TERCEIRA ÉPOCA OU PERÍODO DE TRANSFORMAÇÃO ROMÂNTICA — POESIA (1830-1870)
CAPITULO I
O ROMANTISMO
O momento histórico aberto agora diante dos olhos dos leitores, o romantismo, representa só por si quase toda a literatura do século XIX, e, todavia, ainda não tem sido bem apreciado. Distendido entre dous inimigos, dous rivais poderosos, tem levado golpes à direita e à esquerda. Nós os homens do último quartel do século não assistimos à sua luta com o classismo, pugna brilhante de que saiu vitorioso: presenciamos em compensação seu pelejar com o naturalismo e dez outras teorias, que o pretenderam definitivamente enterrar.
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PLUTARCO – VIDAS PARALELAS COMPARAÇÃO ENTRE AS VIDAS DE PAULO EMÍLIO E TIMOLEON Tais foram estes personagens, segundo o que se encontra nas suas histórias. É evidente que, conferindo um com o outro, não encontraremos muita diferença nem dissimilitude entre eles, pois as campanhas que conduziram foram contra grandes e famosos adversários, um contra os [...]
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Plutarco – Vidas Paralelas
Ebook da Biografia de ARATO
Desde o segundo ano da 127.ª olimpíada, até o terceiro ano da 141.ª. antes de Cristo, ano 214.
- Por que Plutarco dedica a Vida de Arato a Polícrates.
- II. Arato, criança, salvo das mãos de Abântidas.
- III. Exercícios a que se entrega na sua juventude.
- IV. Nicocles apodera-se do poder em Sicíone depois da morte de Abântidas.
- V. Arato toma a deliberação de dar a liberdade à sua pátria.
- VI. Determina tentar a escalada da cidade.
- VII. Preparativos: como êle engana as sentinelas e os espiões de Nicocles.
- VIII. Põe-se em marcha.
- IX. Embaraço que lhe causam alguns cães e as patrulhas da cidade.
- X. Apodera-se da cidade, Nicocles foge.
- XI. Êle associa Sicíone à liga dos acaios.
- XII. Caráter de Arato.
- XIII. Sua moderação e liberalidade.
- XIV. Vai ao Egito.
- XV. História do quadro de Aristrato.
- XVI. Arato restabelece a concórdia entre seus concidadãos.
- XVII. Antígono procura indispô-lo com Ptolomeu.
- XVIII. Determina apoderar-se da cidadela de Corinto.
- XIX. Importância dessa praça.
- XX. Como Antígono se tinha apoderado dela.
- XXI. Ergino promete entregá-la a Arato, mediante 50 talentos.
- XXII. Arato empenha seus objetos de valor para reunir a importância.
- XXIII. Como a empresa pensou terminar.
- XXIV. Arato entra na cidade de Corinto.
- XXV. Ataca a fortaleza.
- XXVI. Toma-a.
- XXVII. Convence os coríntios a entrar na liga dos acaios.
- XXVIII. Outros feitos de Arato.
- XXIX. Grande autoridade que êle obtém na liga dos acaios.
- XXX. Determina libertar Argos da tirania de Aristômaco.
- XXXI. Aristômaco é morto. Aristipo se põe em seu lugar.
- XXXII. Vida miserável deste tirano.
- XXXIII. Arato tenta apoderar-se de Argos, de surpresa.
- XXXIV. Inutilmente tenta apoderar-se dela à força.
- XXXV. Bate Aristômaco, que é morto.
- XXXVI. Esta vitória restabelece a sua reputação.
- XXXVII. Lisíadas, tirano de Megalópolis, deixa a tirania e anexa sua cidade à liga dos acaios.
- XXXVIII. Lisíadas, antes muito estimado; perde o seu crédito.
- XXXIX. Vitória de Arato, conquistada sobre os etólios em Palene.
- XL. Singular aventura no templo de Diana.
- XLI. Tenta surpreender o Pireu.
- XLII. Paz entregar o Pireu aos atenienses.
- XLIII. Paz Aristômaco segundo entrar na liga dos acaios.
- XLIV. Surpreende Mantinéia.
- XLV. Morte de Lisíadas: descrédito em que este fato faz Arato cair.
- XLVI. Êle recusa a preteria.
- XLVII. Reflexões sobre o proceder de Arato.
- XLVIII. Impede a Cleômenes entrar na liga dos acaios. Conseqüências funestas deste fato.
- XLIX. Êle torna-se odioso, fazendo castigar os que tinham ligações com Cleômenes.
- L. Os coríntios querem-se apoderar da sua pessoa. Êle lhes escapa.
- LI. Recusa os vantajosos oferecimentos de Cleômenes.
- LII. Chama Antígono em auxílio dos acaios.
- LIII. Honrosa maneira com que Antígono o trata.
- LIV. Êle retoma Argos de Cleômenes.
- LV. Diversas censuras feitas a Arato.
- LVI. Seu proceder com relação à cidade de Mantinéia, inescusável.
- LVII. É vencido pelos etólios, perto de Cáfias.
- LVIII. Prestígio de Arato perante Felipe.
- LIX. Felipe muda de proceder.
- LX. Arato convence-o a entregar Itome aos messênios.
- LXI. Arato retira-se da corte de Felipe.
- LXII. Felipe fá-lo envenenar.
- LXIII. É enterrado em Sicíone. Honras fúnebres que lhe prestam.
- LXIV. Como o céu castigou Felipe por seu crime.
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Ebook online com o capítulo com a vida e a história de Públio Cornélio Cipião Africano, dito o Velho (em latim Publius Cornelius Scipio Africanus abrev. P·CORNELIVS·P·F·L·N·SCIPIO·AFRICANVS¹, 236 a.C. – 183 a.C.) por Plutarco em suas Vidas Paralelas.
SUMÁRIO DA VIDA DE CIPIÃO, O AFRICANO
- Sobre a família de Cipião.
- II. Grandes exemplos de virtude que Cipião dá na sua juventude.
- III. Ê nomeado procônsul na Espanha.
- IV. Elogio de Cipião.
- V. Primeiros feitos de Cipião, a sua chegada na Espanha.
- VI. Cerca e toma Cartagena.
- VII. Continência de Cipião.
- VIII. Derrota a Asdrúbal.
- IX. Tomada de Aurinx.
- X. Cipião vence o outro Asdrúbal e Magon.
- XI. Vai à África onde faz aliança com Sífax.
- XII. Perturbações causadas por uma enfermidade de Cipião.
- XIII. Como êle castiga os chefes de uma rebelião suscitada entre os soldados.
- XIV. Derrota Man dônio e Indibile.
- XV. Entrevista e aliança entre Cipião e Massi nissa.
- XVI. Cipião volta a Roma.
- XVII. É nomeado cônsul.
- XVIII. Passa para a Sicilia.
- XIX. Como conquista o coração dos sicilianos.
- XX. O negócio de Plemínio.
- XXI. O senado manda uma comissão para examinar o proceder de Cipião.
- XXII. Embaixadores de Sífax a Cipião.
- XXIII. Passa para a Africa.
- XXIV. Obtém uma vitória contra Hanno.
- XXV. Como Cipião vem a saber das condições do acampamento de Sífax e de Asdrúbal.
- XXVI. Derrota a ambos, completamente.
- XXVII. Nova vitória de Cipião.
- XXVIII. Sífax é ainda vencido e feito prisioneiro.
- XXIX. Massinissa casa-se com Sofonisba e manda-lhe veneno.
- XXX. Aníbal volta à Africa. XXXI. É vencido em Zama por Cipião.
- XXXII. Cipião concede a paz aos cartagineses.
- XXXIII. Triunfo de Cipião.
- XXXIV. Cipião nomeado continuamente príncipe do senado.
- XXXV. Cipião faz tocar a seu irmão Lúcio a província da Asia, oferecendo-se paru ser seu legado.
- XXXVI. Elogio da piedade fraterna e filial dl Cipião.
- XXXVII. Antíoco restitui a Cipião, seu filho que tinha sido feito prisioneiro.
- XXXVIII. Antíoco dá combate aos romanos
- XXXIX. Condições com as quais Cipião concede a paz.
- XL. Cipião chega ao auge das honras.
- XLI. Acusado por dois tribunos do povo; como êle se defende.
- XLII. Retira-se para Linterno.
- XLIII Filhos de Cipião.
- XLIV. Morte de Cipião.
- XLV. Seu elogio.
Desde o ano 520, mais ou menos, até o 571 de Roma, antes de Cristo, ano 183. Comparação entre Aníbal e Cipião.
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OBSERVAÇÕES SOBRE A VIDA DE ALEXANDRE, O GRANDE CAP. V, pág. 17. No grego está a palavra hécatombeon. Nós ja dissemos que esse mês ático corresponde, para a maior parte, não ao mês de junho, mas ao de julho; pois começava na lua nova mais próxima do solsticio de verão, antes ou depois do solsticio, [...]
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Online completo o ebook Profissão de fé do vigário saboiano de Jean-Jacques Rousseau, filósofo francês. O livro é parte integrante do tratado sobre Educação Emílio e trata dos princípios da religião natural de Rousseau.
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