História e Memória – uma relação Tensa.

“História e Memória – uma relação Tensa.” Miguel Duclós A célebre inscrição no Pórtico da Academia de Platão – “Que aqui não entre quem não souber geometria” encontra possível explicação pela biografia do filósofo e sua filosofia. Platão viu seu ideal de implantação do “Rei Filósofo”soçobrar em duas tentativas junto ao tirano e a corte … Ler maisHistória e Memória – uma relação Tensa.

MALTUSIANISMO, CONSUMO, PRODUÇÃO, CIRCULAÇÃO, PREÇOS, CRÉDITO

CONSUMO, PRODUÇÃO, CIRCULAÇÃO, PREÇOS, CRÉDITO MALTUSIANISMODr. Aluísio Telles de Meirelles. Fonte: Manual do Executivo. Novo Brasil editora brasileira.  QUANDO estudamos a conduta diária de uma pessoa verificamos que ela necessita de coisas essenciais para subsistir, que podemos qualificar como necessidades humanas, tais como alimentação, vestuário, habitação e transportes. Para viver, são necessários os alimentos. A mesma … Ler maisMALTUSIANISMO, CONSUMO, PRODUÇÃO, CIRCULAÇÃO, PREÇOS, CRÉDITO

quarta época — 1580 — 1750 – Curso de Literatura do Cônego Fernandes Pinheiro

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876)

CURSO DE LITERATURA NACIONAL

LIÇÃO XVIII

quarta época — 1580 — 1750

Atribui-se geralmente a decadência da literatura portuguesa ao domínio espanhol, que por sessenta anos enervou as forças e abateu os brios dos netos de Viriato. Para assegurar o triunfo da força e da astúcia sobre o direito forçoso era que promovessem os monarcas usurpadores o obscurantismo; assim pois, desde D. Filipe II até D. Filipe IV vigorou em Portugal um sistema calculadamente combinado para embrutecer o povo, e deturpar o gosto literário.

O ROMANCE DO TEATRO

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

O ROMANCE DO TEATRO

Henry Thomas

Mistérios dos bastidores

JAMAIS vos ocorreu, quando vos sentais num teatro, que o espetáculo a que ides assistir é o resultado de uma série extraordinariamente complexa de atividades? Atravessemos a ribalta e tentemos reconstituir alguns dos preparativos requeridos para a representação duma peça. A primeira coisa que vemos é a variedade de luzes coloridas que se derrama sobre nós de todos os lados. Para o espectador, o palco está colocado numa espécie de moldura, iluminada do fundo, dos lados, de cima, de baixo e de frente. Quer estejam na ribalta, nas extremidades, nos bastidores, nas bambolinas, os glóbulos são cobertos de gelatina côr de âmbar, rósea, azul ou verde, combinadas de modo a produzir o efeito desejado. Começamos a ver que a física foi chamada a prestar auxílio aqui, e que só se obteve resultado almejado depois de incontáveis experiências.

Lançando um olhar para o palco, vemos que representa uma sala, com paredes, janelas, portas, instalação elétrica, mobiliário, tapetes e tudo quanto é mister para dar uma ilusão de realidade. Artistas e peritos desenhistas foram utilizados para fazer com que tudo quanto ali está forme uma harmoniosa unidade de conjunto e de côr. Porque quando os atores se movem diante desse fundo, o efeito sobre o observador deve ser semelhante ao da pintura. De modo que a arte se associa à ciência, contribuindo para nosso prazer.

QUEM TEM OUVIDOS

maravilhas das antigas civizações

RESUMO do livro
QUEM TEM OUVIDOS de João Batista Mezzomo.
O presente livro é a exposição de uma idéia. A idéia exposta nos diz, entre outras coisas, que a Europa Ocidental é um ser orgânico, que se assenta e se nutre a partir de uma raiz dupla: por um lado ela é racional, pela raiz grega; por outro, ela é fundamentalista, pela raiz que se afunda em um passado envolto em névoas, mas cujo caminho até nós denominamos “tradição judaico-cristã”.

DO ARREPENDIMENTO – Ensaio de MONTAIGNE

MICHEL DE MONTAIGNE DO ARREPENDIMENTO (Liv. III, Cap. II) Os outros o formam; 852 eu descrevo o homem e apresento um particular bem mal formado, e que, se eu tivesse de afeiçoar de novo, certamente o faria bem outro do que é; mas doravante, está acabado. Ora, os traços do meu retrato não se extraviam, … Ler maisDO ARREPENDIMENTO – Ensaio de MONTAIGNE

cap. 22 – Ontologia dos Valores – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares Lição XXII ONTOLOGIA DOS VALORES 190.   O   NÃO-SER DOS  VALORES.   — 191.  OBJETIVIDADE   DOS   VALORES.  — 192. A QUALIDADE. — 19S. — A POLARIDADE. — 194. A HIERARQUIA. — 195.CLASSIFICAÇÃO   DOS   VALORES. Na lição anterior tivemos ensejo de assinalar e descrever com certo discernimento as categorias regionais … Ler maiscap. 22 – Ontologia dos Valores – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

Em memória de Giordano Bruno, por Vera Vassouras

EM MEMÓRIA DE GIORDANO BRUNO



Vera Lúcia Vassouras

"Para o verdadeiro filósofo, todos os países são sua pátria"

Aos 17 de fevereiro de 1600, após uma tortuosa e longa prisão, Giordano Bruno é levado à fogueira pelo Santo Oficio, sob as acusações de "apóstata", "herético impertinente, pertinaz e obstinado". A acusação foi sancionada pelo Papa Clemente VIII e posteriormente renovada por Leão XIII, declarando sua filosofia como um "materialismo degenerado". A época ficou conhecida como o período das reformas político-religiosas: o Renascimento. O filósofo foi condenado pelas três correntes: catolicismo, calvinismo o luteranismo (protestantismo).