Resignação de mãe – Antônio Feliciano de Castilho

Resignação de mãe   Era uma noite invernosa. Os telhados iam rasos de neve, e por fora das pousadas, assoprava rijamente o vento. Em uma eram [1]) então, e em um pequeno aposento, assentadas duas mulhe­res tôdas 3) entregues a seus lavores; uma já de dias 4) e cabelo branqueado, outra nova. E de espaço … Ler maisResignação de mãe – Antônio Feliciano de Castilho

NA FIGUEIRA DO INFERNO – folclore goiano

sombra da figueira

NA FIGUEIRA DO INFERNO Diz-se que era uma figueira grande, que nem essa. — Com certeza o senhor já ouviu contar esse caso, disse o Cabo, meu companheiro de viagem, quando se dispôs a destravar a língua, depois da minha insistência em saber qual a "nervosia" que contam da gameleira, por estes lados. Eu que precisava … Ler maisNA FIGUEIRA DO INFERNO – folclore goiano

ÉTICA E LIBERDADE NO PENSAMENTO DE KANT

Na primeira parte da sua obra “Fundamentação da Metafísica dos Costumes”,
Kant analisa dois conceitos fundamentais da sua teoria moral, a saber: o
conceito de vontade boa e o imperativo categórico. A partir desses dois
conceitos surge a ética kantiana.

Maria Sabida – Charles Perrault

Ë a Maria Sutil, Dona Vintes, Dona Esvin-tola, popularíssima em Portugal onde dom Francisco Manuel de Melo a citava: Eu cuido que vireis a ser aquela

…Dona atrevida, Doce na morte E agra na vida

que nos contam quando pequenos. Ë a Dona Pinta, o XII da coleção que Sílvio Romero coligiu no Brasil, versão de Sergipe. Silva Campos divulgou uma outra, do recôncavo baiano, O rei doente do mal de amores, LXIX do Contos e Fabulas Populares da Bahia no O Folk-Lore no Brasil, de Basílio de Magalhães, Rio de Janeiro, 1928. O prof. Aurelio M. Espinosa registou quatro variantes, em Espanha, La mata de alba-haca, Toledo, Segóvia e Granada, e Las très hijas dei sastre Burgos, 1, 2, 3 e 4. Na terceira, de Granada, há o dito: Ay, Mariquilla, durce tienes la muerte y agria la vida. Na Dona Pinta: Ah! minha mulher, si depois de morta estás tão doce, que faria quando eras viva! Perrault deu expressão literária a esse conto no Adroite Princesse ou Aventures de Finette.

 

A Grécia – Arte Grega Antiga

Templos gregos 

  • Ordens
  • Arquitectura Clássica Grega Antiga
  • Escultura na Grécia Antiga
  • Curos e Coré 
  • Período pré-clássico 
  • Fídias
  • Arte na Grécia no Século IV a. C
  • Período Helenístico
  • Vasos 
  • OBRAS CARACTERÍSTICA DA ARTE GREGA
  • ARQUITECTURA
  • ESCULTURA
  • VASOS
  •  

    Á Grécia

    Reserva feita da opinião dos que sustentam — será acaso um paradoxo? — que a arte grega nunca cessou de viver pois que inspira ainda hoje toda a Europa, esta arte teve uma existência bastante breve. Durou praticamente do vil século até cerca do ano 150 antes de Jesus Cristo, até à conquista romana. O seu domínio também foi relativamente limitado: Grécia propriamente dita. Asia Menor e Grande Grécia.

    Mas a sua duração global dá uma ideia bastante imperfeita dos fenómenos ocorridos: importa ter em consideração épocas em que o movimento se acelera; menos de cem anos bastam para passar do Triplo ATereuáo Hecatompédon às esculturas de Parténon.

    Branca Flor – Contos de Bruxas e Feiticeiras

    Branca Flor

    O rei D. Carlos tinha o vício de jogar. Estava acos tumado a ganhar sempre, pois os seus súditos não se atreviam a vencê-lo no jogo.

    Um dia, recebeu a visita de um príncipe de outro reino e o convidou para jogar. O rapaz não sabia que o rei ficava furioso quando perdia, de modo que jogou sem se importar com o resultado. Ganhou todos os jogos.

    Literatura na Idade Média e Renascença – Resumo escolar

    A IDADE-MÉDIA E A RENASCENÇA

    Descida ao inferno

    DESDE os primeiros dias, têm os homens imaginado o que acontecerá à alma depois que, deixa o corpo. Permanecerá viva? E se fôr assim, para que especie de lugar irá ela? Vários grandes escritores tentaram imaginárias viagens à terra das almas que se foram. O maior deles foi Dante Alighieri, poeta italiano do século treze. Na sua obra-prima, A Divina Comédia, leva-nos em viagem através dos horrores do inferno, cruza as regiões do purgatório e chega às glórias do céu. Tão viva era sua imaginação e tão profundamente se lhe marcava o pensamento no rosto, que um amigo observou uma vez: "Este homem parece, na realidade, ter vindo diretamente do inferno". Eis como Dante descreve sua descida ao mundo subterrâneo:

    Um dia, acha-se êle perdido numa sombria floresta. Está a ponto de ser atacado por um leão, uma onça e uma loba, quando o antigo escritor Virgílio vem em seu auxílio. Este escritor, no seu poema A Eneida, fizera outrora uma viagem ao reino de Plutão. Agora oferece-se como guia a outra excursão ao mundo subterrâneo.

    Juntos descem eles às profundezas da terra até se encontrarem no círculo mais exterior do Inferno. Aqui Dante encontra as almas dos indiferentes, dos insignificantes, dos que durante toda sua vida não foram exatamente maus, nem tão pouco se deram ao trabalho de ser bons. No Inferno, têm de cumprir a pena que cabe à indiferença. Esse castigo é serem forçados continuamente a trabalhar, sem um momento de descanso, "como grãos de areia revoluteando eternamente no remoinho".

    Em seguida, descem às regiões mais

    Catilinárias de Cícero – Oração III

    mapa roma itália

    Os conjurados que Catilina, ao deixar a cidade, tinha deixado em Roma, articulam-se e tentam tratati vas com os embaixadores dos Alóbrogos, que por acaso se encontravam em Roma, para patrocinar a causa dos seus patrícios contra os governadores romanos. Em consequência de delações, afinal, Cícero consegue provas materiais da conjuração. Na noite do 2 de Dezembro manda prender os principais conjurados. Na manhã do dia 3, reúne o Senado e procede ao interrogatório dos presos. O Senado resolve que os imputados continuem em estado de detenção e decreta que o cônsul seja publicamente agradecido pela sua acção em defesa da pátria. Acabada a sessão do Senado, Cícero pronuncia a terceira catilinária, para informar ao povo, reunido no foro, da marcha dos acontecimentos. Diz que nunca Roma correu perigo maior do que acaba de desaparecer, sem recorrer a medidas militares, sem perturbação da cidade, unicamente por diligência dele, que soube defender a pátria ameaçada pelos conjurados. Exorta os romanos a agradecer aos deuses e a continuar na vigilância contra os maus cidadãos.

    Exórdio.

    VENDO estais, romanos, neste dia a República, a vida de todos vós, os vossos bens e interesses, as vossas mulheres e filhos, e a esta felicíssima e belís-suma benevolência dos deuses para convosco, livre do ferro e fogo, e como arrancada da garganta da morte, com meus trabalhos, resoluções e perigos.

    Ética de Aristóteles – O Bem e a Comunidade – História da Filosofia Antiga

    C. O Bem e a Comunidade

    A ética é uma ciência, a que está para sempre ligado, como na lógica e na metafísica, o nome de Aristóteles. Referimo-nos, é claro, à doutrina moral do Aristóteles amadurecido, tal como se encontra na Ética a Nicômaco. A ética da mocidade, em que o seu pensamento, no estilo de Platão, é ainda fortemente teonómico e metafísico, é pouco conhecida. Também nesta matéria. Aristóteles evoluiu, como veremos.

    QUEM TEM OUVIDOS

    maravilhas das antigas civizações

    RESUMO do livro
    QUEM TEM OUVIDOS de João Batista Mezzomo.
    O presente livro é a exposição de uma idéia. A idéia exposta nos diz, entre outras coisas, que a Europa Ocidental é um ser orgânico, que se assenta e se nutre a partir de uma raiz dupla: por um lado ela é racional, pela raiz grega; por outro, ela é fundamentalista, pela raiz que se afunda em um passado envolto em névoas, mas cujo caminho até nós denominamos “tradição judaico-cristã”.

    A Ética de Aristóteles: virtude, felicidade, moral

    Resumo sobre a teoria ética do filósofo grego Aristóteles: o que é o bem, a virtude e a felicidade.

    USO E ABUSO DE DROGAS PELO JOVEM: UM BEM OU UM MAL?

    maravilhas das antigas civizações

    O
    presente trabalho explana, segundo uma abordagem platônica e estóica, o que
    motiva o jovem para o consumo de drogas.

    MAX WEBER E A ÉTICA PROTESTANTE E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO

    MAX WEBER E A ÉTICA PROTESTANTE E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO Publicado no Caderno de Programas e Leituras Jornal da Tarde – O ESTADO DE S. PAULO 05/11/1983 Julien Freund Desde a sua publicação, em 1904, A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, de Max Weber, provocou enorme controvérsia, que ainda não se encerrou. … Ler maisMAX WEBER E A ÉTICA PROTESTANTE E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO

    A ESTEPE (História de uma viagem) – Novela de Tchecov

    Antón Tchecov A   ESTEPE (HISTÓRIA DE UMA  VIAGEM) Tradução de Costa Neves. Fonte: Clássicos Jackson. I DA cidade de N, na província de Z…, saiu ruidosamente, numa bela manhã de julho, e tomou a estrada da posta uma briska sem molas, suja, arrebentada, um desses veículos anti-diluvianos em que, na Rússia, só viajavam, então, os … Ler maisA ESTEPE (História de uma viagem) – Novela de Tchecov

    PEDRO ABELARDO: SUBJETIVISMO MEDIEVAL

    HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre Correia Índice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária … Ler maisPEDRO ABELARDO: SUBJETIVISMO MEDIEVAL

    cap. 14 – O Empirismo Inglês – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

    Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia Morente
    Lições Preliminares

    Lição XIV O EMPIRISMO INGLÊS

    98. PSICOLOGISMO. — 99. LOCKE. — 100. AS IDÉIAS INATAS. — 101. A ORIGEM DAS IDÉIAS. — 102. ORIGEM PSICOLÓGICA. — 103. SENSAÇÃO E REFLEXÃO.— 104. QUALIDADES PRIMARIAS E SECUNDáRIAS. — 105. BERKELEY. — 106. — IMATERIALISMO. — 107. A REALIDADE COMO VIVÊNCIA. — 108. HUME. — 109. IMPRESSÕES E IDÉIAS. — 110. SUBSTÂNCIA. — 111. O EU. — 112. CAUSALIDADE, — 113. A «CRENÇA» NO MUNDO. — 114. POSITIVISMO METAFÍSICO

    O DEVER E O DIREITO – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Terceiro O DEVER E O DIREITO ART. I.    O DEVER E A OBRIGAÇÃO MORAL a)         A ordem da reta razão. Todo dever concreto, isto é, que concerne a um caso particular, é um juízo prático moral, formulado como conclusão de um raciocínio baseado num princípio geral da lei … Ler maisO DEVER E O DIREITO – Curso de Filosofia de Jolivet

    MORAL GERAL – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet PRIMEIRA  PARTE MORAL   GERAL 249 A Moral geral tem por objeto estabelecer as condições mais gerais do dever ou, em outras palavras, os princípios universais que determinam a retidão dos atos humanos. Estas condições e estes princípios são: I.    Extrinsecamente: 1.        O fim último do homem. 2.        A lei, … Ler maisMORAL GERAL – Curso de Filosofia de Jolivet

    Moral – Preliminares – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet MORAL PRELIMINARES Art.    I.    O FATO MORAL § 1.    Ciências morais e moral 243 1. As ciências dos fatos morais. — Falamos, em Metodologia, de um grupo de ciências chamadas "ciências morais" que definimos como sendo aplicadas às diversas manifestações da atividade humana, individual ou coletiva, como tal (61). … Ler maisMoral – Preliminares – Curso de Filosofia de Jolivet

    Psicologia- A ALMA HUMANA – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo A ALMA HUMANA 161      Até aqui, limitamo-nos a descrever e analisar os fatos psicológicos, a fim de determinar suas leis empíricas. Trata-se, agora, de deduzir dos fatos observados e das leis estabelecidas a própria natureza desse sujeito metafísico sem o qual os fatos psicológicos e a própria … Ler maisPsicologia- A ALMA HUMANA – Curso de Filosofia de Jolivet

    A ATIVIDADE VOLUNTÁRIA – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo  Segundo A ATIVIDADE VOLUNTÁRIA 147       1. Todos os estudos precedentes se referem aos modos diversos da atividade psicológica: quer se trate de conhecimento sensível ou intelectual, de instintos ou de inclinações, é sempre com as manifestações do dinamismo que nos temos defrontado. Contudo, a palavra "atividade" pode ser … Ler maisA ATIVIDADE VOLUNTÁRIA – Curso de Filosofia de Jolivet

    A VIDA SENSÍVEL – Curso de Filosofia de Jolivet – Psicologia

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet PRIMEIRA PARTE A  VIDA  SENSÍVEL 97        Por vida sensível designa-se o conjunto dos fenômenos cognitivos e dinâmicos determinados no sujeito psicológico por excitações vindas dos objetos materiais externos ou que têm por fim os objetos sensíveis externos. Esta dupla série de fenômenos, especificamente distintos, mas em relação mútua constante, … Ler maisA VIDA SENSÍVEL – Curso de Filosofia de Jolivet – Psicologia

    FILOSOFIA ESPECULATIVA, filosofia da natureza – Curso de Filosofia de Jolivet

    Curso de Filosofia – Régis Jolivet LIVRO    II FILOSOFIA   ESPECULATIVA FILOSOFIA                Cosmologia DA          NATUREZA                Psicologia METAFÍSICA             Crítica do conhecimento COSMOLOGIA          Ontologia PRELIMINARES        Teodicéia 68        1.    Noção. a) Definição. A Cosmologia (etimologicamente ciência do mundo) constitui a primeira parte da Filosofia natural (ou filosofia da natureza) ; tem por objeto o estudo dos … Ler maisFILOSOFIA ESPECULATIVA, filosofia da natureza – Curso de Filosofia de Jolivet

    NIETZSCHE, O IMORALISTA, E A FÉ CRISTÃ

    NIETZSCHE, O IMORALISTA, E A FÉ CRISTÃ por Antonio Lucieudo Lourenço da Silva Para começarmos a falar sobre Nietzsche, há que se fazer algumas considerações relevantes a seu respeito. Em momento algum, o filósofo quis que seu pensamento ou suas idéias fossem profanadas, ou que tivessem adeptos. Ainda assim, sua filosofia é para o porvir, … Ler maisNIETZSCHE, O IMORALISTA, E A FÉ CRISTÃ

    Análise do §22 de Para Além de Bem e Mal, de Friedrich Nietzsche

    Análise do §22 de Para Além de Bem e mal, de Friedrich Nietzsche por Miguel Duclós O parágrafo em questão é citado em negrito, por partes. (…) Perdoem este velho filólogo, (…) Aqui o autor faz referência à sua juventude, quando foi professor precoce de filologia na Basiléia, onde ministrava cursos sobre a Grécia e … Ler maisAnálise do §22 de Para Além de Bem e Mal, de Friedrich Nietzsche

    Comentários sobre o §289 de Para Além de Bem e Mal, de Friedrich Nietzsche

    Comentário acerca do §289 de Para Além de Bem e Mal, de Friedrich Nietzsche. por Miguel Duclós Trabalho originalmente apresentado para a Cadeira de Filosofia Contemporânea I, FFLCH USP, 1º semestre de 2001. O §289 diz o seguinte:    "Ouve-se sempre nos escritos de um ermitão algo também do eco do ermo, algo do tom sussurado … Ler maisComentários sobre o §289 de Para Além de Bem e Mal, de Friedrich Nietzsche

    Epicuro – Hedonismo

    Epicuro (341 – 270 a. C) filósofo grego nascido em Samos

    foi favorável ao atomismo, doutrina desenvolvida originalmente por Leucipo e
    Demócrito, que o influenciou quando começou a filosofar, aos catorze anos. Sua
    família era nobre, mas ficou pobre. Seu pai foi um dos colonos que foram de
    Atenas para Samos.