A baleia – resumo sobre a baleia

A baleia – resumo sobre a baleia As baleias são animais tímidos e pacíficos. Não atacam outros animais ou os navios, e só se voltam contra êles em defesa própria. Não lhes faltam inimigos que as obrigam a combater O mais cruel e encarniçado é o espadarte, cujo comprimento excede a quatro ou cinco metros. … Ler maisA baleia – resumo sobre a baleia

As tartarugas marinhas

As tartarugas marinhas Movidos pelo instinto de conservação, a maior parte dos ani­mais buscam *) ou preparam 2) abrigos para se resguardarem das Injúrias do tempo, e se defenderem dos ataques de seus inimigos. As aves escondem-se entre as fôlhas das árvores, ou nas concavidades dos troncos. Recolhem-se os quadrúpedes às espessuras das florestas, às … Ler maisAs tartarugas marinhas

Markheim – Robert Louis Stevenson – conto de crime

Markheim Robert Louis Stevenson Robert Louis Stevenson nasceu em Edinburgo, na Escócia, no ano de 1850 e, dedicando-se às letras, foi passar alguns anos na França. Desde cedo sentiu-se voltado para as descrições das paisagens e para os relatos me rais dos camponeses de sua terra natal. Homem de saúde delicada, viu-se obrigado a fixar-se … Ler maisMarkheim – Robert Louis Stevenson – conto de crime

A DANÇA – HISTÓRIA DA ARTE

HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893) CAPÍTULO VIII A DANÇA Enquanto a arte estatuária, de grande importância entre os povos civilizados, é quase insignificante entre as tribos mais primitivas, outra arte, a dança, teve outrora uma importância social de que hoje dificilmente podemos formar uma idéia. A dança moderna não passa de uma degeneração … Ler maisA DANÇA – HISTÓRIA DA ARTE

lenda de Catira – a índia amaldiçoada – mito dos bororós

catira india do riacho

CATIRA Foi há muitos anos atrás… No tempo em que a mamaurama se cobria de flores e os japins fabricavam seus ninhos feitos de fibras e cipós, finos, nas grimpas da maçaranduba gigantesca… Êle era lindo, o mais lindo de todos os jovens de sua tribo. Era forte e valente. Ninguém com mais destreza manejava … Ler maislenda de Catira – a índia amaldiçoada – mito dos bororós

A MADRE DO OURO – Lenda da Mineração em Poço da roda — Arredores de Bomfim – GO

garimpo escravo

A MADRE DO OURO Poço da roda — Arredores de Bomfim Bomfim é uma das mais antigas cidades de Goiás. Como suas irmãs mais velhas, Meia Ponte e Vila Boa de Goiás, guarda ainda, sob muitos aspetos, o cunho dos núcleos coloniais do século XVIII, com a sua inconfundível arquitetura reinol, estilo barroco, de feição … Ler maisA MADRE DO OURO – Lenda da Mineração em Poço da roda — Arredores de Bomfim – GO

Oxum e Xangô

XANGÔ

XANGÔ era um negro enorme e conquistador. Passeava de tribo em tribo, pelos sertões, apoderando-se das mulheres alheias. De uma feita, encontrando a velha Olobá, da família dos Orixás, sob a ardência do sol, pedindo chuva, Xangô forçou-a e viveu com ela.

A velha era uma delícia e a todos recomendava o amor desse varão, fazendo-lhe o leito de anecrepê e abamudá, de folhas olentes de manjericão.

Mas Xangô era moço, ardente, cheio de seiva, e logo se aborrecera de Olobá. Uma noite em que a velha descendente do céu adormecera, ameaçando-o com as cóleras de Orixalá, Xangô fugiu e começou pelo mundo uma vida de pesares e de lutas. Em cada canto surgia-lhe um inimigo, em cada tribo uma guerra. Xangô, corrido, pelos vastos sertões de onde as cobras erguiam as cabeças escamosas, chegou a limpar o suor no seu saiote de fogo, dizendo, com desespero:

— E mim fopão vi-lê!

PÍRAMO E ISBE

Mito antigo da Babilônia, uma das fontes para a história de Romeu e Julieta de Shakespeare, a história do amor impossível de dois jovens apaixonados.

Píramo era o mais belo jovem e Tisbe a mais formosa donzela de toda a Babilônia, onde Semíramis reinava. Seus pais ocupavam casas vizinhas, e a vizinhança aproximou os dois moços. O conhecimento amadureceu, fazendo-se amor.

É POSSÍVEL NATURALIZAR A CONSCIÊNCIA?

A partir da pergunta “é possível naturalizar a consciência?”, orienta-se do presente estudo. A resposta para tal questão é orientada na obra A Redescoberta da Mente (2006) do professor John Searle (Universidade da Califórnia).

A PEDERASTIA EM ATENAS NO PERÍODO CLÁSSICO: RELENDO AS OBRAS DE PLATÃO E ARISTÓFANES.


Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Goiás como requisito para obtenção do grau de Mestre em História.



Área de Concentração: Culturas, Fronteiras e
Identidades Linha de Pesquisa: História, Memória e Imaginários Sociais.


RESUMO
A PEDERASTIA EM ATENAS NO PERÍODO CLÁSSICO: RELENDO AS OBRAS DE PLATÃO E ARISTÓFANES.



Bastante conhecida no mundo acadêmico, a pederastia em Atenas praticada durante o período clássico, ainda se trata de um objeto mal interpretado, não recebendo seu caráter pedagógico e de formação social dos futuros eupátridas a devida atenção. O objetivo geral desta pesquisa encontra-se na análise da pederastia praticada em Atenas durante o século V a.C e início do século IV a.C. Para tanto, utilizamos como fontes os diálogos Lísis, O Banquete e Fedro do filósofo Platão e a comédia As Nuvens de Aristófanes, a fim de compararmos o modo como a relação entre erastas e erômenos figurava no imaginário social ateniense neste período.



Utilizamos os conceitos de imaginário e identidades que têm sido amplamente discutidos pela historiografia a partir das últimas duas décadas do século XX, buscando apresentar parte desta discussão e aplicá-la no estudo das relações pederásticas no recorte de nossa pesquisa. Além de demonstrar a importância desta relação para a formação do futuro cidadão ateniense, salientamos as principais características da pederastia a partir da leitura das obras de Platão e Aristófanes.

MARAVILHAS DA VIDA DOS INSETOS

MARAVILHAS DA VIDA DOS INSETOS

Henry Thomas

A dança-da-morte da mosca-de-maío

GOSTARÍEIS de viver apenas algumas horas? E’ essa toda a duração de vida da mosca-de-maio adulta (efêmera), esse inseto que serve de maravilhosa isca para pescar trutas. Em toda a sua vida, esse inseto vê apenas um nascer do sol, ou apenas um pôr-de-sol. No lodo, e entre as pedras dos leitos dos lagos e rios, podereis descobrir curiosos insetos rastejantes, que respiram por meio de duas fileiras de guelras, em forma de penas, que ondulam de ambos os lados do corpo. Essas estranhas criaturas sub-aquáticas são as môscas-de-maio ainda pequenas.

O mais espantoso a seu respeito é que podem viver muitos anos em seu retiro debaixo d‘água, mas apenas um dia no ar. De manhã bem cedo, ou numa tarde fria, esses pequenos insetos rastejantes principiam sua breve aventura na vida. Estão antecipando sua dança-da-morte. Dirigidos por alguma força desconhecida, sobem à superfície da água corrente. De repente, rompem-se-lhes as peles de alto a baixo, e uma criatura inimaginavelmente frágil surge debatendo-se. Há muitas centenas delas, frágeis e patéticos brinquedinhos do vento, arrebatadas e batidas por qualquer brisa que passa.

* A dança-da-morte da mosca-de-maío
* O balão dirigível da aranha
* A estranha orquestra dos grilos
* Como “ordenham” as formigas as suas “vacas”
* A maravilhosa história de uma cidade de formigas
* A admirável civilização das abelhas
* As fiandeiras de seda da China
* As estupendas explorações das borboletas
* Misteriosos costumes dos insetos
* Os campeões mundiais do salto em altura e do salto em largura
* Vida, morte e ressurreição da lagarta

O MUNDO MARAVILHOSO DAS AVES

O espantoso apetite das aves

Se um menino de dez libras comesse tanto quanto um filhote de corvo, durante um período de oito meses, no fim deste tempo o bebê pesaria mais de duzentas libras. Por aí podeis avaliar que as aves, especialmente os filhotes de aves, têm tremendo apetite. Um filhote de corvo come umas 280 grs. de alimento por dia, nas três primeiras semanas de sua vida. Isto soma cerca de treze libras ao todo. Seu cardápio consta de um banquete de muitos escaravelhos, atingindo a 2% de vezes seu próprio peso, uma multidão de gafanhotos igual a duas vezes seu próprio tamanho, uma quantidade de alpiste igual a um quinto de seu tamanho e uma sobremesa de cereais de um e um meio de seu próprio peso. Como acréscimo a esse enton-teoedor regime, o corvo come camondongos, caranguejos dos rios, lagartas, rãs, aranhas e pequenos mamíferos.

Alguns outros pássaros têm, porém, apetite por diferente espécie de alimento. O filhote de pintarroxo, por exemplo, come cerca de 4m,57 de vermes por dia. O pintassilgo escarlate ou tangará, um dos mais brilhantes de nossos pássaros vermelhos, é bem conhecido por consumir seiscentas e trinta lagartas em dezoito minutos, enquanto que o pintassilgo de papo amarelo do norte, no curto espaço de quarenta minutos, pode comer três mil e quinhentos pulgões. Examinando o estômago de pássaros mortos, descobriram os naturalistas que um cuco

AS OBRAS-PRIMAS DA ESCULTURA

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

O misterio da esfinge

"Ela é êle". Isso se diz frequentemente a alguém para confundi-lo a respeito de quem seja a esfinge e mesmo de onde seja. Gerações e gerações depois dos Faraós, os gregos usaram uma esfinge, com figura feminina, mas isso não é motivo para que o mundo não soubesse que, no Egito, a Suprema Esfinge é um homem. Não, não um homem, mas o homem, homem maravilhoso, homem todo-poderoso, Faraó, senhor do Alto e do Baixo Egito, filho do sol em cuja imagem foi infundido o espírito da antiga divindade, Harmakis.

Deveis aproximar-vos, portanto, da Esfinge, não com levianos gracejos, mas em silêncio. O camelo que vos conduz trota vagarosa e silentemente pelas areias de Gizeh. Sombria, ao longe, ergue-se a cidade do Cairo. O camelo levou-vos até a orla do plateau, do qual contemplais a face do mais maravilhoso mistério do mundo. Enquanto assim estais, olhando de frente a grande Esfinge, as pirâmides de Cheops e Chefren avistam-se do plateau. Que espetáculo de majestade e de mistério! Há 5.000 anos a imensa imagem da Esfinge foi esculpida na rocha. A princípio foi uma estátua completa, erguendo-se no espaço a uma altura de mais de 22 metros. Mas, pouco a pouco, o corpo da Esfinge se foi submergindo era Oceanos de areia, que tão completa e persistentemente têm os ventos de Gizeh lançado sobre o deserto, durante cinco mil anos. Somente algumas tentativas foram feitas para deter a areia. Em 1.400, antes de Cristo, quando o príncipe Tutmés foi caçar nas areias de Gizeh, adormeceu à sombra da Esfinge. A grande cabeça falou: "Tutmés, afasta as areias que quase me cobrem e fica sabendo que serás Faraó". E Tutmés obedeceu à ordem. Afastou as areias da Esfinge. Foi recompensado. Tornou-se Faraó. Em 1818, de nossa era, houve outra tentativa para retirar a areia dos "membros ocultos" da Esfinge. Mas, de novo, os anos que passaram carrearam montes e montes de sepultante areia, até que, afinal, em 1926, uma limpeza completa se fez. 

Conto infantil “O CAVALO VELHO”

GALHARDO era um cavalo de tiro já velho. Pertencia a um chacareiro, e havia trabalhado muitos anos a seu serviço.

O chacareiro, porém, estava disposto a vender sua propriedade e o comprador não precisava de Galhardo.

— Um cavalo velho como esse não serve para nada. Procure o senhor desfazer-se dele do modo que puder.

A MÃE DE BRANCO – Conto de Fyodor Sologub

” FIÓDOR KUSMJTCH TETÈRNIKOV é o verdadeiro nome do escritor russo Fiódor Sologub, geralmente conhecido como narrador e, principalmente, autor do romance “O demônio mesquinho”, embora pela história literária russa considerado mais como poeta, conhecido entre os modernos autores pelo seu “satanismo” e pelo classicis7)io de sua linguagem muito vizinha da dos parnasianos. Embora simbolista, Sologub se mantém fiel a certo purismo lingüístico da escola anterior, sendo um grande mestre da palavra. O poeta é geralmente apreciado, tendo publicado seu primeiro volume de “Poesias” em 1896, sendo ãe resto muito 2>essoal na sua inspiração tôãa voltada para um mundo sem Deus, reflexo do próprio mundo interior.

O primeiro romance de Sologub chamou-se “Sonhos maus” e é francamente autobiográfico. O objetivo realista é indicado pelo próprio autor que escreveu: “Não tive necessidade de imaginar nada. Tudo aquilo que aparece como anedótico e psicológico em meu romance está fundado em observações muito precisas”. Sologub escreveu outros trabo.lhos em que a lenda se mistura à realidade e, por vezes mesmo, aos contos de fadas. “O triunfo da morte” é um deles. Em 1921 foi publicado o seu romance “A encantadora de serpentes” em que entra em cena o elemento social. Nesse livro, Sologub se mostra um sonhador, mas com tendência a certo sentimento de consolação, que o redime de todo o pessimismo de sua obra anterior.

VIDA E OBRA DE ALBERT CAMUS por Pierre de Boisdeffre

Vida e obra, biografia e pensamentos do escritor e filósofo franco-argelino Albert Camus, prêmio nobel de literatura e figura proeminente do existencialismo francês, autor de “O estrangeiro”, “O mito de Sísifo”, “A Peste”, “A queda” e “o homem revoltado”.

A VERDADE COMO REGRA DAS AÇÕES – Farias Brito

A VERDADE COMO REGRA DAS
AÇÕES

Farias Brito (1862-1917)

Fonte: Farias Brito –
Uma antologia organizada por Gina Magnavita Galeffi. GRD-INL/MEC (1979)

ENSAIO DE FILOSOFIA MORAL COMO INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO

Esta obra publicada em 1905 em Belém do Pará é considerada pelo próprio
autor "um ensaio de filosofia moral como introdução ao estudo do
direito" e "complemento prático" de sua maia ampla obra, a
Finalidade do Mundo.

Nela notamos a
preocupação do professor e do bacharel em Direito que quer apresentar a seus
alunos os assuntos que irá desenvolver ao longo do curso. Durante alguns anos
Farias Brito foi de fato professor contratado da Faculdade de Direito para
ensinar como lente substituto.

Platão – Diálogos Platônicos – Críton, ou do Dever

Diálogos de Platão online – ebook para download completo

De Platão, Críton, ou o DEVER

Extraído do livro Diálogos, da coleção Clássicos
Cultrix.
Tradução: Jaime Bruna. Personagens: Sócrates e Críton, dois velhos.
( 360 a.C )



edição virtual por Miguel Duclós


Os números entre colchetes [] se referem aproximadamente à paginação padrão adotada a partir da edição genovesa de Henri Estienne (Stephanus) de 1578 .

Partes do diálogo:
Argumento de Críton (43a-46a)
A resposta de Sócrates (46a-50a)

O Discurso das Leis (50a-54e)

Cena: Uma cela, na prisão de Atenas.

O INFERNO SÃO OS OUTROS: uma reflexão sobre a diversidade cultural nos domínios da Inquisição

Trabalho originalmente
apresentado para a FFLCH/USP

No século XII, foi instaurada a Inquisição contra os crimes de heresia, quase
na mesma época em que foi fundada a ordem dos frades dominicanos. O objetivo
era universalizar o mundo cristão e através da catequese e punição, firmar seu domínio. Este objetivo de cristianizar o
mundo não era recente nesta época. Carlos Magno já o tinha feito à força
com os povos bárbaros da Europa e as cruzadas partiram em direção ao Oriente
para tomar a terra santa (Jerusalém), mas fracassaram. Houve um movimento contrário, uma guerra religiosa que avançou na
Europa, chegou até a Espanha, onde os povos orientais permaneceram por
séculos.

Resumo e Explicação das duas primeiras Meditações Metafísicas de Descartes

Do corpo em face da dúvida: explicação das duas primeiras Meditações Metafísicas Roberto S. Kahlmeyer-Mertens [1] Resumo: O artigo pretende uma apresentação didática das duas primeiras Meditações Metafísicas de René Descartes. Enfoca nos argumentos do filósofo a questão do corpo, considerando a especificidade de sua temática no interior dessa obra. Utiliza-se do comentário de alguns … Ler maisResumo e Explicação das duas primeiras Meditações Metafísicas de Descartes

ARTISTAS E AVERROÍSTAS: O OUTRO ARISTÓTELES – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre Correia Índice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária … Ler maisARTISTAS E AVERROÍSTAS: O OUTRO ARISTÓTELES – História da Filosofia na Idade Média

A Providência – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Terceiro A  PROVIDÊNCIA ART. I.    NOÇÃO DE PROVIDÊNCIA 231 1. Definição. — Tudo quanto dissemos até agora de Deus volta a afirmar a realidade da Providência divina, isto é, da ação yue Deus exerce sobre a criatura para conservá-la e dirigi-la para seu fim com sabedoria e bondade, … Ler maisA Providência – Curso de Filosofia de Jolivet

Psicologia- A ALMA HUMANA – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo A ALMA HUMANA 161      Até aqui, limitamo-nos a descrever e analisar os fatos psicológicos, a fim de determinar suas leis empíricas. Trata-se, agora, de deduzir dos fatos observados e das leis estabelecidas a própria natureza desse sujeito metafísico sem o qual os fatos psicológicos e a própria … Ler maisPsicologia- A ALMA HUMANA – Curso de Filosofia de Jolivet

Psicologia, o sujeito psicológico – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet TERCEIRA   PARTE O SUJEITO PSICOLÓGICO 152 Até agora, temos estudado apenas fenômenos, propriedades, qualidades ou atividades diversas. Devemos agora considerar o su­jeito destes fenômenos psicológicos. Porque é evidente que todos eles supõem um sujeito, de que procedem, e que manifestam empiricamente: a bem dizer, a imaginação ou os instintos, … Ler maisPsicologia, o sujeito psicológico – Curso de Filosofia de Jolivet