Consciência - Filosofia e Ciências Humanas

Textos no tema 'Filosofia da Mente & Psicologia'


01
abr

Intencionalidade e Naturalismo

Intencionalidade e Naturalismo

por André Joffily Abath

João Pessoa, 2000
Monografia de Conclusão do curso apresentada para
Universidade Federal da Paraíba
Centro de Ciências Humanas Letras e Artes
Departamento de Filosofia
PIBIC/CNPq

Intencionalidade e Naturalismo Autor: André Joffily Abath
Orientador: Prof. Dr. André Leclerc

Sumário

Introdução
Capítulo
I
[...]


10
fev

UMA ANÁLISE DA CONCEPÇÃO DE INTENCIONALIDADE DA MENTE DE JOHN R. SEARLE,

Veja mais

A estrutura dos estados intencionais na teoria da intencionalidade de Searle: breve introdução (2)
Ortega y Gasset e o raciovitalismo (2)
Heidegger: Kant e o Problema da Metafísica – Aula 6 (0)
A fenomenologia de Edmund HUSSERL, por Bochenski (22)
Sócrates, por Émile Bréhier (1)
Sêneca – Biografia e Pensamentos (2)
Resumo do Mito da Caverna de Platão – História [...]


12
nov

Eros e Logos: Marcuse crítico de Freud

Eros e Logos: Marcuse crítico de Freud
Michel Aires de Souzahttp://filosofonet.wordpress.com/

1.0. Introdução      
  O grande objetivo de Marcuse é unir no homem
razão e sensibilidade, sujeito e objeto, sonho e realização. Ele pretende
ativar necessidades orgânicas e biológicas que se encontram [...]


26
dez

A estrutura dos estados intencionais na teoria da intencionalidade de Searle: breve introdução

A ESTRUTURA DOS ESTADOS INTENCIONAIS
NA TEORIA DA INTENCIONALIDADE DE SEARLE: BREVE INTRODUÇÃO*

POR:
Ac. Rodrigo Canal (COFIL-UFSJ)

ORIENTADOR:
Prof. Dr. Florêncio de Souza Paz (DFIME-UFSJ)

CO-ORIENTADOR:
Prof. Dr. Paulo César de Oliveira (DFIME-UFSJ)

Resumo:

J. R. Searle (1932) é professor
da Universidade de Berkeley (Califórnia), e hoje um dos principais
representantes da Filosofia da Mente, e vem estudando afundo, nas últimas
décadas, os resultados das Neurociências. [...]


27
nov

Psicologia, o sujeito psicológico – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet

TERCEIRA   PARTE
O SUJEITO PSICOLÓGICO
152 Até agora, temos estudado apenas
fenômenos, propriedades, qualidades ou atividades diversas. Devemos agora
considerar o su­jeito destes fenômenos psicológicos. Porque é evidente
que todos eles supõem um sujeito, de que procedem, [...]


27
nov

A VIDA INTELECTUAL – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet

SEGUNDA  PARTE
A  VIDA  INTELECTUAL

132     
Da vida sensível à vida intelectual não existe simples continuidade. A atividade sensível
é limitada ao presente sensível imediato e desprovida desta universalidade que
define a inteligência racional do homem e [...]


27
nov

A VIDA SENSÍVEL – Curso de Filosofia de Jolivet – Psicologia

Curso de Filosofia – Régis Jolivet

PRIMEIRA PARTE
A  VIDA&n bsp;  SENSÍVEL

97       
Por vida sensível designa-se o
conjunto dos fenômenos cognitivos e dinâmicos determinados no
sujeito psicológico por excitações vindas dos objetos materiais
externos ou que têm por [...]


27
nov

PSICOLOGIA, introdução – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet

PSICOLOGIA
PRELIMINARES

Capítulo Primeiro

OBJETO,   MÉTODO   E   DIVISÃO   DA   PSICOLOGIA

ART. I.    OBJETO

88        Etimologicamente,
a Psicologia é o estudo da alma. Pode-se conservar sem inconveniente
esta [...]


05
mai

Imaginação Material Segundo Gaston Bachelard

Imaginação Material Segundo Gaston Bachelard (
por
Reinério Luiz Moreira Simões

Dissertação apresentada ao Programa
de Pós-Graduação em Filosofia da
Universidade do Estado do Rio de
Janeiro para obtenção de título de
Mestre em Filosofia
Orientadora:
Profª. Dra. Marly Bulcão L. Britto
Rio de Janeiro
Janeiro de 1999

BANCA [...]


09
fev

A psicogênese dos conhecimentos físicos e o problema da causalidade

A PSICOGÊNESE
DOS CONHECIMENTOS FÍSICOS E O
PROBLEMA DA CAUSALIDADE
por June
Müller
 Originalmente apresentado para
a cadeira de Tópicos Especiais em Teoria do Conhecimento na Universidade
de Brasília
 
 

Introdução

Piaget inicia o capítulo Réalité
et causalité 1
com a observação
de que o pensamento matemático consiste, em essência, em coordenar
as ações ou operações entre elas. Há
uma preocupação menor com o Real, no que se dá atenção
às [...]


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