História do telefone, quem inventou e quando foi criado

Dr. Aluísio Telles de Meirelles. Fonte: Manual do Executivo. Novo Brasil editora brasileira.     O TELEFONE O TELEFONE, essa maravilhosa invenção que tanto auxílio presta ao homem e que trouxe ao mundo uma grande parcela de progresso, surgiu do espírito laborioso e pertinaz de Alexandre Graham Bell, nascido na Escócia, no ano de 1847. Antes de Graham … Ler maisHistória do telefone, quem inventou e quando foi criado

História da Descoberta da Eletricidade

A LUZ Dr. Aluísio Telles de Meirelles. Fonte: Manual do Executivo. Novo Brasil editora brasileira.   GRAVITA em torno de um pequeno número de sábios a história da luz, com o descobrimento de seus princípios, de suas leis e de seu comportamento. Muitos séculos são decorridos, mas muita coisa do que eles pensaram continua a formar a … Ler maisHistória da Descoberta da Eletricidade

POLÍTICA COLONIAL NOS ESTADOS UNIDOS

Oliveira Lima NOS ESTADOS UNIDOS * XI – POLÍTICA COLONIAL O mundo inteiro já está convencido de que os Estados Unidos vão tornar-se uma grande potencia colonial, e os recentes acontecimentos apenas confirmaram a observação histórica longamente explanada pelo Professor Seeley na sua clássica obra — Desenvolvimento da Política Britânica — a saber, que desde … Ler maisPOLÍTICA COLONIAL NOS ESTADOS UNIDOS

OS DEVERES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Oliveira Lima OS DEVERES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA* Minhas Senhoras, Senhores: Eu só posso atribuir à circunstância de haver regressado há poucos dias de uma demorada viagem à República Argentina a honra que me é feita por profissionais de iniciativa convidando-me para orador desta festa de posse da diretoria da Maternidade Pernambucana que se pretende acertadamente … Ler maisOS DEVERES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

O CASO DE SÃO DOMINGOS

Oliveira Lima O CASO DE SÃO DOMINGOS Um meu amigo americano de Nova York, que tem viajado muito na América do Sul e se acha identificado com o movimento de cooperação entre as duas Américas — a Latina e a Saxónica — escrevia-me, ao saudar-me pela minha chegada: V. achará agora uma certa reação contra … Ler maisO CASO DE SÃO DOMINGOS

O INTELECTUALISMO NA POLÍTICA AMERICANA

Oliveira Lima O INTELECTUALISMO NA POLÍTICA AMERICANA Agradeço de todo coração as bondosas palavras que, em nome do corpo discente da Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais, acabam de ser-me dirigidas pelo distinto bacharelando Sr. Gustavo de Sousa Bandeira — portador de um nome amigo, e que no nosso meio evoca capacidade e gosto … Ler maisO INTELECTUALISMO NA POLÍTICA AMERICANA

VENCESLAU DE MORAES

Oliveira Lima VENCESLAU DE MORAES Vimo-nos três horas apenas, em Kobe, na escala de um transatlântico, e ficamos amigos. Um conhecido comum, sabendo que nos causaria a ambos prazer o encontro, aproximou-nos num almoço, c foi o bastante para que entre nós se estabelecessem relações de cordialidade que perduram numa seguida correspondência epistolar. Não sei … Ler maisVENCESLAU DE MORAES

JOSÉ DA NATIVIDADE SALDANHA

Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7. História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3.  LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica) Artur Mota (Arthur Motta) (1879 – 1936) JOSÉ DA NATIVIDADE SALDANHA Natural de Pernambuco. Nasceu em Santo Amaro do Jaboatão, a 8 de setembro de 1796, e faleceu … Ler maisJOSÉ DA NATIVIDADE SALDANHA

O ROMANCE DO TEATRO

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

O ROMANCE DO TEATRO

Henry Thomas

Mistérios dos bastidores

JAMAIS vos ocorreu, quando vos sentais num teatro, que o espetáculo a que ides assistir é o resultado de uma série extraordinariamente complexa de atividades? Atravessemos a ribalta e tentemos reconstituir alguns dos preparativos requeridos para a representação duma peça. A primeira coisa que vemos é a variedade de luzes coloridas que se derrama sobre nós de todos os lados. Para o espectador, o palco está colocado numa espécie de moldura, iluminada do fundo, dos lados, de cima, de baixo e de frente. Quer estejam na ribalta, nas extremidades, nos bastidores, nas bambolinas, os glóbulos são cobertos de gelatina côr de âmbar, rósea, azul ou verde, combinadas de modo a produzir o efeito desejado. Começamos a ver que a física foi chamada a prestar auxílio aqui, e que só se obteve resultado almejado depois de incontáveis experiências.

Lançando um olhar para o palco, vemos que representa uma sala, com paredes, janelas, portas, instalação elétrica, mobiliário, tapetes e tudo quanto é mister para dar uma ilusão de realidade. Artistas e peritos desenhistas foram utilizados para fazer com que tudo quanto ali está forme uma harmoniosa unidade de conjunto e de côr. Porque quando os atores se movem diante desse fundo, o efeito sobre o observador deve ser semelhante ao da pintura. De modo que a arte se associa à ciência, contribuindo para nosso prazer.

Intencionalidade e Naturalismo

maravilhas das antigas civizações

Jamais
pensou a mente tanto sobre si própria. Em fins do século XX, ciência e
filosofia trilham uma cruzada em busca de compreender a consciência e suas
capacidades. Três séculos e meio após Descartes, respostas dualistas não mais
são suficientes; quer-se compreender a mente enquanto um fenômeno fisicamente
gerado, que toma parte no mundo físico. Em filosofia, esta postura denomina-se
naturalismo.

Não
obstante as exceções, algumas renomadas, como Karl Popper (1962), há muito a
forma naturalista de compreender a consciência domina a filosofia. Na tradição
que aqui abordaremos, a analítica, anglo-americana, as bases deste estudo
remontam a autores como Sellars e seu Empiricism and Philosophy of the Mind (1956),
Quine, em Palavra e Objeto (1960) e Putnam com Minds and Machines (1960).