08
jan
A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres
A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres
Baseado na versão francesa de Amyot. Tradução de Aristides Lobo. Fonte: Edameris.
A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres
Baseado na versão francesa de Amyot. Tradução de Aristides Lobo. Fonte: Edameris.
A obra essencial de Platão, para a sua cosmologia, é o Timeu.
Este diálogo influiu, como nenhuma outra obra, sobre as idéias cosmológicas
do Ocidente. Foi também lido na Idade-Média, na tradução latina de Cícero e de Calcímo, junto com o comentário deste. Nele se inspira
particularmente a cosmografia e a enciclopédia medieval, como, por exemplo, a
de Guilherme de Conches ou a de Honório de Autun. Mesmo Galileu buscou nela decisivas
motivações para o esboço matemático do seu sistema cosmológico. E, em particular,
segue a concepção teleológica da natureza toda, até hoje, na suas pegadas, e
vem, como em Platão, dar numa
psico-teologia. Como na sua psicologia, também aqui recorre Ale,
freqüentemente, ao mito. Primeiro, por não haver ciência exata no domínio do
mundo espácio-temporal, como êle diz; e, depois, porque a imagem e o símbolo,
pelo menos, deixam pressentir o que o conceito puro não é capaz de apreender.
Platão
contrapõe claramente o nosso mundo físico ao mundo das Idéias. Designa-o
como o mundo visível (λοτοζ δρατοζ),
em oposição ao mundo pensável das Idéias, pois não encerra nenhuma realidade,
estando sempre em mudanças, sendo, por isso, algo de múltiplo, divisível,
indeterminado, ilimitado, sem medidas, grande e pequeno. Antes de tudo. porém,
o inundo físico está encerrado no tempo e no espaço, é apenas aparência das
Idéia.s, no sentido de cópia delas. Platão
diz, por isso, que êle é participante das Idéias (μεθτεξιζ),
e, só assim, pode conservar uma existência aparente. É uma como cera informe,
moldada pela Idéia; ou como a ama, que recebe
e cria o menino, cujo pai verdadeiro é a Idéia. Assim como a
percepção sensível só pode existir e ser lida pela idéia, assim
também o mundo dos sentidos, somente pela idéia.
O
presente trabalho explana, segundo uma abordagem platônica e estóica, o que
motiva o jovem para o consumo de drogas.
Antón Tchecov A ESTEPE (HISTÓRIA DE UMA
VIAGEM)
Tradução de Costa Neves. Fonte: Clássicos Jackson.
I
DA cidade de N, na
província de Z…, saiu ruidosamente, numa bela manhã de julho, e tomou a
estrada da posta uma briska sem molas, suja, arrebentada, um desses
veículos anti-diluvianos em que, na Rússia, só viajavam, então, os
representantes comerciais, os negociantes de gado e os [...]
A conquista da felicidade, de Bertrand Russell
Danilo Santos
Dornas*
Bertrand Arthur Millian Russell (1872-1970), filósofo e matemático
inglês, escreveu dentre as suas obras, um livro intitulado A conquista da
felicidade. Neste livro, o autor adianta que não visa erudição acadêmica,
mas tecer algumas considerações sobre a felicidade vivenciada por sua própria
experiência. O livro se divide em duas partes. A primeira [...]
UMA FILOSOFIA BRASILEIRA
Hugo Allan Matos[1]
Neste último semestre concentrei minha reflexão além de meu tcc[2]
em temas que versam sobre filosofia brasileira. Sobretudo, no assunto: há
filosofia e filósofos brasileiros? Agora, inspirado nas aulas e reflexões
geradas na disciplina de mesmo nome, tendo como objetivo comentar os 4 textos
indicados em uma aula intitulada como: conversas com filósofos brasileiros,
tentarei compartilhar [...]
A FORMAÇÃO DO
SUPER-HOMEM NIETZSCHEANO ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO PELO E PARA O ÓCIO
THIAGO FELIPE SEBBEN
Monografia apresentada à graduação
do curso de Educação Física do Centro Universitário Positivo como requisito
parcial à obtenção dos títulos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física.
Orientador: Mestre Alexandre França
Salomão.
CURITIBA
2007
DEDICATÓRIA
Dedico a inspiração transcrita a seguir a
todas as pessoas que aproveitam seu tempo livre com [...]
CÍCERO – DIÁLOGO SOBRE A AMIZADE
Tradução de José Perez
Extraído da edição da Editora Cultura Moderna
Capítulo I
DAS RAZÕES QUE DETERMINARAM A CÍCERO ESCREVER
SOBRE A AMIZADE
Quinto Mucio, o aúguro, costumava falar sem cessar
de seu sogro, C. Lucio e, em suas narrativas, fiéis e cheias de graça, não
hesitava em lhe dar o nome de sábio. [...]
A Medicina popular condenada pela Inquisição
Paper sobre o texto "Fray Martin de Porres: santo, ensalmador y sacamuelas" de Fernando Iwasaki Cauti
Ida Duclós
Originalmente apresentado para a FFLCH/USP
Entre as vítimas da Inquisição – séculos XVI e XVII -encontramos
várias pessoas que praticam a medicina ‘popular, não
[...]
SUMÁRIO
DA VIDA DE SÓLON
I. Nobreza de Sólon. II. Seus
costumes. V. Talento para a poesia. VI. Gosto pela filosofia moral. VII. Encontro dos sete
Sábios em Delfos. VIII. Entrevista de Sólon e Anacársis-IX. Palestra com Tales. XI. Assunto da elegia de
Salamina. [...]
ATUALIDADE DE SANTO AGOSTINHOCôn. José Geraldo Vidigal de CarvalhoProfessor no Seminário de Mariana – MG
Enorme
o interesse que "O Mestre do Ocidente", Santo Agostinho vem
despertando neste início de milênio.A interioridade que flui de seus escritos
não deixa de ser um antídoto [...]
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição XIV
O
EMPIR1SMO INGLÊS
98. PSICOLOGISMO. — 99. LOCKE. — 100. AS IDÉIAS INATAS. — 101. A ORIGEM DAS IDÉIAS. — 102. ORIGEM PSICOLÓGICA. — 103. SENSAÇÃO E REFLEXÃO.—
104. QUALIDADES PRIMARIAS E SECUNDARIAS. — 105. BERKELEY. — 106.
[...]
por
Josemar Pedro Lorenzetti
Sumário
INTRODUÇÃO
CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA
1.1 Autor e Obras
1.2 A [...]
CERTAS SEMELHANÇAS ENTRE UTOPIAS
Miguel Duclós
Trabalho originalmente apresentado para a cadeira de Filosofia Geral III -
FFLCH-USP
Embora a palavra Utopia só tenha sido cunhada a
partir da junção do advérbio grego ou com o substantivo topos por
Thomas More em dezembro de 1516, na ocasião da publicação de seu livro, o tema
a que se refere sempre foi rico [...]
Retirado do volume “Pensadores Franceses” da Coleção Clássicos Jackson. Volume XII, tradução de J. Brito Broca e Wilson Lousada.
Jean La Bruyère nasceu em 1645 em Paris e morreu de apoplexia em 1696. Faz parte, junto com La Rochefoucauld e outros, do grupo chamado de “moralistas franceses”
Tudo está dito, e chegamos tarde demais, depois que [...]