História e Memória – uma relação Tensa.

“História e Memória – uma relação Tensa.” Miguel Duclós A célebre inscrição no Pórtico da Academia de Platão – “Que aqui não entre quem não souber geometria” encontra possível explicação pela biografia do filósofo e sua filosofia. Platão viu seu ideal de implantação do “Rei Filósofo”soçobrar em duas tentativas junto ao tirano e a corte … Ler maisHistória e Memória – uma relação Tensa.

A importância das ciências humanas para a educação

A importância das ciências humanas para a educação Ricardo E. Rose Jornalista, autor, graduado e pós-graduando em filosofia, pós-graduado em gestão ambiental e sociologia O termo “ciências humanas” tem sua origem na expressão alemã “Geisteswissenschaften”, ou seja, “ciências do espírito”. O termo foi criado quando da reforma do ensino secundário e superior na Alemanha, no final do século XVIII … Ler maisA importância das ciências humanas para a educação

Japão: Desenvolvimento Socioeconômico, História e Geopolítica no início do século XX

Oliveira Lima NO JAPÃO* DIREÇÃO E INSPIRAÇÃO NACIONALISTA Destarte, quando chegou o momento em que o Japão teve, per fas aut nefas, de entreabrir seus portos à influência ocidental, a revolução nos espíritos, precursora da revolução pelas armas, estava parcialmente realizada, ainda que numa direção nacionalista, a qual veremos que não foi afinal sacrificada na … Ler maisJapão: Desenvolvimento Socioeconômico, História e Geopolítica no início do século XX

EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AMÉRICA LATINA E DA AMÉRICA INGLESA

EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AMÉRICA LATINA E DA AMÉRICA INGLESA * A EVOLUÇÃO BRASILEIRA COMPARADA COM A HISPANO-AMERICANA E COM A ANGLO-AMERICANA Oliveira Lima I A conquista da América hispano-portuguêsa é um assunto quase familiar para os muitos que na terra de Jfrescott nutrem o gosto da leitura. Tendes aliás a boa fortuna de contar no … Ler maisEVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AMÉRICA LATINA E DA AMÉRICA INGLESA

Organização Política do Brasil antes da Independência

A colônia e o reino absoluto (continuação)

 

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Agora, volvamo-nos para a organização política do Brasil. Como se sabe, consistia o império colonial português sul-americano em uma série de regiões, que primitivamente eram parte colônias feudais, parte colônias régias, porém pouco a pouco passaram, sem exceção, para a imediata soberania da coroa; excluindo-se algumas que se fundiram com as suas vizinhas, ao passo quê outras se desmembraram, sempre conservaram as províncias separadamente a sua individualidade independente e a sua própria administração local.

A soberania sobre essa série de Estados residia na coroa e no gabinete de Lisboa; todavia, tinha este criado, desde 1549, um órgão intermediário, uma autoridade colonial central, o governo-geral do Brasil, na Bahia, que exercia a superintendência sobre todas as províncias brasileiras e assegurava as relações oficiais com o governo da mãe-pátria. Esse poder central da colônia subsistiu, consoante o seu nome, até ao fim da era colonial, 1549-1760 na Bahia, 1763-1807 no Rio de Janeiro, e de 1720 em diante usou mesmo permanentemente do título mais brilhante de vice-reino; porém a sua autoridade sofreu sempre novas restrições: em primeiro lugar, perdeu sua ação sobre o Norte do Brasil, o denominado Estado do Maranhão, que foi subordinado diretamente ao gabinete de Lisboa (1621); e, se nominalmente lhe restava autoridade sobre as demais porções de terra, era só na aparência, sem significação real.

Capítulo II – A ILUSÃO DA CHEGADA. O QUE ERA A NOVA CORTE – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO II A ILUSÃO DA CHEGADA. O QUE ERA A NOVA CORTE O desembarque da família real portuguesa no Rio de Janeiro, aos 8 de março de 1808, foi mais do que uma cerimônia oficial: foi uma festa popular. Os habitantes da capital brasileira corresponderam bizarramente às … Ler maisCapítulo II – A ILUSÃO DA CHEGADA. O QUE ERA A NOVA CORTE – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

A ANTIGA ESCOLA FRANCISCANA: OS REPRESENTANTES DO AGOSTINISMO – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre Correia Índice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária … Ler maisA ANTIGA ESCOLA FRANCISCANA: OS REPRESENTANTES DO AGOSTINISMO – História da Filosofia na Idade Média

AS UNIVERSIDADES – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre Correia Índice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária … Ler maisAS UNIVERSIDADES – História da Filosofia na Idade Média