Os Lusíadas de Camões o gênero épico da Poesia – Curso de Literatura

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876)

CURSO DE LITERATURA NACIONAL

 

LIÇÃO
X

 

GÊNERO ÉPICO

 

Mais feliz do que muitas
outras, conta a literatura portu­guesa em seu século áureo um poema épico, cujo
mérito, mais ou menos apreciado, não pode ser posto em dúvida, ainda pelos mais
severos críticos. Antes de entrarmos na análise de tão majestoso monumento,
digamos duas palavras sobre a vida do seu
preclaro autor.

O Estado do Maranhão – A COLONIZAÇÃO DO BRASIL

Gottfried Heinrich Handelmann (1827 – 1891) História do Brasil – SEGUNDA SEÇÃO – A COLONIZAÇÃO DO BRASIL Traduzido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. (IHGB) Publicador pelo MEC, primeiro lançamento em 1931.   CAPÍTULO VII O Estado do Maranhão Começamos com o Estado do Maranhão, que, constituído pelo decreto real de 13 de junho de … Ler maisO Estado do Maranhão – A COLONIZAÇÃO DO BRASIL

COMPARAÇÃO DE ARISTIDES COM MARCOS CATÃO – Vidas Paralelas

mapa roma itália

COMPARAÇÃO DE ARISTIDES COM MARCOS CATÃO Plutarco – Vidas Paralelas Bem, agora que registramos por escrito os feitos mais notáveis e mais dignos de nota desses dois grandes personagens, queremos conferir toda a vida de um com toda a vida do outro. Não será, naturalmente, fácil discernir a diferença que existe entre eles, que se … Ler maisCOMPARAÇÃO DE ARISTIDES COM MARCOS CATÃO – Vidas Paralelas

TRABALHO, CAPITALISMO HISTÓRICO E PAUPERISMO NO SÉCULO XXI.

maravilhas das antigas civizações

TRABALHO, CAPITALISMO HISTÓRICO E PAUPERISMO NO SÉCULO XXI.
Felipe Luiz Gomes e Silva

Resumo

O
objetivo deste texto é refletir sobre novos desafios e velhos dilemas presentes
na esfera do trabalho no século XXI: desemprego estrutural, precarização
laboral e apropriação da subjetividade humana pelo capital. Na década de 1970,
alguns pesquisadores brasileiros entendiam que a chamada "marginalidade
social" constituía, na realidade um enorme exército de reserva de força de
trabalho funcional ao processo de acumulação de capital; a “ocupação informal”
era entendida como uma forma peculiar de inclusão na divisão social do
trabalho. Mas, atualmente, para M. Davis (2006), os trabalhadores desempregados
da América Latina, por exemplo, compõem um vasto “proletariado informal”, o
qual não pode ser chamado de lumpesinato e muito menos de exército de reserva,
pois já não são reservas de nada. Para Robert. Castel (1998), os desempregados
são na realidade “desfiliados”, “supranumerários” e inúteis para o mundo
capitalista. A ideologia do progresso e da modernidade justificou que muitas
lutas de oposição à mercantilização das atividades humanas fossem destruídas
pelo avanço das forças produtivas do capital. Mas mesmo com a destruição das
lutas de resistência o que surpreende é que o desenvolvimento capitalista,
depois de pelo menos quatrocentos anos, não tenha assalariado a totalidade da
força de trabalho na economia-mundo. Dados atuais indicam que trabalhadores
tipicamente assalariados incorporados às cadeias mercantis mundiais abrangem
uma pequena parte da força de trabalho. A metade da população do mundo vive na
pobreza, com menos de US$ 2 por dia, são 3 bilhões de seres humanos. E segundo
a Organização Internacional do Trabalho, diante da atual crise do capitalismo,
serão adicionados mais de 50 milhões de desempregados no mundo; o acelerado
crescimento da indigência é a grande novidade do século XXI. Quem são os
miseráveis de ontem e os de hoje? O que fazer?
Palavras-chave: trabalho,
exclusão, pauperismo, proletariado, indigência.

Professor Doutor
UNESP, campus de Araraquara, membro do Grupo de Pesquisa em História Econômica
e Social Contemporânea.
Endereço:
[email protected]