Consciência - Filosofia e Ciências Humanas


05
ago

BIOGRAFIA DE CAIO MÁRIO – Plutarco – Vidas dos Homens Ilustres

I. Diversidade de costumes entre os romanos no que se refere aos nomes próprios. II. Austeridade do caráter de Mário. III. Suas primeiras campanhas: Cipião pressagia sua futura grandeza. IV. É nomeado tribuno do povo e faz aprovar uma lei sobre a maneira de votar. V. Malogra na sua pretensão à edilidade. Obtém a pretura, e é suspeitado de haver comprado sufrágios. VI. Altivez de sua resposta a Herê-nio, que se recusou a testemunhar contra êle, por ser seu patrão. VII. É absolvido, e vai comandar tropas na Espanha. VIII. Casa-se com Júlia, da família dos Césares. IX. Sun paciência na dor. X. Metelo escolhe-o como seu lugar -tenente na África. Conduta de Mário neste cargo. XI. Paz condenar Turpílio a morte. XII. Dirige-se a Roma, e pleiteia o consulado. XIII. Sua eleição. Elogios que faz de si mesmo. Injurioso desprezo que manifesta pela nobreza. XIV. Boco entrega Jugurta às mãos de Sila, questor de Mário. XV. Esta foi a origem do ódio entre Mário e Sila. XVI. Segundo consulado de Mário. XVII. Origem dos cimbros. XVIII. Sua coragem, suas vitórias. XIX. Tomam a decisão de atacar Roma. XX. Inútil
oposição à eleição de Mário. XXI. Seu triunfo, Morte de Jugurta. XXII. Partida de Mário para a guerra. Como acostumou seu exército à fadiga. XXIII. Aventura de Trebônio. Admirável conduta de Mário em relação a êle. XXIV. Mário é nomeado cônsul pela terceira o pela quarta vez. XXV. Manda abrir um novo canal para servir de embocadura ao Ródano. XXVI. o inimigo oferece lhe batalha, o que êle não aceita. XXVII. Como familiariza seus soldados com o aspecto medonho dos bárbaros. XXVIII.Queixas dos soldados de Mário, ansiosos
por serem levados ao combate. XXIX. Acerca de uma mulher síria que Ale trazia consigo, como profetisa. XXX. Diversos presságios e predições da vitória de Mário. XXXI. O inimigo levanta acampamento para seguir para a Itália e Mário o acompanha. XXXII Trava-se a batalha. XXXIII. Mário alcança a vitória. XXXIV. Os romanos mantêm-se em estado de alerta toda a noite seguinte. XXXV. Preparativos, de ambos os lados, para o segundo combate. XXXVI. Completa vitória obtida pelos romanos. XXXVII. Mário oferece um sacrifício, no decorrer do qual lhe trazem a notícia de que havia sido nomeado cônsul pela quinta vez. XXXVIII. Notícias enviadas sobre o exército de Catulo. XXXIX. Mário vai ao seu encontro. XL. Modificação introduzida por Mário no dardo. XLI. Formação por êle adotada para a batalha. XLII. Marcha do inimigo. XLIII. Trava-se a batalha. XLIV. Vitória completa dos romanos. XLV. Triunfo dos dois cônsules. XLVI. Refle-xões sobre o caráter de Mário. XLVII. Liga-se com Gláucias e Saturnino. XLVIII. Seu sexto consulado. XLIX. Velhaca-ria de Mário. L. Presta juramento, de acordo com a lei de Saturnino.
LI. Metelo recusa-se a prestar juramento. LU. É exilado. I.III. Infame complacência de Mário em relação a Saturnino. LIV. É obrigado a tomar as armas contra êle. LV. Saturnino é morto com seus cúmplices. LVI. Metelo é chamado. LVII- Mário segue para a Ásia. LVIII. Manda construir uma casa perto da praça pública. LIX. Começo da guerra dos aliados. LX. Conduta de Mário nesta guerra. LXI. Disputa o comando na guerra contra Mitrídates. LXT Violências de Sulpício em favor de Mário. LXIII. Mário é obrigado a sair de Roma. LXIV. O filho de Mário escape perseguição de seus inimigos. LXV. Fuga de Mário; sua desdita. LXVI. Velho presságio que anunciava a Mário sete consulados. LXVII. Mário
escapa a um novo perigo. LXVIII. Ele se oculta num pântano. LXIX. É proso. LXX. Ninguém ousa matá-lo. LXXI. É posto cm liberdade. LXXII Aporta na África. LXXIII. Sextílio ordena-lhe que se retire. LXXIV. Mário encontra-se com o filho. LXXV. Volta à Itália. LXXVI. Liga-se a Cina. LXXVII. Apodera-se do Janículo. LXXVIII. Morte de Otávio. LXXIX. Crueldades de Mário, após sua entrada em Roma. LXXX. Comuto é salvo pelos seus escravos. LXXXI. Morte de Marco Antônio, o orador. LXXXII. Morte de Catulo Lutácio. Horrores em Roma, LXXXIII. Mário é nomeado cônsul pela sétima vez. LXXXIV. Suas extremas inquietações. LXXXV. Mário adoece e morre. LXXXVI. Reflexões sobre a
ambição de Mário e seu apego à vida. LXXXVII. Exemplos contrários de Platão e de Antípatro. LXXXVIIL Reflexões sobre a maneira como os homens encaram sua fortuna. LXXXIX. Morte do filho de Mário.


25
jan

Fichamento do Capítulo XI do Leviatã de Thomas Hobbes

Fichamento e Resumo do Capítulo XI do Leviatã de Thomas Hobbes


12
ago

La Bruyère – Do Coração

DO CORAÇÃOBruyère
Tradução de J. Brito Broca e Wilson Lousada. Fonte: Clássicos Jackson.


um gosto na amizade pura que não podem co­nhecer os que nasceram medíocres.

A
amizade pode subsistir em pessoas de sexos dife­rentes, e mesmo isenta de toda
a grosseria; uma mulher, entretanto, olhará sempre um homem como homem, e,
reciprocamente, uma mulher como mulher. Esta [...]


10
fev

Discurso da Servidão Voluntário – La Boétie

Discurso da Servidão Voluntária

Etienne de La Boétie

    Homero conta que
um dia, falando em público, Ulisses disse aos gregos: “Não
é bom ter vários senhores, tenhamos um só”.

    Se tivesse dito
apenas: não é bom ter vários senhores, teria
sido tão bom que nada poderia ser melhor. Mas em vez disso, e com
mais razão, deveria ter dito que a [...]


10
fev

Cícero – Da Amizade

  CÍCERO – DIÁLOGO  SOBRE A AMIZADE
Tradução de José Perez
Extraído da edição da Editora Cultura Moderna
Capítulo I
DAS RAZÕES QUE DETERMINARAM A CÍCERO ESCREVER
SOBRE A AMIZADE
    Quinto Mucio, o aúguro, costumava falar sem cessar
de seu sogro, C. Lucio e, em suas narrativas, fiéis e cheias de graça, não
hesitava em lhe dar o nome de sábio. [...]


20
jan

AUTORITARISMO E DEMOCRACIA NO BRASIL ATUAL – CARA OU COROA: SOCIEDADE CIVIL E ESTADO

CARA OU COROA: SOCIEDADE CIVIL E
ESTADO
Ida Duclós
Originalmente apresentado na FFLCH/USP –

O conceito de sociedade civil tem se modificado conforme o contexto histórico
de cada época. Sua posição muda de lugar, pode ser peão ou rei, explicitar ou
[...]


21
fev

Máximas de Epitecto – 2

MÁXIMAS DE EPICTETO
Tradução de Alberto Denis
Compilação da 1ª Edição da
GRÁFICA E EDITORA EDIGRAF LTDA.
São Paulo, Brasil Col. Biblioteca de Autores Célebres

Material enviado por Tiago Tomasi
Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4 | Parte 5
72

           Se há uma [...]


27
nov

A VIDA SENSÍVEL – Curso de Filosofia de Jolivet – Psicologia

Curso de Filosofia – Régis Jolivet

PRIMEIRA PARTE
A  VIDA&n bsp;  SENSÍVEL

97       
Por vida sensível designa-se o
conjunto dos fenômenos cognitivos e dinâmicos determinados no
sujeito psicológico por excitações vindas dos objetos materiais
externos ou que têm por [...]


09
dez

A questão do Sentido em Albert Camus

A
questão do Sentido em Albert Camus
por Isabel Mª Magalhães R.L. Santos Maia

Índice

Nota biográfica

1-Introdução:
da questão do sentido ao sentido da questão

2-
As Núpcias

3-
O Exílio

4-
Angústia e nostalgia

5-
A solução do problema: a revolta

6-
Conclusão
7- Notas
8- Bibliografia

 
[...]


28
jan

O mito de Prometeu e Epimeteu segundo Ésquilo, Hesíodo e Platão

O mito de Prometeu e Epimeteu segundo
Ésquilo, Hesíodo e Platão.

por Miguel Duclós

1. Hesíodo e Ésquilo.

           
O mito de Prometeu é descrito na literatura clássica principalmente em Hesíodo.
Aparece nas duas obras do poeta, Teogonia e Os trabalhos e os Dias,
sendo que na segunda ele  é recontado e complementado. Afora Hesíodo,
outra obra importante, a tragédia [...]


29
jul

Aristóteles: – Biografia de Aristóteles e pensamentos de Aristóteles

Aristóteles

Aristóteles: biografia e pensamentos Aristóteles (384-322 a.C) foi um filósofo grego nascido na cidade de Estagira, na Calcídica, Macedônia, distante 320 quilômetros de Atenas. Essa cidade foi por muito tempo colonizada
pelos jônicos, e em virtude disto ali se falava um dialeto jônico. O nome do
pai de Aristóteles era Nicômaco, um médico. Aristóteles foi [...]


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