Lendas Matogrossenses Cristãs – A imagem de nossa Senhora do Livramento

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NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO Isto se dera no venturoso povoado, hoje Vila do Livramento, rodeado de ribeiros e regatos, atacado de águas e matacões penetrantes. Empolgado, ao Sudoeste, pelos cerros ondulosos que derivando da fonte perenal do Bamba, vão encrespando quase toda a região benéfica e produtiva que se expande entre os Cocais e o … Ler maisLendas Matogrossenses Cristãs – A imagem de nossa Senhora do Livramento

Uma lenda do Popol-Vuh (Livro Sagrado Maia – Guatemala)

Uma lenda do Popol-Vuh (Guatemala)

os AVÓS

ENTÃO não havia gente, nem animais, nem árvores, nem pedras, nem nada. Tudo era terra agreste, desolada e sem limites. Sobre as planícies o espaço jazia, imóvel, enquanto que, sobre o caos, descansava a imensidade do mar. Nada estava junto nem ocupado. O de baixo não tinha semelhança com o de cima. Coisa alguma via-se de pé. Sentia-se apenas a tranqüilidade surda das águas, que pareciam despenhar-se no abismo. No silêncio das trevas viviam os deuses chamados: Tepeu, Gucumatz, e Hurakan, cujos nomes guardam os segredos da criação, da existência e da morte, da terra e dos seres que a habitam.

Alcibíades, por Plutarco

Arte etrusca

SUMÁRIO DA VIDA DE ALCIBÍADES   Desde o quarto ano da octogésima quarta olimpíada até o primeiro ano da nonagésima quarta; 404 anos A. C. Plutarco – Vidas Paralelas ALCIBÍADES Antiguidade e nobreza da casa de Alcibíades. A raça de Alcibíades, do lado de seu pai, descendia, na antiguidade, de Eurisace, filho de Ajax, e … Ler maisAlcibíades, por Plutarco

CIPIÃO, O AFRICANO | Plutarco – Vidas Paralelas

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Ebook online com o capítulo com a vida e a história de Públio Cornélio Cipião Africano, dito o Velho (em latim Publius Cornelius Scipio Africanus abrev. P·CORNELIVS·P·F·L·N·SCIPIO·AFRICANVS¹, 236 a.C. – 183 a.C.) por Plutarco em suas Vidas Paralelas.

SUMÁRIO DA VIDA DE CIPIÃO, O AFRICANO

  • Sobre a família de Cipião.
  • II. Grandes exemplos de virtude que Cipião dá na sua juventude.
  • III. Ê nomeado procônsul na Espanha.
  • IV. Elogio de Cipião.
  • V. Primeiros feitos de Cipião, a sua chegada na Espanha.
  • VI. Cerca e toma Cartagena.
  • VII. Continência de Cipião.
  • VIII. Derrota a Asdrúbal.
  • IX. Tomada de Aurinx.
  • X. Cipião vence o outro Asdrúbal e Magon.
  • XI. Vai à África onde faz aliança com Sífax.
  • XII. Perturbações causadas por uma enfermidade de Cipião.
  • XIII. Como êle castiga os chefes de uma rebelião suscitada entre os soldados.
  • XIV. Derrota Man dônio e Indibile.
  • XV. Entrevista e aliança entre Cipião e Massi nissa.
  • XVI. Cipião volta a Roma.
  • XVII. É nomeado cônsul.
  • XVIII. Passa para a Sicilia.
  • XIX. Como conquista o coração dos sicilianos.
  • XX. O negócio de Plemínio.
  • XXI. O senado manda uma comissão para examinar o proceder de Cipião.
  • XXII. Embaixadores de Sífax a Cipião.
  • XXIII. Passa para a Africa.
  • XXIV. Obtém uma vitória contra Hanno.
  • XXV. Como Cipião vem a saber das condições do acampamento de Sífax e de Asdrúbal.
  • XXVI. Derrota a ambos, completamente.
  • XXVII. Nova vitória de Cipião.
  • XXVIII. Sífax é ainda vencido e feito prisioneiro.
  • XXIX. Massinissa casa-se com Sofonisba e manda-lhe veneno.
  • XXX. Aníbal volta à Africa. XXXI. É vencido em Zama por Cipião.
  • XXXII. Cipião concede a paz aos cartagineses.
  • XXXIII. Triunfo de Cipião.
  • XXXIV. Cipião nomeado continuamente príncipe do senado.
  • XXXV. Cipião faz tocar a seu irmão Lúcio a província da Asia, oferecendo-se paru ser seu legado.
  • XXXVI. Elogio da piedade fraterna e filial dl Cipião.
  • XXXVII. Antíoco restitui a Cipião, seu filho que tinha sido feito prisioneiro.
  • XXXVIII. Antíoco dá combate aos romanos
  • XXXIX. Condições com as quais Cipião concede a paz.
  • XL. Cipião chega ao auge das honras.
  • XLI. Acusado por dois tribunos do povo; como êle se defende.
  • XLII. Retira-se para Linterno.
  • XLIII Filhos de Cipião.
  • XLIV. Morte de Cipião.
  • XLV. Seu elogio.

Desde o ano 520, mais ou menos, até o 571 de Roma, antes de Cristo, ano 183. Comparação entre Aníbal e Cipião.

DOMINGOS DOS REIS QUITA

DOMINGOS DOS REIS QUITA (Lisboa, 1726-1770). As suas obrascompreendem éclogas, odes, sonetos, outras poesias miúdas, o drama pas-toral Licore; e quatro tragédias, uma das quais, Castro, foi aproveitadapor João Batista Gomes para a sua Nova Castro. Quita foi membro da Arcádia Ulisiponense, sob o nome de Alcino Micênio. Tinha a profissãode cabeleireiro e morreu paupérrimo. … Ler maisDOMINGOS DOS REIS QUITA

FREI HEITOR PINTO

FR. HEITOR PINTO, natural de Covilhã, faleceu em Toledo no ano de 1584, sendo incerta a data do seu nascimento. Era religioso da Ordem de S. Jerônimo e doutor em Teologia. Chamado a Madrid por Filipe II de Espanha, quando este se impôs como rei de Portugal, nem por isso aderiu à causa do triunfador, e antes exclamou: "El-rei Filipe bem me poderá meter em Castela; mas Castela em mim é impossível".

Sua obra mais conhecida é a Imagem da Vida Cristã, constituída de onze diálogos, e mui conceituada como excelente modelo de linguagem.