Observações sobre as Vidas de  Díon, Bruto, Arato, Galba, Óton e Aníbal de Plutarco

Observações sobre as Vidas de Díon, Bruto, Arato, Galba, Óton e Aníbal de Plutarco

OBSERVAÇÕES – Observações de Clavier, Vauvilliers e Brotier para as Vidas de Plutarco traduzidas em francês por Amyot

SOBRE A VIDA DE DION

CAP. XXVI. — Na frase grega não seria impossível que a palavra de velhice se referisse a Dion, embora pareça naturalmente referir-se a Platão. Os sábios dividiram-se a este respeito. Mas, seguindo uma versão mais exata dos manuscritos, percebe-se que a frase de Amyot não é boa, e de preferência assim se há de traduzir: Platão não tendo querido imiscuir-se, por respeito à hospitalidade e por causa da sua velhice. Platão morreu no primeiro ano da 108.ª olimpíada, no 82º ano da sua idade. Êle tinha, portanto, nascido no 3.« ano da 87." olimpíada, e por conseguinte, êle tinha 71 anos, quando Dion começou seus preparativos de guerra contra Dionísio, no 3.º ano da 105.ª olimpíada. Era, pois, bem uma idade para não se intrometer mais em semelhante empreendimento. Quanto a Dion. eis aqui duas testemunhas decisivas. Platão diz positivamente, em uma das suas cartas, que, quando êle foi pela primeira vez ter com Dionísio, o Moço, Dion começava a ser homem feito. Dionísio subiu ao trono no 1.« ano da 103.ªolimpíada. Dion chegou à Sicília para atacá-la, no º ano da 105.º. O intervalo é só de onze anos. Êle não podia, portanto, ser um velho. Cornélio Nepos confirma fortemente nossa conclusão, dizendo-nos que Dion foi morto aos 55 anos. Ora, êle foi assassinado no 3.º ano da 106.ª olimpíada, cinco anos depois da época que aqui estamos discutindo. Êle tinha, portanto, cinqüenta anos. quando fazia seus preparativos. Assim, no Capítulo XXIX, pág. 41 no lugar dessas palavras, homem já idoso e passado, seria preciso traduzir-se: Homem que havia passado a primeira flor da idade.

CAP. XXXI. — Seria preciso, pelo menos, escrever A Puglia, o texto grego diz a Iapígia e é impossível fixarmos o lugar propriamente aqui designado por Plutarco. Os romanos chamavam, com o nome de Apúlia, toda a extensão ao longo do mar Adriático, desde a Frentânia. que era a quarta região da Itália, e que o rio Frenton separava da Apúlia, até Tarento, a oeste, e Brindisi, a leste: este nome de Apúlia compreendia a Daunia e a Peucétie. Desde Tarento e Brindisi, toda esta península, que chamamos de calcanhar da bofa, e cujos diferentes portos serviam de lugar de embarque para se ir à Grécia, até o promontório Iapix ou de Salenta, chamava-se Iapígia, em geral. Aqui, distingue-se a Calábria e o país dos salentinos. No entretanto, alguns, Estrabão dentre outros, dizem que se chama indiferentemente Iapígia, Messápia, Calábria ou Salêntia. Mas alguns historiadores gregos compreendiam sob esta denominação a Apúlia, hoje a Puglia. O vento que soprava, dessa costa para a Grécia, chamava-se Iapix, do nome da região. É por isso que, na segunda ode do primeiro livro, Horácio deseja que todos os outros ventos parem e sopre somente o Iapix, para levar seu amigo Virgílio à Grécia. Assim, é pelo menos verossímil, que Filisto estava na baía, perto de Brindisi.

CAP. XXXVI. — É com razão, diz Mr. Reiske, numa nota sobre éste trecho, que Mr. Dacier notou que este nome de campanianos está errado e que devemos procurar um nome do povo siciliano, para substituí-lo. Eu creio, então, que se deve escrever catanianos. No entretanto, acrescenta o sábio editor, Diodoro da Sicília fala, num trecho do seu 16.« livro, de campanianos em Etna. Esta última observação é alguma coisa, mas diz, também, com que precipitação Mr. Reiske trabalhava; movido por esta idéia, não se deu ao trabalho de consultar Diodoro da Sicília, sobre um ponto tão importante de crítica. Se o tivesse feito, teria encontrado aí toda a história desses campanianos, que passaram da Itália para a Sicília, servindo antes os siracusanos, contra o tirano Dionísio, depois, corrompidos pela sua munificência, tornaram-se os restauradores e defensores do seu poder: recompensados, proporcionadamente por tão grande serviço, apoderaram-se por meio de um crime atroz da cidade de Entelle; foram postos, em seguida, pelo mesmo tirano, em Catania, e de lá, na cidade de Etna, sobre a montanha vizinha, do mesmo nome; por fim, foram destruídos, alguns anos depois da época em que estamos, por Timoleão. Depois, sob Agátocles, outro tirano da Sicília, que subiu ao trono na 115.’ olimpíada, êle teria visto os restos destes, ou com mais exatidão dé outros campanianos,

CAP. XXXI. — Seria preciso, pelo menos, escrever A Puglia, o texto grego diz a Iapígia e é impossível fixarmos o lugar propriamente aqui designado por Plutarco. Os romanos chamavam, com o nome de Apúlia, toda a extensão ao longo do mar Adriático, desde a Frentânia. que era a quarta região da Italia, e que o rio Frentón separava da Apúlia, até Tarento, a oeste, e Brindisi, a leste: éste nome de Apúlia compreendia a Daunia e a Peucétie. Desde Tarento e Brindisi, toda esta península, que chamamos de calcanhar da bofa, e cujos diferentes portos serviam de lugar de embarque para se ir à Grécia, até o promontorio Iapix ou de Salenta, chamava-se Iapígia, em geral. Aqui, distingue-se a Calábria e o país dos salentinos. No entretanto, alguns, Estrabão dentre outros, dizem que se chama indiferentemente Iapígia, Messápia, Calábria ou Salêntia. Mas alguns historiadores gregos compreendiam sob esta denominação a Apúlia, hoje a Puglia. O vento que soprava, dessa costa para a Grécia, chamava-se Iapix, do nome da região. É por isso que, na segunda ode do primeiro livro, Horácio deseja que todos os outros ventos parem e sopre somente o Iapix, para levar seu amigo Virgílio à Grécia. Assim, é pelo menos verossímil, que Filisto estava na baía, perto de Brindisi.

CAP. XXXVI. — É com razão, diz Mr. Reiske, numa nota sobre este trecho, que Mr. Dacier notou que este nome de campanianos está errado e que devemos procurar um nome do povo .siciliano, para substituí-lo. Eu creio, então, que se deve escrever catanianos. No entretanto, acrescenta o sábio editor, Diodoro da Sicília fala, num trecho do seu 16." livro, de campanianos em Etna. Esta última observação é alguma coisa, mas diz, também, com que precipitação Mr. Reiske trabalhava; movido por esta idéia, não se deu ao trabalho de consultar Diodoro da Sicília, sobre um ponto tão importante de crítica. Se o tivesse feito, teria encontrado aí toda a história desses campanianos, que passaram da Itália para a Sicília, servindo antes os siracusanos, contra o tirano Dionísio, depois, corrompidos pela sua munificência, tornaram-se os restauradores e defensores do seu poder: recompensados, proporcionadamente por tão grande serviço, apoderaram-se por meio de um crime atroz da cidade de Entelle; foram postos, em seguida, pelo mesmo tirano, em Catania, e de lá, na cidade de Etna, sobre a montanha vizinha, do mesmo nome; por fim, foram destruídos, alguns anos depois da época em que estamos, por Timoleão. Depois, sob Agátocles, outro tirano da Sicília, que subiu ao trono na 115.» olimpíada, êle teria visto os restos destes, ou com mais exatidão dé outros campanianos, vindos da Itália, a seu exemplo, apoderar-se de Messina por uma traição e com crueldade semelhante à que os seus antecessores tinham praticado em Entelle: Políbio, 1. I. Enfim, estes, ou um terceiro grupo do mesmo país da Itália, servindo, segundo o mesmo Diodoro da Sicília, nas tropas dos cartagineses, estabelecidos por Amílcar ao ocidente da ilha, para defender os cantões submetidos a Cartago, e isso lhe teria sido suficiente para não buscar outro nome, que o de campanianos, que aqui ocupam um lugar tão conforme à verdade da história.

SOBRE A VIDA DE BRUTO

CAP. II. — As três cartas que Plutarco transcreve encontram-se, palavra por palavra, nas cartas atribuídas a Bruto, publicadas primeiro por Aldo Manúcio na coleção das Epístolas gregas e reimpressas naquela, à qual se juntou a tradução latina, que traz o nome de Cujas, em Genebra. 1606, in foi., o que prova que esta coleção de cartas de Bruto existia já nos tempos de Plutarco. Eu não examinarei se são dele, mas observarei que o torneio sofístico que se lhe incrimina não é uma prova de que não o sejam; este defeito é natural a todos os que escrevem em uma língua que não é a sua.

CAP. XLVI.– — É verdade que se encontra esse nome mais ou menos no sétimo livro de Estrabão; mas o geógrafo fala nesse ponto dos Palos-Meótidas. de Quersoneso Táurica e do Bósforo Cimeriano. Ora, nós vimos neste momento do Helesponto, do Quersoneso e do Bósforo da Trácia e nós estamos na Trácia, perto da cidade de Filipes. Por conseguinte, não se trata do porto de mar do qual fala Estrabão, seguindo a citação de Amyot, mas do Monte Símbolo, que, segundo Dion Cássio, 1. 47, se une ao Monte Pangeu num lugar que traz o mesmo nome de Símbolo, entre Filipes e Nápoles.

SOBRE A VIDA DE ARATO

CAP. III. — O grego diz que o ar de prudência e da nobreza de seus traços revelavam um pouco a voracidade do atleta e a enxada. Nós já dissemos em outro lugar qual era a maneira pela qual os atletas faziam o exercício com a enxada ou alvião.

IBID — Skafíon é aqui uma espécie de enxada, de que os atletas se serviam para remover a terra, para fortificar com esse exercício os ombros e o braço, como o diz o Escoliasta de Teócrito, idílio 18, v. 4. Deve-se, pois, traduzir: -Vê-se nessas estátuas algo de atlético e a majestade real. que está impressa sobre o seu rosto, não impede que aí se notem os traços da voracidade natural dos atletas e da enxada de que eles usavam", o sábio Visconti pensfl ter achado a forma dessa enxada, entre as mãos de um gênio, que se vê num baixo-relevo, gravado, tomo V, prateleira 40, do Museu Pio Clementino.

CAP. XII. — Assim se lê esta passagem na edição de Reiske, tomo V, pág. 523: óden oúk oútos dokei gegonénai fíkoi akribés ós ektrós eugnómon kaipráos, úpó tés politeías ep’anfotera tó kairó metaballo menos ómonoías étnón kaí koinonías pólein, kal sunedríou ks teátrou mían fónen áfientós ós óudenós, ali’ é ton kalón, épasés. Esta passagem está evidentemente alterada, como todos os editores o fizeram notar. Eu creio que se poderia ler assim: Metalloménos omonias etnón kaí koinonías póleon enéna. Sunedríou ks teátrou mían fonén áfientós, ós oudenós é tón kalón erases én. Eu omito o ponto depois de metabolloménos. A palavra éneka foi destruída pela última sílaba de póleon e por kaí. Quanto à palavra én que eu acrescento no fim, é absolutamente necessária e pode-se traduzir assim esta passagem: "por isso, parece não ter sido tão inteiro e tão perfeito amigo, como doce e gracioso inimigo, acomo-dando-se às duas partes, segundo o tempo, para a conservação da concórdia entre os povos e a união entre as cidades. E quer nu conselho, quer nos teatros, dizia-se, a uma voz, que Arato não era amigo senão das coisas boas e honestas". O sunédrion ou conselho era o lugar onde se reuniam os magistrados e o teatro era o lugar onde se faziam as assembléias do povo.

CAP. XIV. — Apeles, como já dissemos alhures, florescia pela 112.» olimpíada, mais ou menos 80 anos antes desta época. Êle tinha sido discípulo de Panfílio, ao qual havia pago um talento, por dez anos de lições, bem como Melanto, do qual era companheiro de estudos, e não discípulo, segundo Plínio, cuja autoridade nesta matéria, principalmente, é preferível à de Plutarco.

CAP. LX — O famoso Demétrio de Faléria tinha morrido no ano 470 de Roma e nós estamos, pelo menos, no ano 535. Este nome. Faléria, é um erro, constatado desde muito tempo pelos sábios. É de Demétrio Fariense que se fala muito em Políbio. Êle foi assim cognominado por causa do nome da sua pátria, Fares, uma das ilhas Liburnianas, fundada pelos habitantes de Paros, na 98.ºolimpíada. Sua coragem o tinha tornado ilustre entre os ilírios.

Êle tornou-se seu chefe e. tendo-se unido aos reis da Macedónia, Antígono Gonatas e Felipe, prestou-lhes grandes serviços durante a guerra. Fêz também guerra aos romanos; mas. tendo sido vencido por Paulo Emílio, no ano 535 de Roma. fugiu para a corte de Felipe, que o conservou consigo. Em seguida, tendo querido apoderar-se da cidade de Messenas, ao sul de Filipes, foi morto ao atacá-la; fim digno de sua vida, diz Políbio. Pois era, diz o historiador, um homem temerário e sem palavra. O fato de que Plutarco fala aqui encontra-se. palavra por palavra, em Políbio.

SOBRE A VIDA DE GALBA

CAP. II — Mr. Dusoul tem razão em observar que o nome da pessoa falta aqui. Mas êle engana-se. supondo que é o de Alexandre, tirano de Feres, do qual muitas vezes se falou, na vida de Pelópidas. O trecho que Plutarco refere aqui não pode ser atribuído a êle. de. nenhuma maneira, pois êle reinou onze anos. É o nome de Polifron que se deve pôr neste lugar, segundo Xenofonte. Eis o seu trecho, Hell. 1. VI: Jasão, que os tessálios tinham escolhido por seu chefe e que tinha governado com bastante sabedoria e glória, tendo sido morto numa conspiração, por sete moços, no 3.» ano da 102.;1 olimpíada, os tessálios colocaram em seu lugar dois de seus irmãos, Polidoro e Polifron. Mas, pouco depois. Polifron assassinou o seu irmão, quando este dormia; pelo menos suspeita-se que o tenha feito. Êle governou um ano, como tirano. Alexandre, o quarto irmão, matou-o, com o pretexto de vingar a morte de Polidoro, e apoderou-se do governo, do qual usou de maneira assaz tirânica. O ano de que fala aqui Xenofonte e os dez meses de Plutarco vão bem de acordo. Diodoro da Sicília não fala de Polifron. Êle diz que Jasão foi morto, segundo alguns, por seu irmão Polidoro, que não reinou mais de um ano. Mas a autoridade de Xenofonte, histórico contemporâneo, me parece indubitavelmente preferível à de Diodoro da Sicília. Ambos, afinal, estão de acordo comigo sobre este ponto, de que não é de Alexandre que se trata aqui.

CAP. XXX. . — Que tendo comprado uma casa velha êle queria ir mostrar aos mestres pedreiros aquilo em que éle não confiava. Há, em todas as edições, exceto na de Reiske, Tóis politais, o que não tem nenhum sentido: propuseram ler-se polétais, correção que Reiske adotou. Baseia-se no que Tácito, contando a mesma coisa (Histoires, liv. I, cap. 27), diz que advertiram a Oton, expectari eum ab architecto et redemtoribus. Mas parece-me que polétai significa o contrário de redemtor. Creio, entretanto, que é preciso adotar-se a correção, mas torna-se também necessário explicar esta passagem, segundo Suetônio, que, na Vida de Oton, Cap. VI, diz: Deinde liberto adesse architectos nuntiante, quod signum conuenerat, quasi uenalem domum inspecturus abscessit, . "Tendo-lhe seu liberto dito que os arquitetos haviam chegado, o que era o sinal convencional, êle se foi, dando a entender que êle ia examinar uma casa que estava à venda". Parece que Plutarco adotou mais ou menos o mesmo trecho e que se deve traduzir assim: "E que tendo comprado uma casa velha, êle queria ir mostrar aos vendedores as partes que tinham algum defeito"’.

SOBRE A VIDA DE OTON

CAP. I — Nos meses de março, maio, junho, outubro, os Idos caíam a 15 do mês e começava-se no dia seguinte, 16, a contar os dias antes das Calendas. Nos outros meses, os Idos eram a 13 e 14, era o 18 antes das Calendas.

CAP. III Esquelles ce beau nom de Néron estoit joint à celui d’Othon. Há, no grego: Tò té Nerónos teíon ónoma, o divino nome de Nero: o que é um epíteto um tanto singular, para o nome de Nero. Oudendorp, em suas notas sobre Suetônio, vida de Oton, Cap. VII, pág. 782, traz uma correção de G. Fred. Gronovio, que propõe se leia: Tetón ónoma, o que me parece evidente, e então deve-se traduzir assim: "nas quais êsté nome adotivo de Nero está unido ao de Oton".

SOBRE A VIDA DE ANÍBAL

CAP. VIII. — A posição dos Altares dos filenianos não é cerra. Alguns autores os põem ao sudeste da grande Sirta, hoje golfo de Sidra, que está entre o reino de Tripoli e de Barca. Outros os põem entre a grande e a pequena Sirta, hoje golfo de Cabes, entre os reinos de Túnis e de Tripoli, isto é, entre 30 e 35 graus de longitude. Ora, as colunas de Hércules, hoje estreito de Gibraltar, estão a 12 graus. A distância é, portanto, pelo menos cerca de 500 léguas.

SOBRE A VIDA DE CIPIÃO, O AFRICANO

CAP. VIII. — Há aqui, da parte do autor, um erro, que nos faz supor outro, grave, em Tito Lívio. O rio chamado Bétulo por Mela, Sambroca, por Ptolomeu, e hoje o Ter, está acima da província tarragonesa, perto de Ampúrias, onde Cipião tinha abordado. Mas não foi aí que se deu o combate, contra Asdrúbal, segundo Tito Lívio: foi em Bétula, que está na Bética. E eis a prova: Depois da batalha, diz Tito Lívio, Asdrúbal retirou-se, além do Tago, para os Pireneus. Ora, Bétula está aquém do Tago; mas o rio Bétulo e o cantão dos bétulos está aquém do Tago e bem mais perto dos Pireneus. Tito Lívio acrescenta que Cipião, alguns dias depois do combate, atravessou o passo de Castulo, para voltar a Tarragona. Ora, Castulo está perto do Tago, na Bética, entre Bétula e Tarragona. A cidade perto da qual foi vencido Asdrúbal, filho de Barca, é, portanto, a mesma Bétula, onde foi vencido, ro ano seguinte. Asdrúbal, filho de Gisgo. E o sábio Celário teve razão em nos dizer, falando dos bétulos: Tomai cuidado, para não confundi-los com a cidade de Bétula de que" fala Tito Lívio.

 

Fonte: Edameris. Vidas dos Homens Ilustres de Plutarco. Vol 9. Trad. de Pe. Vicente Pedroso.

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