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A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres
A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres
Baseado na versão francesa de Amyot. Tradução de Aristides Lobo. Fonte: Edameris.
A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres
Baseado na versão francesa de Amyot. Tradução de Aristides Lobo. Fonte: Edameris.
A COMPARAÇÃO DE LICURGO COM NUMA – Plutarco – Vidas Paralelas
Tradução de Aristides Lobo
Mas, tendo acabado de escrever as vidas de Licurgo e de Numa, é tempo doravante de colocá-los um diante do outro e de tratarmos, ainda que seja isso coisa bem difícil, de encontrar as diferenças entre ambos; pois, quanto [...]
I. Diversidade das opiniões sôbre a origem de Roma. III. Nascimento de Rômulo e de Remo, seu irmão. VI. São aleitados por uma lôba. VII. Suas primeiras inclinações. XII. Fundação de Roma. XV. Remo é morto por Rômulo. Cerimônias observadas para traçar o recinto de Roma. XIX. Ordenanças militares de Rômulo. Formação da Legião. Criação do Senado. XX. Rapto das Sabinas. XXIV. Vitória alcançada sôbre Ácron, rei dos Gênicos. XXV. Origem do Triunfo. XVI. Primeiras conquistas dos Romanos. Tomada do Capitólio pelos Sabinos. XXVIII. Rômulo invoca Júpiter Estator. XXIX. As Sabinas sustentam o partido dos Romanos. XXX. Associação dos Romanos e dos Sabinos. Começo e número das Tribos. XXXIII. Festas. XXXIV. Instituições das Vestais e do fogo sagrado. XXXV. Leis. O parricídio desconhecido em Roma durante seiscentos anos. XXXVI. Querela de Tácio, rei dos Sabinos. Sua morte. XXXVII. Rômulo apodera-se da cidade de Fidena e forma ,ali uma colônia. Peste violenta em Roma, XXXVIII. Derrota dos Camerinos. XXXIX. Guerras dos Veien-ses. XLI. Rômulo vitorioso começa a exercer um duro império. XLIII. Desaparece. XLV. Honras divinas que lhe foram prestadas sob o nome de Quirino.
Desde o ano 769 até o ano 715 antes de Jesus Cristo; 39.º ano desde a fundação de Roma.
Plutarco – Vidas Paralelas – RÔMULO
Baseado na versão francesa de Amyot. Tradução de Aristides Lobo. Fonte: Edameris.
Se lermos as palavras cheias de vida que
o velho Platão dirige, nas Leis
(887 c ss.) a uma juventude que manifesta as maiores dúvidas sobre a
existência de Deus, teremos, imediatamente, a impressão de que, para este
filósofo, a religião toda depende do coração. Contudo, Deus não é, para Platão, apenas objeto da fé! Tal
concepção é ainda estranha ao homem antigo. A existência de Deus é para êle,
antes, objeto da ciência. Platão não
nos deixou nenhuma prova formal da existência de Deus. Mas há, nas suas obras,
dois processos de pensamento indicativas de uma via clara para Deus, e que foi
aproveitada na Filosofia posterior, como uma prova real dessa existência.
Podemos denominar a uma dessas vias, a física e, à outra, a dialética.
Plutarco – Vidas Paralelas
OBSERVAÇÕES SOBRE A VIDA DE DEMÉTRIO, ANTÔNIO e ARTAXERXES
Baseado na tradução em francês de Amyot, com Observações de Clavier, Vauvilliers e Brotier. Tradução brasileira de José Carlos Chaves. Fonte: Ed. das Américas
SOBRE A VIDA DE DEMÉTRIO
CAP. XIII, pág. 191. Os arcontes anuais foram criados [...]
Nascimento, nome e caráter de Artaxerxes. II. É declarado sucessor de
Dario. III. É coroado. IV. Como Oiro se prepara para a revolta. V. Liberalidade e bondade de Artaxerxes. VI. Ciro pede socorro aos acedemônios. VII. Ciro parte para a guerra contra Artaxerxes. VIII. Artaxerxes marcha ao seu encontro. IX. Espanto do exército de Ciro, à sua aproximação. X. Como Clearco causa a derrota de Ciro. XI. Ciro mata Artagerse. XII. Morte de Ciro. segundo a narração de Dinon. XIII. Segundo a narração de Ctésias. XV. Artaxerxes manda cortar a cabeça e a mão direita de Ciro. XVI. Contradição entre as
palavras de Ctésias e as de Dinon e de Xenofonte. XVII. Presentes de Artaxerxes aos que tinham matado ou ferido a Ciro. XVIII. Vingança de
Parisate contra eles. XXII, Morte de Clearco e de outros generais gregos. XXIV. Parisate faz morrer Estatira. XXV. Artaxerxes envia Parisate exilada a Babi lônia. XXVI. Agesilau leva a guerra à .Ásia. XXVII. Artaxerxei subleva a Grécia contra os lacedemônios à força de dinheiro. XXVIII. Paz de Antalcidas. XXIX. Deíxa-se êle morrer de fome. XXX. Ismênias e Pelópídas na corte de Artaxerxes. XXXI. Pre.sni tes
magníficos de Artaxerxes a Timágoras. XXXII. Artaxerxes reconcilia-se com sua mãe Parisate. XXXIII. Casa-se com Atossa. XXXIV. Empreende a
guerra contra os cadusianos. XXXV. Foz a paz com eles pela habilidade de Tiribaso. XXXVI. O luxo não tinha enfraquecido Artaxerxes. XXXVII. Toma-se desconfiado e cruel. XXXVIII. Declara a Dario, seu sucessor. XXXIX. Dario pede a seu pai sua concubina Aspásia. Artaxerxes a faz sacerdotiza de Diana Anitis. XL. Tiribaso irrita o ressentimento de Dário. Porque. XLI. Meios que Tiribaso
emprega. XLII. Dário conspira com êle contra seu pai. XLIII. Descoberta da conjuração. Morte de Tiribaso. XLIV. Dário é decapitado. XLV. Morte de Ariaspes e de Arsames. XLVI. Morte de Artaxerxes.
Plutarco – Vidas Paralelas
Baseado na tradução em francês de Amyot, com notas de Clavier, Vauvilliers e Brotier. Tradução brasileira de Padre Pedroso. Fonte: Ed. das Américas
A COMPARAÇÃO DE CÍCERO COM DEMÓSTENES
Eis o que chegou ao nosso conhecimento, com relação aos feitos notáveis e dignos de memória que ficaram escritos [...]
Plutarco – Vidas Paralelas
DEMÓSTENES
Tradução de Sady Garibaldi
Fonte: Atena Editora.
(Nascido no ano de 385
e morto no ano 322 antes de J. C.)
Demóstenes,
o pai do nosso Demóstenes, pertencia, como diz Teopompo, à classe dos mais
distintos cidadãos de Atenas. Apelidaram-no de Es padeiro, porque
possuía uma vasta oficina em que seus escravos forjavam espadas. Quanto à
opinião do orador Esquino, [...]
Ílíada de Homero
Resumo e apresentação da Ilíada
Prefácio a Ilíada de Homero
Canto I
Canto II
Canto III
Canto IV
Canto V
Canto VI
Canto VII
Canto VIII
Canto IX
Canto X
Canto XI
Canto XII
Canto III
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XXIV
Ilíada de Homero – Versão em português de Odorico Mendes – [...]
Ílíada de Homero
Resumo e apresentação da Ilíada
Prefácio a Ilíada de Homero
Canto I
Canto II
Canto III
Canto IV
Canto V
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Canto IX
Canto X
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Canto XXI
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Canto XIV
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Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XXIV
Ilíada de Homero – Versão brasileira de Manoel Odorico Mendes
Canto [...]
Ílíada de Homero
Resumo e apresentação da Ilíada
Prefácio a Ilíada de Homero
Canto I
Canto II
Canto III
Canto IV
Canto V
Canto VI
Canto VII
Canto VIII
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Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XXIV
Ilíada de Homero – Canto XVI Versão brasileira de Manoel [...]
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Canto I
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Canto V
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Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
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Ilíada de Homero – Livro 14Tradução de Odorico Mendes
LIVRO XIV
RESUMO DO [...]
Ílíada de Homero
Resumo e apresentação da Ilíada
Prefácio a Ilíada de Homero
Canto I
Canto II
Canto III
Canto IV
Canto V
Canto VI
Canto VII
Canto VIII
Canto IX
Canto X
Canto XI
Canto XII
Canto III
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
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Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XXIV
Ilíada – LIVRO 13 Versão brasileira de Manoel Odorico Mendes
ARGUMENTO [...]
Ílíada de Homero
Resumo e apresentação da Ilíada
Prefácio a Ilíada de Homero
Canto I
Canto II
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Canto IV
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Canto IX
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Canto XV
Canto XVI
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Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
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Ilíada de HomeroVersão em português de Odorico Mendes
L I V R [...]
Ílíada de Homero
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Canto I
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Ilíada de Homero – Canto X Versão de Odorico Mendes para [...]
Ílíada de Homero
Resumo e apresentação da Ilíada
Prefácio a Ilíada de Homero
Canto I
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Canto IV
Canto V
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Canto VII
Canto VIII
Canto IX
Canto X
Canto XI
Canto XII
Canto III
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
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Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
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Canto XXIV
Ilíada de Homero – Canto IX – Versão de Odorico [...]
Ílíada de Homero
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Canto I
Canto II
Canto III
Canto IV
Canto V
Canto VI
Canto VII
Canto VIII
Canto IX
Canto X
Canto XI
Canto XII
Canto III
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Canto XV
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Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XXIV
Ilíada de Homero LIVRO VIIIVersão de Odorico Mendes
ARGUMENTO DO
Canto 8
Júpiter [...]
Ílíada de Homero
Resumo e apresentação da Ilíada
Prefácio a Ilíada de Homero
Canto I
Canto II
Canto III
Canto IV
Canto V
Canto VI
Canto VII
Canto VIII
Canto IX
Canto X
Canto XI
Canto XII
Canto III
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XXIV
ARGUMENTO DO LIVRO VII
Tradução de Odorico Mendes. Fonte : [...]
Ílíada de Homero
Resumo e apresentação da Ilíada
Prefácio a Ilíada de Homero
Canto I
Canto II
Canto III
Canto IV
Canto V
Canto VI
Canto VII
Canto VIII
Canto IX
Canto X
Canto XI
Canto XII
Canto III
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XXIV
Tradução de Odorico MendesFonte: Clássicos Jackson
ARGUMENTO
[...]
SUMÁRIO DA VIDA DE TEMÍSTOCLES
I. Origem de Temístocles. II. Sua juventude ardente e
aplicada. III.
Seu estudo
da Sabedoria, isto é, da ciência de governo. IV. Antigüidade desta
ciência. V.
Sua
rivalidade com Aristides. VI. Sua sensibilidade à glória. VII. Ele obriga Atenas a
empregar o dinheiro de suas minas na construção de navios. VIII. Seu caráter. X. Sua popularidade. XI. Ele [...]
Ílíada de Homero
Resumo e apresentação da Ilíada
Prefácio a Ilíada de Homero
Canto I
Canto II
Canto III
Canto IV
Canto V
Canto VI
Canto VII
Canto VIII
Canto IX
Canto X
Canto XI
Canto XII
Canto III
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XIV
Canto XV
Canto XVI
Canto XVII
Canto XVIII
Canto XIX
Canto XX
Canto XXI
Canto XXII
Canto XXIII
Canto XXIV
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SUMÁRIO
DA VIDA DE LICURGO
I. Diversidade de opiniões sobre o tempo em que
Licurgo viveu. II. Sua origem. III. Sobe
ao trono da Lacedemônia e em seguida torna-se tutor do rei Carilau, seu
[...]
SUMÁRIO
DA VIDA DE SÓLON
I. Nobreza de Sólon. II. Seus
costumes. V. Talento para a poesia. VI. Gosto pela filosofia moral. VII. Encontro dos sete
Sábios em Delfos. VIII. Entrevista de Sólon e Anacársis-IX. Palestra com Tales. XI. Assunto da elegia de
Salamina. [...]
A racionalidade e a
origem da civilização ocidental
[...]
Da corrupção do governo: uma leitura em Montesquieu[1]
Jéferson dos
Santos Mendes[2]
A vida é melhor do
quer a morte.
A saúde é melhor do
que a doença.
A liberdade é melhor
do que a escravidão.
A [...]
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
Johannes HIRSCHBERGER
Fonte: Ed. Herder
Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística
O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição VII
O REALISMO ARISTOTÉLICO
47.
INTERPRETAÇÃO REALISTA DAS IDÉIAS
PLATÔNICAS. — 48. ARISTÓTELES E AS OBJEÇÕES A PLATÃO. — 49. A FILOSOFIA DE ARISTÓTELES. — 50. SUBSTÂNCIA, ESSÊNCIA, ACIDENTE. — 51. A MATÉRIA E A
[...]
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
LIÇÃO
VI
O REALISMO DAS IDÉIAS
EM PLATÃO
39.
O ELEATISMO NAO É IDEALISMO, MAS REALISMO. — 40. FOBMALISMO «OS ELEÁTICOS. —
41. PLATÃO: O SER E A UNIDADE. — 42. ELEMENTOS [...]
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
PARTE
HISTÓRICA
Lição IV OS PROBLEMAS DA ONTOLOGIA
27.
QUE É O SER? IMPOSSIBILIDADE DE DEFINIR O SER. — 28. QUEM É O SER? — 29.
EXISTÊNCIA E CONSISTÊNCIA. — 30. QUEM EXISTE?
Nas
lições anteriores tentamos [...]
Curso de Filosofia – Régis Jolivet
Capítulo Segundo
PROVAS METAFÍSICAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS
201 Podem-se distinguir dois grupos de provas da
existência de Deus: o das provas metafísicas e o das provas morais, conforme
estas provas partem da realidade objetiva do universo, ou da realidade [...]