Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7. História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3. LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica) Artur Mota (Arthur Motta) (1879 – 1936) PADRE FRANCISCO AGOSTINHO GOMES Nasceu na Bahia a 4 de julho de 1769 e faleceu a 19 de fevereiro de 1822. [...]
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Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados ATEU, ATEÍSMO O que outrora possuísse o segredo de uma arte corria o risco de passar por feiticeiro; toda a nova seita que aparecesse era acusada de degolar crianças durante a celebração de seus mistérios. E todo o filósofo que abandonasse a gíria da Escola era acusado de [...]
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Introdução
Paulo
já lançara as bases de uma ética para a vida
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No alvorecer do cristianismo, a originalidade da proposta desenvolvida por
Paulo consistiu em aliar a liberdade à responsabilidade: "tudo me é
permitido, mas nem tudo convém"
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Todos os seres humanos prezam a liberdade, tendo sido criados para ela. Para
não diminuí-la ou até destruí-la, no entanto, requer-se que se viva com
responsabilidade.
Em
tempos mais recentes, o Vaticano II resgatou essa intuição, sobretudo,
com a Gaudium et Spes, atribuindo grande valor à consciência: "a
consciência é o sacrário das pessoas"
title="">.
Vê-se aí a enorme importância dada às decisões individuais. Até então, o que
trazia tranqüilidade moral às pessoas de fé era o seguimento às normas. O
importante era "enquadrar-se" nas leis. O que vigorava era a
heteronomia moral. De agora em diante, as leis passam a funcionar como
importantes subsídios, mas nunca como elementos decisórios às pessoas. A última
palavra é sempre dada pela pessoa, em consonância com seu contexto vital (Sitz
im Leben), seu desenvolvimento psíquico e sua situação particular. O que passa
a vigorar é a defesa da autonomia moral.
Por
conseguinte, permeando o horizonte da ética, é possível encontrar um grande
desafio lançado a todo ser humano: saber discernir quais são os melhores
caminhos a serem percorridos no dia-a-dia. "O sentido da responsabilidade
é uma atitude do homem total que o impele a colocar-se em situação de radical
disponibilidade quanto aos imperativos morais"
name="_ftnref4" title="">.É
assim que a pessoa se realiza e edifica o mundo à sua volta.
A
liberdade se exerce no relacionamento entre os seres humanos. Dessa forma, toda
pessoa tem o direito natural de ser reconhecida como ser livre e responsável
href="#_ftn5" name="_ftnref5" title="">.
"Quanto mais pratica o bem, mais a pessoa se torna livre. Não há
verdadeira liberdade a não ser a serviço do bem e da justiça. A escolha da
desobediência e do mal é um abuso de liberdade e conduz à ‘escravidão’"
href="#_ftn6" name="_ftnref6" title="">.
Em
tempos de pensamento fraco e de relativismo, nesse contexto do século XXI, onde
até o amor é tido como líquido, é mais do que oportuno revisitar as intuições
éticas que nos foram legadas na Tradição.
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Esse trabalho tem uma pretensão de dizer os sentimentos dos alunos diante da filosofia na sala de aula. Ele acontece através de uma pesquisa na escola com os próprios alunos. Pois é uma preocupação de vários estudantes de filosofia o encontro com a sala de aula e como é um trabalho exigente, sacrificante, devido às grandes dificuldades, sejam elas políticas, educacionais, e culturais. Pode chegar ao absurdo em falar que não existe filosofia na escola pública e sair enumerando os problemas, mas não se apresenta propostas, e às vezes culpam os alunos dizendo que “eles não querem nada com a vida”. Esse trabalho realizado com os alunos mostra as dificuldades da filosofia na escola publica, mas fica perceptível que a filosofia é real, portanto viva na escola pública, e existe o desejo de aprofundamento por parte dos alunos.
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Resenha do livro “a história entre a filosofia e a ciência” de José Carlos Reis. Por Diego José Fernandes aluno do 4º período de história da UFRN Introdução José Carlos Reis inicia seu livro tecendo comentários sobre o século XIX, o qual foi marcado, na atmosfera intelectual, pelo Cientificismo[1]. As ciências estavam embebedadas pelas idéias de [...]
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O “Espaço Filosófico-Filológico” de Foucault: A experiência de Nietzsche e Mallarmé para um retorno da linguagem nos saberes sobre o homem. * Mariano de Azevedo Júnior ** Uma das discussões atuais que questiona os saberes estabelecidos pelas ciências humanas é a afirmação do papel central que a linguagem desempenha na produção das realidades. Desde o [...]
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Antón Tchecov A ESTEPE (HISTÓRIA DE UMA VIAGEM) Tradução de Costa Neves. Fonte: Clássicos Jackson. I DA cidade de N, na província de Z…, saiu ruidosamente, numa bela manhã de julho, e tomou a estrada da posta uma briska sem molas, suja, arrebentada, um desses veículos anti-diluvianos em que, na Rússia, só viajavam, então, os [...]
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Trabalho Originalmente Apresentado para a FFLCH/USP
“Reflitamos primeiramente a respeito da causa comum. Cada um dos homens, distintos uns dos outros, embora difiram tanto pelas próprias essências quanto pelas formas – como lembramos acima ao investigarmos a física da coisa – se reúnem naquilo que são homens” (ABELARDO, Lógica Para Principiantes, pg.61)
1 – Escopo do trabalho
O problema que se coloca nesse trecho resume a temática da querela dos Universais, discussão central na filosofia medieval, da qual se ocuparam diversos autores além de Abelardo num grande período de tempo. Trataremos aqui, de forma compacta, de alguns aspectos dos universais e da visão de Abelardo sobre o tema. A questão dos universais é primeiramente enunciada a partir da Isagoge de Porfírio. Isagoge é o termo grego para “introdução”. Trata-se de uma introdução às categorias de Aristóteles, que como o filósofo mais importante e de maior alcance, era objeto constante de comentários, debates e glosas. Averróis, por exemplo, era conhecido como O comentador e escreveu dezenas de obras sobre o filósofo. Porém ele é de uma geração posterior a Abelardo, viveu entre 1126 e 1198, enquanto Abelardo viveu entre 1079 e 1142. Nesse período de tempo a obra de Aristóteles se difundiu consideravelmente. A geração de Abelardo conhecia Aristóteles principalmente através das traduções de Boécio para o latim de duas únicas obras, referentes ao corpo da lógica no sistema: Categorias e De Interpretatione. Estas, juntamente com outros cinco textos (além de Isagoge, De syllogismo categórico, De syllogismo hypothetico, De diffèrentiis topicis and De divisione do próprio Boécio) são as fontes primárias da lógica de Abelardo. Abelardo sabia muito pouco grego, e, não obstante fazer breves referências a outros trabalhos como os Argumentos Sofísticos e os Primeiros Analíticos, nada indica que tenha conhecido as grandes obras sobre a moral, a física e a metafísica.
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HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre CorreiaÍndice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária – [...]
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HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre CorreiaÍndice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária – [...]
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Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares Lição VIII A METAFÍSICA REALISTA 53. ESTRUTURA DO SER: CATEGORIAS. — 54. ESTRUTURA DA SUBSTANCIA: FORMA E MATÉRIA, REAL E POSSÍVEL, ATO E POTÊNCIA. — 55. AS QUATRO CAUSAS. — 56. INTELIGIBILIDADE DO MUNDO. — 57. TEOBIA DO CONHECIMENTO: CONCEITO, JUÍZO, RACIOCÍNIO, DEUS. — 58. INFLUÊNCIA DE [...]
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Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares Lição XVI A METAFÍSICA DO RACIONALISMO 121. PONTO DE PARTIDA NO EU. — 122. MOVIMENTO, MATÉRIA E FÔBCA. — 123. O CALCULO INFINITESIMAL. — 124. A MONADA: PERCEPÇÃO E APETIÇÃO. — 125. HIERARQUIA DAS MÔNADAS. — 126. COMUNICAÇÃO ENTRE AS SUBSTANCIAS: HARMONIA PREESTABELECIDA. — 127. O OTIMISMO. [...]
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Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo AS DIVISÕES DO SER 193 O ser não existe sob a forma absolutamente indeterminada em que o considera, por abstração, a Metafísica. Apenas os seres, quer dizer, os indivíduos, existem verdadeiramente, sendo todo o resto, não ser absolutamente, mas maneiras de ser dos indivíduos. Ora, estes diversos [...]
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Curso de Filosofia – Régis Jolivet ONTOLOGIA 18S 1. Noção. — A Ontologia (ou Metafísica geral) é a ciência do ser enquanto ser e dos caracteres que pertencem ao ser como tal. A noção de ser, como vimos em psicologia (141), é a mais alta abstração a que podemos chegar, quando tivermos despojado de alguma [...]
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Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo A EXTENSÃO DO CONHECIMENTO 179 O problema do alcance do conhecimento é um problema distinto do precedente, porque o fato certo de que somos capazes de chegar ao verdadeiro deixa subsistir a questão de saber que verdades ou que coisas somos efetivamente suscetíveis de conhecer. Podem-se aqui [...]
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Curso de Filosofia – Régis Jolivet METAFÍSICA PRELIMINARES 170 1. Noção. — O nome metafísica (depois da física) foi dado pelos discípulos de Aristóteles ao conjunto dos tratados aristotélicos que vinham após aqueles consagrados às coisas da natureza. Foi desde então utilizado para designar esta parte da Filosofia que é consagrada às realidades que não [...]
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Curso de Filosofia – Régis Jolivet PSICOLOGIA PRELIMINARES Capítulo Primeiro OBJETO, MÉTODO E DIVISÃO DA PSICOLOGIA ART. I. OBJETO 88 Etimologicamente, a Psicologia é o estudo da alma. Pode-se conservar sem inconveniente esta definição, sob a condição de compreender que a alma não pode ser encontrada e conhecida a não ser nas e pelas [...]
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[download id="40"] ·Bimestre 1 Material Didático para a Sexta Série – Bimestre 3Por Anderson Alves Esteves I – A LIBERDADE ENTRE A RAZÃO E OS INSTINTOS 1 – LIBERDADE E RAZÃO: SÓCRATES “Conheça-te a ti mesmo” (Sócrates) 1.1 – Das trevas à luz: Platão e a alegoria da caverna Platão (427-347 a.C.) formulou uma história [...]
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Material Didático para a Quinta Série Ginasial – Bimestre 1Por Anderson Alves Esteves LIBERDADE: RAZÃO E AUTONOMIA FILOSOFIA: O QUE É ISSO? “Tudo é um” TALES DE MILETO 1 – A FILOSOFIA E OS MITOS Provavelmente, esta é a primeira aula de Filosofia da sua vida. Quando chegar em casa, você poderá dar a notícia [...]
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Download desse documento em formato Msword (doc) ( downloads) Bimestre 1 Material Didático para a Sexta SériePor Anderson Alves Esteves LIBERDADE: RAZÃO E AUTONOMIA “Esclarecimento é a saída do homem de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado” Immanuel Kant 1 – O problema da escolha sem autonomia em nossa sociedade. Sabemos que a [...]
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[download id="37"] Bimestre 2 Material Didático para a Sexta SériePor Anderson Alves Esteves I – LIBERDADE: ELA EXISTE? Liberdade – essa palavra Que o sonho humano alimenta Que não há ninguém que explique, E ninguém que não entenda! Cecília Meireles. Romanceiro da Inconfidência. 1 – Determinismo OS MITOS DE TÂNTALO, PÉLOPS E NÍOBE Tântalo Tântalo [...]
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Quadro comparativo entre Platão e Aristóteles com suas principais idéias esquematizadas e fichadas.
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O FENÔMENO DO ATEÍSMO NO MUNDO DE HOJE Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho, Professor no Seminário de Mariana – MG – vidigal @ homenet. com.br O objetivo deste texto é fazer uma análise dos argumentos mais ponderáveis até hoje apresentados por aqueles que não admitem a existência de um Ser Supremo e diagnosticar a [...]
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Traduzido da versão em inglês Tabela de conteúdo [esconder] 1 Carta 1 2 Carta 2 3 Carta 3 4 Carta 4 Tradução de Miguel Duclós Carta 1 Sils Maria, 14 de julho, carta a Franz Overbeck Querido amigo, Também teria gostado muito de revê-lo este ano, mas sei que não será possível. Meu plano de [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Filosofia Contemporânea, Nietzsche |