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A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres
A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres
Baseado na versão francesa de Amyot. Tradução de Aristides Lobo. Fonte: Edameris.
A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres
Baseado na versão francesa de Amyot. Tradução de Aristides Lobo. Fonte: Edameris.
Plutarco – Vidas Paralelas
Baseado na tradução em francês de Amyot, com notas de Clavier, Vauvilliers e Brotier. Tradução brasileira de Padre Pedroso. Fonte: Ed. das Américas
A COMPARAÇÃO DE CÍCERO COM DEMÓSTENES
Eis o que chegou ao nosso conhecimento, com relação aos feitos notáveis e dignos de memória que ficaram escritos [...]
I. Família e fortuna de Sila. II. Sua inclinação pelos ditos espirituosos e pelos bons pratos. III. Boco
entrega-lhe Jugurta. IV. Diversas ações de Sila, quando sob as ordens de Mário. V. Origem do ódio entre Mário e Sila. VI. Sila é nomeado pretor.VII. É enviado à Capadócia na qualidade de legado. VIII. Predição de sua futura grandeza. IX. Novos motivos de inimizade entre Mário e Sila. X. Êxito deste na Guerra dos Aliados. XI. Sila atribui todos os seus êxitos à sorte. XII. Acontecimento que lhe augura a autoridade soberana. XIII. Irregularidade de seu caráter e de sua conduta. XIV. É nomeado cônsul. Seus casamentos. XV. Começo da guerra civil. XVI. Presságios. XVII. Retrato de Sulpício. XVIII. Êle faz com que se dê a Mário o comando, na guerra contra Mitrídates. XIX. Pretores ultrajados pelos soldados de Sila. XX. Presságios que levam á Sila a seguir para Roma. XXI. Embaixadores enviados a Sila pelo Senado. XXII. Êle entra na cidade. Mário foge. XXIII. Sila põe sua cabeça a prêmio. XXIV. Parte para a guerra contra Mitrídates. XXV. Situação dos negócios de Mitrídates. XXVI. Cerco de Atenas. XXVII. Sila manda retirar as riquezas do templo de Delfos. XXVIII. Comparação entre os antigos generais de Roma com os do tempo de Sila. XXX. Retrato do tirano Aristião. XXXI.
Ocupação e saque de Atenas. XXXII. Sila faz cessar a carnificina, ante os rogos de Mídias e de Calí-fonte. XXXIII. O tirano Aristião entrega-se. XXXIV. Sila passa pela Beócia. XXXV. Desprezo demonstrado pelo inimigo ante o número reduzido de suas tropas. XXXVI. Sila apodera-se de uma posição vantajosa. Salva a cidade de Queronéia. XXXVII. Presságios que lhe anunciam êxitos. XXXVIII. Desaloja o inimigo da montanha de Túrio e alcança completa vitória. XLIII. Exibe os troféus e manda celebrar jogos. XLIV. Dorilau, general de Mitrídates, ataca-o na Tessália. XLV. Descrição do
rio Mélane. XLVI. Nova vitória alcançada por Sila. XLVII. Entrevista de Sila com Arquelau. XLVTII. Sila faz as pazes com Arque-lau. XLIX. Os embaixadores de Mitrídates recusam as condições ditadas por Sila. L. Encontro de Sila e Mitrídates. LI. A paz é ratificada entre eles. LII. Sila arruina a Ásia Menor.
LIII. Apropria-se em Atenas das obras de Aristóteles e de Teofrasto. LIV. É atacado de gota. LV. Sátiro encontrado junto de Apo-lônio. LVI. Presságios favoráveis a Sila. Derrota o cônsul Norbano. LVII. Um escravo prediz-lhe êxito na guerra. LVIII. Lúculo, capitão de Sila, derrota um exército muito superior
ao seu, em número. LIX. Sila trava batalha com o jovem Mário. LX. Alcança a vitória. LXI. Telesino ameaça ocupar Roma. LXII. Sila ataca-o. LXIII. Reúne o Senado e manda degolar seis mil homens. LXIV. Reflexões sobre a modificação verificada nos costumes de Sila quando se tornou senhor da situação. LXV. Horríveis proscrições ordenadas por Sila. LXVII. Manda matar doze mil homens em Preneste. LXVIII. Proclama-se ditador. LXIX. Renuncia à ditadura. LXX. Prediz a Pompeu a guerra que teve logo depois contra Lépido. LXXI. Dedica o dízimo de seus bens a Hércules. LXXII. Casa-se com Valéria. LXXIII. É atacado pela doença pedicular. LXXIV. Exemplos de enfermidades semelhantes. LXXV. Sua morte. LXXVI. Seus funerais.
Plutarco conta a Vida de Lisandro, general espartano, comandante da frota que derrotou os atenienses e tomou Atenas durante a Guerra do Peloponeso em 405 a.C.
I. Estátua de Lisandro no templo de Delfos. II. Família, educação e caráter de Lisandro. III. As riquezas que faz entrar em Esparta. corrompem os costumes da cidade. IV. É nomeado comandante da esquadra dos lacedemônios. V. Faz aumentar, após interceder junto de Ciro, o soldo de seus marinheiros. VIL Lisandro ganha uma batalha naval. VIII. Forma nas cidade! gregas associações visando nelas estabelecer oligarquias. IX. Sim conduta para com Calicrátidas, nomeado para substituí-lo no comando. X. Viagens inúteis de Calicrátidas, que não consegue avistar-se com Ciro. Sua morte. XI. Lisandro é colocado do novo no comando da esquadra. XII. Infame conduta de Lisandro em Mileto. XIII. Facilidade com que Lisandro fazia falsos juramentos. XIV. Dinheiro a êle fornecido por Ciro. XV. Diversas expedições de Lisandro. Toma Lâmpsaco. XVI. A esquadra dos atenienses segue para a embocadura do rio Egos-Pótamos. XVII. Conduta de Lisandro. XVIII. Conselhos de Alcibíades aos capitães atenienses, que não os aceitam. XIX. Astúcia de Lisando. XXL Alcança a vitória. XXII. Prodígios que precederam este acontecimento. XXIV. Prisioneiros de Atenas condena dos a morte. XXV. Conduta de Lisandro em relação às cidades gregas. XXVIII. Tomada de Atenas. XXX. Demolição das muralhas da cidade. Estabelecimento do Conselho dos Trinta. XXXI. Gilipo rouba parte do dinheiro que Lisandro lhe entregara para levar a Esparta. XXXII. Discute-se em Esparta sobre se se deve receber dinheiro enviado por Lisandro. XXXIII. Lisandro manda fazer a sua estátua. XXXIV. Honras que lhe são prestadas. XXXV. Insolência e crueldade de Lisandro. XXXVI. É chamado a Esparta. Descrição da citai. XXXVII. Como Farnabazo o engana. XXXVIII. Pede uma licença para dirigir-se ao templo de Júpiter Amon. XXXIX. Apaziguamento da cidade de Atenas. XL. Diversos ditos de Lisandro. XLI. Auxilia Agesilau a tornar-se rei da Lacedemô-nia. XLII. Concita-o a guerrear os persas. XLIII. Rivalidade entre Agesilau e Lisandro. XLV. Intrigas de Lisandro para chegar ao trono. LI. Concita os lacedemônios a moverem guerra aos tebanos. LII. Toma a cidade de Orcomene. LIV. É morto diante das muralhas de Haliarto. LV. Sua sepultura. Oráculos que anunciaram sua morte. LVII. Descoberta de uma conspiração que havia ordido para tornar-se rei.
Do ano 278, aproximadamente, até o ano 360, de Roma, 394 A. C.
SUMÁRIO DA VIDA DE
TITO QUÍNCIO FLAMÍNINO
I. Caráter de Flamínino. II. Suas
primeiras campanhas. III. É nomeado cônsul, antes dos trinta anos, e é enviado
contra Filipe, rei da Macedônia. IV. Apressa-se em dar início à campanha.
Sua chegada ao Êpiro. V. Escaramuças entre os romanos e os macedônios. VI. Pastores
indicam a Flamínino um caminho entre as montanhas. VII. Derrota
Filipe. VIII. Vários povos da Grécia, cativados pela moderação de
Flamínino, unem-se aos romanos na luta contra Filipe. IX. Acaba de
conquistar a amizade dos gregos ao propor a Filipe que lhes restítua a
liberdade, pr-oposta esta recusada. X. Convence os tebanos a se
colocarem ao lado dos romanos. O comando é-lhe prorrogado. XI. Oferece
batalha a Filipe. XII. O combate inicia-se no dia seguinte. XIII. Flamínino
alcança a vitória. XIV. Epigrama do poeta Alceu. XV. Resposta de
Filipe a este epigrama. XVI. Flamínino concede a paz a Filipe. XVII. Sua
prudência em conceder a paz num momento em que nova guerra ia ser deflagrada
por Antíoco, instigado por Aníbal. XVIII. Consegue, dos emissários
enviados pelo Senado, completa liberdade para os gregos. XIX. Esta
liberdade é proclamada na assembléia dos jogos ístmicos. XX. Aclamações
dos gregos. XXI. Sua alegria. Reflexões sobre as guerras e a sorte da
Grécia. XXII. Empenho de Flamínino em tomar uma realidade a liberdade
da Grécia. XXIII. Preside aos jogos nemeus, fazendo de novo proclamar a
liberdade da Grécia. XXIV. A conduta de Flamínino proporciona aos romanos estima e
confiança universais. XXV. Presentes de Tito ao templo de Delfos, e as inscrições
que neles mandou gravar. XXVI. A proclamação de Flamínino comparada com a
posteriormente feita por Nero, também nos jogos ístmicos. XXVII.
Tito ataca Nábis, tirano de Esparta,
sucedendo-se a paz. Motivos supostos desta conduta. XXVIII. Os aqueus
fazem-lhe presente de todos os romanos que viviam como escravos na Grécia.
XXIX. Descrição do triunfo de Tito. XXX. Tito Flamínino é enviado à
Grécia para se opor às revoltas provocadas por Antíoco. XXXI. Serviços
por êle prestados aos gregos. XXXII.
Honras que lhe são tributadas na Grécia. XXXIII. Diversas
respostas de Flamínino. XXXIV. É nomeado censor. Origem de sua inimizade com Catão. XXXV. Embaixada
de Flamínino junto de Prúsias, rei da Bitínia, para conseguir que Aníbal lhe
seja entregue. Aníbal mata-se. Diversos julgamentos sobre a conduta de Flamínino,
neste episódio.
Viveu do ano 527 até depois do ano 571 de
Roma, 182 A. O.
Ílíada de Homero
Resumo e apresentação da Ilíada
Prefácio a Ilíada de Homero
Canto I
Canto II
Canto III
Canto IV
Canto V
Canto VI
Canto VII
Canto VIII
Canto IX
Canto X
Canto XI
Canto XII
Canto III
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XXIV
Ilíada de Homero – Versão de Odorico Mendes
[...]
Ílíada de Homero
Resumo e apresentação da Ilíada
Prefácio a Ilíada de Homero
Canto I
Canto II
Canto III
Canto IV
Canto V
Canto VI
Canto VII
Canto VIII
Canto IX
Canto X
Canto XI
Canto XII
Canto III
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XXIV
Ilíada de Homero – Livro 14Tradução de Odorico Mendes
LIVRO XIV
RESUMO DO [...]
SUMÁRIO
DA VIDA DE SÓLON
I. Nobreza de Sólon. II. Seus
costumes. V. Talento para a poesia. VI. Gosto pela filosofia moral. VII. Encontro dos sete
Sábios em Delfos. VIII. Entrevista de Sólon e Anacársis-IX. Palestra com Tales. XI. Assunto da elegia de
Salamina. [...]
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Oitava “Ode Pítica” de Píndaro
Humberto Zanardo Petrelli
Mestre em Filosofia pela USP
Píndaro (P…ndaroj) foi o mais brilhante poeta do século V a.C.. Nasceu numa província próxima a Tebas, [...]