Consciência - Filosofia e Ciências Humanas


18
jan

Habermas e a Virada Linguística

Habermas e a Virada Linguística
Miguel Duclós
Originalmente apresentado para o CFH/UFSC (2007)
O livro Verdade e Justificação (1999), do filósofo alemão Jürgen Habermas, traz discussões que retomam e repensam, de certa forma, pontos de vista desenvolvidos em trabalhos anteriores. O Habermas de Mudanças estruturais da esfera pública (1962) e de Conhecimento e [...]


23
nov

Resumo de teorias epistemológicas

A
inferência pode ser dedutiva, a posteriori, em que suas conclusões se
baseiam ou em algo que ou é certeza ou probabilidade. Ela não assume um caráter
de meio termo.

Enquanto
que a inferência indutiva, não está baseada em extremos, ou 100% ou 0,0%. A
indutiva pode haver graus de probabilidade de 1,0% a 99%. Podendo ser justiçada
com o meio termo. Na Inferência Indutiva, temos conclusões com verdades
contingentes. Enquanto na dedutiva, necessárias.


08
nov

Aristóteles: Saber e Ciência – História da Filosofia na Antiguidade

a) Lógíca
α) Caráter geral da lógica, aristotélica. — Sobre o saber e a verdade, já muito tinha ensinado a Filosofia anterior a Aristóteles. Mas, é com êle que nasce uma Filosofia formal do saber, a lógica. Não se trata apenas do nascimento da lógica. Ela é, desde logo, estruturada de um modo tão classicamente perfeito, que, ainda hoje, os caminhos trilhados nessa matéria são os mesmos traçados por Aristóteles. É marcante, a este propósito, a palavra de Kant, de que a lógica, depois de Aristóteles, não podia, em nada, retroceder, mas também não podia dar mais nenhum passo para a frente. A Idéia fundamental da lógica está nos Analíticos. O simples título do livro já manifesta o caráter desta lógica: é uma análise do espírito. Como a anatomia decompõe o corpo humano nas suas partes integrantes, assim a lógica aristotélica, o pensamento e a linguagem do homem. Aristóteles foi o primeiro a ver que também o espírito tem a sua estrutura própria, consta de elementos e funções fundamentais e, a esta luz, pode ser estudado e descrito. Como últimos elementos se consideram — o conceito, o juízo e o raciocínio. Ainda hoje constituem os três mais importantes capítulas da lógica. E Aristóteles procura sempre, em seu estudo, descrever e dividir. Já na lógica se manifesta uma tal tendência. — examinar o mundo experimental nos seus variados aspectos, e ordenar e classificar o concreto. Mas Aristóteles determina as formas elementares do espírito por interesses não só teóricos, mas também práticos. Quer, ao mesmo tempo, fornecer o meio seguro e científico de pensar, provar e refutar. Isto se dá principalmente nos Tópicos e nos Elencos Sofísticos. Sua lógica é, assim, não somente teórica, mas também prática. E, .simultaneamente, também o preocupa a questão de saber até que ponto os nossos meios de pensamento não somente como instrumentos, formalmente considerados, estão bem ordenados, mas, também, se eles realmente captam o material do saber, que devem captar; i.é, a sua lógica não é somente formal, mas ainda material, sendo, também, uma teoria do conhecimento, como hoje se diz.


20
out

EPICURO E O EPICURISMO: ANTIGA FILOSOFIA DA VIDA – História da Filosofia Antiga

Os epicuristas são os inimigos hereditários dos estóicos. Não tem fim a polêmica entre as dois campos.
Fundador da. escola é Epicuro de Samos (314-270). Foi seu mestre o discípulo de Demócrito,
Nausífanes. A ascendência atomista foi decisiva para toda a escola, que Epicuro dirigiu no seu Jardim. em Atenas, desde 306. E foi devido a esses Jardins que os epicuristas
receberam a denominação — os do Jardim.


12
jan

A Historícidade da Razão e a Origem do Conhecimento Metódico

A historícidade da razão. Gênese e essência da razão. A origem da
atitude metódica. As fases da evolução do método, até a fase final
racional, consciente. Características da atitude metódica formal. Passagem do
modo formal ao dialético de interpretar o surgimento do método, e a questão da
origem das idéias. A origem da teoria do conhecimento e sua compendiação com
caráter metódico. Ingenuidade das concepções metafísicas e valor crítico da
teoria dialética. A função da sociedade na teoria do conhecimento.


06
set

CONSOLANDO O ESPECIALISTA – PAUL FEYERABEND

CONSOLANDO
O ESPECIALISTA1

PAUL FEYERABEND

University
of California, Berkeley
Tradução de Octavio Mendes Cajado. Fonte: Atas do Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência, Londres 1965
"Há anos venho enforcando gente,
mas nunca vi tamanho estardalhaço."
(Observação feita por Edward "Lofty" Milton, carrasco em meio-expediente, na Rodésia, por ocasião das
demonstrações contra a pena de morte.) "Ele era — diz a revista Time
(15 de março [...]


30
jun

A CIÊNCIA NORMAL E SEUS PERIGOS – Karl Popper

 

A CIÊNCIA NORMAL E SEUS PERIGOS

KARL POPPER
London School of Economics

Tradução de Octávio Mendes Cajado. Fonte: A Crítica do Desenvolvimento do Conhecimento, Editoria Cultrix, 1979 Extraído das atas do Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência (Londres, 1965)
 
A crítica do
Professor Kuhn às minhas opiniões sobre ciência é a mais interessante que já encontrei até agora. Há, [...]


01
abr

Comentário acerca da Estética Transcendental de Immanuel Kant

Comentários acerca da “Estética Transcendental” de Immanuel
Kant (1724-1808)

Alexandre Fernandes Batista Costa
Leite
 
 

1. Introdução

                   
Devido a enorme influência de Kant na composição do
pensamento filosófico, optei por fazer o trabalho no âmbito
de sua Crítica da Razão Pura (CrP-1787-B); poderíamos
dizer que esta influencia, ou mesmo, marca o nascimento da chamada Epistemologia,
ou seja, Teoria do Conhecimento. Não estou a [...]


25
jan

Karl Popper – Lógica da Pesquisa Científica – Fichamento do cap. 1

Fichamento do Capítulo I do
livro A lógica da pesquisa científica – Karl Popper
Miguel DuclósOriginalmente apresentado na FFLCH/USP

Biografia
Karl
Popper nasceu em 1902 em Viena. Seu pai era doutor em direito e se interessava por
filosofia. Ele e o amigo de Karl o influenciaram na curiosidade filosófica. No ano de 1918, Karl Popper ingressou na
Universidade de Viena. [...]


20
jan

O problema dos universais em Pedro Abelardo

O problema dos universais em Pedro Abelardo
Miguel Duclós
Trabalho Originalmente Apresentado para a FFLCH/USP
"Reflitamos
primeiramente a respeito da causa comum. Cada um dos homens, distintos uns dos
outros, embora difiram tanto pelas próprias essências quanto pelas formas -
[...]


01
mai

Santo Agostinho: O Mestre do Ocidente – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA

Johannes HIRSCHBERGER

Fonte: Ed. Herder

Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística

O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]


01
mai

A ESCOLA FRANCISCANA MAIS RECENTE: DOUTRINAS ANTIGAS E NOVAS – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA

Johannes HIRSCHBERGER

Fonte: Ed. Herder

Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística

O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]


01
mai

São Tomás de Aquino – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA

Johannes HIRSCHBERGER

Fonte: Ed. Herder

Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística

O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]


01
mai

PEDRO ABELARDO: SUBJETIVISMO MEDIEVAL

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA

Johannes HIRSCHBERGER

Fonte: Ed. Herder

Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística

O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]


26
dez

Heidegger: Kant e o Problema da Metafísica – Aula 5

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS
Curso sobre
Heidegger:
Kant e o
Problema da MetafísicaMaterial Enviado por José de Medeiros Machado Jr.
 2o.
semestre de 2004
 Professor Bento Prado Jr.
Material Enviado por José de Medeiros Machado Jr.
ÍNDICE
Data da aula 

01/10/2001
08/10/2004
15/10/2004
12/11/2004
19/11/2004
26/11/2004
03/12/2004
)

 
19/11/2004

[...]


22
dez

Cap. 10 – A Origem do Idealismo – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares

Lição X
A ORIGEM DO IDEALISMO
68. O
CONHECIMENTO E A VERDADE NO REALISMO. — 69. CRISE HISTÓRICA AO LIMIAR DA IDADE
MODERNA. — 70. NECESSIDADE DE COLOCAR DE NOVO OS PROBLEMAS. — 71. O PROBLEMA
[...]


27
nov

Ontologia – AS DIVISÕES DO SER – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet

Capítulo  Segundo
AS DIVISÕES DO SER
193 O ser não existe sob a forma absolutamente indeterminada
em que o considera, por abstração, a Metafísica. Apenas os seres, quer
dizer, os indivíduos, existem verdadeiramente, sendo todo o resto, não
[...]


27
nov

Ontologia – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet

ONTOLOGIA
18S 1. Noção. — A
Ontologia (ou Metafísica geral) é a ciência do ser enquanto ser e dos
caracteres que pertencem ao ser como tal. A noção de ser, como vimos em
psicologia (141), é [...]


27
nov

Metafísica – A EXTENSÃO DO CONHECIMENTO – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet

Capítulo   Segundo
A EXTENSÃO DO CONHECIMENTO
179 O problema do
alcance do conhecimento é um problema distinto do precedente, porque o fato
certo de que somos capazes de chegar ao verdadeiro deixa subsistir a questão de
saber [...]


27
nov

Metafísica – Preliminares – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet

METAFÍSICA
PRELIMINARES
170      1. Noção. —
O nome metafísica (depois da física) foi dado pelos discípulos de Aristóteles ao conjunto dos tratados
aristotélicos que vinham após aqueles consagrados às coisas da natu­reza. Foi
desde então utilizado para [...]


08
fev

O desenvolvimento da ciência em Thomas Kuhn

O
desenvolvimento da Ciência em Thomas Kuhn
por Isabel
Mª Magalhães R.L. Santos Maia

1-
Introdução
2-
Paradigmas e ciência normal
3- Crise e revolução
4- Conclusão
5- Notas
6- Bibliografia

1-
Introdução

T. Kuhn constitui um marco importante na perspectiva do desenvolvimento
científico na medida em que se opõe a uma concepção
de ciência explicativa. Neste sentido, Kuhn vai tentar
desenvolver as suas teorias epistemológicas num contacto mais
estreito com a [...]

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