TERCEIRA FASE DO ROMANTISMO: O SUBJETIVISMO DE ÁLVARES DE AZEVEDO E SUA PLÊIADA

 

Silvio Romero (Lagarto, 21 de abril de 1851 — 18 de junho de 1914) – História da Literatura Brasileira

Vol. III. Contribuições e estudos gerais para o exato conhecimento da literatura brasileira. Fonte: José Olympio / MEC.

TERCEIRA ÉPOCA OU PERÍODO DE TRANSFORMAÇÃO ROMÂNTICA — POESIA (1830-1870)

CAPITULO IV

TERCEIRA FASE DO ROMANTISMO: O SUBJETIVISMO DE ÁLVARES DE AZEVEDO E SUA PLÊIADA

O romantismo brasileiro não ficou estacionado em sua segunda fase, o indianismo; passou adiante e foi espreitar o que se fazia no grande mundo, no estrangeiro, para implantar novos achados, novas conquistas em nosso país.

Entretanto, parece singular que o sistema literário, que mais parecia coadunar-se ao espí-rito nacional, tenha sido justamente aquele que menos seiva revelou e menos frutos produziu. E assim foi; o india-III’ mo só contou dous grandes cultores neste país, Gonçalves Dias na poesia e José de Alencar no romance.

Os outros nossos escritores caminharam por diverso lado, e, se por acaso cultivaram de passagem o gênero, foi isso como um limitado preito prestado a tão ilustres chefes.

Magalhães, por espírito de imitação, escreveu a Con-federação dos Tamoios; Norberto Silva escreveu, em igual espírito, suas Americanas; Machado de Assis, pelo mesmo motivo, as suas; mas isto foi a exceção.

Início do cristianismo na Filosofia dos primeiros padres

Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. PARTE III Terceira época – Filosofia patrística (Séc. I — Séc. IX) 48. CRISTIANISMO Ε FILOSOFIA — O advento do Cristianismo divide a história do pensamento, como a história da civilizarão, em duas partes inteiramente distintas. Jesus Cristo não se apresenta ao mundo como um … Ler maisInício do cristianismo na Filosofia dos primeiros padres

Vocabulário de termos filosóficos – Dicionário marxista de filosofia

filosofia marxista dicionário

Disclaimer: este trabalho foi compilado com verbetes de filosofia apresentados de forma resumida — recorrendo à aos livros do " Pequeno Dicionário Filosófico" De M. Rosental e P. Iudin, e de "Fundamentos do marxismo-leninismo " de O. V. Kuncinen e mais autores marxistas soviéticos. Dessa forma, apresenta uma visão doutrinária e muitas vezes negativa acerca … Ler maisVocabulário de termos filosóficos – Dicionário marxista de filosofia

Filosofia Grega – Noções de Filosofia

Escola de Atenas de Rafael Sanzio

12. A FILOSOFIA NA GRÉCIA — "O pequeno território da Hélade foi como o berço de quase todas as idéias que na filosofia, nas ciências, nas artes e em grande parte nas instituições vieram incorporar-se à civilização moderna" (13). Providencialmente situado entre o Oriente asiático e a Europa ocidental, liberalmente aquinhoado pela natureza de eminentes dotes espirituais — fantasia criadora e raro poder de generalização — dotado de instituições sociais e políticas que estimulavam a iniciativa individual, o povo grego recolheu os materiais das grandes civilizações, que al-voreceram nos impérios da Ásia, trabalhou-os com o seu espírito sintético e artístico e, com eles, elevou este grandioso e soberbo monumento de cultura, objeto de imitação e admiração dos séculos posteriores.

A filosofia, sobretudo, medrou na Grécia como em terra nativa. Seus grandes gênios dominaram as gerações pelo vigor incontestável do pensamento. Pode mesmo afoitamente afirmar-se que não há, no campo da especulação, teoria moderna que não encontre o seu germe nas idéias de algum pensador grego.

Este grande movimento filosófico, que abrange um período de mais de dez séculos, segue a princípio uma direção centrípeta. Parte das numerosas colônias gregas da Itália e da Ásia Menor e converge para Atenas. Neste foco de cultura atinge, no século de Péricles, o fastígio de sua perfeição, para daí dispersar-se mais tarde e irradiar pelo mundo helenizado, fundindo-se e modificando-se em contato com as idéias cristãs e com outras correntes intelectuais do pensamento.

Sobre o conceito de Consciência em Filosofia da Mente 

filosofia da mente

Dentre as discussões abordadas na Filosofia da Mente contemporânea, nota-se, nas últimas décadas, um interesse crescente pelo debates concernentes à noção de consciência. Discute-se, sobretudo, com o avanço dos programas de pesquisa advindos da Neurociência e da Inteligência Artificial, a possibilidade de inserção dos estudos sobre a mente consciente no campo do saber científico. No entanto, as teorias que habitam a área da Filosofia da Mente parecem estar longe de chegar a um consenso quanto ao tema em questão. Afinal de contas, até que ponto poderia fornecer uma explicação científica para o domínio consciente dos estados mentais?Em termos mais precisos, estaríamos confinados a conceber a consciência como uma propriedade irredutivelmente subjetiva, não-analisável, indecomponível (não relacional), que faz com que os estados de consciência sejam, de maneira privilegiada, acessíveis apenas para o próprio sujeito, do ponto de vista da primeira pessoa? Ou estaríamos diante de um fenômeno que pode ser objetivado, passível de receber uma definição e uma explicação causal, necessariamente formulada na terceira pessoa?

Emil Cioran e a crítica ao pensamento utópico

maravilhas das antigas civizações

A explanação do pensamento do filósofo Emil Cioran (1911-1995), apresentando a sua relevância para a intelectualidade contemporânea, é o fim a que se propõe este artigo. Tendo como ponto de partida as obras História e Utopia (1960) e Breviário de Decomposição (1949), sem deixar no esquecimento as demais obras do autor e entrevistas, se verá, nas linhas que se seguem, a idéia de que é na negação que o ser humano encontra a lucidez e que toda forma de utopia, toda crença no progresso, é vã. Desse modo, sendo Cioran, pensador romeno radicado na França, investigado no presente tratado, as inevitáveis críticas às instituições e ao pensamento sistemático e, inclusive, ou até principalmente, à tradição filosófica terão grande ênfase, na medida em que a própria subjetividade, o Nada, a Lucidez, o Tempo e a História vão sendo também estudados. Portanto, o lúcido Cioran, ao mesmo tempo um ser que passa pela experiência da insônia, sentindo a realidade que lhe fora revelada, a saber, a inércia, o anonimato, a negação e a Queda, emite crítica ao progressismo, ao utopismo, afirmando o mundo interior e não o exterior como fonte de lucidez. Se buscará aqui exprimir fielmente o pensar deste autor de suma importância não só para a contemporaneidade, porém para todas as eras.

Palavras-Chave: Insônia, Negação, Utopia, Progresso, Queda

A verdade no Mundo das Idéias de Platão – História da Filosofia Antiga – Hirschberger

História da Filosofia Antiga – Johannes Hirschberger B.   A Verdade O segundo conceito com que se encontra o pensamento de Platão é o da verdade. Falar de Platão, é falar da doutrina das Idéias. Mas desta só nos aproximamos se partirmos do ponto de vista da verdade. a) Conceito   da   verdade A verdade pode ser … Ler maisA verdade no Mundo das Idéias de Platão – História da Filosofia Antiga – Hirschberger

A ETERNA BUSCA DO HOMEM EM SI MESMO

maravilhas das antigas civizações

A ETERNA BUSCA DO HOMEM EM SI MESMO   Lucas Fortunato Carneiro [1] Prof. Ms. Gilzane Naves RESUMO: A discussão desenvolvida neste trabalho envolve uma realidade muito presente hoje, a da angústia e o desespero. O que seriam estes dois conceitos aplicados no atual ser humano e na sua concepção de mundo ? O filósofo … Ler maisA ETERNA BUSCA DO HOMEM EM SI MESMO

CONSOLANDO O ESPECIALISTA – PAUL FEYERABEND

CONSOLANDO O ESPECIALISTA1 PAUL FEYERABEND University of California, Berkeley Tradução de Octavio Mendes Cajado. Fonte: Atas do Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência, Londres 1965 "Há anos venho enforcando gente, mas nunca vi tamanho estardalhaço." (Observação feita por Edward "Lofty" Milton, carrasco em meio-expediente, na Rodésia, por ocasião das demonstrações contra a pena de morte.) … Ler maisCONSOLANDO O ESPECIALISTA – PAUL FEYERABEND

ORIGENS DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA – A filosofia contemporânea Ocidental – J. M Bochenski

J.M BOCHENSKI – A FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA OCIDENTAL – Tradução de Antonio Pinto de Carvalho. Fonte: Ed. Herder Capítulo I – ORIGENS DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA O "homem moderno", isto é, o homem desde o Renascimento encontra-se pronto para ser enterrado. Conde Paul Yorck von Wartenburg 1.   O  SÉCULO XIX A. Caráter e desenvolvimento da filosofia moderna. … Ler maisORIGENS DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA – A filosofia contemporânea Ocidental – J. M Bochenski

Metafísica, história do ser e subjetividade – uma reconstrução a partir dos fragmentos de Nietzsche: metafísica e niilismo.

maravilhas das antigas civizações

Metafísica, história do ser e subjetividade – uma reconstrução a partir dos fragmentos de Nietzsche: metafísica e niilismo. Roberto S. Kahlmeyer-Mertens [1] Resumo: O propósito do artigo é elaborar um estudo sobre as noções de metafísica, história do ser e subjetividade no pensamento de Heidegger. Para tanto, interpretaremos estas concepções na obra Nietzsche – Metafísica … Ler maisMetafísica, história do ser e subjetividade – uma reconstrução a partir dos fragmentos de Nietzsche: metafísica e niilismo.

Metafísica e práxis: Bornheim leitor de Heidegger

maravilhas das antigas civizações

Metafísica e práxis: Bornheim leitor de Heidegger Roberto S. Kahlmeyer-Mertens [1] Resumo: Esse artigo traz uma primeira tentativa de pensar a obra do filósofo brasileiro Gerd Bornheim. Autor de significativa obra no cenário nacional, Bornheim é apontado como um dos receptores da filosofia de Heidegger no Brasil. As leituras que o brasileiro faz de Heidegger … Ler maisMetafísica e práxis: Bornheim leitor de Heidegger

A PRIMITIVA ESCOLÁSTICA – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre Correia Índice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária … Ler maisA PRIMITIVA ESCOLÁSTICA – História da Filosofia na Idade Média

A FILOSOFIA ESCOLÁSTICA – Generalidades – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre Correia Índice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária … Ler maisA FILOSOFIA ESCOLÁSTICA – Generalidades – História da Filosofia na Idade Média

FIM DA PATRÍSTICA – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre Correia Índice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária … Ler maisFIM DA PATRÍSTICA – História da Filosofia na Idade Média

Santo Agostinho: O Mestre do Ocidente – História da Filosofia na Idade Média

Agostinho é a patrística. "A
Influência patrística na filosofia medieval coexiste com sobrevivência e o
continuado influxo de Agostinho na
Idade Média" (GrabmanN). Que
pode chamar-se o mestre do ocidente mostra-o o fato da sua influência ainda
para além da Idade Média. É uma das colunas da filosofia cristã de todos os
tempos. "Com Agostinho chegamos ao ponto culminante da patrística e
talvez de toda a filosofia cristã"  (Gilson-Bohner).

Vida

Mais que para qualquer outro, para Agostinho o natural humano é importante
para a compreensão do seu pensamento. A cada passo se lhe trai o temperamento
do sangue pânico, a tenacidade da sua vontade romana e, mais que tudo, a
grandeza do seu coração a que nada de humano é estranho, mas que nunca fica
encerrado em limites puramente humanos.

Agostinho nasceu em 354 em Tagaste,
no Norte da África, filho de pai pagão e de mãe cristã. De acordo com o
espírito e os costumes do seu tempo, passa uma juventude movimentada. Mas. enquanto
estudava Retórica em Cartago, conta-nos ele mais tarde, (Conf. III, 4)
"caía-me nas mãos o livro de um certo Cícero,
com o título de Hortensius e com o convite a entregar-se à
filosofia. O livro transformou as tendências do meu coração, dirigiu para ti,
Senhor, as minhas orações e modificou as minhas aspirações e os meus desejos.
Repentinamente se me esvaeceram todas as esperanças vãs, com um incrível ardor
de coração anelava por uma sabedoria imortal e comecei a me elevar para
converter-me para ti… Como ardia eu, Deus meu, como eu ardia por abandonar as
cousas terrenas e refugiar-me em ti, pois está escrito: "Contigo está a
sabedoria". Ora, amor da sabedoria é o significado da palavra grega —
filosofia. Aquele livro inflamou-me o coração no teu desejo." Mas ainda em
Cartago, depois de ter-se libertado do maniqueísmo, não conseguia encontrar
uma nova e fixa posição, cedendo ao cepticismo representado por Cícero e pela Nova Academia. Mas
quando chegou a Milão, passando pela cidade de Roma onde professa a Retórica —
permanece retor durante toda a sua vida e não se deve esquecer essa
circunstância para se lhe interpretar as expressões — trava conhecimento com
os escritos dos platônicos!’, vem-lhe a idéia que, além do mundo corpóreo, há
um mundo ideal e compreende, . contrariamente ao pensamento dos maniqueus, que
Deus em particular deve ser incorpóreo. E quando, por influência da pregação de
Ambrósio, trava conhecimento de
mais perto com a espiritualidade do Cristianismo, passa por uma radical
transformação interna. Retira-se agora (386) com alguns amigos a uma herdade —
Cassiciaco — perto de Milão, retoma as reflexões sobre o mundo do pensamento,
lança por escrito os seus conhecimentos numa série de obras, ordena a vida. e
faz-se batizar por Ambrósio em
387.    Um ano depois volta para Tagaste
e funda em sua casa uma espécie de claustro. Emprega todo o tempo com a
atividade de escritor; sobretudo nas discussões espirituais com os maniqueus. É
então que aparece o seu tratado da liberdade da vontade. Em 391 ordena-se
sacerdote, e vem a ser bispo de Hipona em 395. É quase inesgotável sua fecundidade
de escritor. Quando os vândalos lhe sitiaram ò bispado, ainda tem a pena na
mão. E depois da sua morte (430), quando ruiu o império romano- do- ocidente e
dele não deixaram os vândalos senão ruínas, a sua obra sobrevive imortal,
perene fonte de primeira ordem para o espírito filosófico e religioso do
ocidente.

OS COMEÇOS DA FILOSOFIA PATRÍSTICA – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre Correia Índice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária … Ler maisOS COMEÇOS DA FILOSOFIA PATRÍSTICA – História da Filosofia na Idade Média

NICOLAU DE CUSA: IDADE MÉDIA E IDADE MODERNA – História da Filosofia na Idade Média

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A ESCOLA FRANCISCANA MAIS RECENTE: DOUTRINAS ANTIGAS E NOVAS – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre Correia Índice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária … Ler maisA ESCOLA FRANCISCANA MAIS RECENTE: DOUTRINAS ANTIGAS E NOVAS – História da Filosofia na Idade Média

A FILOSOFIA PATRÍSTICA — O CRISTIANISMO NASCENTE E A FILOSOFIA ANTIGA – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre Correia Índice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária … Ler maisA FILOSOFIA PATRÍSTICA — O CRISTIANISMO NASCENTE E A FILOSOFIA ANTIGA – História da Filosofia na Idade Média

A ANTIGA ESCOLA FRANCISCANA: OS REPRESENTANTES DO AGOSTINISMO – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre Correia Índice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária … Ler maisA ANTIGA ESCOLA FRANCISCANA: OS REPRESENTANTES DO AGOSTINISMO – História da Filosofia na Idade Média

AS UNIVERSIDADES – História da Filosofia na Idade Média

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A ALTA ESCOLÁSTICA – História da Filosofia na Idade Média

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A ESCOLA CARNOTENSE: HUMANISMO MEDIEVAL – História da Filosofia na Idade Média

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PEDRO ABELARDO: SUBJETIVISMO MEDIEVAL

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Santo Anselmo – História da Filosofia na Idade Média

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre Correia Índice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária … Ler maisSanto Anselmo – História da Filosofia na Idade Média

Cap. 12 – Análise Ontológica da Fé. – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares Lição XII ANÁLISE   ONTOLÓGICA   DA   FÉ    (1) 81. QUATRO ASPECTOS DO ATO DE FÉ. — 82. O OBJETO E O ATO NA FÉ. — 83. EVIDÊNCIA E INEVIDÊNCIA. — 84. AUTORIDADE RELATIVA E ABSOLUTA. — 85. INEVIDÊNCIA RELATIVA E ABSOLUTA. — 86. A OPOSIÇÃO & FÉ RELIGIOSA … Ler maisCap. 12 – Análise Ontológica da Fé. – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente