Consciênia - Filosofia e Ciências Humanas
Platão, biografia e pensamentos aristoteles Descartes Rousseau Nietzsche Marx

textos interessantes sobre Roma

Índices de trabalhos (artigos, resumos, resenhas, ebooks):

O emprego dos domingos e dias santos

O emprego dos domingos e dias santos Três rapazes conheci eu não há muitos anos, cada um dos quais tinha o seu modo particular de entreter os dias de festa, ca­da um dos quais também colheu frutos correspondentes ao grão que lançara à terra. Variavam tanto nos costumes e sistemas, como se apartavam nas feições, […]

A ARTE ORNAMENTAL

HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893) A ARTE ORNAMENTAL CAPÍTULO VI No estado primitivo, a arte de ornar os utensílios acha-se muito menos desenvolvida que a de adornar o corpo humano. Os membros da mais miserável tribo fueguina já sabem enfeitar-se, ao passo que os caçadores mais adiantados da América do Norte são pouco […]

Schopenhauer – “Metafísica do Belo” – A Genialidade e o Puro Sujeito que Conhece

“Alguma vez a natureza produziu um homem perfeitamente belo em todas
as suas partes? Opinou-se que o artista tem de estudar conjuntamente
as inúmeras partes belas isoladas distribuídas por muitos homens e
delas compor um todo belo, opinião essa disparatada e destituída de
sensibilidade. Pois perguntemo-nos: como o artista pode reconhecer que
algumas dessas partes isoladas são belas e as outras não?”
(Schopenhauer) Beleza está na idéia representada pela pintura, pela
filosofia, poesia, escultura ou música, não no homem.

Fr. Heitor Pinto e Frei Amador Arraes – diálogos cristãos teológicos e políticos

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876) CURSO DE LITERATURA NACIONAL LIÇÃO XII LIÇÃO XIII diálogos LIÇÃO XIII diálogos É certamente o diálogo uma das mais agradáveis formas de instruir aos homens, reunindo à solidez das obras didáticas o movimento dramático. Foi por isso que os diálogos de Platão, em que tão bem espelhada se vê […]

TERCEIRA ÉPOCA – LIÇÃO V – CURSO DE LITERATURA NACIONAL<

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876) CURSO DE LITERATURA NACIONALLIÇÃO V TERCEIRA ÉPOCA — 1495 – 1530 Marca o zénite da glória literária portuguesa o feliz reinado de D. Manuel. Como que à porfia apareceram nessa época os maiores engenhos. Todos os ramos do saber humano foram cultivados e atingiram a subido grau de perfeição: […]

O Que é Guerra? Dicionário de Voltaire

Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados GUERRA É sem dúvida uma bela arte essa que desola os campos, destrói as habitações e faz perecer num ano quarenta mil homens sobre cem mil. Tal invenção foi primeiro cultivada pelas nações congregadas por um interesse comum; por exemplo, a dieta dos Gregos declarou à dieta da […]

PRECONCEITOS – Dicionário Filosófico de Voltaire

Preconceitos históricos

A maior parte das histórias formaram-se sem exame e tal crença é um preconceito. Fabius Pictor conta que vários séculos antes de ele existir, uma vestal da cidade de Alba indo buscar água com seu jarro, foi violada e deu a luz a Rómulo e Remo, sendo eles alimentados por uma loba, etc. O povo romano acreditou nessa fábula; não examinou, absolutamente, se naquele tempo havia vestais no Lácio; se era verossímil a filha de um rei sair do convento com seu jarro; se era provável uma loba aleitar duas crianças em lugar de devorá-las. O preconceito firmou-se.

CORRESPONDÊNCIA DE VOLTAIRE – Cartas de Voltaire para vários destinatários.

CORRESPONDÊNCIA DE VOLTAIRE – Cartas de Voltaire para vários destinatários.

Observações sobre a tradução de Amyot e vidas de Camilo, Péricles e Alcíbiades

Observações de Clavier, Vauvilliers e Brotier para as Vidas de Plutarco. OBSERVAÇÕES As vidas que compõem este segundo volume não exigiram observações particulares. As notas colocadas em baixo das páginas são suficientes para esclarecer as dificuldades que poderiam deter a leitura. Aproveitarei esta ocasião para fazer algumas observações gerais. A primeira dará a conhecer o […]

Observações sobre as Vidas de Díon, Bruto, Arato, Galba, Óton e Aníbal de Plutarco

OBSERVAÇÕES – Observações de Clavier, Vauvilliers e Brotier para as Vidas de Plutarco traduzidas em francês por Amyot SOBRE A VIDA DE DION CAP. XXVI. — Na frase grega não seria impossível que a palavra de velhice se referisse a Dion, embora pareça naturalmente referir-se a Platão. Os sábios dividiram-se a este respeito. Mas, seguindo […]

Observações sobre as vidas de AGESILAU, POMPEU, FÓCION, CATÃO DE ÚTICA, de PLUTARCO

Plutarco – Vidas Paralelas – OBSERVAÇÕES SOBRE A VIDA DE AGESILAU CAP. XX. — «Pois amou muito afetuosamente um jovem rapaz ateniense, etc». Deve traduzir: «Pois amou muito afetuosamente um jovem ateniense, atleta entre os meninos; como já estava grande e forte, correu o risco de ser recusado nos jogos olímpicos; eis porque o persa […]

COMPARAÇÃO DE MARCELO COM PELÓPIDAS

Plutarco – Vidas Paralelas COMPARAÇÃO DE MARCELO COM PELÓPIDAS Estes são os fatos que me pareceram mais dignos de memória, nas vidas de Pelópidas e de Marcelo, sendo seus costumes e suas naturezas, pensando bem, iguais e semelhantes, porque ambos foram valentes, laboriosos, magnânimos e corajosos. Poderia haver esta única diferença: Marcelo, em diversas cidades […]

A UNIVERSIDADE À LUZ DA FILOSOFIA CRISTÃ

O objetivo deste texto é enfocar a Universidade hoje, segundo os valores evangélicos que permitam uma orientação que obvie as funestas distorções conducentes a uma neo-escravização do ser racional, as quais impedem uma ordem que favoreça o desenvolvimento integral do homem, nem propiciam condições para que ele se situe no mundo a fim de, com seu agir e operar, transformá-lo, humanizando-o.

Escolástica e Grandes Filósofos Medievais

Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. PARTE IV Quarta época – Filosofia medieval (Séc. IX – XVII) 56. INTRODUÇÃO — Depois das sérias e profundas investigações históricas acerca do pensamento medieval, iniciadas no princípio do século XIX, desvaneceram-se muitos dos inumeráveis preconceitos, acumulados pela renascença sobre a era de "obscurantismo", e […]

MARCO CLÁUDIO MARCELO – Cônsul na Roma Antiga

SUMÁRIO DA VIDA DE MARCELO

  • I. Maneiras agradáveis e pendores guerreiros de Marcelo.
  • II. Sua bravura. Seus primeiros empregos. Virtude de seu filho.
  • III. Guerra dos gauleses.
  • IV. Os cônsules Flamínio e Fúrio são chamados.
  • V. Atenção dos romanos às cerimônias religiosas.
  • VI. Marcelo, substituindo o cônsul Flamínio, vai atacar os gauleses.
  • VIII. Combate e mata o rei gaulês. X. O senado concede-lhe as honras do triunfo.
  • XI. Marcelo, o terceiro que apresenta a Júpiter excelentes despojos por haver morto o chefe dos inimigos.
  • XII. Taça de ouro enviada a Delfos. XIII. Aníbal entra na Itália. Marcelo vai à Sicília. Depois da batalha de Canes, Fábio e Marcelo tornam-se o apoio de Roma.
  • XV. Vantagens obtidas por Marcelo sobre Aníbal.
  • XVIII. Terceiro consulado de Marcelo. Firmeza do senado com relação aos soldados que fugiram da batalha de Canes.
  • XIX. Marcelo leva de assalto a cidade dos leontinos.
  • XX. Cerco diante de Siracusa.
  • XXI. Gênio de Arquimedes.
  • XXIII. Efeito de suas máquinas.
  • XXVIII. Diversas vantagens de Marcelo na Sicília. Escala uma das torres de Siracusa e apodera-se da cidade.
  • XXIX. Morte de Arquimedes. Dor que Marcelo demonstra.
  • XXX. Sua clemência, sua humanidade.
  • XXXI. Perdoa à cidade de Êngio.
  • XXXIII. Transporta à Roma os quadros, as pinturas, as estátuas de Siracusa.
  • XXXIV. Efeitos desses monumentos de arte sobre o espírito dos romanos.
  • XXXV. Marcelo recebe as honras da aclamação.
  • XXXVI. Diferentes sentimentos de Esparta e de Roma sobre o mérito das vitórias.
  • XXXVII. Quarto consulado de Marcelo. Acusação intentada contra êle pelos habitantes de Siracusa. Sua generosidade a respeito.
  • XXXIX. Vai atacar Aníbal.
  • XL. Vantagens.
  • XLII. Enfrenta um revés perto de Canúsio.
  • XLIII. Anima suas tropas.
  • XLIV. Derrota Aníbal.
  • XLV. Nova acusação contra Marcelo. Justifica-se.
  • XLVI. Seu quinto consulado.
  • XLVII. Põe-se de novo em marcha contra Aníbal.
  • XLIX. Entra em uma emboscada onde é morto.
  • L. Honras que lhe são rendidas.
  • LI. Monumentos públicos construídos e dedicados por Marcelo. Sua posteridade até Marcelo, filho de Otávia, irmã de Augusto. A memória do jovem Marcelo honrada por Otávia.

Desde o ano de Roma 496 até o ano 546, 208 anos A.C. Comparação de Marcelo com Pelópidas.

PLUTARCO – VIDAS PARALELAS – BIOGRAFIA DE MARCELO

Marcos Cláudio, aquele que foi cinco vezes cônsul em Roma, era filho de um outro Marcos, pelo que dizem, mas foi o primeiro de sua casa denominado Marcelo, o que vale dizer marcial e guerreiro, conforme escreve Possidônio, porque era destro nas armas, experimentado da guerra, forte e disposto pessoalmente, a mão sempre pronta, e amando por natureza o combate, mas não mostrava essa aspereza e esse ardor em combater senão na guerra, somente contra o inimigo pois, pensando bem, seus modos eram muito agradáveis e bastante temperados. Amava a disciplina e letras gregas a ponto de honrar e admirar somente aqueles que as conheciam, pois de resto os seus deveres o impediam de poder vagar e de se exercitar como desejava, porque pertencia àquele grupo de homens aos quais os deuses, como diz Homero, (1) fizeram:

PLUTARCO – COMPARAÇÃO ENTRE AS VIDAS DE PAULO EMÍLIO E TIMOLEON

PLUTARCO – VIDAS PARALELAS COMPARAÇÃO ENTRE AS VIDAS DE PAULO EMÍLIO E TIMOLEON Tais foram estes personagens, segundo o que se encontra nas suas histórias. É evidente que, conferindo um com o outro, não encontraremos muita diferença nem dissimilitude entre eles, pois as campanhas que conduziram foram contra grandes e famosos adversários, um contra os […]

Lúcio Emílio Paulo Macedônico – Plutarco

PLUTARCO – VIDAS PARALELAS

Biografia de Lúcio Emílio Paulo, de cognome o Macedônico, em latim Lucius Aemilius Paullus Macedonicus, (c. 230 – 160 a.C.), genera e cônsul da República Romana.

SUMÁRIO DA VIDA DE PAULO EMÍLIO

  • I. Considerações de Plutarco.
  • III. Antiguidade e nobreza da família Emiliana.
  • IV. Nascimento de Paulo Emílio.
  • V. Primeiros cargos.
  • VI. Seus talentos militares.
  • VII. Casa-mentos.
  • IX. Seu primeiro consulado. Guerra na Ligúria.
  • X. Sua inclinação pelas artes e ciências.
  • XI. Guerra contra Per-seu rei da Macedónia. Origem das guerras entre os macedônios e os romanos.
  • XIV. Segundo consulado de Paulo Emílio. É encarregado de dirigir a guerra contra Perseu.
  • XIX. Avareza de Perseu. XX. Habilidade de Paulo Emílio.
  • XXI. Fontes de água no monte Olimpo.
  • XXII. Opiniões sobre a origem das nascentes de água.
  • XXIV. Paulo Emílio faz penetrar seu exército na Macedónia através do monte Olimpo. Audácia de Cipião Nasica.
  • XXV. Altura do Olimpo.
  • XXVII. O medo de Perseu.
  • XXVIII. Paulo Emílio examina o exército inimigo.
  • XXIX. Disposições para a batalha.
  • XXX. Cipião Nasica inicia o combate.
  • XXXI. Intrepidez de Paulo Emílio.
  • XXXII. Perseu abandona o campo de batalha.
  • XXXIII. Emílio constata a ordem do exército macedônico.
  • XXXIV. Ordenada a infiltração no campo adversário.
  • XXXV. Intrepidez de Catão, filho de Catão, o Censor. Vitória de Paulo Emílio.
  • XXXVII. Fuga de Perseu.
  • XXXVIII. Preocupação de Perseu: salvar seus tesouros. Refúgio na ilha de Samotrácia.
  • XXXIX. Toda a Macedónia submetida a Paulo Emílio, em dois dias. Rapidez com que a notícia é levada a Roma.
  • XL. Exemplos antigos e recentes a respeito da rapidez das notícias.
  • XLII. Prisão de Perseu.
  • XLIII. Homenagens que lhe rende Paulo Emílio. Sua dor diante da desgraça do rei.
  • XLIV. Conduta desprezível desse rei.
  • XLV. Exortações de Paulo Emílio a seus comandados sobre a instabilidade das coisas humanas.
  • XLVI. Paulo Emílio percorre a Grécia, alivia o povo e reorganiza o govêmo.
  • XLVII. Novos regulamentos para a Macedónia. Sua liberdade.
  • XLVIII. Liberalidade e grandeza de alma de Emílio.
  • XLIX. Emílio penetra no Spiro com ordem do Senado para consentir no saque das cidades. Finanças do Épiro.
  • L. Regresso à Itália.
  • LI. Sérvio Galba intenta receber as honras do triunfo.
  • LIII. Servílio vinga essa afronta.
  • LV. Outorgam-se as honras a Emílio. Magnificência de seu triunfo. Riquezas de ouro e prata.
  • LVII. Luto em casa de Paulo Emílio.
  • LVIII. Sua constância e sua moderação.
  • LLX. Morte de Perseu. Sorte de seus filhos.
  • LX. Abolição de impostos em Roma. Diferença de conduta entre Paulo Emílio e seu filho Cipião.
  • LXI. Paulo Emílio é nomeado censor.
  • LXII. Sua morte. Honras que lhe são tributadas. Sua pequena fortuna.

Do ano 526 ao ano 588 da fundação de Roma; 166 A. C.

PAULO EMÍLIO (1)

Quando comecei a escrever a história destas vidas, eu o fiz, a princípio, para proveito daqueles que viessem a conhecê-las. Em seguida, porém, perseverando, procurei também beneficiar-me a mim mesmo, olhando-as como num espelho e esforçando-me no sentido de reconstruir minha vida, tomando como modelo as qualidades de caráter desses ilustres varões. O fato é que, buscando conhecer seus costumes a fim de estar em condições de levar a bom termo a tarefa que me propus, fui como que obrigado a conviver intimamente com eles, como se os hospedasse em minha casa, um após outro, quando então pude vivamente apreciar os marcantes acontecimentos de suas vidas, considerar as virtudes que possuíam e o que havia de grande e admirável na história de cada um deles. Dessa forma fui selecionando o que era digno de nota, em suas palavras e em suas ações.

COMPARAÇÃO ENTRE DEMÉTRIO E MARCO ANTÔNIO

Plutarco – Vidas Paralelas COMPARAÇÃO ENTRE DEMÉTRIO E ANTÔNIO Sendo que um e outro, isto é, Demétrio e Antônio tenham em comum isto, que ambos foram sujeitos às mesmas mudanças e grandes variedades de fortuna, consideremos agora qual foi e de onde veio o poder de um e de outro, e como eles chegaram a […]

Paralelo entre PÉRICLES E FÁBIO MÁXIMO

PLUTARCO: VIDAS PARALELAS. A COMPARAÇÃO ENTRE PÉRICLES E FÁBIO MÁXIMO É isso o que se encontra escrito a respeito dessas duas grandes personagens. E como acontece terem ambas deixado belos exemplos de virtude, tanto em assunto de guerra como de governo, comecemos a confrontá-los. Péricles, em primeiro lugar, veio à direção dos negócios de sua […]

PLUTARCO – VIDAS PARALELAS CONFRONTO ENTRE CRASSO E NÍCIAS

PLUTARCO – VIDAS PARALELAS CONFRONTO ENTRE CRASSO E NÍCIAS Para se estabelecer o confronto entre os dois, deve-se, em primeiro lugar, dizer que a riqueza de Nícias foi mais honestamente adquirida ou menos censurável que a de Crasso, embora custe, não há dúvida, louvar o ganho dos que exploram as minas de metais, valendo-se geralmente […]

CIPIÃO, O AFRICANO | Plutarco – Vidas Paralelas

Ebook online com o capítulo com a vida e a história de Públio Cornélio Cipião Africano, dito o Velho (em latim Publius Cornelius Scipio Africanus abrev. P·CORNELIVS·P·F·L·N·SCIPIO·AFRICANVS¹, 236 a.C. – 183 a.C.) por Plutarco em suas Vidas Paralelas.

SUMÁRIO DA VIDA DE CIPIÃO, O AFRICANO

  • Sobre a família de Cipião.
  • II. Grandes exemplos de virtude que Cipião dá na sua juventude.
  • III. Ê nomeado procônsul na Espanha.
  • IV. Elogio de Cipião.
  • V. Primeiros feitos de Cipião, a sua chegada na Espanha.
  • VI. Cerca e toma Cartagena.
  • VII. Continência de Cipião.
  • VIII. Derrota a Asdrúbal.
  • IX. Tomada de Aurinx.
  • X. Cipião vence o outro Asdrúbal e Magon.
  • XI. Vai à África onde faz aliança com Sífax.
  • XII. Perturbações causadas por uma enfermidade de Cipião.
  • XIII. Como êle castiga os chefes de uma rebelião suscitada entre os soldados.
  • XIV. Derrota Man dônio e Indibile.
  • XV. Entrevista e aliança entre Cipião e Massi nissa.
  • XVI. Cipião volta a Roma.
  • XVII. É nomeado cônsul.
  • XVIII. Passa para a Sicilia.
  • XIX. Como conquista o coração dos sicilianos.
  • XX. O negócio de Plemínio.
  • XXI. O senado manda uma comissão para examinar o proceder de Cipião.
  • XXII. Embaixadores de Sífax a Cipião.
  • XXIII. Passa para a Africa.
  • XXIV. Obtém uma vitória contra Hanno.
  • XXV. Como Cipião vem a saber das condições do acampamento de Sífax e de Asdrúbal.
  • XXVI. Derrota a ambos, completamente.
  • XXVII. Nova vitória de Cipião.
  • XXVIII. Sífax é ainda vencido e feito prisioneiro.
  • XXIX. Massinissa casa-se com Sofonisba e manda-lhe veneno.
  • XXX. Aníbal volta à Africa. XXXI. É vencido em Zama por Cipião.
  • XXXII. Cipião concede a paz aos cartagineses.
  • XXXIII. Triunfo de Cipião.
  • XXXIV. Cipião nomeado continuamente príncipe do senado.
  • XXXV. Cipião faz tocar a seu irmão Lúcio a província da Asia, oferecendo-se paru ser seu legado.
  • XXXVI. Elogio da piedade fraterna e filial dl Cipião.
  • XXXVII. Antíoco restitui a Cipião, seu filho que tinha sido feito prisioneiro.
  • XXXVIII. Antíoco dá combate aos romanos
  • XXXIX. Condições com as quais Cipião concede a paz.
  • XL. Cipião chega ao auge das honras.
  • XLI. Acusado por dois tribunos do povo; como êle se defende.
  • XLII. Retira-se para Linterno.
  • XLIII Filhos de Cipião.
  • XLIV. Morte de Cipião.
  • XLV. Seu elogio.

Desde o ano 520, mais ou menos, até o 571 de Roma, antes de Cristo, ano 183. Comparação entre Aníbal e Cipião.

PEDRO ANTÔNIO CORREIA GARÇÃO

PEDRO ANTÔNIO CORREIA GARÇÃO, que na Arcádia se deno-minava Coridon Erimanteu, nasceu em 1724 e faleceu em 1772. Serviu como escrivão na casa da índia e, no fim. de uma vida placi- damente consagrada às letras, foi encarcerado e morreu na cadeia, exa- tamente no dia em que se lhe expedira a ordem de soltura. […]

ANTÔNIO CÂNDIDO GONÇALVES CRESPO

ANTÔNIO CÂNDIDO GONÇALVES CRESPO (Rio de Janeiro, 1845-1883) viveu no Brasil até a idade de catorze anos. Estudando em Coimbra,publicou o seu primeiro volume de versos, Miniaturas. A publicação destas poesias, além de renome, lhe valeu a simpatialiterária, e logo depois pessoal, da Exma. Sra. D. Maria Amália Vaz deCarvalho, com quem se casou o […]

FÁBIO MÁXIMO – Plutarco – Vidas Paralelas.

I. Antiguidade e glória da casa de Fábio. II. Sua doçura e madureza desde a infância. IV. Seus consulados. Êle triunfa sobre os ligurianos. V. Aníbal ganha as batalhas de Tré-bia e Trasimeno. VI. Morte do cônsul Flamínio. VIII. Terror em Roma. Fábio é nomeado ditador. X. Êle promete sacrifícios e jogos. XI. Reanima a confiança pública e faz a guerra de observação. XII. Aníbal o admira, e não pode forçá-lo a combater. XIII. Audácia de Minúcio. XV. Aníbal, enganado por seus guias, é batido por Fábio. XVI. Astúcias de Aníbal. XIX. Firmeza do Senado que não quer resgatar os prisioneiros. Fábio vende suas terras para seu resgate. XX. Vai a Roma para os sacrifícios solenes. Redobra a audácia de Minúcio, que combate contra a ordem expressa de Fábio e é derrotado. XXV. Fábio voa em seu auxílio, carrega contra o inimigo, e força Aníbal a retirar-se. XXVII. Minúcio reconhece sua falta: chama Fábio seu pai e salvador. XXIX. Fábio deixa a ditadura. Consulado de Paulo Emílio e de Terêncio Varrão. XXXI. Batalha de Canas. XXXV. Quase toda a Itália se declara por Aníbal. Consternação em Roma. Intrepidez e prudência de Fábio. XXXVIII. Êle marcha com Marcelo contra Aníbal. XXXIX. Novas astúcias de Aníbal. XL. Fábio mantém por sua doçura a cidade e o exército no cumprimento do dever. XLIil. Êle engana Aníbal e surpreende Tarento. XLV. Enormidade da presa. XLVI. Segundo triunfo de Fábio. XLVIII. Seu filho é nomeado cônsul. Conduta firme e nobre do filho em relação ao pai. XLIX. Mérito brilhante do avô e bisavô de Fábio. L. Cipião é enviado à Espanha. Contra o parecer de Fábio êle leva a guerra à África. LII. Cipião justifica sua ousadia com admiráveis resultados. LIV. Morte de Fábio antes do fim da guerra. Suas exéquias a expensas

BIOGRAFIA DE FÁBIO MÁXIMO – Plutarco de Queronéia – Vidas Paralelas.

Desde o ano 494 aproximadamente, até o ano 551 de Roma; 203 A. C.

Desde o ano 494 aproximadamente, até o ano 551 de Roma; 203 A. C.
Comparação de Péricles e de Fábio Máximo.

Observações sobre as Vidas de Alexandre, César, Tibério e Caio Graco, AGIS E CLEÔMENES

OBSERVAÇÕES SOBRE A VIDA DE ALEXANDRE, O GRANDE CAP. V, pág. 17. No grego está a palavra hécatombeon. Nós ja dissemos que esse mês ático corresponde, para a maior parte, não ao mês de junho, mas ao de julho; pois começava na lua nova mais próxima do solsticio de verão, antes ou depois do solsticio, […]

Os Gracos – Biografia de TIBÉRIO Graco e CAIO GRACO, por Plutarco

Autor: Plutarco

BIOGRAFIA TIBÉRIO E CAIO GRACO

Parte das Vidas Paralelas de Plutarco de Queronéia.

Desde o ano 591 até o ano 633 dc Roma, antes de J. C. ano 121.

VII. Serve na qualidade de questor, sob o cônsul Caio Mancino, contra os numantinos.

VIII. Paz com eles um tratado que salva o exército romano.

IX. Juízo do povo a respeito de Mancino e Tibério, relativamente a este tratado.

X. Do uso de se entregar aos cidadãos romanos pobres as terras dos inimigos vencidos, reunidas ao império. Como os ricos conseguiram fazê-los desistir disso.

XI. Tibério procura entregar essas terras aos cidadãos pobres.

XII. Sabedoria dessa lei.

XIII. Discurso com o qual a apoia.

XIV. O tribuno Otávio opõe-se à lei de Tibério.

XV. Tibério propõe uma nova lei, para obrigar a todos os que possuíam mais terras do que as antigas leis permitiam, a deixá-las.

XVI. Outra lei de Tibério que suspendia todos os magistrados de suas funções, até que a sua lei fosse aprovada ou rejeitada.

XVII. Paz depor Otávio do tribunado.

XVIII. A lei de Tibério para a redução das terras é aceita.

XIX. Êle põe sua mulher e seus filhos sob a proteção do povo.

XX. Propõe uma nova lei para ordenar a divisão entre os cidadãos pobres do dinheiro que provinha da venda da herança de Átalo.

XXI. Questão embaraçosa que lhe move Tito Ânio.

XXII. Discurso de Tibério para justificar a deposição de Otávio.

XXIII. Outras leis propostas por Tibério.

XXIV. Presságios funestos para Tibério.

XXV. Blossio o encoraja.

XXVI. Fúlvio Placo vem avisá-lo de que no Senado se havia tomado a deliberação de matá-lo.

XXVII. Nasica sai do Senado para ir matar Tibério.

XXVIII. Morte de Tibério.

XXIX. Seu corpo é lançado no Tibre.

XXX. Nasica é obrigado a sair de Roma: morre em Pér-gamo.

XXXI. Ressentimento do povo contra Cipião, o Africano.

XXXII. Vida retirada de Caio depois da morte de seu irmão.

XXXIII. Como Caio é induzido a caminhar nas pegadas de seu irmão.

XXXIV. Induz as cidades da Sardenha a fornecer vestuário aos soldados romanos.

XXXV. Volta a Roma e justifica-se da acusação intentada contra èle por causa de sua volta.

XXXVI. É nomeado tribuno.

XXXVII. Primeiras leis propostas por Caio.

XXXVIII. Várias outras leis propostas por Caio.

XXXIX. Propostas sábias e úteis feitas por Caio ao Senado.

XL. Como êle faz construir grandes estradas.

XLI. É nomeado tribuno pela segunda vez.

XLII. O Senado suscita Lívio Druso para destruir o prestígio de Caio, conquistando o povo por meio de concessões excessivas.

XLIII. Reflexões sobre este proceder do Senado.

XLIV. Caio é nomeado comissário para presidir à restauração de Cartago. Morte de Cipião.

XLV. Presságios funestos. Caio volta a Roma.

XLVI. Perde na opção de um terceiro tribunado.

XLVII. Um litor do cônsul Opímio é morto pelos homens do partido de Caio.

XLVIII. O povo indigna-se pelo interesse que o Senado mostrava tomar pela vingança dessa morte.

XLIX. O povo monta guarda durante a noite em redor da casa de Caio.

L. A mulher de Caio exorta-o a não ir à praça pública.

LI. Morte de Fúlvio.

LII. Morte de Caio Graco.

LIII. Seus corpos são lançados ao rio.

LIV. Opímio morre convencido de se ter vendido a Jugurta.

LV. Honras prestadas pelo povo à memória dos Gracos.


Fonte: Edameris. Plutarco, Vidas dos Homens Ilustres, volume VII. Tradução brasileira de Carlos Chaves com base na versão francesa de de 1616 de Amyot com notas de Brotier, Vauvilliers e Clavier.

ANTÔNIO FERREIRA

ANTÔNIO FERREIRA (Lisboa, 1528-1559) fêz sérios estudos de humanidade em Coimbra, onde aprendeu o Grfego com Diogo de Teige. Concluindo o seu curso de Direito Civil, foi lente da Universidade donde passou a desembargador na capital do Reino. Benquisto na corte, obteve a mercê de fidalgo.

Escreveu duas comédias em prosa, Bristo e Cioso, e uma tragédia em versos, Castro; além de várias composições líricas — sonetos, éclogas, elegias, epístolas, odes publicadas com o título de Poemas Lusitanos.

BERNARDIM RIBEIRO – ESCRITORES e POETAS PORTUGUESES da FASE QUINHENTISTA

BERNARDIM RIBEIRO (Torrão, 1475-1553) um dos poetas que figuram no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, tem nome pela gentil singeleza das suas composições pastoris e sobretudo pelo seu romance Menina e Moça, assim denominado pelas palavras por que começa, mas que primeiro se imprimiu com o título Saudades de Bernardim Ribeiro. Sobre estas produções literárias paira a lenda de uma inditosa paixão de Bernardim por D. Beatriz, filha de el-rei D. Manuel.

O agir moral à luz da liberdade e da responsabilidade

Introdução

            Paulo
já lançara as bases de uma ética para a vida[1].
No alvorecer do cristianismo, a originalidade da proposta desenvolvida por
Paulo consistiu em aliar a liberdade à responsabilidade: "tudo me é
permitido, mas nem tudo convém"[2].
Todos os seres humanos prezam a liberdade, tendo sido criados para ela. Para
não diminuí-la ou até destruí-la, no entanto, requer-se que se viva com
responsabilidade.

            Em
tempos mais recentes, o Vaticano II resgatou essa intuição, sobretudo,
com a Gaudium et Spes, atribuindo grande valor à consciência: "a
consciência é o sacrário das pessoas"[3].
Vê-se aí a enorme importância dada às decisões individuais. Até então, o que
trazia tranqüilidade moral às pessoas de fé era o seguimento às normas. O
importante era "enquadrar-se" nas leis. O que vigorava era a
heteronomia moral. De agora em diante, as leis passam a funcionar como
importantes subsídios, mas nunca como elementos decisórios às pessoas. A última
palavra é sempre dada pela pessoa, em consonância com seu contexto vital (Sitz
im Leben), seu desenvolvimento psíquico e sua situação particular. O que passa
a vigorar é a defesa da autonomia moral.

            Por
conseguinte, permeando o horizonte da ética, é possível encontrar um grande
desafio lançado a todo ser humano: saber discernir quais são os melhores
caminhos a serem percorridos no dia-a-dia. "O sentido da responsabilidade
é uma atitude do homem total que o impele a colocar-se em situação de radical
disponibilidade quanto aos imperativos morais"[4]
assim que a pessoa se realiza e edifica o mundo à sua volta.

            A
liberdade se exerce no relacionamento entre os seres humanos. Dessa forma, toda
pessoa tem o direito natural de ser reconhecida como ser livre e responsável[5].
"Quanto mais pratica o bem, mais a pessoa se torna livre. Não há
verdadeira liberdade a não ser a serviço do bem e da justiça. A escolha da
desobediência e do mal é um abuso de liberdade e conduz à ‘escravidão’"[6].

            Em
tempos de pensamento fraco e de relativismo, nesse contexto do século XXI, onde
até o amor é tido como líquido, é mais do que oportuno revisitar as intuições
éticas que nos foram legadas na Tradição.

Dinastia Bourbon – Historia Universal

CAPÍTULO XXIV

Os Bourbons

Na hora da morte, sem inspirar nem saudades, nem dó, Henrique III recomendava aos seus que elevassem ao trono o rei de Navarra, e dizia a este príncipe: Jamais o tereis, se vos não fizerdes católico. Efetivamente, achando-se extinta a linha dos Valois, a herança real pertencia a Henrique de Bourbon, apesar de êle ser seu parente no vigésimo grau. Porém, em vez de bradarem como de costume: Morreu o rei, viva o rei! os ânimos ficavam indecisos. Os católicos, que faziam parte do exército, deviam ficar ligados ao príncipe apóstata, apesar da excomunhão? Os príncipes de sangue resolver-se-iam a reconhecê-lo? Que resolução deviam tomar os que tinham ofendido, e seus correligionários, que temiam que eles os abandonassem? Êle mesmo, que devia fazer? Se se declarava pelos huguenotes, perdia o apoio dos católicos e dava à liga uma nova força; se se entregava aos católicos, restavam-lhe muito poucas tropas. Êle se obrigou, todavia, para com eles, a fazer-se instruir em sua fé, a restituir aos eclesiásticos os bens tirados pelos protestantes, a não permitir o exercício do novo culto senão nos lugares em que êle era já tolerado. Em conseqüência, diferentes príncipes o reconheceram como rei com o nome de Henrique IV, outros ficaram entre os descontentes; porém muitos exclamavam: Vós sois o rei dos bravos, e só os covardes vos abandonarão.



31 23


Início