados e fundidos em delícias e volúpias, se eles consideravam que aqueles que não temiam a morte pelo desejo que tinham de fazer o bem e pela afeição com que cumpriam o seu dever, mas que tivessem ódio da vida, era falso com relação aos lacedemônios, pois eles tornariam a viver e a morrer voluntariamente se isto fosse possível, no exercício da virtude, conforme o testemunho deste brasão funerário:

Estes mortos aqui não tiveram ainda desta vez
Que o seu morrer nem o seu viver
Foi belo e bom, mas souberam fazer bem
E um e o outro têm o direito em boa causa.

TIMOLEÃO – Plutarco – Vidas Paralelas

Arte etrusca

SUMÁRIO DA VIDA DE TIMOLEON

  • I. Situação da Sicília.
  • II. Invasão dos cartagineses.
  • A Sicília pede socorro a Corinto.
  • III. Corinto atende e Timoleon é enviado.
  • IV. Nascimento e nobreza de Timoleon. Seu valor.
  • V. Seus conselhos a Timófanes, seu irmão.
  • VI. Timoleon sacrifica o amor fraternal ao amor da pátria. Morte de Timófanes.
  • VII. Retiro de Timoleon.
  • IX. Timoleon aceita a direção da guerra na Sicília.
  • X. Sua partida.
  • XII. Aborda em Régio.
  • XIV. Timoleon engana os cartagineses e apodera-se de Tauro-mênio.
  • XVII. A cidade de Adrane abre-lhe as portas e êle recebe as homenagens de outras cidades.
  • XVIII. Dionísio, o Tirano, entrega-se a Timoleon.
  • XX. Dionísio é enviado a Corinto. Sua vida particular.
  • XXIV. Cerco do castelo de Siracusa por Icetes e pelos cartagineses.
  • XXVIII. Timoleon apodera-se de Messina.
  • XXX. Fuga de Magon, general dos cartagineses.
  • XXXI. Timoleon apodera-se da cidade de Siracusa.
  • XXXII. Destruição do castelo e de tudo o que pertenceu aos, tiranos.
  • XXXIII. Restabelecida a liberdade na Sicília.
  • XXXIV. Os cartagineses tentam nova investida.
  • XXXV. Nova vitória de Timoleon.
  • XXXIX. Despojos de guerra enviados a Corinto.
  • XLIII. Icetes é aprisionado e condenado.
  • XLIV. Submetem-se os remanescentes da tirania na Sicília.
  • XLVI. Reconhecimento da ilha a Timoleon.
  • XLVII. Timoleon passa a residir na Sicília.
  • XLIX. Timoleon perde a vista.
  • L. Honras que Siracusa lhe presta. Sua morte e seus funerais.
  • LII. O monumento denominado «Timoleontium».

Antes da 103ª Olimpíada até o 4." ano da 110.", 337 A. C. Comparação de Timoleon e Paulo Emílio.

Plutarco – Vidas Paralelas

TIMOLEON – Τιμολέων),

A situação dos siracusanos, antes de Timoleon ser enviado à Sicília, era deplorável. Tinha sido assassinado a traição o patriota Dion, que havia conseguido derrubar e expulsar o tirano Dionísio (1), seguindo-se um período de desorientação e desatinos, pois mesmo aqueles que haviam auxiliado na conquista da liberdade, agora se dividiam e se hostilizavam mutuamente. A cidade, mudando de governo continuamente, sem qualquer segurança administrativa, assistindo’ a ascensão e derrocada de novas tiranias, como que se tornou o alvo de toda a sorte de calamidades. Pouco faltou para que não ficasse inteiramente despovoada. Toda a Sicília, aliás, se encontrava em condições semelhantes, com as suas cidades destruídas pela guerra e o que restava de pé encontrava-se em poder dos bárbaros e outros estrangeiros, na maioria gente que, em virtude mesmo das diferenças de nacionalidade, não poderia formar uma coletividade unida. Isto criou justamente o clima propício a usurpações e arremetidas contra o poder constituído, que assim vacilava, sem qualquer firmeza ou estabilidade.

Lúcio Emílio Paulo Macedônico – Plutarco

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PLUTARCO – VIDAS PARALELAS

Biografia de Lúcio Emílio Paulo, de cognome o Macedônico, em latim Lucius Aemilius Paullus Macedonicus, (c. 230 – 160 a.C.), genera e cônsul da República Romana.

SUMÁRIO DA VIDA DE PAULO EMÍLIO

  • I. Considerações de Plutarco.
  • III. Antiguidade e nobreza da família Emiliana.
  • IV. Nascimento de Paulo Emílio.
  • V. Primeiros cargos.
  • VI. Seus talentos militares.
  • VII. Casa-mentos.
  • IX. Seu primeiro consulado. Guerra na Ligúria.
  • X. Sua inclinação pelas artes e ciências.
  • XI. Guerra contra Per-seu rei da Macedónia. Origem das guerras entre os macedônios e os romanos.
  • XIV. Segundo consulado de Paulo Emílio. É encarregado de dirigir a guerra contra Perseu.
  • XIX. Avareza de Perseu. XX. Habilidade de Paulo Emílio.
  • XXI. Fontes de água no monte Olimpo.
  • XXII. Opiniões sobre a origem das nascentes de água.
  • XXIV. Paulo Emílio faz penetrar seu exército na Macedónia através do monte Olimpo. Audácia de Cipião Nasica.
  • XXV. Altura do Olimpo.
  • XXVII. O medo de Perseu.
  • XXVIII. Paulo Emílio examina o exército inimigo.
  • XXIX. Disposições para a batalha.
  • XXX. Cipião Nasica inicia o combate.
  • XXXI. Intrepidez de Paulo Emílio.
  • XXXII. Perseu abandona o campo de batalha.
  • XXXIII. Emílio constata a ordem do exército macedônico.
  • XXXIV. Ordenada a infiltração no campo adversário.
  • XXXV. Intrepidez de Catão, filho de Catão, o Censor. Vitória de Paulo Emílio.
  • XXXVII. Fuga de Perseu.
  • XXXVIII. Preocupação de Perseu: salvar seus tesouros. Refúgio na ilha de Samotrácia.
  • XXXIX. Toda a Macedónia submetida a Paulo Emílio, em dois dias. Rapidez com que a notícia é levada a Roma.
  • XL. Exemplos antigos e recentes a respeito da rapidez das notícias.
  • XLII. Prisão de Perseu.
  • XLIII. Homenagens que lhe rende Paulo Emílio. Sua dor diante da desgraça do rei.
  • XLIV. Conduta desprezível desse rei.
  • XLV. Exortações de Paulo Emílio a seus comandados sobre a instabilidade das coisas humanas.
  • XLVI. Paulo Emílio percorre a Grécia, alivia o povo e reorganiza o govêmo.
  • XLVII. Novos regulamentos para a Macedónia. Sua liberdade.
  • XLVIII. Liberalidade e grandeza de alma de Emílio.
  • XLIX. Emílio penetra no Spiro com ordem do Senado para consentir no saque das cidades. Finanças do Épiro.
  • L. Regresso à Itália.
  • LI. Sérvio Galba intenta receber as honras do triunfo.
  • LIII. Servílio vinga essa afronta.
  • LV. Outorgam-se as honras a Emílio. Magnificência de seu triunfo. Riquezas de ouro e prata.
  • LVII. Luto em casa de Paulo Emílio.
  • LVIII. Sua constância e sua moderação.
  • LLX. Morte de Perseu. Sorte de seus filhos.
  • LX. Abolição de impostos em Roma. Diferença de conduta entre Paulo Emílio e seu filho Cipião.
  • LXI. Paulo Emílio é nomeado censor.
  • LXII. Sua morte. Honras que lhe são tributadas. Sua pequena fortuna.

Do ano 526 ao ano 588 da fundação de Roma; 166 A. C.

PAULO EMÍLIO (1)

Quando comecei a escrever a história destas vidas, eu o fiz, a princípio, para proveito daqueles que viessem a conhecê-las. Em seguida, porém, perseverando, procurei também beneficiar-me a mim mesmo, olhando-as como num espelho e esforçando-me no sentido de reconstruir minha vida, tomando como modelo as qualidades de caráter desses ilustres varões. O fato é que, buscando conhecer seus costumes a fim de estar em condições de levar a bom termo a tarefa que me propus, fui como que obrigado a conviver intimamente com eles, como se os hospedasse em minha casa, um após outro, quando então pude vivamente apreciar os marcantes acontecimentos de suas vidas, considerar as virtudes que possuíam e o que havia de grande e admirável na história de cada um deles. Dessa forma fui selecionando o que era digno de nota, em suas palavras e em suas ações.

COMPARAÇÃO ENTRE DEMÉTRIO E MARCO ANTÔNIO

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.font0 { font:13.00pt “Book Antiqua”, serif; } .font1 { font:13.00pt “Book Antiqua”, serif; } Plutarco – Vidas Paralelas COMPARAÇÃO ENTRE DEMÉTRIO E ANTÔNIO Sendo que um e outro, isto é, Demétrio e Antônio tenham em comum isto, que ambos foram sujeitos às mesmas mudanças e grandes variedades de fortuna, consideremos agora qual foi e de … Ler maisCOMPARAÇÃO ENTRE DEMÉTRIO E MARCO ANTÔNIO

Marco Licínio Crasso – por Plutarco

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SUMÁRIO DA VIDA DE CRASSO
Nascimento, educação, temperança e avareza de Crasso. II. Enorme riqueza de Crasso; como a adquiriu. III. Predileção de Crasso pela opulência. IV. A casa de Crasso aberta a todo o mundo. V. Aplicação de Crasso ao estudo e à eloqüência. VI. Sua afabilidade. VII. Mario e Cina fazem perecer o pai e o irmão de Crasso, que foge para a Espanha. VIII. Maneira por que êle é recebido e tratado por Víbio. IX. Êle toma o partido de Sila. X. Trabalhos que êle realiza. XI. Reputação de Crasso; como êle a obtém. XII. Êle se torna fiador de César de avultada quantia. XIII. Como Crasso mantém sua reputação entre César e Pompeu. XIV. Início da guerra de Espártaco. XV. Clódio é derrotado. XVI. Diversas vantagens obtidas por Espártaco. XVII. Crasso é encarregado desta guerra. XVIII. Seu tenente Múmio é derrotado por Espártaco. XIX. Crasso cerca Espártaco na península de Régio. XX. Êle obtém uma vitória sanguinolenta. XXI. Espártaco vence um destacamento do exército de Crasso. XXII. último combate em que Espártaco é morto. XXIII. Crasso é nomeado cônsul com Pompeu. XXIV. Êle nada faz durante a sua permanência na censura. XXV. Desconfiança de haver Crasso participado da conspiração de Catilina. XXVI. União de César, Pompeu e Crasso funesta à república. XXVII. Plano dos três associados para escravizar a república. XXVIII. Pompeu e Crasso ambicionavam novamente o consulado. XXIX. Eles fazem-se eleger pela violência. XXX. Futilidade dos projetos e dos discursos de Crasso. XXXI. Inúteis esforços do tribuno Ateio, para impedir a partida de Crasso, na guerra contra os partas. XXXII. Crasso põe-se a caminho. XXXIII. Primeiros sucessos de Crasso; êle inverna na Síria. XXXIV. Censuras à avareza que êle ali demonstra. XXXV. Embaixada dos partas a Crasso. XXXVI. Notícias assustadoras levadas a Crasso por seus soldados fugidos aos inimigos na Mesopotâmia. XXXVII. Êle persiste em seu propósito, apesar das representações. XXXVIII. Maus presságios. XXXIX. Crasso segue para a frente. XL. Conselhos insidiosos dados a Crasso por Ariamnes. XLI. Elogio de Surena. XLII. Mensagem de Artabazo a Crasso; bom conselho que êle lhe dá. Resposta de Crasso. XLIII. Êle dispõe seu exército em ordem de combate. XLIV. É preciso combater. XLV. Trava-se o combate. XLVI. Modo por que os partas combatiam. XLVII. Crasso destaca seu filho para expulsar os inimigos. XLVIII. Insucesso deste ataque. XLIX. Morte de Públio Crasso. Toda a sua tropa é feita em postas. L. Exortação de Marcos Crasso a seu exército. LI. A noite separa os combatentes. LII. Consternação de Crasso. LIII. Os romanos retiram-se para a cidade de Carres. LIV. Varguntino, tenente de Crasso, é derrotado no caminho com sua tropa, pelos partas. LV. Astúcia de Surena, para saber se Crasso estava em Carres. LVI. Crasso toma Andrômaco como guia de sua retirada, sendo por êle atraiçoado. LVII. Surena faz uma proposta a Crasso. LVIII. Êle aceita, contra a vontade, obrigado por seu exército. LIX. Êle é morto. LX. O resto do exército perece quase todo. LXI. Muitos reis partas nascidos de cortesãs milesianas. LXII. A cabeça de Crasso levada ao rei Hirodes. LXIII. Como a morte de Crasso foi vingada a seguir.
Desde o ano 637 de Roma, aproximadamente, até o ano 701, antes de Jesus Cristo 53.
Confronto de Crasso com Nícias.

Agesilau – Vidas Paralelas de Plutarco (século III)

Arte etrusca
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Nícias – ebook das vidas paralelas de Plutarco

Arte etrusca
  • Crítica do historiador Timeu.
  • II. Plano que Plutarco se propôs nesta narração.
  • III. Caráter de Nícias; como êle alcança reputação
  • IV. Magnificência e liberalidade de Nícias.
  • V. Êle liberta um dos seus escravos.
  • VI. Êle leva pomposamente a Delos o coro enviado pela cidade de Atenas, e faz grandes presentes a Apolo.
  • VII. Nícias supersticioso e tímido.
  • VIII. Política de Nícias, para garantir-se contra os sicofantas.
  • IX. Como era êle secundado por um tal Hiéron.
  • X. Nícias não se acha comprometido em nenhum dos reveses que a cidade de Atenas sofre.
  • XI. Diversos êxitos de Nícias.
  • XII. Censura que Cleon lhe faz ã respeito da ilha Esfactéria.
  • XIII. Cleon é nomeado general, para esta expedição, e realiza-a com felicidade.
  • XIV. Gracejos contra Nícias, a tal respeito.
  • XV. Nícias intervém para restabelecer a paz entre Atenas e Lacedemônia.
  • XVI. Honra que esta paz produz a Nícias.
  • XVII. Êle induz os atenienses e os lacedemô-nios a incluir entre os artigos da paz, uma liga ofensiva e defensiva.
  • XVIII. Manejos de Alcibíades para romper a paz.
  • XIX. Nícias vai à Lacedemônia, sem resultado. A guerra recomeça.
  • XX. Tribulações de Nícias e de Alcibíades quanto ao ostracismo.
  • XXI. Eles se unem, e fazem banir Hipérbolo.
  • XXII. Inúteis esforços de Nícias contra o decreto da expedição de Sicília. Êle é nomeado general com Alcibíades e Lâmaco.
  • XXIII. Diversos presságios que não demovem os atenienses do seu propósito.
  • XXIV. Metão e Sócrates conjeturam as funestas conseqüências desta empresa.
  • XXV. Fraqueza displicente de Nícias após haver recebido o comando.
  • XXVI. Os atenienses dispõem-se em combate diante do porto de Siracusa.
  • XXVII. Nícias cai em desprezo pelo modo por que conduz as operações da guerra.
  • XXVIII. Falso aviso com que Nícias engana os siracusanos.
  • XXIX. Êle se apodera do porto de Siracusa.
  • XXX. Vagareza de Nícias. Êle passa o inverno em Naxe.
  • XXXI. Êle cerca quase toda Siracusa.
  • XXXII. Lâmaco é morto.
  • XXXIII. Gilipo chega à Sicília.
  • XXXIV. Êle é recebido em Siracusa.
  • XXXV. Gilipo bate os atenienses.
  • XXXVI. Nícias bate a frota aos sivacusanos.
  • XXXVII. Estes tornam a apresentar-se ao combate.
  • XXXVIII. Os atenienses são derrotados. Demóstenes chega com uma nova frota.
  • XXXIX. Derrota sofrida por Demóstenes.
  • XL. Êle aconselha a retirada. Nícias opõe-se.
  • XLI. Nícias toma o partido da retirada.
  • XLII. Reflexões sobre o eclipse da lua que sobrevêm na ocasião.
  • XLIII. Êle impede a partida de Nícias.
  • XLIV. Ele dispõe-se ao combate.
  • XLV. Êle é derrotado.
  • XLVI. Ardil de Hermócrates, para impedir a partida de Nícias durante a noite.
  • XLVII. Os siracusanos apoderam-se de todas as passagens.
  • XLVIII. Constância e firmeza de Nícias. Demóstenes é apanhado.
  • XLIX. Nícias fica reduzido ao extremo.
  • L. Ele se entrega.
  • LI. Os siracusanos fazem Nícias e Demóstenes perecer.
  • LII. Muitos prisioneiros atenienses devem sua salvação aos versos de Eurípides, muito apreciados pelos sicilianos.
  • LIII. Como a notícia deste acontecimento foi levada a Atenas.

Cimon – General Ateniense – Vidas Paralelas de Plutarco

Arte etrusca

SUMÁRIO DA VIDA DE CIMON
O profeta Peripoltas estabelece-se em Queronéia. II. Damão conspira contra o capitão de uma guarnição romana em Queronéia, e mata-o. III. Êle mesmo é morto a traição. IV. Os orcomênios acusam os de Queronéia ao prefeito da Macedónia do assassinato cometido por Damão; o testemunho de Lúculo absolve-os, e eles levantam-lhe uma estátua. V. Plutarco escreve a vida de Lúculo, em sinal de gratidão dos seus concidadãos ao grande benefício que lhes prestara. VI. Êle comparou-o a Damão, por não encontrar melhor comparação. Diversos traços de semelhança entre o grego e o romano. VII. Nascimento, mocidade e caráter de Cimon. VIII. Má conduta de Cimon e de sua irmã; casamento desta. IX. Belas qualidades de Cimon. Êle é o primeiro a aplaudir o conselho dado por Temístocles aos atenienses, de abandonar sua cidade, à aproximação de Xerxes, e embarcarem. Glória conquistada por Cimon, na jornada de Salamina. X. Entrada de Cimon na administração. Êle achega aos atenienses os confederados desgostosos com os lacedemônios, pelo atrevimento de Pausânias. XI. História de Pausânias e de Cleonice. Cimon cerca Pausânias em Bizâncio.
XII. Êle expulsa os persas de Iônia, e apodera-se de todo o cantão.
XIII. Êle torna-se senhor da ilha de Ciros. XIV. Êle leva os ossos de Teseu para Atenas. XV. Como Cimon distribuiu os despojos, depois da tomada de Sestos e de Bizâncio. XVI. Liberalidade de Cimon. XVII. Ela era absolutamente desinteressada. XVIII. Política de Cimon com relação aos confederados dos atenienses. Ela torna, imperceptivelmente, os atenienses seus senhores. XIX. Êle prossegue na guerra contra os persas. XX. Êle alcança sobre eles uma vitória naval junto do rio Eurimedão. XXI. Uma segunda contra o exército. XXII. Uma terceira contra a frota fenícia que vinha em auxílio dos persas. XXIII. Tratado de paz entre o rei da Pérsia e os atenienses. XXIV. A cidade de Atenas enriquecida dos despojos dos persas. Embelezamentos que Cimon lhe fornece. XXV. Êle apodera-se do Quersoneso de Trácia, e da ilha de Tasos. XXVI. Acusação, defesa e absolvição de Cimon. XXVII. O povo revolta-se contra os nobres na ausência de Cimon. Êle é difamado, ao voltar. XXVIII. Afeto que os lacedemônios dedicam a Cimon. Estima e apego de Cimon por eles. XXIX. Tremor de terra em Esparta. Guerra dos hilotas. Os espartanos pedem socorro aos atenienses. XXX. Cimon vai em seu auxílio. XXXI. Êle vai para o exílio XXXII. Êle é lembrado. XXXIII. Êle se prepara para guerrear na ilha de Chipre e no Egito. XXXIV. Êle vence a frota dos persas. XXXV. Sua morte. XXXVI. Suas cinzas levadas para a Atiça. Os habitantes de Cicio honram seu sarcófago.
Desde o ano 500 até o ano 449 antes de Jesus Cristo.

Eumenes de Cardia, por Plutarco

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SUMÁRIO DA VIDA DE EUMENE
Nascimento de Eumene. Filipe prende-o a seu serviço. II. Êle passa ao serviço de Alexandre. III. Desgostos que êle sofre. IV. Quinhão de Eumene depois da morte de Alexandre. V. Êle uni-se a Pérdicas. VI. Pérdicas estabelece-o na Capadócia. VII. Eumene organiza enorme corpo de cavalaria. VIII. Êle obtém a vitória, num combate contra Neop-tolemo. IX. Êle recusa a proposta que Antipater lhe faz de abandonar Pérdicas para se unir a Crátero e a êle. X. Crátero marcha contra Eumene. XI. Sonho de Eumene. XII. Trava-se o combate; Crátero é morto. XIII. Duelo entre Eumene e Neoptolemo. Este é morto. XIV. Eumene é condenado à morte pelos macedônios. XV. Como êle paga o soldo às suas tropas. XVI. Cuidados que elas dispensam à sua pessoa. XVII. Êle manda enforcar um traidor que o fizera perder um combate. XVIII. Como êle impede que seus soldados furtem a bagagem do exéroftto de Antígono. XIX. Êle retira-se para a cidade de Nora. XX. Entrevista de Eumene com Antígono. XXI. Assédio de Nora por Antígono. XXII. Como Eumene exercita em acanhado espaço seus homens e cavalos. XXIII. Acordo entre Antígono e Eumene. XXIV. Eumene recebe cartas que o obrigam a seguir para a Macedónia. XXV. Como Eumene acalma o ciúme de Antí-gena e de Teutamo. XXVI. Manejos no exército de Eumene para suplantá-lo. XXVII. Como êle se livra da má vontade de seus invejosos. XXVIII. Grande confiança dos soldados macedônios na habilidade de Eumene. Êle vence um combate contra Antígono. XXIX. “Outro” encontro em que a presença de sua liteira faz Antígono retirar-se. XXX. Estratagema com que Eumene detém a marcha de Antígono. XXXI. Êle é nomeado único general. XXXII. Antígena e Teutamo conspiram assassiná-lo. XXXIII. Eumene desbarata o exército de Antígono. XXXIV. Co-bardia de Peucestas que dá a Antígono vantagem de outro lado. XXXV. Eumene é entregue a Antígono. XXXVI. Discurso de Eumene a seu exército. XXXVII. Como é tratado por Antígono. XXXVIII. Êle mata-o à fome.

Biografia de Arato nas Vidas Paralelas de Plutarco.

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Plutarco – Vidas Paralelas

Ebook da Biografia de ARATO

Desde o segundo ano da 127.ª olimpíada, até o terceiro ano da 141.ª. antes de Cristo, ano 214.

  • Por que Plutarco dedica a Vida de Arato a Polícrates.
  • II. Arato, criança, salvo das mãos de Abântidas.
  • III. Exercícios a que se entrega na sua juventude.
  • IV. Nicocles apodera-se do poder em Sicíone depois da morte de Abântidas.
  • V. Arato toma a deliberação de dar a liberdade à sua pátria.
  • VI. Determina tentar a escalada da cidade.
  • VII. Preparativos: como êle engana as sentinelas e os espiões de Nicocles.
  • VIII. Põe-se em marcha.
  • IX. Embaraço que lhe causam alguns cães e as patrulhas da cidade.
  • X. Apodera-se da cidade, Nicocles foge.
  • XI. Êle associa Sicíone à liga dos acaios.
  • XII. Caráter de Arato.
  • XIII. Sua moderação e liberalidade.
  • XIV. Vai ao Egito.
  • XV. História do quadro de Aristrato.
  • XVI. Arato restabelece a concórdia entre seus concidadãos.
  • XVII. Antígono procura indispô-lo com Ptolomeu.
  • XVIII. Determina apoderar-se da cidadela de Corinto.
  • XIX. Importância dessa praça.
  • XX. Como Antígono se tinha apoderado dela.
  • XXI. Ergino promete entregá-la a Arato, mediante 50 talentos.
  • XXII. Arato empenha seus objetos de valor para reunir a importância.
  • XXIII. Como a empresa pensou terminar.
  • XXIV. Arato entra na cidade de Corinto.
  • XXV. Ataca a fortaleza.
  • XXVI. Toma-a.
  • XXVII. Convence os coríntios a entrar na liga dos acaios.
  • XXVIII. Outros feitos de Arato.
  • XXIX. Grande autoridade que êle obtém na liga dos acaios.
  • XXX. Determina libertar Argos da tirania de Aristômaco.
  • XXXI. Aristômaco é morto. Aristipo se põe em seu lugar.
  • XXXII. Vida miserável deste tirano.
  • XXXIII. Arato tenta apoderar-se de Argos, de surpresa.
  • XXXIV. Inutilmente tenta apoderar-se dela à força.
  • XXXV. Bate Aristômaco, que é morto.
  • XXXVI. Esta vitória restabelece a sua reputação.
  • XXXVII. Lisíadas, tirano de Megalópolis, deixa a tirania e anexa sua cidade à liga dos acaios.
  • XXXVIII. Lisíadas, antes muito estimado; perde o seu crédito.
  • XXXIX. Vitória de Arato, conquistada sobre os etólios em Palene.
  • XL. Singular aventura no templo de Diana.
  • XLI. Tenta surpreender o Pireu.
  • XLII. Paz entregar o Pireu aos atenienses.
  • XLIII. Paz Aristômaco segundo entrar na liga dos acaios.
  • XLIV. Surpreende Mantinéia.
  • XLV. Morte de Lisíadas: descrédito em que este fato faz Arato cair.
  • XLVI. Êle recusa a preteria.
  • XLVII. Reflexões sobre o proceder de Arato.
  • XLVIII. Impede a Cleômenes entrar na liga dos acaios. Conseqüências funestas deste fato.
  • XLIX. Êle torna-se odioso, fazendo castigar os que tinham ligações com Cleômenes.
  • L. Os coríntios querem-se apoderar da sua pessoa. Êle lhes escapa.
  • LI. Recusa os vantajosos oferecimentos de Cleômenes.
  • LII. Chama Antígono em auxílio dos acaios.
  • LIII. Honrosa maneira com que Antígono o trata.
  • LIV. Êle retoma Argos de Cleômenes.
  • LV. Diversas censuras feitas a Arato.
  • LVI. Seu proceder com relação à cidade de Mantinéia, inescusável.
  • LVII. É vencido pelos etólios, perto de Cáfias.
  • LVIII. Prestígio de Arato perante Felipe.
  • LIX. Felipe muda de proceder.
  • LX. Arato convence-o a entregar Itome aos messênios.
  • LXI. Arato retira-se da corte de Felipe.
  • LXII. Felipe fá-lo envenenar.
  • LXIII. É enterrado em Sicíone. Honras fúnebres que lhe prestam.
  • LXIV. Como o céu castigou Felipe por seu crime.

FÁBIO MÁXIMO – Plutarco – Vidas Paralelas.

mapa roma itália

I. Antiguidade e glória da casa de Fábio. II. Sua doçura e madureza desde a infância. IV. Seus consulados. Êle triunfa sobre os ligurianos. V. Aníbal ganha as batalhas de Tré-bia e Trasimeno. VI. Morte do cônsul Flamínio. VIII. Terror em Roma. Fábio é nomeado ditador. X. Êle promete sacrifícios e jogos. XI. Reanima a confiança pública e faz a guerra de observação. XII. Aníbal o admira, e não pode forçá-lo a combater. XIII. Audácia de Minúcio. XV. Aníbal, enganado por seus guias, é batido por Fábio. XVI. Astúcias de Aníbal. XIX. Firmeza do Senado que não quer resgatar os prisioneiros. Fábio vende suas terras para seu resgate. XX. Vai a Roma para os sacrifícios solenes. Redobra a audácia de Minúcio, que combate contra a ordem expressa de Fábio e é derrotado. XXV. Fábio voa em seu auxílio, carrega contra o inimigo, e força Aníbal a retirar-se. XXVII. Minúcio reconhece sua falta: chama Fábio seu pai e salvador. XXIX. Fábio deixa a ditadura. Consulado de Paulo Emílio e de Terêncio Varrão. XXXI. Batalha de Canas. XXXV. Quase toda a Itália se declara por Aníbal. Consternação em Roma. Intrepidez e prudência de Fábio. XXXVIII. Êle marcha com Marcelo contra Aníbal. XXXIX. Novas astúcias de Aníbal. XL. Fábio mantém por sua doçura a cidade e o exército no cumprimento do dever. XLIil. Êle engana Aníbal e surpreende Tarento. XLV. Enormidade da presa. XLVI. Segundo triunfo de Fábio. XLVIII. Seu filho é nomeado cônsul. Conduta firme e nobre do filho em relação ao pai. XLIX. Mérito brilhante do avô e bisavô de Fábio. L. Cipião é enviado à Espanha. Contra o parecer de Fábio êle leva a guerra à África. LII. Cipião justifica sua ousadia com admiráveis resultados. LIV. Morte de Fábio antes do fim da guerra. Suas exéquias a expensas

BIOGRAFIA DE FÁBIO MÁXIMO – Plutarco de Queronéia – Vidas Paralelas.

Desde o ano 494 aproximadamente, até o ano 551 de Roma; 203 A. C.

Desde o ano 494 aproximadamente, até o ano 551 de Roma; 203 A. C.
Comparação de Péricles e de Fábio Máximo.

Observações sobre as Vidas de Alexandre, César, Tibério e Caio Graco, AGIS E CLEÔMENES

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.font4 { font:12.00pt “Garamond”, serif; } OBSERVAÇÕES SOBRE A VIDA DE ALEXANDRE, O GRANDE CAP. V, pág. 17. No grego está a palavra hécatombeon. Nós ja dissemos que esse mês ático corresponde, para a maior parte, não ao mês de junho, mas ao de julho; pois começava na lua nova mais próxima do solsticio de … Ler maisObservações sobre as Vidas de Alexandre, César, Tibério e Caio Graco, AGIS E CLEÔMENES

COMPARAÇÃO DE TIBÉRIO E CAIO GRACO COM AGIS E CLEÔMENES, por Plutarco

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Plutarco – Vidas Paralelas

COMPARAÇÃO DE TIBÉRIO E CAIO GRACO COM AGIS E CLEÔMENES

Chegamos finalmente ao termo e só nos resta comparar estas vidas, pondo-as uma diante da outra. Os dois Gracos, na verdade, foram mais propensos à virtude do que todos os romanos do seu tempo e foram bem instruídos e educados tanto que nem mesmo os seus maiores inimigos, que deles disseram toda espécie de injúrias, não o podem negar; parece que a natureza foi, porém, mais forte em Agis e em Cleômenes; pois eles foram educados insuficientemente, formados em costumes e maneiras de viver que há muito tempo haviam corrompido seus antepassados; no entretanto mostraram-se mestres e guias na sobriedade, na temperança e na simplicidade. Além disso, aqueles, vivendo num tempo em que Roma estava no auge da sua glória e esplendor e quando aí reinava mais o zelo de todas as coisas belas e boas, eles tiveram, por assim dizer, vergonha de abandonar a herança da virtude, que tinham como hereditária, das mãos de seus maiores: estes, oriundos de pais que haviam tido vontade de todo contrária, tendo encontrado seu país corrompido e enfermo, nem por isso foram mais levados a procurar os meios de o favorecer: e o maior louvor que se atribui aos Gracos, abs-tendo-se de tomar dinheiro, é que em todos os seus cargos e empreendimentos do Estado, eles conservaram sempre as mãos limpas, jamais tomaram coisa alguma injustamente; Agis até ficou irritado quando o louvaram por nada tomar de outrem, porque ele pôs em comum suas mesmas riquezas e deu aos seus cidadãos todos os seus bens, os quais em dinheiro somente chegavam a (37), seiscentos talentos. Por aí se pode ver quanto ele julgava grave pecado ganhar injustamente, considerando uma espécie de avareza possuir justamente mais do que os outros.

Ágis e Cleomenes, por Plutarco

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A tabula de Ixion é o símbolo dos ambiciosos. II. Perigo da ambição. III. Esta impeliu os gregos a excsssos, que eles mesmos não haviam previsto. IV. Plutarco os põe em confronto com Agis e Cleômenes. V. Genealogia de Agis. VI. Caráter virtuoso de Agis. VII. Novidade introduzida em Esparta por Epitadeu. Decadência da disciplina. VIII. Tentativas de Agis para restaurar o gosto por aquela antiga severidade. IX. Conquista sua mãe. X. Intriga de Leónidas contra o projeto de Agis. XI. Restabelecimento da antiga constituição proposta ao Senado e ao povo. XII. Controvérsia-entre Agis ¡e Leónidas. XIII. Lisandro acusa e faz depor o rei Leónidas. XIV. Agis e Cleômbroto expulsam os novos éforos, que tinham restaurado Leónidas. Este foge. XV. Agesilau evita a partilha das terras. XVI. Agis é mandado em socorro dos aqueenses contra os etólios. XVII. Leónidas torna a subir ao trono. XVIII. Admirável proceder de Quelonis, mulher de Cleômbroto. XIX. Cleômbroto vai ao exílio, sua mulher segue-o. XX. Perfídia de Anfares, que entrega Agis aos seus inimigos. XXI. É estrangulado na prisão. XXII. Sua mãe e sua avó estranguladas depois déle. XXIII. Horror que essa crueldade inspira aos lacedemônios. XXIV. Leónidas faz seu filho Cleômenes desposar a mulher de Arquidamo, irmão de Agis. XXV. Caráter de Cleômenes. XXVI. Cleômenes propõe-se executar o projeto de Agis. XXVII. Primeira campanha de Cleômenes. XXVIII. Dá combate aos aqueenses. Arato não ousa aceitá-lo. XXIX. Bate os aqueenses e toma a cidade de Mantinéia. XXX. Manda Arquidamo, irmão de Agis, voltar, mas os éforos o matam. XXXI. Obtém uma grande vitória sobre os aqueenses. XXXII. Leva a uma expedição todos os espartanos, que êle julgava mais contrários aos seus projetos. XXXIII. Manda matar os éíoros. XXXIV. Discurso de Cleômenes ao povo para induzi-lo a aceitar a restauração das leis de Licurgo. XXXVI. Êle as restabelece, de fato. XXXVII. Assola as terras dos megalo-politanos. XXXVIII. Reputação de Cleômenes entre os gregos. XXXIX. Frugalidade de sua mesa. XL. Bale os aqueenses. XLI. Negociações iniciadas entre Cleômenes e os aqueenses. XLII. Arato chama os macedônios a Acaia. XLIII. Baixeza da conduta de Arato frente a Antígono. XLIV. Arato faz interromperem-se as negociações iniciadas com Cleômenes. XLV. Éste declara guerra aos aqueenses. Toma Palene e Argos. XLVI. Grande idéia que se concebe de Cleômenes e dos lacedemònios. XLVII. Cleon, Pliunte, Corinto, aliam-se com Cleômenes. XLVIII. Prende Antígono na passagem das montanhas Onienas. XLIX. Revolta de Argos. L. Cleômenes a retoma e é forçado a se retirar pela chegada de Antígono. LI. Morte de Agiatis, mulher de Cleômenes. LII. Generosidade de Cratesicléa. mãe de Cleômenes. LIII. Surpreende a cidade de Me-galópolis. LIV. Propõe aos megalopolitanos entregar-lha, com a condição de fazerem aliança com Esparta. LV. Ante a recusa deles, entrega a cidade ao saque. LVI. Devasta o território de Argos. LVII. Entra por fanfarronice em Argos. LVIII. A falta de dinheiro arruina os negócios de Cleômenes. LIX. Batalha de Selásia. LX. Cleômenes é derrotado por traição de Demóteles. LXI. Embarca depois de ter aconselhado aos espartanos a se entregarem a Antígono. LXII. Antígono trata muito humanamente a cidade de Esparta. LXIII. Terício propõe a Cleômenes terminar seus dias por morte voluntária. LXIV. Resposta de Cleômenes que considera o suicídio uma fraqueza. LXV. Como Ptolomeu recebe e trata Cleômenes. LXVI. Mudança dos negócios de Cleômenes no Egito. LXVII. Êle pede que o deixem ir com seus amigos. LXVIII. Nicágoras acusa Cleômenes de uma conspiração. Encerram-no em uma casa. LXIX. Cleômenes toma com seus amigos a resolução de se pôr em liberdade. LXX. Como executam seu plano. LXXI. Morte voluntária de Cleômenes e de seus amigos. LXXII. Morte da mãe e dos filhos de Cleômenes. LXXIII. Morte da mulher de Panteu. LXXIV. Superstição dos egípcios ocasionada pela vista de uma serpente enrolada em torno do pescoço de Cleômenes,
Desde a 130.” olimpíada mais ou menos, ale o secundo ano da 140.*; antes de Jesus Cristo, ano 219.
Vidas Paralelas de Plutarco, Ágia e Cleómenes de Esparta.

ANTÔNIO FERREIRA

ANTÔNIO FERREIRA (Lisboa, 1528-1559) fêz sérios estudos de humanidade em Coimbra, onde aprendeu o Grfego com Diogo de Teige. Concluindo o seu curso de Direito Civil, foi lente da Universidade donde passou a desembargador na capital do Reino. Benquisto na corte, obteve a mercê de fidalgo.

Escreveu duas comédias em prosa, Bristo e Cioso, e uma tragédia em versos, Castro; além de várias composições líricas — sonetos, éclogas, elegias, epístolas, odes publicadas com o título de Poemas Lusitanos.

Plutarco escreve sobre CATÃO DE ÚTICA

mapa roma itália


SUMÁRIO DA VIDA DE CATÃO DE ÚTICA

Nascimento e primeiros traços do caráter de Catão. II. Gênero de seu espírito, sua docilidade. III. Sua intrepidez e constância. IV. Defende o pudor de uma criança de sua idade. V. Estima que as crianças tinham por êle. VI. Lastima não lhe terem dado uma espada para matar Sila. VII. Sua amizade por seu irmão. VIII. Entrega-se ao estudo da filosofia moral e política. IX. Sobe pela primeira vez à tribuna. X. , Enrijece seu corpo para defendê-lo de toda sorte-, de fadigas. XI. Passa uma grande parte da noite conferenciando^com filósofos. XII. Afeta uma maneira de viver toda oposta aos costumes e usos de seu tempo. XIII. Desposa Atília. XIV. Campanhas de Catão sob a direção do pretor Gélio. XV. Como disciplina a legião que comanda. XVI. Procura o filósofo Atenodoro. XVII. Honras fúnebres que rende ao seu irmão Cipião. XVIII. Visita a Asia; sua maneira de viajar. XIX. É testemunha das honras que rendem a Demétrio, liberto de Pompeu. XX. Acolhida que Pompeu faz a Catão. XXI. Recusa os presentes do rei Dejotaro. XXII. É nomeado questor. XXIII. Severidade de sua administração nesse cargo. XXV. Paz condenar aqueles que haviam morto os cidadãos proscritos por Sila. XXVI. Assiduidade de Catão em suás funções. XXVII. Anula uma doação registrada por Marcelo. XXVIII. Fiscaliza os livros onde estavam as contas da renda pública desde Sila. XXDX. Declara que não trataria de nenhum negócio nos dias de funcionamento do Senado. XXX. Sua grande reputação; o nome de Catão passa aos provérbios. XXXI. Vai a Lucânia. XXXII. Volta a Roma para solicitar o tribunato. XXXIII. Acusa Murena. XXXIV. Serviços que presta a Cicero no caso de Catilina.

XXXV. Determina o Senado a pronunciar a morte contra os jurados.

XXXVI. Irmãs e mulheres de Catão. XXXVII. Catão declara no Senado que não suportaria nunca a entrada de Pompeu com seu exército em Roma. XXXVIII. Intrepidez com a qual se apresenta perante a assembléia do povo. XXXIX. Murena leva-o ao templo de Castor e de Pólux. XL. Metelo, não tendo conseguido fazer passar seu decreto, vai encontrar Pompeu na Ásia. XLI. Catão faz conceder o triunfo a Lúculo. XLII. Recusa casar suas duas sobrinhas com Pompeu e com seu filho. XLIII. Aliança e intrigas de César e de Pompeu. XLIV. Catão jura, à solicitação de Cicero, a execução de uma lei agrária. XLV. César faz prender Catão para levá-lo à prisão e o faz pôr em liberdade por um tribuno. XLVI. Catão é enviado a Chipre. XLVII. Bons conselhos que dá a Ptolomeu, rei do Egito. XLVIII. Paz vender os móveis de Ptolomeu, rei de Chipre. XLIX. Indispõe-se com Municio. L. Reconcilia-se com este. LI. Como Catão traz a Roma o dinheiro proveniente da venda em Chipre. LII. Honras que lhe fazem à sua chegada. LIII. Contradiz Cícero, que pretende anular o tribunato de Cláudio. LIV. Catão anima Domício a pedir o consulado em concorrência com Pompeu e Crasso. LV. Pede-o êle mesmo, mas não obtém a pretoria. LVI. Opõe-se à divisão das províncias que Trebônio queria outorgar a Pompeu e a Crasso. LVII. Inúteis representações de Catão a Pompeu. LVIII. Decreto que faz passar pelo Senado para verificar os meios empregados para se fazerem eleger. LIX. Condição que faz estabelecer aos candidatos para os impedir de comprar os sufrágios. LX. Inveja que excita a virtude de Catão. LXI. Catão acusa abertamente Pompeu de aspirar o poder soberano. LXII. Faz nomear Faônio edil e o faz observar maior simplicidade nos jogos que proporciona ao povo. LXIII. É favorável à nomeação de Pompeu como cônsul, sozinho. LXIV. Severidade de Catão nos julgamentos. LXV. Põe-se na fila para solicitar o consulado; mas tem mau êxito. LXVI. Revela ao Senado todos os projetos de César. LXVII. Aconselha a repor todos os negócios nas mãos de Pompeu. LXVIII. Pompeu e Catão saem de Roma. LXIX. Bons conselhos que Catão dá a Pompeu. LXX. Porque Pompeu não lhe dá o comando de sua frota. LXXI. Vitória de Pompeu devida às exortações de Catão. LXXII. Pompeu deixa Catão em Dirráquio para guardar suas bagagens. LXXIII. Depois da batalha de Parsália, Catão passa à Africa, LXXIV. Vai se reunir a

Cipião e Varus. LXXV. Encarrega-se de guardar a cidade de Útica. LXXVI. Recebe a notícia da derrota de Cipião. LXXVII. Reanima a coragem dos romanos que estavam em sua companhia. LXXIX. A maioria muda logo de opinião. LXXX. Recusa a proposição de matar ou expulsar todos os habitantes de Útica. LXXXI. Cuidados e passos de Catão para salvar os senadores que estão com êle. LXXXII. Recusa a diligência que trezentos comerciantes romanos estabelecidos em Titica queriam tentar em seu favor junto de César. LXXXIII. Faz partir os senadores e provê a segurança de sua fuga. LXXXIV. Recusa o oferecimento que Lúcio César lhe faz, em solicitar graças a César por êle. LXXXV. Entretenimento filosófico de Catão durante seu jantar. LXXXVI. Reclama sua espada. LXXXVII. Indigna-se contra os esforços que fazem para o animar a conservar sua vida. LXXXVIII. Mata-se. LXXXIX. Belas palavras de César tomando conhecimento da morte de Catão. XC. Morte de Catão, seu filho.

Desde o ano 660 até o ano 708 de Roma; A. C. 46.

O Século XIX – História da Arte

Pierre du Columbier – História da Arte – Cap. 13 – O Século XIX

Tradução de Fernando Pamplona. Fonte: Editora Tavares Martins, Porto, Portugal, 1947.

O meio romano

 UM observador houvera podido conjecturar, em meados do século XVIII, que a Itália,e particularmente Roma iam retomar a direcção das artes, que lhes pertencera durante tanto tempo, e que a opinião geral estava inteiramente disposta a atribuir-lhes de novo. Reinava, com efeito, nessa cidade um estado de espírito que lembra, guardadas as devidas proporções, o do século xvi. De novo se descobria o antigo. Esta fermentação é por vezes relacionada com as escavações recentemente executadas em Pompeia e Herculano. Elas não lhe são estranhas e concebe-se o choque que produziu a vida íntima da Antiguidade de súbito revelada à luz do dia; no entanto, este género de explicação é demasiado fácil, assim como os achados arqueológicos feitos três séculos atrás não bastavam para justificar a Renascença. Trata-se antes de um episódio desseeterno movimento pendular que faz com que a um período de frivolidade suceda um período severo, a um período de liberdade um período de disciplina. A reacção contra o barroco tinha de vir: agarrou-se ela á antiguidade romana e etrusca, visto que a antiguidade grega continuava a ser quase por completo ignorada.

A Arte na Europa no Século XVIII – História da Arte

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

Preponderâcia francesa   O papel de mestra das artes que aItália assumira havia dois séculos,passa de facto, durante o século xviii, para a França. A mudança opera-se de maneira mais prática do que teórica. Porque esta França tão imitada não cessa de enviar os seus artistas à Academia fundada por Colbert em Roma e de venerar os gigantes da Renascença. É certo que se não abstém de criticar os seus sucessores e particularmente esse espírito barroco cujos êxitos, entre nós, foram sempre passageiros e se limitaram a actividades menores, como a ourivesaria ou o mobiliário, não sem incorrer aliás nas condenações severas de muitos artistas.

A Arte Europeia no Século XVII – História da Arte

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

Pierre du Columbier – História da Arte 

A Arte Europeia no Século XVII

CONTRARIAMENTE ao que se imagina por vezes sem razão e a despeito da emancipação, em toda a Europa, de escolas nacionais que brilham com o mais vivo fulgor, o primado da arte Galiana não foi seriamente abalado no século xvii. A bem dizer, não dispõe já de artistas da estatura dos grandes do século precedente, mas apresenta ainda alguns mais do que estimáveis — e foram eles que, em grande parte, determinaram as modas de pintar e de sentir da época.

Quando se procura definir o que distingue, nas artes, o século xvii do seu predecessor, acham-se duas palavras de que se abusou enormemente nestes últimos anos e de que importa usar com grandes precauções: «Contra-Reforma» e «Barroco». A primeira delas é relativa a um aspecto moral, a segunda a um aspecto plástico.

Contra-Reforma

Teseu – Vidas dos Homens Ilustres de Plutarco

Arte etrusca

SUMÁRIO DA VIDA DE TESEU

I. Começo dos tempos verdadeiros da História. II. Relações do Teseu e Rômulo. III. Nascimento de Teseu. V. Viagem a Delfos. VII. Admiração por Hercules. X. Primeiros combates contra os Bandidos. XVI. Chegada a Atenas. XVI. Parte para ir combater o touro de Maratona. XVIII. Tributo de filhos que Minos, rei de Creta, impusera a Atenas. XIX. Teseu vai a Creta, combate o Minotauro e isenta os Atenienses do tributo. XXIV. Morte de Ariadne. XXV. Na volta da ilha de Creta, Teseu passa a Delos. Origem da dança do Grou. XXVI. Teseu retorna a Atenas, celebra as obséquias do pai e sobe ao trono. XXVII. Barco de Teseu conservado durante mais de nove séculos. XXVIII. Reúne os habitantes da Ática num corpo de cidade em Atenas. Instituição da festa das Panatenéias. XXIX. Leis e polícia de Atenas. XXX. Estabelecimento dos Jogos ístmicos. XXXI. Viagem de Teseu ao Ponto Euxino. A amazona Antíope. XXXIII. Combate das Amazonas. XXXVI. Fedra, esposa de Teseu. Hipólito, filho de Antíope. XXXVIII. Amizade de Teseu e Pirítoo. Combate dos Lápitas e Centauros. XXXIX. Rapto de Helena. XLI. Os Tindáridas Castor e Pólux vêm pedi-la de novo. Origem da Academia. XLII. Menesteu intriga em Atenas contra Teseu. XLIII. Regresso àquela cidade. Revoltas e sedições. Teseu faz imprecações contra os Atenienses e retira-se para a ilha de Ciros. XLIV. Morre. XLV. Os ossos são transportados para Atenas. XLVI. Sacrifícios em sua honra.

Desde o ano de 1249 até ao ano de 1199 antes de Jesus Cristo; 423 anos antes da primeira Olimpíada.

Plutarco AS VIDAS DOS HOMENS ILUSTRES GREGOS E ROMANOS

TESEU

Biografia do romano MARCO ANTÔNIO por Plutarco – Vidas Paralelas

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Ebook completo contendo a Vida de Marco Antônio, célebre militar e político romano, contada por Plutarco em mais um episódio das Vidas Paralelas.
SUMÁRIO DA VIDA DE MARCO ANTÔNIO
Nascimento e educação de Antônio. II. Suas relações com Clóclio e Cúrio. III. Serve sob Gabínio contra os judeus. IV. Incita Gabínio a restaurar Ptolomeu no trono. V. Costumes de Antônio. VI. Sua liberalidade. VII. Toma o partido de César. VIII. Foge com Quinto Cássio para César. IX. Insolências e de-vassidão de Antônio,, durante a ausência de César. X, Leva auxílio a César. XI. Comanda a ala esquerda do exército de César na batalha cie Farsalia. XII. Resiste abertamente a Dolabela que propunha a abolição universal das .dívidas. XIII. Indecências e licenciosidades da vida de Antônio. XIV. Casa-se com Fúlvia. XV. Honras que César lhe confere, desprezando-o. XVI. Oferece o diadema a César na festa das Lupercais. XVII. Procedimento de Antônio depois da morte de César. XVIII. Profere a oração fú­nebre de César. XIX. Otávio pede-lhe a sucessão de César. XX. Otávio, ajudado por Cícero faz declarar Antônio inimigo da pátria. XXI. Corajosa paciência de Antônio na sua adversidade. XXII. O exército de Lépido entrega-se a êle. XXIII. Triunvirato. XXIV. A ira principal cai sobre Antônio. XXV. Vai com Otávio fazer guerra a Bruto e a Cássio. XXVI. Viagem de Antônio à Grécia. XXVII. Insolència de seu proceder na Ásia. XXVIII. Considera­ções que lhe faz Hibreas sobre a imposição exorbitante que dlfl exigia da Ásia. XXIX. Gosto de Antônio pela zombaria; a liberdade com que êle permite os gracejos contra êle mesmo, ajudava a OU gana-Io. XXX. Manda ordem a Cleópatra de lhe vir prestar con tas de seu procedimento. XXXI. Comitiva na qual Cleópatra chega a Antônio. XXXII. Entrevista de Antônio e Cleópatra XXXIII. Maneira de viver de Antônio e Cleópatra. XXXIV Presentes magníficos feitos pelo filho de Antônio ao médico Pilotai XXXV. Habilidade de Cleopatra para cativar Antônio. XXXVI. Gracejo que ela lhe faz em uma pescaria. XXXVII. Antônio parte para a Itália. XXXVIII. Sua reconciliação com Otávio. XXXIX. Congraçamento de Otávio e Antônio com Sexto Pompeu. XL. Antônio parte para a Grécia. XLI. Vitória? de Ventídio, lugar -tenente de Antônio, contra os partos. XLII. Antônio volta a Atenas. XLIII. Antônio desavém-se com Otávio. Otávia os faz reconciliarem-se. XLIV. Antônio prende-se novamente nas cadeias de Cleopatra. XLV. Empreende a guerra contra Fraortes. rei dos partos. XLVI. Imprudente precipitação de Antônio. XLVII. Seu lugar-tenente Taciano é cortado em pedaços com dez mil homens. XLVIII. Inútil vitória de Antônio sobre os partos. XLIX. Levanta-se o cerco de Fraortes. L. Estratagema de Fraortes para surpreender Antônio, inspirando-lhe confiança. LI. Antônio prepara-se para voltar pelo caminho pelo qual tinha vindo. LII. Um mareio vem avisá-lo das emboscadas que os partos lhe preparavam. LIII. Aparecem os partos. Escaramuças de parte a parte. LIV. Vantagem considerável qus os partos levam por causa da temeridade de Flávio Gallo. LV. Elogio do proceder de Antônio depois deste fato. LVI. Tornam a aparecer os partos. LVII. São repelidos. LVIII. -A fome penetra no exército de Antônio. LIX. Novo estratagema dos partos para enganar Antônio. LX, Mitrídates o adverte sobre isso. LXI. Os partos perseguem o exército romano. LXH. Tumulto no exército de Antônio. LXIII, o exército passa um rio e os partos se retiram. LXIV. Como Antônio perdeu o mundo nessa expedição. LXV. Leva Artabase em triunfo a Alexandria. LXVI. Impaciência de Antônio, para se unir a Cleopatra. LXVII. Novos projetos de Antônio para levar a guerra, contra os partos. LXVIII. Otávio embarca para ir se encontrar com Antônio. LXIX. Manejos de Cleopatra para prender ainda mais a Antônio. LXX. O proceder de Antônio para com Otávio torna-o odioso. LXXI, Reinos divididos por Antônio e Cleopatra e a seus filhos. LXXII. Começo do rompimento entre Otávio e Antônio. LXXIII. Antônio parte para a guerra com Cleopatra. LXXIV. Seu proceder a caminho. LXXV. Falta que Antônio comete dando a Otávio o tempo de se preparar para a guerra. LXXVI. Queixas espalhadas contra Antônio. Seus amigos o deixam. LXXVII. Presságios funestos para Antônio. LXXVIII. Forças de Antônio e Otávio, respectivamente. LXXIX. Desafios de Antônio e de Otávio. LXXX. Domício deixa Antônio, para passar para o lado de Otávio. LXXXI. Canídio aconselha Antônio a combater por terra. LXXXII. Cleópatra o move a preferir uma batalha naval. LXXXIII. Enfrentam-se os exércitos. LXXXIV. Trava-se o combate. LXXXV. Cleópatra foge. Antônio segue-a. LXXXVI. Ceia com ela. LXXXVII. Ordena a Canidio de voltar à Ásia, pela Macedônia. LXXXVIII. Bela resistência de seu exército por mar e por terra. LXXXIX. Esgotamento a que Antônio tinha reduzido a Grécia. XC. Desespero de Antônio. XCI. Digressão sobre Timon, o Misantropo. XCII. Encontro de Antônio com Cleópatra. Luxo e delícias de sua vida. XCIII. Experiência que Cleópatra faz com diversos venenos. XCIV. Negociações entre Antônio e Cleópatra na presença de Otávio. XCV. Suspeitas de Antônio contra Cleópatra. XCVI. Cleópatra manda levar todas as suas riquezas a um túmulo. XCVII. Otávio sitia Alexandria. XCVIII. Antônio vencido e traído. XCIX. Atravessa-se com sua espada. C. Paz que o levem ao túmulo onde Cleópatra estava encerrada. Sua morte. Cl. Otávio envia Proculeio para se apoderar da pessoa de Cleópatra. CII. Entra no túmulo, agarra-a e a desarma. CHI. Honra que Otávio presta ao filósofo Arrio. CIV. Sepultamento de Antônio. CV. Cleópatra propõe ao seu médico ajudá-la a se livrar da vida. CVI. Visita de Otávio a Cleópatra. CVII. Ofertas fúnebres de Cleópatra sobre o túmulo de Antônio. CVIII. Sua morte. CIX. Divergências na narração da sua morte. CX. O que foram os filhos de Antônio depois dele

PARALELO ENTRE PIRRO E MÁRIO – Plutarco – Vidas Paralelas

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PARALELO ENTRE  PIRRO  E MÁRIO – Por Du Haillan Baseado na tradução em francês de Amyot, com notas de Clavier, Vauvilliers e Brotier. Tradução brasileira de José Carlos Chaves. Fonte: Ed. das Américas I. Para rematar devidamente as Vidas de Pirro e de Mário, resta estabelecer um paralelo entre elas, o que, por acaso, poderá … Ler maisPARALELO ENTRE PIRRO E MÁRIO – Plutarco – Vidas Paralelas